Parte,Capítulo,Parágrafo
1 Intro, 0,1 | sua união exclusiva com Deus naqueles que se entregaram
2 Intro, 0,1(2)| nós, se quisermos rezar a Deus com afeto puro e íntegro
3 Intro, 0,1(2)| Aos irmãos do Monte de Deus, I, 1: PL 184, 310: « A
4 Intro, 0,1 | misterioso encontro com Deus que é a oração. De fato,
5 Intro, 0,1 | escondidas com Cristo em Deus » (Col 3,3), realizam em
6 Intro, 0,1 | sinal fulgurante do Reino de Deus (cf. Rom 14,17), « honra
7 Intro, 0,2 | entrega total e exclusiva a Deus na contemplação.~Muitas
8 I, 1,3 | recolhida com Cristo em Deus. O mistério desta comunhão
9 I, 1,3 | resposta ao amor absoluto de Deus pela sua criatura e a realização
10 I, 1,3(14) | profundidade o amor esponsal de Deus. Cristo é o Esposo porque “
11 I, 1,3(14) | sentido esponsal do amor de Deus. Cristo é o Esposo da Igreja,
12 I, 1,3(15) | contínuo “agradecimento” a Deus pela oração, o louvor, a
13 I, 2,4 | 4. A história de Deus com a humanidade é uma história
14 I, 2,4 | indissolúvel relação de Deus com o seu povo (cf. Os 1-
15 I, 2,4 | Rom 11,29).~O Filho de Deus apresenta-Se como o Esposo-Messias (
16 I, 2,4 | vem realizar as núpcias de Deus com a humanidade, (16) num
17 I, 2,4 | desce do Céu, de junto de Deus, resplandecente da glória
18 I, 2,4 | resplandecente da glória de Deus » (Ap 21, 9-10).~A esponsalidade
19 I, 2,4(16) | PL 76, 1283: « De facto, Deus Pai celebrou as núpcias
20 I, 2,4(16) | Pai celebrou as núpcias de Deus seu Filho quando O uniu,
21 I, 2,4(16) | quis que Aquele que era Deus antes dos séculos Se tornasse
22 I, 2,4(16) | A Sabedoria, o Filho de Deus, construiu a casa, que é
23 I, 2,4(16) | de Maio de 1998), 12: « [Deus] manifesta-Se como o Esposo
24 I, 2,4(16) | Testamento, a relação de Deus com o seu povo. Assim a
25 I, 2,4 | dedicada inteiramente a Deus, sumamente amado, em constante
26 I, 2,4 | posse e contemplação de Deus, (18) apelo a todo o povo
27 I, 2,4(17) | consórcio estabelecido por Deus e que se há de manifestar
28 I, 2,4 | cada um a encontrar-se com Deus, (19) representação da meta
29 I, 2,4(19) | sua vocação à união com Deus ».~
30 I, 2,4 | do mundo para encontrar a Deus na solidão do « deserto
31 I, 3,5 | da defesa sagrada com que Deus preserva a sua criatura
32 I, 3,5 | caracteriza a entrega absoluta a Deus. Trata-se de uma modalidade
33 I, 3,5 | viver a relação esponsal com Deus na unicidade do amor, sem
34 I, 3,5 | criatura, fixa e absorta em Deus, possa viver unicamente
35 I, 3,5 | Amarás ao Senhor teu Deus, com todo o teu coração,
36 I, 3,5 | da sua vida e amando em Deus todos os irmãos e irmãs.
37 I, 3,5 | da caridade, escolhendo Deus como « o único necessário » (
38 I, 3,5 | sagrado » e exclusivo de Deus todo o bem, (25) para que
39 I, 3,5(25) | Quando uma pessoa oferece a Deus onipotente tudo o que tem,
40 I, 3,5 | livremente se possa procurar a Deus e viver não só para Ele
41 I, 3,5 | faculdades concentrando-as em Deus para acolher a sua Presença
42 I, 3,5 | unificada no amor, onde Deus se reflete e habita; (28)
43 I, 3,5(27) | não circunscrito do nosso Deus. (...) Sem dúvida deve-se
44 I, 3,5(27) | dúvida deve-se acreditar que Deus está presente de forma mais
45 I, 3,5 | que, envolto pela luz de Deus, irradia com o mesmo esplendor. (29)~
46 I, 3,5 | enquanto comunhão de amor com Deus, a pureza do coração encontra
47 I, 3,5 | unificado na sua tensão para Deus, a quem, por isso, ama total
48 I, 3,5 | para a busca do Face de Deus, e tudo é reconduzível ao
49 I, 3,5 | significa atenção à presença de Deus: se se dispersa em muitas
50 I, 3,5 | de escuta da Palavra de Deus, de exercício das virtudes
51 I, 3,5 | Este anseio de plenitude em Deus, numa contínua saudade do
52 I, 3,5 | templo e da contemplação de Deus.~Por conseguinte também
53 I, 3,5(32) | plenamente à contemplação de Deus, toda voltada para os esplendores
54 I, 4,6 | específica chamada à união com Deus na contemplação, as monjas
55 I, 4,6 | singular da união íntima com Deus de toda a comunidade cristã.
56 I, 4,6 | intercedem por todo o povo de Deus e unem-se à ação de graças
57 I, 4,6(33) | concentrada na dupla comunhão: com Deus e entre os seus membros.
58 I, 4,6(33) | atração que vos arrasta para Deus, termo exclusivo de cada
59 I, 4,6(33) | contemplação da beleza de Deus tornou-se a vossa herança,
60 I, 4,7(40) | considero-te cooperadora do próprio Deus e amparo dos membros débeis
61 I, 4,7 | e a difusão do Reino de Deus, a oração e a conversão
62 I, 4,7 | crescimento do Reino de Deus nas diversas culturas é
63 I, 4,7(43) | conversão das almas, visto que é Deus quem, pelas nossas orações,
64 I, 4,7 | pessoa, entregando-se a Deus como sua propriedade absoluta,
65 I, 4,7 | torna-se uma dádiva de Deus para todos, de tal modo
66 I, 4,7 | testemunho humilde do mistério de Deus, deste modo mantendo viva
67 I, 4,7 | por si mesma o primado de Deus e a transcendência da pessoa
68 I, 4,7(46) | contemplando e conversando com Deus e através de todas as ações
69 I, 4,7 | posse e na contemplação de Deus, « representando visivelmente
70 I, 4,8 | O mosteiro é o lugar que Deus custodia (cf. Zac 2,9);
71 I, 4,8 | encontro diário com Ele, onde o Deus três vezes Santo ocupa completamente
72 I, 4,8 | verdade da existência de Deus.~Os Bispos, como pastores
73 I, 4,8 | santificadores de todo o rebanho de Deus, (50) são os primeiros protetores
74 I, 4,8 | orientada para a contemplação de Deus.~Unicamente na linha da
75 I, 4,8 | ocupar-se unicamente de Deus », podem os mosteiros acolher,
76 I, 4,8 | de Cristo a fim de que « Deus seja tudo em todos » (1
77 II, 0,9 | autenticidade da busca de Deus na contemplação e dos meios
78 II, 1,10 | Dado que uma oblação a Deus, estável e vinculante, exprime
79 II, 1,11 | à obtenção da união com Deus na contemplação.~Um Instituto
80 II, 1,11 | contínua procura da união com Deus;~b) se exclui tarefas externas
81 II, 1,11(60) | e proclama a primazia de Deus, constitui um apelo constante
82 II, 3,13 | atividade a favor do povo de Deus ou praticam formas mais
83 II, 4,22 | essencial das mesmas à luz de Deus, para as apresentar a Deus
84 II, 4,22 | Deus, para as apresentar a Deus na oração em sintonia com
85 II, 4,23 | orientação para a contemplação de Deus Uno e Trino.~
86 III, 1,24 | consagração de si mesma a Deus no seguimento de Cristo,
87 III, 1,24(74)| Itinerário da mente em Deus, Prol. n. 4: Opera omnia
88 III, 1,24(74)| sabedoria inspirada por Deus ».~
89 III, 1,24 | a constante presença de Deus, para aderir na caridade
90 III, 1,25 | O estudo da Palavra de Deus, da tradição dos Padres,
91 III, 1,25 | conhecimento do mistério de Deus contidos na Revelação cristã, «
92 III, 1,25 | alimentar-se no mistério de Deus, pelo qual é essencial dar
93 III, 1,26 | nutrirem-se do mistério de Deus que continuamente Se lhes
94 IV, 0,30 | da procura exclusiva de Deus, a observância regular e
95 Conclu, 0,33 | fiel e Morada consagrada a Deus, as vossas comunidades e
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