Parte,Capítulo,Parágrafo
1 I, 3,5(28) | fonte puríssima (...); não deve ser agitada por palavras
2 I, 3,5 | no seu aspecto prático, deve ser tal que permita a realização
3 II, 0,9 | Instituto contemplativo deve manter fielmente a sua forma
4 II, 0,9 | meios para consegui-la, e deve ser considerada genuína
5 II, 1,11 | considerada de clausura papal, deve ser única e totalmente ordenada
6 II, 1,11 | a qual, portanto, não deve ser solicitada, pois tornar-se-ia
7 II, 1,11 | separação material » (61) e deve ser submetida à aprovação
8 II, 4,15 | espaço reservado às monjas deve ser material e eficaz, não
9 II, 4,15 | como se diz « neutra », deve ser estabelecida nas Constituições
10 II, 4,17 | portanto, cada saída ou entrada deve constituir uma excepção.~
11 II, 4,19 | de tratamento de saúde, deve pedir licença à Santa Sé.~
12 II, 4,23 | Visita canônica, o Visitador deve verificar o cumprimento
13 III, 1,24 | Igreja. (72)~A formação deve atingir profundamente a
14 III, 1,24 | método apropriado à mesma deve, portanto, assumir e exprimir
15 III, 1,25 | carisma específico, que deve compreender, de modo bem
16 III, 1,25 | liturgia e da teologia, deve constituir a base doutrinal
17 III, 1,25(77)| uma vocação especial, que deve ser verificada antes da
18 III, 1,25 | A vida contemplativa deve continuamente alimentar-se
19 III, 1,26 | comunidade.~Cada mosteiro deve poder ser efetivamente o
20 III, 1,26 | vitalidade e do seu futuro; deve, portanto, tornar-se auto-suficiente
21 III, 1,26 | alguns dos seus membros, mas deve atingir toda a comunidade,
22 III, 3,28 | destinados ao bem espiritual, deve ser salvaguardada a autonomia
23 IV, 0,29 | comunidade, cuja liberdade deve ser respeitada.~
24 IV, 0,30 | coloca a serviço do mosteiro, deve respeitar a sua autonomia
|