02-desco | descr-invio | irlan-revol | rigor-zonas
negrito = Texto principal
Capítulo,Parágrafo,Número cinza = comentário
1 Conclu, 0,50| L'Osservatore Romano 26/02/1999.~~~~~ ~ ~~~[26][
2 Conclu, 0,50| durante o Angelus de 19-06-1994.~~~~~ ~ ~~~[43][
3 | 104
4 Conclu, 0,50| de Direito Canônico, c. 1055§1; Catecismo da Igreja Católica,
5 Conclu, 0,50| ARISTÓTELES Política I, 9-10 (BK 1253 a).~~~~~ ~ ~~~[10][10]
6 Conclu, 0,50| Catecismo da Igreja Católica, n.1601.~~~~~ ~ ~~~[76][76] Cf.
7 Conclu, 0,50| Catecismo da Igreja Católica nn.1641-1642.~~~~~ ~ ~~~[91][
8 Conclu, 0,50| Igreja Católica nn.1641-1642.~~~~~ ~ ~~~[91][91] JOÃO
9 Conclu, 0,50| contribuições de Margaret Sanger (1879-1966) e Simone de Beauvoir (
10 Conclu, 0,50| representados por W. Reich (1897-1957) referentes à chamada “
11 Conclu, 0,50| ou os de Herbert Marcusi (1898-1979) e seus convites a
12 Conclu, 0,50| 1966) e Simone de Beauvoir (1908-1986), não pode ser situado
13 Conclu, 0,50| representados por W. Reich (1897-1957) referentes à chamada “liberação”
14 I, 3,8 | corpo. ~A partir da década 1960 a 1970, certas teorias (
15 Conclu, 0,50| de Margaret Sanger (1879-1966) e Simone de Beauvoir (1908-
16 I, 3,8 | partir da década 1960 a 1970, certas teorias (que hoje
17 Conclu, 0,50| Instr. Pessoa humana, 29-12-1975; CONSELHO PONTIFÍCIO PARA
18 Conclu, 0,50| das Igrejas Orientais, de 1983 e 1990 respectivamente.~~~~~ ~ ~~~[
19 Conclu, 0,50| Simone de Beauvoir (1908-1986), não pode ser situado à
20 Conclu, 0,50| Igrejas Orientais, de 1983 e 1990 respectivamente.~~~~~ ~ ~~~[
21 VI, 4,42 | matrimônio, de 13 de maio de 1996.~
22 Intro, 0,1 | firmamento da verdade” (1Tim 3,15), como também a todos
23 Conclu, 0,50| Catecismo da Igreja Católica, n.2207. ~~~~~ ~ ~~~[11][11]
24 Conclu, 0,50| proteção dada pelo Estado” (Art.226); Chile: “... A família
25 Conclu, 0,50| da Igreja Católica, nn. 2331-2400, 2514-2533; CONSELHO
26 Conclu, 0,50| Catecismo da Igreja Católica, n. 2332; João Paulo II Discurso
27 Conclu, 0,50| Catecismo da Igreja Católica, n. 2333; Carta Gratissimam sane (
28 Conclu, 0,50| da Igreja Católica, nn. 2357-2359; CDF. Instr. Pessoa
29 Conclu, 0,50| Igreja Católica, nn. 2357-2359; CDF. Instr. Pessoa humana,
30 Conclu, 0,50| Igreja Católica, nn. 2331-2400, 2514-2533; CONSELHO PONTIFÍCIO
31 Conclu, 0,50| Católica, nn. 2331-2400, 2514-2533; CONSELHO PONTIFÍCIO
32 Conclu, 0,50| Católica, nn. 2331-2400, 2514-2533; CONSELHO PONTIFÍCIO PARA
33 Conclu, 0,50| Theologiae, I-II q. 93, a. 3, ad 2um. Cf. JOÃO PAULO II, Enc.
34 I, 1,2 | se vê comprometido com o abandono da instituição matrimonial
35 II, 1,9 | humanas.~Nas sociedades abertas e democráticas de hoje em
36 III, 2,18 | facilmente num totalitarismo aberto ou dissimulado, como a história
37 Apre | documento, em cujas páginas se aborda uma problemática atual e
38 Intro, 0,1 | motivações existenciais, aborda-se o problema do seu reconhecimento
39 II, 2,13 | uniões de fato deve ser abordado partindo de uma perspectiva
40 I, 1,2 | expressão “união de fato” abrange um conjunto de realidades
41 III, 4,23 | dom recíproco de si e se abrem à geração da vida”[42][42].
42 V, 3,35 | clara do que é o matrimônio absolutamente indissolúvel que vão contrair.
43 V, 1,30 | correntes de pensamento que acabam por desarraigar a liberdade
44 Intro, 0,1 | grave deterioração que isto acarretaria para a família e para o
45 I, 2,6 | acesso ao matrimônio lhes acarrete prejuízos fiscais ou a perda
46 VI, 2,38 | e do matrimônio cristão acarretou, durante séculos, que a
47 III, 2,16 | essenciais para com a sociedade. Aceita-se desta forma uma paradoxal
48 IV, 2,27 | e amadas por si mesmas e aceitas no diálogo entre gerações,
49 III, 3,20 | coniugalis. Uma vez dado e aceite o empenho por meio do consentimento,
50 VI, 4,43 | poucos casos, assiste-se a um acentuado deterioramento da família
51 Intro, 0,1 | reivindicação apresenta acerca do matrimônio cristão. Expõem-se,
52 IV, 1,24 | seu alcance do modo mais acessível os meios para facilitar
53 Conclu, 0,50| conseqüências de suas próprias ações, pois podem empurrar a sociedade
54 Apre | também os Pastores, que devem acolher e guiar tantos cristãos
55 IV, 2,27 | só as novas gerações são acolhidas e aprendem a cooperar com
56 IV, 2,26 | requerem que o filho seja acolhido em uma família que lhe garanta
57 IV, 2,26 | humano e humanizador para o acolhimento dos filhos: aquele que mais
58 Apre | cristãos contemporâneos e acompanhá-los no itinerário do apreço
59 I, 2,4 | que supõem uma coabitação acompanhada de relação sexual (o que
60 VI, 8,49 | 101], de modo tal que se “acompanhado também de paciência e de
61 VI, 3,41 | matrimônio e a família, e o acompanhamento na sua vida matrimonial
62 I, 1,3 | 3) Pode acontecer que alguém deseje e faça
63 Conclu, 0,50| enquanto deploramos o que aconteceu”. Declaração do Presidente
64 II, 2,13 | sucessivo e extrínseco, só um acréscimo “sacramental” ao amor dos
65 Conclu, 0,50| Theologiae, I-II q. 93, a. 3, ad 2um. Cf. JOÃO PAULO II,
66 Conclu, 0,50| seu parecer - que mudar adaptando-se aos distintos “gender” (
67 | adiante
68 III, 1,14 | político, legislativo e administrativo ... é clara a tendência
69 Conclu, 0,50| educação, saúde, etc.). Alguns admitem três gêneros, outros cinco,
70 Conclu, 0,50| além da lei civil, devemos admitir então que qualquer valor,
71 I, 3,8 | progressivamente durante a infância e a adolescência consciência de ser “si mesmo”,
72 VI, 1,37 | presença do pecado, que adota a forma de uma “duritia
73 III, 4,23 | essa união o direito de adotar crianças sem família”[45][
74 I, 3,8 | da identidade. A pessoa adquire progressivamente durante
75 Intro, 0,1 | chamadas “uniões de fato” têm adquirido na sociedade nestes últimos
76 VI, 6,46 | perante situações como o adultério, o divórcio ou as próprias
77 V, 1,31 | freqüentemente descristianizada e afastada dos valores da verdade da
78 V, 1,31 | daqueles que estão agora afastados da prática religiosa, carecem
79 III, 3,19 | complementares, de modo que “esta afeição se exprime e se realiza
80 IV, 2,26 | facilmente presta uma segurança afetiva, aquele que garante maior
81 I, 1,2 | filhos no seu crescimento afetivo e formativo, como também
82 II, 1,9 | turno, é posto em comum o afeto recíproco, mas ao mesmo
83 I, 3,7 | progressivamente desenvolvendo e afirmando o fenômeno das uniões de
84 I, 2,5 | convivem em união de fato afirmem rejeitar explicitamente
85 VI, 1,36 | crise mais perigosa que pode afligir o homem” é “a confusão do
86 I, 2,6 | fortes em certas regiões da África e Ásia, ligadas ao chamado “
87 VI, 5,45 | completo e sistemático se afrontem as realidades familiares
88 | agora
89 Conclu, 0,50| América, Buenos Aires, 3-5 de agosto de 1999.~~~~~ ~ ~~~[27][
90 III, 2,16 | matrimônio. A equiparação agrava esta situação posto que
91 I, 2,6 | ou racistas concorre para agravar muito estas situações de
92 I, 3,7 | menor incidência do mundo agrícola, o desenvolvimento do setor
93 VI, 1,36 | convém aproximar-se das águas cristalinas do Evangelho.~
94 Conclu, 0,50| Legisladores da América, Buenos Aires, 3-5 de agosto de 1999.~~~~~ ~ ~~~[
95 VI, 3,41 | humano consigo mesmo, de ajudá-lo a compreender a realidade
96 IV, 2,27 | gerações se encontram e se ajudam reciprocamente a crescer
97 Conclu, 0,50| matrimonial os cônjuges “ajudam-se mutuamente a se santificarem
98 IV, 2,27 | atendidas por aqueles a quem ajudaram durante longos anos. Além
99 II, 2,12 | promover uma reflexão que ajude não só os crentes, mas todos
100 III, 4,23 | conseqüências morais e jurídicas alcançam uma especial relevância[
101 Apre | as uniões de fato estão alcançando no conjunto da sociedade,
102 II, 2,12 | transcendente e igual para todos. Alcançar esta verdade e permanecer
103 Intro, 0,1 | comunidade, os cristãos alegram-se sinceramente com os vários
104 Conclu, 0,50| exemplo, na Constituição da Alemanha: “O matrimônio e a família
105 Apre | Santíssima Virgem Maria.~ ~ ALFONSO Cardeal LÓPEZ TRUJILLO ~
106 | alguém
107 IV, 2,27 | prestada por instituições alheias ao seu âmbito, ainda que
108 III, 2,18 | compromissos entre partidos, alianças ou coalizões. Mas ditos
109 III, 4,23 | das relações homossexuais aliando-se a tudo um elemento de grande
110 VI, 3,40 | está radicada e do qual se alimenta, é continuamente vivificada
111 III, 3,22 | entre o homem e a mulher e alimenta-se mediante a vontade pessoal
112 I, 3,8 | interior da pessoa, unidade de alma e corpo. ~A partir da década
113 VI, 8,49 | caridade eminente para com as almas”[101][101], de modo tal
114 Conclu, 0,50| 12][12] JOÃO PAULO II, Aloc. Durante a Audiência Geral
115 Intro, 0,1 | os cônjuges e pais na sua alta função”[1][1].~ ~
116 VI, 7,47 | supõe, como já exposto, uma alteração do ordenamento em relação
117 Conclu, 0,50| passando desta maneira por alto o genuíno significado do
118 VI, 2,38 | originária, à qual Cristo alude em sua resposta.[86][86]
119 VI, 2,39 | uniões de fato”, a que antes aludimos[93][93]. Quaisquer que sejam
120 IV, 2,27 | pessoas sendo valorizadas e amadas por si mesmas e aceitas
121 II, 2,12 | condição de liberdade e de amadurecimento pessoal, verdadeira meta
122 III, 2,17 | distintas porém não opostas, ambas se distinguem, porém não
123 Conclu, 0,50| Políticos e Legisladores da América, Buenos Aires, 3-5 de agosto
124 I, 2,5 | divorcista o matrimônio tende amiúde a perder a sua identidade
125 II, 2,12 | o chamado amor livre (« amore sic dicto libero »)[13][
126 V, 3,34 | da “communitas vitae et amoris coniugalis” do matrimônio[
127 Conclu, 0,50| inalienáveis da pessoa e ampara a família como instituição
128 IV, 3,29 | institucional do matrimônio deve ser amparado pelas autoridades públicas;
129 Apre | Festa de S. Joaquim e Santa Ana, Pais da Santíssima Virgem
130 Apre | mundo, com o objetivo de analisar devidamente este problema
131 VI, 3,40 | verdade do Evangelho, de modo análogo a como o fizeram os cristãos
132 I, 2,6 | correspondem a práticas ancestrais e tradicionais, especialmente
133 IV, 2,27 | qualidade na atenção às pessoas anciãs não pode ser suprida – pelo
134 Conclu, 0,50| PAULO II, Enc. Centesimus annus, n. 46~~~~~ ~ ~~~[25][
135 I, 2,5 | traumatizadas por um divórcio anterior, ou pelo divórcio dos pais.
136 I, 2,5 | entre pessoas divorciadas anteriormente. São então uma alternativa
137 VI, 3,40 | de muitíssimos países de antiga tradição cristã cria não
138 Conclu, 0,50| como era chamada pelos antigos, orthòs logos, recta ratio”.
139 V, 1,30 | determinadas concepções antropológicas e éticas. Na sua raiz, está
140 II, 2,13 | família cujo fundamento antropológico e teológico está enraizado
141 VI, 7,48 | naturale do homem e o Evangelho anunciado pela Igreja) mostrar-se-á
142 VI, 7,48 | matrimônio e da família. Um anúncio do mesmo que prescinda deste
143 Conclu, 0,50| 20] “A vida social e seu aparato jurídico exige um fundamento
144 VI, 1,36 | sinais dos tempos face ao aparente obscurecimento, no coração
145 Conclu, 0,50| aspecto se assemelha a uma apatia perante a vida ou a morte
146 Conclu, 0,50| jurídico-casuístas; e, em vez disso, apela duas vezes para o “princípio”.
147 V, 2,32 | do gênero humano, para o aperfeiçoamento pessoal e a sorte eterna
148 III, 2,18 | princípios mas também quanto às aplicações) para evitar uma deterioração,
149 V, 1,30 | também de um aviso certamente aplicável à realidade do matrimônio
150 IV, 2,27 | matrimonial como realidade social aporta um bem. Com efeito, no seio
151 VI, 5,45 | desenvolvendo uma missão apostólica especificamente laical.~ ~
152 Conclu, 0,50| Lumen gentium n.11, Decr. Apostolicam auctositatem, n.11.~~~~~ ~ ~~~[
153 II, 2,12 | 12) A apreciação das uniões de fato inclui
154 Apre | acompanhá-los no itinerário do apreço do valor natural protegido
155 IV, 2,27 | gerações são acolhidas e aprendem a cooperar com o que lhes
156 Apre | Apresentação ~Um dos fenômenos mais extensos
157 VI, 4,43 | improvisação ou a escolhas apressadas. Em outras épocas, tal preparação
158 Intro, 0,1 | cuja raiz é o matrimônio. Aprofunda-se, na seqüência, em alguns
159 VI, 5,45 | processo catequético, para um aprofundamento da verdade salvífica sobre
160 I, 3,7 | sugere a conveniência de aprofundar na perspectiva ideológica
161 VI, 3,40 | Diante disso, é preciso aprofundar-se nos aspectos positivos do
162 Conclu, 0,50| dar-lhe, em certo sentido não aprova a dimensão que eles se esforçam
163 VI, 1,36 | profunda do amor humano, convém aproximar-se das águas cristalinas do
164 IV, 2,28 | e de solidariedade que é apta de modo único a ensinar
165 IV, 3,29 | matrimônio e da família, um apurado respeito pela liberdade
166 II, 1,9 | matrimônio ao bem comum e aqueloutra realidade que se dá nas
167 Conclu, 0,50| S. AGOSTINHO, De livre arbítrio, I, 5, 11: “Não se pode
168 VI, 2,39 | essas uniões comportam “árduos problemas pastorais, pelas
169 IV, 1,24 | certamente «bem difícil» (bonum arduum), mas maravilhoso.”[47][
170 V, 1,30 | social aventura-se pelas areias movediças de um relativismo
171 Conclu, 0,50| de todo o mundo também: Argentina “... a lei estabelecerá...
172 III, 2,17 | de Aquino com uma nítida argumentação rejeita a idéia segundo
173 Conclu, 0,50| 16.~~~~~ ~ ~~~[9][9] ARISTÓTELES Política I, 9-10 (BK 1253
174 Conclu, 0,50| o genuíno significado do artigo 16 da Declaração Universal
175 Conclu, 0,50| dos Direitos da Família, arts.8-12.~~~~~ ~ ~~~[69][
176 I, 2,6 | certas regiões da África e Ásia, ligadas ao chamado “matrimônio
177 IV, 3,29 | permanente a que os casais aspiram legitimamente[65][65]; em
178 III, 2,17 | cuja perenidade é por elas assegurada, é primordial. A família
179 Conclu, 0,50| Espanha: “Os poderes públicos asseguram a proteção social, econômica
180 Conclu, 0,50| aos participantes da XIV Assembléia Plenária do Conselho Pontifício
181 Conclu, 0,50| públicos nesse aspecto se assemelha a uma apatia perante a vida
182 III, 3,19 | matrimônio, conseqüentemente, se assenta em uns pressupostos antropológicos
183 III, 1,14 | matrimonial e familiar não está assente só a boa vontade das pessoas
184 III, 2,16 | estabelece um parâmetro jurídico assimétrico: enquanto a sociedade assume
185 II, 2,12 | O Concílio Vaticano II assinala que o chamado amor livre («
186 V, 1,31 | Magistério da Igreja tem assinalado também com clareza que “
187 I, 3,7 | a cultura contemporânea assiste a uma crise do matrimônio,
188 VI, 4,43 | contrário, em não poucos casos, assiste-se a um acentuado deterioramento
189 I, 2,6 | pode corresponder a motivos assistenciais. É o caso por exemplo, nos
190 III, 2,18 | uma concepção meramente assistencialista do Estado.~ ~
191 II, 2,13 | natural do amor conjugal assumida por Cristo como sinal e
192 I, 2,4 | reivindicação de não ter assumido vínculo algum. A instabilidade
193 I, 1,2 | vínculo estabelecido. Desta assunção pública de responsabilidades
194 I, 3,8 | pela cultura. Com isto se atacam as próprias bases da família
195 III, 1,14 | ainda mais preocupante é o ataque direto à instituição familiar
196 IV, 2,27 | sabem que estão rodeadas e atendidas por aqueles a quem ajudaram
197 V, 1,30 | preocupação face aos diversos atentados à pessoa humana e à sua
198 V, 1,30 | raramente contra os outros, para atingir o próprio bem-estar egoístico”[
199 Conclu, 0,50| intensamente a solidariedade, a sua ativa promoção e o seu total desenvolvimento.
200 VI, 7,48 | essenciais que inspiram as atividades educativas, nos vários âmbitos
201 I, 3,7 | instituição matrimonial atravessa uma crise menor onde as
202 II, 1,10 | convivência, sem que se atribua a mínima importância à existência
203 II, 1,9 | institucionalizar as uniões de fato, atribuindo-lhes deste modo um estatuto similar
204 IV, 2,26 | de modo que cada um deles atua com independência nos demais[
205 VI, 5,45 | confirmarem nela e para atuar, dando testemunho pessoal
206 Conclu, 0,50| n.11, Decr. Apostolicam auctositatem, n.11.~~~~~ ~ ~~~[3][
207 VI, 4,43 | numa idade mais avançada e aumenta o número dos divórcios e
208 III, 4,23 | Igualmente, se opõe a isto a ausência dos pressupostos para a
209 V, 3,33 | decisiva e representa uma autentica salvaguarda dos valores
210 V, 1,30 | família, mas como força autônoma de afirmação, não raramente
211 IV, 3,29 | relação ao tratamento de sua autonomia legítima e ao incentivo
212 V, 2,32 | que “o próprio Deus é o autor do matrimônio dotado de
213 I, 3,7 | contemporâneo que alguns autores denominam “pós-modernidade”.
214 VI, 3,41 | que a comunidade cristã, auxiliada pela graça de Deus manifesta
215 Intro, 0,1 | no cultivo da vida, e são auxiliados os cônjuges e pais na sua
216 VI, 4,43 | matrimônio numa idade mais avançada e aumenta o número dos divórcios
217 IV, 2,27 | seja esmerada e conte com avançados meios tecnológicos[58][58]~
218 V, 1,30 | para todos: a vida social aventura-se pelas areias movediças de
219 V, 1,30 | Trata-se também de um aviso certamente aplicável à realidade
220 IV, 2,27 | as gerações anteriores (avós), têm a oportunidade de
221 Conclu, 0,50| 52][52] Ibid., Preâmbulo, B e I.~~~~~ ~ ~~~[53][53]
222 III, 1,15 | problema que nos ocupa é o da banalização. Alguns afirmam que o reconhecimento
223 III, 3,21 | outras relações de amizade – baseadas ou não na diferenciação
224 VI, 4,42 | de formação das pessoas, baseado na educação na fé e na educação
225 V, 2,32 | humana e nesta decisão se baseia o aspecto jurídico do pacto
226 III, 4,23 | 43]. E se isto ainda não bastasse pretende-se tornar legal
227 Conclu, 0,50| 1879-1966) e Simone de Beauvoir (1908-1986), não pode ser
228 I, 2,5 | humano, da doação, nobreza e beleza na constância e fidelidade
229 VI, 7,47 | ordenamento em relação ao bem-comum da sociedade e comporta
230 III, 2,17 | uniões, e estas não podem beneficiar de direitos particulares
231 VI, 4,43 | reconhecia os valores e os benefícios do matrimônio. A Igreja,
232 IV, 2,26 | mas também na perspectiva biográfica ou histórica[54][54]. Por
233 Conclu, 0,50| ARISTÓTELES Política I, 9-10 (BK 1253 a).~~~~~ ~ ~~~[10][
234 VI, 3,40 | primeiras evangelizadoras da “boa-nova” do “amor formoso”[95][95]
235 VI, 8,49 | também de paciência e de bondade, de que o mesmo Senhor deu
236 IV, 1,24 | certamente «bem difícil» (bonum arduum), mas maravilhoso.”[
237 Conclu, 0,50| integral da família” (Art. 14); Brasil: “A família, base da sociedade,
238 II, 2,12 | sua intencionalidade, em breve, com a sua “história”. Devemos
239 Conclu, 0,50| Legisladores da América, Buenos Aires, 3-5 de agosto de
240 VI, 2,39 | difíceis e aquelas outras buscadas em si mesmas “em atitude
241 Conclu, 0,50| Direitos da Família, art.2, byc; art.7.~~~~~ ~ ~~~[67][
242 IV, 3,29 | respeito pela liberdade que lhe cabe, uma legislação que lhe
243 III, 3,22 | n. 81), e as insistentes campanhas de opinião encaminhadas
244 II, 2,12 | universal, o critério neste campo, não pode ser senão o da
245 Conclu, 0,50| pela liberdade, podem ser cancelados por uma simples maioria
246 Conclu, 0,50| indiferente. O simples e mero cancelamento do problema mediante a falsa
247 Conclu, 0,50| Direito Canônico e Código de Cânones das Igrejas Orientais, de
248 V, 3,33 | da Igreja.[80][80] A lei canônica descreve em substância o
249 V, 3,33 | é contemplada pelas leis canônicas da Igreja.[80][80] A lei
250 Conclu, 0,50| pois constitui o maior capital humano, mais a sua missão
251 I, 3,7 | matrimonial) do que pelo que as caracteriza positivamente, aparecem
252 VI, 2,39 | a estas uniões de fato, caracterizadas pelo amor chamado “livre”,
253 I, 1,2 | matrimônios. As uniões de fato se caracterizam precisamente, por ignorar,
254 V, 1,31 | afastados da prática religiosa, carecem de fé ou sustêm crenças
255 II, 2,12 | destruição do matrimônio, por carecer do elemento constitutivo
256 Conclu, 0,50| natural, por seu turno tão carente hoje em dia de verdadeiras
257 Conclu, 0,50| ser qualificada como de casal, porque implica a diferença
258 V, 2,32 | 79][79]. Aqueles que se casam segundo as formalidades
259 VI, 4,43 | desenvolvidas, o índice de casamentos é reduzido. Costuma-se contrair
260 VI, 1,37 | de sua mulher, não convém casar” (Mt 19,10). Esta reação
261 I, 2,5 | aqueles que têm o projeto de casar-se no futuro, porém condicionam
262 I, 3,8 | justificar-se com base em categorias e termos procedentes da
263 VI, 5,45 | familiar representam as catequeses familiares, nas quais de
264 VI, 5,45 | verdadeiramente, num processo catequético, para um aprofundamento
265 II, 2,13 | neste ponto um “pensamento católico” confessional a um “pensamento
266 VI, 5,45 | antropológica correta não deixa de causar surpresa mesmo entre os
267 Conclu, 0,50| Católica, nn. 2357-2359; CDF. Instr. Pessoa humana, 29-
268 III, 2,18 | público não consiste no cedimento demagógico a grupos de pressão
269 III, 1,15 | matrimônio e da família, cega à sua dimensão social objetiva.
270 II, 2,12 | arbitrário e inaceitável, cego aos valores objetivos, em
271 Conclu, 0,50| 24] JOÃO PAULO II, Enc. Centesimus annus, n. 46~~~~~ ~ ~~~[
272 VI, 4,42 | da Igreja, salientando a centralidade da preparação ao matrimônio
273 III, 2,18 | fundada no matrimônio como o centro e motor da política social,
274 Apre | toca de perto o próprio cerne das relações humanas, a
275 VI, 4,43 | divórcio era considerado uma “chaga” social (cf. Gaudium et
276 I, 2,4 | recíproca, se é possível assim chamá-la, enquanto durar a relação.~
277 Intro, 0,1 | 1) As chamadas “uniões de fato” têm adquirido
278 VI, 2,38 | redimida por Cristo, nem sempre chega a reconhecer com clareza
279 V, 2,32 | pelo seu povo, e uma vez chegada a plenitude dos tempos,
280 II, 2,12 | no coração humano, pode chegar ao redescobrimento da família.
281 VI, 4,44 | tempos, a que os jovens cheguem impreparados ao matrimônio.
282 Conclu, 0,50| pelo Estado” (Art.226); Chile: “... A família é o núcleo
283 Conclu, 0,50| 1), República Popular da China “O Estado protege o matrimônio,
284 VI, 3,41 | Somente nesta espécie de “choque” com a realidade, pode fazer
285 Conclu, 0,50| esta Alocução se inicia o Ciclo de catequese conhecida como “
286 IV, 2,28 | princípio de identificação do cidadão, o princípio do caráter
287 IV, 3,29 | educativos, da personalização dos cidadãos e da distribuição de funções
288 Apre | que é a família.~ ~ ~Cidade do Vaticano, 26 de julho
289 Conclu, 0,50| admitem três gêneros, outros cinco, outros sete, outros um
290 VI, 6,46 | imprensa, televisão, Internet, cinema, etc. – torna-se necessário
291 VI, 3,41 | desenganados, que se perguntam cinicamente a si mesmos “pode vir algo
292 III, 3,21 | reúne todos os elementos citados, de modo originário e simultâneo.~
293 Conclu, 0,50| razão e a fé, mas torna-se claro também o espaço onde as
294 II, 2,13 | esta expressão da ética clássica se sublinha que a leitura
295 III, 2,18 | entre partidos, alianças ou coalizões. Mas ditos equilíbrios não
296 Conclu, 0,50| qual se mantém unido em coerência”. Declaração do Conselho
297 Conclu, 0,50| deles deduzir correcta e coerentemente conclusões de ordem lógica
298 Conclu, 0,50| e por isso apresenta uma coesão que supera a de qualquer
299 II, 2,12 | reciprocamente, tornando-se juntos colaboradores no dom da vida”[12][12].~
300 VI, 6,46 | cristãos empenhados que colaboram nesses meios, certos programas
301 Conclu, 0,50| Só assim nos poderemos colocar verdadeiramente a o serviço
302 Conclu, 0,50| entre os sexos; o Estado colocará todos os meios a seu alcance
303 Conclu, 0,50| e a infância” (Art. 49); Colômbia: “O Estado reconhece, sem
304 Intro, 0,1 | a Igreja de Deus vivo, coluna e firmamento da verdade” (
305 Conclu, 0,50| aqueles pelos quais os homens combateram e considerando como passos
306 I, 2,5 | Este fenômeno preocupante começa a ser socialmente relevante
307 V, 2,32 | 32) No começo do processo de secularização
308 Conclu, 0,50| 46][46] Cf. Nota da comissão Permanente da CONFERÊNCIA
309 V, 3,34 | substancialmente diversa da “communitas vitae et amoris coniugalis”
310 VI, 4,43 | evangelizadas, firme, unitário, compacto. Eram raras, em geral, as
311 Conclu, 0,50| de resultar em prejuízo comparativo do matrimônio (danificando
312 Apre | serenas e responsáveis, compartilhadas por muitos homens de boa
313 II, 2,12 | de valores e exigências compartilhados em relação ao bem comum
314 III, 3,22 | vontade pessoal dos esposos de compartilhar, num plano de vida integral,
315 IV, 3,29 | permite a quem trabalha compatibilizar a competência profissional
316 IV, 3,29 | um trabalho da mulher não compatível com sua situação de esposa
317 IV, 3,29 | trabalha compatibilizar a competência profissional com a dedicação
318 VI, 5,45 | por pastores legítimos e competentes que contribuam verdadeiramente,
319 I, 3,8 | identidade sexual e a genérica se complementam, dado que as pessoas vivem
320 VI, 5,45 | quais de modo orgânico, completo e sistemático se afrontem
321 V, 3,35 | matrimônio, a questão é mais complexa porque os Pastores da Igreja
322 IV, 3,29 | jurídica dos elementos que a compõem em seu caráter unitário,
323 IV, 3,29 | não só é um bem para os componentes da família individualmente
324 III, 2,16 | determinado “modelo” de comportamento ao conjunto da sociedade,
325 II, 1,11 | fato são conseqüência de comportamentos privados e neste plano privado
326 V, 3,33 | familiares. Nem sempre se compreendem e respeitam adequadamente
327 Conclu, 0,50| Direitos Humanos de 1948, comprometemo-nos a promover e a defender
328 III, 2,18 | dos princípios que possam comprometer difíceis e precários compromissos
329 I, 1,2 | 2][2]. Tudo isto se vê comprometido com o abandono da instituição
330 V, 1,30 | toda a referência a valores comuns e a uma verdade absoluta
331 V, 2,32 | tendência à união conjugal é conatural à pessoa humana e nesta
332 IV, 2,26 | precisamente quando se rompe a concatenação dos diversos elementos de
333 V, 1,30 | e exercício da liberdade concebida não como capacidade de realizar
334 V, 3,35 | relação aos princípios básicos concernentes à sacramentalidade do matrimônio,
335 VI, 1,37 | originário do Criador[85][85]. A concessão de Moisés traduz a presença
336 III, 3,22 | À luz destes princípios, conclui o Papa, se pode estabelecer
337 III, 1,15 | nesse caso, dever-se-ia concluir o contrário, posto que uma
338 Conclu | Conclusão ~
339 I, 2,6 | atitudes machistas ou racistas concorre para agravar muito estas
340 VI, 8,49 | diálogo paciente e ajuda concreta, especialmente em relação
341 I, 2,5 | É uma espécie de “etapa condicionada” para o matrimônio, semelhante
342 VI, 2,39 | e pobreza, às vezes por condicionalismos devidos a situações de verdadeira
343 I, 2,5 | casar-se no futuro, porém condicionam à experiência de uma união
344 II, 2,13 | ser objetivos, livres de condicionamento tais como a emotividade
345 Conclu, 0,50| à realização de todas as condições que permitam a realização
346 III, 2,17 | aqueles que foram chamados a conduzir o destino das nações reconheçam
347 Conclu, 0,50| põem os remédios oportunos, conduziria a uma grave deterioração
348 VI, 7,47 | a crítica ao “dogma” da conexão indissociável entre democracia
349 II, 2,13 | um “pensamento católico” confessional a um “pensamento laico”
350 I, 3,8 | outros gêneros, no modo de configurar a vida social[6][6].~A ideologia
351 III, 1,14 | que encontra expressão e confirmação num horizonte de procriação
352 IV, 2,27 | o valor do seu serviço, confirmar sua dignidade plena de pessoas
353 VI, 5,45 | encontram razões para se confirmarem nela e para atuar, dando
354 VI, 6,46 | elementos fundamentais da conformação de uma cultura, influem
355 | conforme
356 VI, 1,36 | pode afligir o homem” é “a confusão do bem e do mal, que torna
357 VI, 1,37 | Mt 19, 3-8). São bem conhecidas estas palavras do Senhor,
358 V, 3,33 | qual se situam as relações conjugais e familiares. Neste sentido,
359 III, 3,22 | duração em benefício do cônjuge, da prole e da própria sociedade”[
360 Apre | transcendência pública da atual conjuntura política internacional torna
361 V, 1,31 | simplesmente histórico e conjuntural, para além das mudanças
362 V, 2,32 | durante séculos uma grande conquista da humanidade. A Igreja
363 V, 2,32 | 78]. Era, ademais, bem cônscia de que esta instituição
364 III, 2,18 | política deveriam estar conscientes da seriedade do problema.
365 Conclu, 0,50| filosóficas. Quando a razão consegue intuir e formular os princípios
366 V, 3,34 | dimensão de justiça própria do consenso. O matrimônio é instituição.
367 I, 3,8 | família” todo tipo de uniões consensuais, ignorando deste modo a
368 III, 4,23 | homossexuais que reivindicam ser consideradas união de fato, as conseqüências
369 VI, 4,43 | matrimônios, e o divórcio era considerado uma “chaga” social (cf.
370 Conclu, 0,50| quais os homens combateram e considerando como passos cruciais mais
371 VI, 3,41 | em muitos ambientes, a considerável influência exercida pelos
372 VI, 6,46 | dos meios de comunicação. Considere-se por exemplo, a grande influência
373 | consigo
374 I, 3,7 | todas aquelas situações se consolidam em diferentes formas de
375 IV, 3,29 | jurídico que contribuam para consolidar a unidade e a estabilidade
376 I, 2,5 | doação, nobreza e beleza na constância e fidelidade das relações
377 I, 2,4 | vínculo algum. A instabilidade constante, decorrente da possibilidade
378 VI, 3,41 | para com os homens. Pode-se constatar como sumamente positiva,
379 III, 3,22 | os contraentes são então constituídos cônjuges: “esta comunhão
380 V, 2,32 | sobre o valor daquilo que constituiu durante séculos uma grande
381 V, 1,30 | sua relação essencial e constitutiva com a verdade”[70][70].~
382 II, 2,12 | por carecer do elemento constitutivo do amor conjugal, que se
383 VI, 2,39 | alguns se consideram como que constrangidos por situações difíceis e
384 IV, 3,29 | determinante e insubstituível na construção da cultura da vida.”[60][
385 VI, 1,36 | mal, que torna impossível construir e conservar a ordem moral
386 V, 2,32 | matrimônio sacramental feito e consumado entre batizados[77][77].
387 VI, 4,43 | épocas, tal preparação podia contar com o apoio da sociedade,
388 IV, 2,27 | ainda que seja esmerada e conte com avançados meios tecnológicos[
389 V, 3,33 | natural do matrimônio é contemplada pelas leis canônicas da
390 VI, 2,39 | atitude de desprezo, de contestação ou de rejeição da sociedade,
391 V, 1,30 | Efetivamente, “não se trata já de contestações parciais e ocasionais, mas
392 V, 2,32 | máxima importância para a continuação do gênero humano, para o
393 IV, 2,26 | Além disso a seqüência continuada entre conjugalidade, maternidade-paternidade
394 VI, 3,40 | e do qual se alimenta, é continuamente vivificada pelo Senhor Jesus,
395 IV, 2,26 | garante maior unidade e continuidade no processo de integração
396 III, 2,17 | univocidade nem tampouco contradição[22][22]. Como afirma João
397 VI, 4,43 | mil vezes reforçada: Quem contrai matrimônio está realmente
398 IV, 3,29 | do matrimônio devidamente contraído”[69][69].~ ~ ~
399 II, 2,12 | denomina como amor “livre”, e contrapõe ao verdadeiro amor conjugal,
400 II, 2,13 | racionalidade. A tendência a contrapor neste ponto um “pensamento
401 I, 1,3 | humana de seus atos. Destarte contraria a linguagem interpessoal
402 I, 2,6 | etapas”. São práticas que contrastam com a dignidade humana,
403 Conclu, 0,50| gerações. Não é um simples contrato ou negócio privado, mas
404 I, 1,3 | verdade e da justiça. Com isto contribui-se de maneira muito clara à
405 Conclu, 0,50| extremista, representado pelas contribuições de Margaret Sanger (1879-
406 Conclu, 0,50| Marxismo como o estruturalismo contribuíram em diferente medida para
407 Conclu, 0,50| Evita embrenhar-se nas controvérsias jurídico-casuístas; e, em
408 | contudo
409 Conclu, 0,50| matrimônio ou (mediante a convalidação ou “sanatio”, de acordo
410 V, 1,30 | relativismo total. Então, tudo é convencional, tudo é negociável: inclusivamente
411 III, 2,18 | Uma democracia sem valores converte-se facilmente num totalitarismo
412 I, 1,3 | fato. Destarte, elas se convertem em instituição e se sancionam
413 VI, 1,36 | soluções de compromisso, com a convicção de que a “crise mais perigosa
414 III, 2,18 | política, então as idéias e as convicções podem ser facilmente instrumentalizadas
415 Conclu, 0,50| Marcusi (1898-1979) e seus convites a experimentar todo tipo
416 VI, 1,36 | sabedoria e liberdade mais corajosa no momento de não se prestar
417 Conclu, 0,50| da sociedade” (Art. 5): Coréia do Sul: “O matrimônio e
418 Conclu, 0,50| do ser, e deles deduzir correcta e coerentemente conclusões
419 IV, 2,25 | também a que a sociedade corresponda como merece ao bem que constitui[
420 VI, 7,48 | racionalidade (entendida como íntima correspondência entre desiderium naturale
421 I, 3,8 | com os aspectos culturais correspondentes ao seu próprio sexo. A categoria
422 VI, 5,45 | uma visão antropológica correta não deixa de causar surpresa
423 I, 3,8 | desempenham na sociedade). Em um correto e harmônico processo de
424 I, 3,8 | inclusive as homossexuais), costuma hoje em dia justificar-se
425 VI, 4,43 | de casamentos é reduzido. Costuma-se contrair matrimônio numa
426 I, 2,6 | do primeiro filho. Estes costumes correspondem a práticas
427 VI, 7,48 | tempos manifestar em termos credíveis, a credibilidade interior
428 V, 1,31 | não somente dos fiéis que crêem, mas também daqueles que
429 V, 1,31 | carecem de fé ou sustêm crenças de outra índole: a toda
430 VI, 1,36 | que foi doada pela fé, o crente é capaz de chamar a cada
431 VI, 4,43 | para a sociedade. Por isso crescem em toda a parte o interesse
432 IV, 2,27 | ajudam reciprocamente a crescer na sabedoria humana e a
433 I, 1,2 | cônjuges e filhos no seu crescimento afetivo e formativo, como
434 V, 2,32 | instituição às suas origens criacionais, de acordo com a explícita
435 IV, 3,29 | podemos esquecer que se as crises da família foram, em determinadas
436 VI, 1,36 | convém aproximar-se das águas cristalinas do Evangelho.~
437 V, 2,32 | não somente sacralizar ou cristianizar a concepção romana do matrimônio,
438 Conclu, 0,50| simples maioria de votos. Quem critica a lei natural deve fechar
439 VI, 7,47 | Também é conveniente a crítica ao “dogma” da conexão indissociável
440 Conclu, 0,50| considerando como passos cruciais mais adiante na lenta marcha
441 Conclu, 0,50| encontra, na pregação de Cristo crucificado e ressuscitado, o escolho
442 III, 2,18 | da política social, e que cubram o extenso âmbito dos direitos
443 Conclu, 0,50| devem encontrar proteção e cuidado na República da Polônia” (
444 II, 1,9 | fundada no matrimônio deve ser cuidadosamente protegida e promovida como
445 | cujos
446 IV, 2,28 | âmbito privado, com elevados custos traumáticos e também econômicos.
447 Conclu, 0,50| Direitos da família, Preâmbulo, D.~~~~~ ~ ~~~[51][51] Carta
448 Conclu, 0,50| comparativo do matrimônio (danificando ainda mais esta necessária
449 | daquela
450 | daqueles
451 Conclu, 0,50| interlocutores procuram dar-lhe, em certo sentido não aprova
452 VI, 4,44 | doação real no matrimônio que dê origem a um vínculo fiel,
453 Apre | natural, participando no debate sócio-político e na responsabilidade
454 II, 1,10 | moral social, do “pensamento débil” (pensiero debole) diante
455 Apre | matrimonial, ou pelo contrário, debilitar a consistência do bem comum
456 II, 1,10 | pensamento débil” (pensiero debole) diante do bem comum, quando
457 I, 3,8 | alma e corpo. ~A partir da década 1960 a 1970, certas teorias (
458 I, 2,5 | conseqüência de uma escolha decidida. A união de fato “à experiência”
459 II, 1,11 | Duas ou mais pessoas podem decidir viver juntas, com o sem
460 IV, 3,29 | os filhos que os cônjuges decidirem em consciência[64][64];
461 V, 3,33 | eclesiástica sobre o matrimônio é decisiva e representa uma autentica
462 IV, 3,29 | não seja de gravame nas decisões livres: em relação a um
463 I, 2,4 | instabilidade constante, decorrente da possibilidade de interrupção
464 Conclu, 0,50| Const. Lumen gentium n.11, Decr. Apostolicam auctositatem,
465 IV, 3,29 | competência profissional com a dedicação à família[63][63]; com respeito
466 III, 2,18 | este aspecto a Santa Sé dedicou espaço na Carta dos direitos
467 Conclu, 0,50| universais do ser, e deles deduzir correcta e coerentemente
468 VI, 3,40 | que a reação é meramente defensiva, podendo dar a impressão
469 I, 2,6 | econômica mundial, e as deficiências educativas estruturais representam
470 I, 3,7 | situações instáveis que se definem mais pelo que têm de negativo, (
471 III, 1,14 | prioritária, portanto, a definição da identidade própria da
472 I, 2,6 | social característica e bem definida. Este tipo de união não
473 III, 3,19 | pressupostos antropológicos definidos que o distinguem de outros
474 VI, 2,39 | com um vínculo estável e definitivo”[92][92].~O discernimento
475 VI, 6,46 | fato, bem como a perniciosa deformação, em muitos casos, “nos valores” (
476 Conclu, 0,50| projeção de futuro, ou à sua degradação. Esta “neutralidade”, se
477 Conclu, 0,50| CONCÍLIO VATICANO II, Const. Dei Verbum n. 10. ~~~~~ ~ ~~~[
478 VI, 5,45 | antropológica correta não deixa de causar surpresa mesmo
479 Apre | sinais dos tempos”, não pode deixar de iluminar esta realidade.~
480 VI, 1,37 | mulher, e disse: ‘Por isso deixará o homem pai e mãe, e juntar-se-á
481 IV, 2,28 | esfera maior de liberdade deixaria o indivíduo cada vez mais
482 Apre | relações humanas, a parte mais delicada da íntima união entre a
483 Apre | devidamente este problema delicado, de tanta transcendência
484 Conclu, 0,50| ceder diante de pressões demagógicas de grupos que não levam
485 II, 1,9 | Nas sociedades abertas e democráticas de hoje em dia, o Estado
486 VI, 7,47 | ideologicamente, por assim dizer, “demolida”, o matrimônio acaba por
487 I, 2,5 | selvagem”, expressões estas que demonstram o desconhecimento da verdadeira
488 II, 2,12 | justiça. O que o Concílio denomina como amor “livre”, e contrapõe
489 I, 3,7 | contemporâneo que alguns autores denominam “pós-modernidade”. É certo
490 I, 3,8 | processo que se poderia denominar de gradual desestruturação
491 Conclu, 0,50| conclusões de ordem lógica e deontológica, então pode-se considerar
492 Conclu, 0,50| Tememos pelo futuro enquanto deploramos o que aconteceu”. Declaração
493 III, 4,23 | além disso constituem uma deplorável distorção do que deveria
494 V, 3,35 | nas relações familiares derivadas do matrimônio. Deus quer
495 Conclu, 0,50| como de qualquer obstáculo derivado da responsabilidade procriadora.
496 I, 1,2 | compromisso conjugal. Disto derivam-se graves conseqüências.~Com
497 IV, 2,28 | subsidiariedade: pois o desaparecimento da família obrigaria o Estado
498 VI, 5,45 | mesmo entre os cristãos, que descobrem que não é uma questão só
499 I, 2,5 | sentido, há que se ressaltar a desconfiança em relação à instituição
500 III, 2,16 | todas as características de desconformidade com a lei natural, o que
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