Capítulo, Parágrafo
1 0,3 | progresso no conjunto da vida social. Isto é devido, não
2 0,5 | imprescindível do domingo na vida cristã. Agindo assim, prosseguimos
3 0,6 | que está no âmago mesmo da vida cristã. Se, desde o início
4 0,6 | nossas relações e da nossa vida.~ ~
5 I,12 | delineiam os próprios pilares da vida moral, inscrita universalmente
6 I,14 | 15. Na verdade, a vida inteira do homem e todo
7 I,15 | memória que deve animar toda a vida religiosa do homem, para
8 II,18 | semana à consideração e à vida dos crentes o evento pascal,
9 II,20 | caracterizar o próprio ritmo da vida dos discípulos de Cristo (
10 II,20 | milagre para devolver a vida ao jovem Eutico (cf. Act
11 II,22 | Senhor, dia em que a nossa vida despontou por meio d'Ele
12 II,25 | prenúncio incessante da vida sem fim, que reanima a esperança
13 II,25 | o cristão para a meta da vida eterna.(28)~
14 II,29 | nas condições normais de vida, fique privado do abundante
15 III,30 | dela colhe o segredo da sua vida e fonte da sua esperança.
16 III,30 | ressuscitado, que ofereceu a sua vida « para trazer à unidade
17 III,31 | eucarística~32. Esta realidade da vida eclesial possui, na Eucaristia,
18 III,31 | Senhor está no centro da vida da Igreja ».(41)~
19 III,33 | separada do conjunto da vida litúrgica e sacramental.
20 III,33 | fez participantes da sua vida imortal », (44) manifesta
21 III,35 | as famílias cristãs dão vida a uma das expressões mais
22 III,35 | mesa da Palavra e do Pão de vida.(50) Convém lembrar, a este
23 III,35 | também de fazer com que a vida e a unidade da comunidade
24 III,37 | nos vários compromissos da vida, se esforçam por oferecer
25 III,38 | mesa da Palavra e do Pão da vida. A primeira continua a dar
26 III,38 | oferece-se aquele pão da vida que é penhor da glória futura.
27 III,39 | não anima habitualmente a vida dos indivíduos e das famílias
28 III,39 | à luz das questões e da vida dos homens do nosso tempo.~
29 III,40 | comprometa profundamente a nossa vida. (69)~
30 III,41 | todas as coisas têm origem e vida. Por fim, aderindo com o
31 III,42 | membros do seu Corpo. A vida dos fiéis, o seu louvor,
32 III,44 | 45. Recebendo o Pão da vida, os discípulos de Cristo
33 III,44 | obrigações que os esperam na sua vida ordinária. Com efeito, para
34 III,44 | Ressuscitado, são chamados, na sua vida quotidiana, a tornarem-se
35 III,44 | de fazer, de toda a sua vida, um dom, um sacrifício espiritual
36 III,45 | para ouvir a palavra de vida e nutrir-se do alimento
37 III,46 | que o domingo tem para a vida cristã.~
38 III,47 | decisiva que tem, para a sua vida de fé, o facto de se reunir
39 III,49 | importância que ela tem para a vida dos fiéis, é necessário
40 III,50 | oração e do testemunho duma vida santa.~
41 III,51 | do contexto litúrgico — vida de família, relações sociais,
42 III,51 | Ressuscitado no tecido ordinário da vida. Por exemplo, o encontro
43 III,51 | programar, inclusive na vida laical, quando for possível,
44 IV,56 | deve caracterizar toda a vida, e não só um dia da semana.
45 IV,60 | desejo de promover e dar a vida.~
46 IV,63(108)| Cf. Eusébio de Cesareia, Vida de Constantino, 4, 18: PG
47 IV,66 | outros aspectos da própria vida, isso corresponde a uma
48 IV,67 | estão mais de acordo com uma vida segundo os preceitos do
49 IV,67 | pessoa sobre as exigências da vida social e económica, e antecipando
50 IV,71 | destinada a estender-se a toda a vida dos fiéis, começando por
51 IV,71 | modo de transferir para a vida a caridade de Cristo recebida
52 V,74 | glorificado. É esta energia de vida que impele a criação — esta «
53 V,75 | factos decisivos para a vida dum povo, é normal que a
54 V,75 | os quais se fundamenta a vida da Igreja estiveram, por
55 V,75 | pecado e ressuscitam para uma vida nova, é porque Cristo «
56 Conclu,80 | algum modo, uma síntese da vida cristã e uma condição necessária
57 Conclu,80 | na plena participação da vida da comunidade cristã, sem
58 Conclu,80 | fonte, renova os homens, a vida, a história.~
59 Conclu,83 | Instituído para amparo da vida cristã, o domingo adquire
60 Conclu,83 | irradiando sobre ela energias de vida e motivos de esperança.
61 Conclu,83 | os momentos fugazes desta vida em sementes de eternidade.
62 Conclu,85 | mesmo a oferta da própria vida. Com Maria, vivem a alegria
63 Conclu,86 | donde lhe vem toda a sua vida, possam encontrar o próprio
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