Parte,Capítulo,Parágrafo
1 Intro, 0,1 | que se entregaram a uma vida inteiramente contemplativa.
2 Intro, 0,1(1)| ap. pós-sinodal sobre a vida consagrada e a sua missão
3 Intro, 0,1(2)| I, 1: PL 184, 310: « A vida solitária foi familiarmente
4 Intro, 0,1 | de adoração à Palavra de vida, tornando-se, juntamente
5 Intro, 0,1(5)| de 1995), 2: « O que é a vida claustral senão o contínuo
6 Intro, 0,1(7)| Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
7 Intro, 0,1(7)| sociedade, as comunidades de vida contemplativa! ».~
8 Intro, 0,2 | e valor deste gênero de vida, fomentando a dimensão contemplativa
9 Intro, 0,2 | sua função específica na vida da Igreja, (8) especialmente
10 Intro, 0,2 | segundo o próprio carisma, à vida claustral e, na Exortação
11 Intro, 0,2(8)| Dimensão contemplativa da vida religiosa (12 de Agosto
12 Intro, 0,2(8)| Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades
13 Intro, 0,2(8)| Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, Instr. Potissimum
14 Intro, 0,2 | papal das monjas devotadas à vida integralmente contemplativa.~
15 I, 1,3 | II, une expressamente a vida contemplativa à oração de
16 I, 1,3(10) | Seculares, Instr. sobre a vida contemplativa e a clausura
17 I, 1,3(10) | de 1980), 3: « Na vossa vida de oração, prolonga-se o
18 I, 1,3 | 30; 17,11), mas, na sua vida, há um espaço formado por
19 I, 1,3 | eternidade.~Esta associação da vida contemplativa com a oração
20 I, 1,3 | Cor 3,18), e deixa a sua vida conformar-se com a dEle,
21 I, 1,3 | dedicar, na solidão, a uma vida mais intensa de oração seja
22 I, 1,3(13) | Seculares, Instr. sobre a vida contemplativa e a clausura
23 I, 1,3 | com Ele, recolhendo toda a vida da religiosa claustral para
24 I, 1,3 | do mundo confere a toda a vida claustral um valor eucarístico; «
25 I, 1,3(15) | 1993): « Na realidade, a vida inteira de Clara era uma
26 I, 2,4 | de toda a Igreja, mas a vida consagrada é a sua imagem
27 I, 2,4 | precisamente enquanto a sua vida é dedicada inteiramente
28 I, 2,4(17) | Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
29 I, 2,4(17) | manifestar plenamente na vida futura, pelo qual a Igreja
30 I, 2,4 | espírito e o peso quotidiano da vida em comum (cf. Ef 4,15-16),
31 I, 2,4 | contemplativa. (21)~Por isso, a vida monástica feminina tem uma
32 I, 2,4(21) | Seculares, Instr. sobre a vida contemplativa e a clausura
33 I, 3,5 | particularmente apropriada para uma vida inteiramente orientada à
34 I, 3,5 | dEle o sentido pleno da sua vida e amando em Deus todos os
35 I, 3,5(25) | tudo o que tem, toda a sua vida, tudo aquilo de que gosta,
36 I, 3,5(26) | Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
37 I, 3,5 | apostólica este tipo de vida, que se torna uma silenciosa
38 I, 3,5(27) | arrebataria ao amor duma vida contemplativa segura, tranquila;
39 I, 3,5(27) | Guigo I, « Elogio da vida solitária » em Hábitos,
40 I, 3,5 | oração, de renúncia, de vida fraterna, de escuta da Palavra
41 I, 4 | Participação das monjas de vida inteiramente contemplativa
42 I, 4,6 | Cor 1,20; Ef 5,19-20).~A vida contemplativa é precisamente
43 I, 4,6 | que permaneçam na fonte da vida trinitária, vivendo no coração
44 I, 4,6(33) | Dimensão contemplativa da vida religiosa (12 de Agosto
45 I, 4,6(33) | Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades
46 I, 4,6(33) | Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, Instr. A vida
47 I, 4,6(33) | Vida Apostólica, Instr. A vida fraterna em comunidade (
48 I, 4,6(33) | herança, o vosso programa de vida, o vosso modo de estar presentes
49 I, 4,6 | claustral é uma ótima escola de vida fraterna, expressão de comunhão
50 I, 4,6 | Graças ao amor recíproco, a vida fraterna é espaço teologal,
51 I, 4,6(35) | Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades
52 I, 4,6(35) | Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, Instr. A vida
53 I, 4,6(35) | Vida Apostólica, Instr. A vida fraterna em comunhão (2
54 I, 4,6(35) | Fevereiro de 1994), 10: « A vida fraterna em comum, num mosteiro,
55 I, 4,7 | essencial para os Institutos de vida contemplativa. (38) As religiosas
56 I, 4,7 | sacrifício de louvor.~A sua vida torna-se, assim, uma misteriosa
57 I, 4,7 | Místico, torna frutífera a sua vida, toda ela orientada para
58 I, 4,7(39) | Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
59 I, 4,7(43) | 40: « Os Institutos de vida contemplativa, pelas suas
60 I, 4,7 | todos, de tal modo que a sua vida « é verdadeiramente um dom
61 I, 4,7 | reflexo e irradiação da sua vida contemplativa, as monjas
62 I, 4,8 | cessar a ação de graças pela Vida que Ele concede em cada
63 I, 4,8 | valores superficiais, a vida dos mosteiros, alimentada
64 I, 4,8 | atenção para o significado da vida contemplativa e uma defesa
65 I, 4,8(51) | Dimensão contemplativa da vida religiosa (12 de Agosto
66 II, 0,9 | mosteiros consagrados à vida contemplativa reconheceram
67 II, 0,9 | decretadas para o bem da mesma vida contemplativa. A disciplina
68 II, 0,9(53) | Seculares, Instr. sobre a vida contemplativa e a clausura
69 II, 0,9(54) | específicio numa das formas de vida religiosa, pela qual a Igreja
70 II, 1,10 | integralmente orientados para a vida contemplativa, devem observar
71 II, 1,10(55) | Seculares, Instr. sobre a vida contemplativa e a clausura
72 II, 1,10 | proteção e a forma (56) da vida integralmente contemplativa,
73 II, 1,10 | atestado de especificidade da vida feminina integralmente contemplativa
74 II, 1,10 | integridade e a identidade da vida exclusivamente contemplativa,
75 II, 1,10 | fielmente este gênero de vida que constitui, para a Igreja,
76 II, 1,10(57) | Seculares, Instr. sobre a vida contemplativa e a clausura
77 II, 1,10(58) | Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
78 II, 1,10(58) | dimensão contemplativa da vida religiosa (12 de Agosto
79 II, 1,11 | 11. Para que a vida integralmente contemplativa
80 II, 1,11 | Instituto é considerado de vida integralmente contemplativa:~
81 II, 1,11 | participação das monjas na vida da Igreja e da sua autêntica
82 II, 1,11(60) | Setembro de 1997), 4: « A vossa vida que, com a sua separação
83 II, 2,12 | de monjas que professam a vida contemplativa mas que associam
84 II, 3,13 | exprime em várias formas de vida contemplativa, quando se
85 II, 3,13 | ao culto divino, com uma vida de isolamento dentro dos
86 II, 3,13 | clausura papal; se associam à vida contemplativa alguma atividade
87 II, 3,13(63) | Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
88 II, 4,14 | clausura reservada às monjas de vida exclusivamente contemplativa
89 II, 4,14 | dos Institutos dedicados à vida integralmente contemplativa
90 II, 4,14(65) | Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
91 II, 4,14(65) | Seculares, Instr. sobre a vida contemplativa e a clausura
92 II, 4,17 | condições requeridas pela vida integralmente contemplativa
93 II, 4,17 | contribuição para o conhecimento da vida e da história do mosteiro.~
94 II, 4,19(68) | Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
95 II, 4,19(68) | Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Instr. Potissimum
96 II, 4,21 | espírito e as exigências da vida integralmente contemplativa.~
97 II, 4,23 | monjas a permanecerem fiéis à vida claustral, vivendo, com
98 III, 1,24 | Cristo, conforme a forma de vida exclusivamente orientada
99 III, 1,24 | das que foram chamadas à vida integralmente contemplativa
100 III, 1,24 | comunhão.~A renovação da vida contemplativa é confiada,
101 III, 1,24(75)| Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
102 III, 1,24(75)| Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Instr. Potissimum
103 III, 1,25 | na fidelidade por toda a vida. Para isso, as comunidades
104 III, 1,25 | exige dos Institutos de vida contemplativa um nível de
105 III, 1,25 | exigências deste estado de vida consagrada. Por isso, os
106 III, 1,25 | compreenderem a natureza da vida inteiramente ordenada à
107 III, 1,25 | As obrigações próprias da vida claustral devem ser bem
108 III, 1,25(76)| Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
109 III, 1,25(76)| Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Instr. Potissimum
110 III, 1,25 | mistério de Cristo ». (78)~A vida contemplativa deve continuamente
111 III, 1,26 | monja cresce e amadurece na vida espiritual, alcançando a
112 III, 1,26 | seu ambiente e ritmo de vida característico, é o lugar
113 III, 1,26 | essenciais da formação para a vida contemplativa.~A Superiora
114 III, 1,26(79)| Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
115 III, 1,26(79)| Consagrada e as Sociedades de Vida ApostÓlica, Instr. Potissimum
116 III, 1,26 | e nos vários momentos da vida monástica, proporcionando
117 III, 1,26(81)| Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
118 III, 1,26(81)| Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Instr. Potissimum
119 III, 2,27 | justa autonomia jurídica de vida e de governo, para que,
120 III, 2,27 | favorece a estabilidade de vida e a unidade interna de cada
121 III, 2,27 | própria de um mosteiro de vida integralmente contemplativa.~
122 III, 3,28 | diversificados na forma de vida.~Os mosteiros de monjas
123 III, 3,28 | o que diz respeito à sua vida religiosa.~
124 IV, 0,29 | e promover os valores da vida contemplativa dos mosteiros
125 IV, 0,30 | aumente o espírito genuíno da vida inteiramente contemplativa
126 IV, 1,31(89) | Congr. para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
127 IV, 1,31(89) | Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, Instr. Potissimum
128 IV, 1,31 | exigências fundamentais da vida contemplativa em clausura.~
129 IV, 2,32 | contemplativa da forma de vida e estimulando a fervorosa
130 IV, 2,32 | condições de garantir a vida regular ou se encontrem
131 IV, 2,32(93) | Decr. sobre a renovação da vida religiosa Perfectæ caritatis,
132 Conclu, 0,33 | grande apreço da Igreja pela vida integralmente contemplativa
133 Conclu, 0,33 | Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
134 Conclu, 0,33 | Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, e autorizou
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