Capítulo,Parágrafo,Número
1 Intro, 0,1 | promoção dessa comunidade de amor e no cultivo da vida, e
2 I, 1,2 | publicamente, mediante o pacto de amor conjugal, todas as responsabilidades
3 I, 1,3 | linguagem interpessoal do amor e compromete gravemente,
4 I, 2,5 | como por uma concepção do amor desligada da responsabilidade.
5 I, 2,5 | deveres que o verdadeiro amor conjugal comporta.~Em outras
6 I, 2,5 | ou inclusive o “túmulo do amor selvagem”, expressões estas
7 I, 2,5 | da verdadeira natureza do amor humano, da doação, nobreza
8 I, 3,7 | contexto de privatização do amor e de eliminação do caráter
9 II, 1,9 | que surge deste pacto de amor conjugal, não é uma criação
10 II, 2,12 | chamados ao dom de si no amor e no dom da vida. A autoridade,
11 II, 2,12 | fundada e vivificada pelo amor[11][11], a família haure
12 II, 2,12 | na aliança definitiva de amor com que um homem e uma mulher
13 II, 2,12 | II assinala que o chamado amor livre (« amore sic dicto
14 II, 2,12 | elemento constitutivo do amor conjugal, que se funda no
15 II, 2,12 | o Concílio denomina como amor “livre”, e contrapõe ao
16 II, 2,12 | contrapõe ao verdadeiro amor conjugal, era então – e
17 II, 2,13 | acréscimo “sacramental” ao amor dos cônjuges, mas que é
18 II, 2,13 | mesma realidade natural do amor conjugal assumida por Cristo
19 III, 2,17 | comunidade de vida e de amor estável, fruto do Dom total
20 III, 3,19 | filhos; a possibilidade de um amor pelo outro precisamente
21 III, 3,20 | aceita a possibilidade de um amor específico entre homem e
22 III, 3,20 | mulher, é óbvio que tal amor se incline (de per si) a
23 III, 3,20 | na comunhão conjugal. “O amor coniugalis, portanto, não
24 III, 3,20 | Precisamente isto qualifica esse amor, tornando-o em coniugalis.
25 III, 3,20 | meio do consentimento, o amor torna-se conjugal e nunca
26 III, 3,21 | entrega livre e total do amor conjugal fecundo como algo
27 III, 3,21 | estado pessoal no qual o amor se transforma em algo devido,
28 III, 3,22 | essencial destes princípios é o amor conjugal entre duas pessoas
29 III, 3,22 | um princípio básico: um amor, para que seja amor conjugal
30 III, 3,22 | um amor, para que seja amor conjugal verdadeiro e livre
31 III, 3,22 | deve ser transformado em um amor devido em justiça, mediante
32 III, 3,22 | se afirme que nasceu por amor, e o matrimônio no qual
33 III, 3,22 | e o matrimônio no qual o amor se traduz em um compromisso
34 III, 3,22 | eficácia que fortifica o amor do qual nasce favorecendo
35 III, 3,22 | simplesmente a expressão de um amor sentimental entre duas pessoas:
36 III, 3,22 | dá habitualmente a todo amor de amizade. O matrimônio
37 III, 4,23 | 23) A verdade sobre o amor conjugal permite compreender
38 III, 4,23 | deveria ser a comunhão de amor e vida entre um homem com
39 III, 4,23 | social da verdade sobre o amor conjugal e, por conseguinte,
40 IV, 2,28 | econômico, uma comunidade de amor e de solidariedade que é
41 V, 2,32 | Criador, para ser o sinal do amor de Deus pelo seu povo, e
42 V, 2,32 | plenitude dos tempos, do amor de Cristo pela sua Igreja.
43 V, 3 | matrimônio, instituição do amor conjugal, diante de outros
44 V, 3,33 | matrimonial em relação ao amor conjugal e à sua índole
45 V, 3,34 | fala-se com freqüência do amor como base do matrimônio
46 V, 3,34 | uma comunidade de vida e amor, porém nem sempre se afirma
47 V, 3,34 | dizer que se fundam no “amor” (porém um “amor” qualificado
48 V, 3,34 | fundam no “amor” (porém um “amor” qualificado pelo Concílio
49 V, 3,34 | uma comunidade de vida e amor, mas substancialmente diversa
50 VI, 1,36 | da verdade profunda do amor humano, convém aproximar-se
51 VI, 2,39 | fato, caracterizadas pelo amor chamado “livre”, que omite
52 VI, 2,39 | vínculo e característica do amor conjugal. Ademais, é preciso,
53 VI, 3,40 | nos aspectos positivos do amor conjugal de modo que seja
54 VI, 3,40 | evangelizadoras da “boa-nova” do “amor formoso”[95][95] não só
55 VI, 3,40 | valor social da maravilha do amor conjugal, posto que o fenômeno
56 VI, 3,41 | exausto numa vã busca de um amor “livre”, oposto ao verdadeiro
57 VI, 3,41 | livre”, oposto ao verdadeiro amor conjugal, mediante uma imensidão
58 VI, 7,48 | na base da instituição do amor conjugal. O matrimônio,
59 Conclu, 0,50| conseqüente desvalorização do amor conjugal, é a sociedade
60 Conclu, 0,50| verdade antropológica do amor humano entre um homem e
61 Conclu, 0,50| profundíssima diferença entre o amor conjugal, do qual surge
62 Conclu, 0,50| inadequada valorização do amor conjugal e da sua intrínseca
63 Conclu, 0,50| reconhece na família e no amor conjugal um dom de comunhão
64 Conclu, 0,50| como “Catequese sobre o amor humano”.~~~~~ ~ ~~~[86][
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