Capítulo, Parágrafo
1 0,1 | cumprimento n'Ele da primeira criação e o início da « nova criação » (
2 0,1 | criação e o início da « nova criação » (cf. 2 Cor 5,17). É o
3 I,7 | É a celebração da « nova criação ». Este seu carácter, porém,
4 I,7 | acerca do desígnio de Deus na criação do mundo. Com efeito, se
5 I,7 | 15,20), inaugurou a nova criação e deu início ao processo
6 I,7 | Portanto, já na aurora da criação, o desígnio de Deus implicava
7 I,7 | primeira narração bíblica da criação — o « sábado », que caracteriza
8 I,7 | reler a grande página da criação e aprofundar a teologia
9 I,8 | homem diante da grandeza da criação e o sentimento de adoração
10 I,8 | simultaneamente um hino à bondade da criação, toda ela plasmada pela
11 I,8 | logo após a narração da criação, põe precisamente em evidência
12 I,10| homem, ponto culminante da criação. É um olhar no qual já se
13 I,11| conexão entre as ordens da criação e da salvação. Já o Antigo
14 I,11| comprazendo-Se pela sua criação, é o mesmo que mostra a
15 I,13| primeira narração bíblica da criação, é necessário contemplar
16 I,14| tornando-se eco da inteira criação.~Por isso mesmo, é também
17 I,15| fundamental obra de Deus que é a criação. É uma memória que deve
18 I,15| Senhor, devolvendo-Lhe toda a criação, no louvor, na acção de
19 I,16| visto não tanto na obra da criação como sobretudo na libertação
20 I,16| unitária de teologia da criação e da salvação. O conteúdo
21 I,16| Criador sentiu depois da criação, vendo que toda a sua obra «
22 I,17| Aquilo que Deus realizou na criação e o que fez pelo seu povo
23 I,17| humanidade, contempla a criação feita do nada, exprime-se
24 I,17| humana e, com ela, toda a criação, que geme e sofre as dores
25 II,18| disse, na mesma obra da criação, e mais directamente no
26 II,23| O dia da nova criação~24. A comparação do domingo
27 II,23| entre a ressurreição e a criação. Era, de facto, natural
28 II,23| Génesis divide o evento da criação: o dia da criação da luz (
29 II,23| evento da criação: o dia da criação da luz (cf. 1,3-5). O relacionamento
30 II,23| como o início de uma nova criação, da qual Cristo glorioso
31 II,23| o Primogénito de toda a criação » (Col 1,15), e também «
32 IV,56| celebra a obra divina da criação e da « nova criação », é,
33 IV,56| divina da criação e da « nova criação », é, a título especial,
34 IV,58| dito — liga com a obra da criação (cf. Gn 2,1-3; Ex 20,8-11)
35 IV,58| chamado a anunciar a nova criação e a nova aliança, realizadas
36 IV,58| Cristo. A celebração da criação, longe de ser anulada, é
37 IV,59| repousou de « toda a obra da criação » (Gn 2,3). Deste dia do
38 IV,60| que encerra toda a obra da criação, está em ligação imediata
39 IV,60| sobre o relato bíblico da criação. A este propósito, S. Ambrósio
40 IV,64| se deduz da perícopa da criação no livro do Génesis (cf.
41 IV,64| de Deus. O poder sobre a criação, que Deus concede ao homem,
42 V,74| energia de vida que impele a criação — esta « tem gemido e sofrido
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