Parte,Capítulo,Parágrafo
1 Intro, 0,1 | 1. A Igreja, Esposa do Verbo, realiza
2 Intro, 0,1 | mistério de santidade da Igreja.~Com assentimento unânime
3 Intro, 0,1(1)| consagrada e a sua missão na Igreja e no mundo Vita consecrata (
4 Intro, 0,1(2)| 14 e 32; Catecismo da Igreja Católica, 555; S. Tomás
5 Intro, 0,1 | esposa e mãe, figura da Igreja4 e participantes da bem-aventurança
6 Intro, 0,1 | esponsal (cf. Lc 2,19 e 51) da Igreja. (5)~A estima com que a
7 Intro, 0,1(4)| II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 63.~
8 Intro, 0,1 | natureza contemplativa da Igreja e da chamada de cada um
9 Intro, 0,1 | Rom 14,17), « honra da Igreja e fonte de graças celestes ». (7)~
10 Intro, 0,1(6)| Fé, Carta aos Bispos da Igreja Católica sobre alguns aspectos
11 Intro, 0,1(6)| de 1989), 1; Catecismo da Igreja Católica, 2566-2567.~
12 Intro, 0,1(7)| inestimável são, para a Igreja e para a sociedade, as comunidades
13 Intro, 0,2 | função específica na vida da Igreja, (8) especialmente o Decreto
14 Intro, 0,2(8)| II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 46a; Paulo
15 Intro, 0,2(9)| 1975), VI: « Efetivamente a Igreja, regenerada pelo Espírito
16 I, 1,3 | antiga tradição espiritual da Igreja, retomada pelo Concílio
17 I, 1,3(10) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 46; Código
18 I, 1,3(10) | imolação pelo seu Corpo, a Igreja, encontra expressão na oferta
19 I, 1,3(11) | Cf. Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 46; João
20 I, 1,3(14) | Deus. Cristo é o Esposo da Igreja, enquanto Redentor do mundo.
21 I, 2 | No mistério da Igreja que vive a sua união exclusiva
22 I, 2,4 | dimensão própria de toda a Igreja, mas a vida consagrada é
23 I, 2,4 | celeste e na antecipação da Igreja escatológica, fixa na posse
24 I, 2,4(17) | vida futura, pelo qual a Igreja tem a Cristo como seu único
25 I, 2,4(19) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium
26 I, 2,4 | eficazmente o mistério da Igreja, « Esposa Imaculada do Cordeiro
27 I, 2,4 | realiza o mistério celeste da Igreja?. (22)~À luz disto, as monjas
28 I, 2,4 | monjas revivem e continuam na Igreja a presença e a obra de Maria.
29 I, 2,4 | seu coração as origens da Igreja, assim está confiado ao
30 I, 2,4 | claustrais o caminho da Igreja.~
31 I, 3,5(24) | sem reservas à missão da Igreja ».~
32 I, 4 | na comunhão e missão da Igreja ~
33 I, 4,6 | Na comunhão da Igreja~6. Pela sua específica chamada
34 I, 4,6 | plenamente na comunhão da Igreja, tornando-se um sinal singular
35 I, 4,6 | característico de elas serem Igreja, de realizarem nesta a comunhão,
36 I, 4,6 | missão em benefício de toda a Igreja. (33) Por isso, às contemplativas
37 I, 4,6 | trinitária, vivendo no coração da Igreja. (34)~Além disso, a comunidade
38 I, 4,6(33) | modo de estar presentes na Igreja ».~
39 I, 4,6(34) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 4: « Assim
40 I, 4,6(34) | Lumen gentium, 4: « Assim a Igreja toda aparece como “um povo
41 I, 4,6(35) | sinal vivo do mistério da Igreja ».~
42 I, 4,6 | as coloca no coração da Igreja, as monjas empenhar-se-ão
43 I, 4,6 | particular por« sentir com a Igreja », numa sincera adesão ao
44 I, 4,7 | Na missão da Igreja~7. « A Igreja peregrina
45 I, 4,7 | missão da Igreja~7. « A Igreja peregrina é, por sua natureza,
46 I, 4,7(37) | atividade missionária da Igreja Ad gentes, 2.~
47 I, 4,7 | no coração missionário da Igreja através da oração contínua,
48 I, 4,7 | de maior proveito para a Igreja um ato de amor puro do que
49 I, 4,7(40) | Cf. Catecismo da Igreja Católica, 953; S. Clara
50 I, 4,7 | afirma: « Compreendi que a Igreja tinha um Coração e que este
51 I, 4,7 | fazia atuar os membros da Igreja. (...) Sim, encontrei o
52 I, 4,7 | encontrei o meu lugar na Igreja (...); no coração da Igreja,
53 I, 4,7 | Igreja (...); no coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o Amor ». (42)~
54 I, 4,7 | de Lisieux é a mesma da Igreja, muitas vezes expressa pelo
55 I, 4,7 | expressa pelo Magistério: « A Igreja está profundamente consciente
56 I, 4,7(43) | atividade missionária da Igreja Ad gentes, 40: « Os Institutos
57 I, 4,7 | profecia no coração esponsal da Igreja. (46)~A sua existência,
58 I, 4,7 | particular antecipação da Igreja escatológica, empenhada
59 I, 4,8 | O mosteiro na Igreja local~8. O mosteiro é o
60 I, 4,8 | constitui também um dom para a Igreja local a que pertence. Representando
61 I, 4,8 | significativa a sua presença de Igreja. (49) Uma comunidade monástica
62 I, 4,8 | própria intimidade de uma Igreja, o coração onde o Espírito
63 I, 4,8(49) | atividade missionária da Igreja Ad gentes, 18.~
64 I, 4,8(50) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 45; Decr.
65 I, 4,8(51) | Bispos e os Religiosos na Igreja Mutuæ relationes (14 de
66 I, 4,8 | solidárias com as vicissitudes da Igreja e do homem de hoje, colaboram
67 I, 4,8(52) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 46.~
68 II, 0,9 | mundo foram acolhidas pela Igreja e canonicamente decretadas
69 II, 0,9(54) | vida religiosa, pela qual a Igreja manifesta diante do mundo
70 II, 1,10 | a união de Cristo com a Igreja Sua Esposa, a clausura papal,
71 II, 1,10 | realização da união exclusiva da Igreja Esposa com o seu Senhor. (57)~
72 II, 1,10 | vida que constitui, para a Igreja, uma fonte de graça e de
73 II, 1,11 | participação das monjas na vida da Igreja e da sua autêntica missão;~
74 II, 4,22 | necessária informação sobre a Igreja e o mundo, não pela quantidade
75 II, 4,23 | de separação do mundo.~A Igreja, pela altíssima estima que
76 III, 1,24 | da sua missão peculiar na Igreja. (72)~A formação deve atingir
77 III, 1,25(78)| cf. Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium
78 III, 2,27 | 25. A Igreja reconhece a cada mosteiro «
79 III, 2,27 | de acordo com as leis da Igreja e as Constituições. Elas
80 III, 3,28 | Espírito Santo suscitou na Igreja famílias religiosas, compostas
81 III, 3,28 | na perspectiva com que a Igreja considera hoje o papel e
82 IV, 0,29 | adequadamente sua vocação na Igreja. Sua finalidade principal
83 Conclu, 0,33 | confirmar o grande apreço da Igreja pela vida integralmente
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