Capítulo, Parágrafo
1 I | DIES DOMINI~A celebração da obra do Criador~
2 I,7 | presença activa do Filho na obra criadora de Deus revelou-se
3 I,7 | Deus quando, no fim da sua obra, « abençoou o sétimo dia
4 I,9 | O « completamento » da obra de Deus abre o mundo ao
5 I,9 | Concluída, no sétimo dia, toda a obra que havia feito, Deus repousou
6 I,10| paragem de Deus diante da obra « muito boa » (Gn 1,31)
7 I,14| não pode dedicar-se à sua obra de colaboração com o Criador,
8 I,15| disso mesmo, apelando-se à obra de Deus: « Porque em seis
9 I,15| daquela grande e fundamental obra de Deus que é a criação.
10 I,16| preceito é visto não tanto na obra da criação como sobretudo
11 I,16| criação, vendo que toda a sua obra « era coisa muito boa » (
12 II,18| como se disse, na mesma obra da criação, e mais directamente
13 IV,56| ressuscitado, no qual se celebra a obra divina da criação e da «
14 IV,58| como foi dito — liga com a obra da criação (cf. Gn 2,1-3;
15 IV,59| nada o mundo. Chancela da obra criadora foi a bênção e
16 IV,59| Deus repousou de « toda a obra da criação » (Gn 2,3). Deste
17 IV,60| tempo que encerra toda a obra da criação, está em ligação
18 IV,60| em ligação imediata com a obra do sexto dia, quando Deus
19 IV,60| nosso Deus, que fez uma obra onde Ele pudesse encontrar
20 IV,60| vocação para colaborar na sua obra e acolher a sua graça. Deste
21 IV,61| aparece intimamente ligada à obra de libertação realizada
22 IV,64| consciência de que tudo é obra de Deus. O poder sobre a
23 IV,68| fiéis « a tudo o que seja obra de caridade, de piedade
24 V,77| indissoluvelmente unida à obra de salvação do seu Filho,
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