Parte,Capítulo,Parágrafo
1 Intro, 0,1 | e a missão das monjas de clausura como « sinal da união exclusiva
2 Intro, 0,1 | a olhar as religiosas de clausura, foi crescendo em paralelo
3 Intro, 0,2 | à disciplina concreta de clausura fazendo com que esta corresponda
4 Intro, 0,2 | normas que deverão regular a clausura papal das monjas devotadas
5 I | I~SIGNIFICADO E VALOR~DA CLAUSURA DAS MONJAS~
6 I, 1,3(10) | a vida contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (
7 I, 1,3 | louvor e glória.~Por isso, a clausura constitui, mesmo no seu
8 I, 1,3 | espera da vinda do Senhor, a clausura torna-se deste modo uma
9 I, 1,3(13) | a vida contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (
10 I, 1,3(15) | porque ela elevava da sua clausura um contínuo “agradecimento”
11 I, 2,4 | na vocação das monjas de clausura, precisamente enquanto a
12 I, 2,4 | do Cordeiro.~Por meio da clausura, as monjas realizam o êxodo
13 I, 2,4(21) | a vida contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (
14 I, 3 | A clausura na sua dimensão ascética~
15 I, 3,5 | de imenso valor, (23) a clausura é particularmente apropriada
16 I, 3,5 | e com as Irmãs. Assim, a clausura elimina em larga medida
17 I, 3,5 | beleza, ela encontra na clausura a morada da graça e a antecipação
18 I, 3,5 | conseguinte também a disciplina da clausura, no seu aspecto prático,
19 I, 4,6 | contemplação, as monjas de clausura encontram-se plenamente
20 I, 4,7(41) | 1997): « Às religiosas de clausura, de modo particular, peço
21 I, 4,8 | acordo com as Normas sobre a clausura do presente Documento.( 51)~
22 II | PARTE II~A CLAUSURA DAS MONJAS~
23 II, 0,9 | contemplativa reconheceram na clausura, desde o início e de uma
24 II, 0,9 | contemplativa. A disciplina da clausura constitui, portanto, um
25 II, 0,9(53) | a vida contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (
26 II, 0,9(54) | 1980), 3: « O abandono da clausura significaria faltar àquilo
27 II, 1 | A clausura papal~
28 II, 1,10 | contemplativa, devem observar a clausura papal de acordo com as normas
29 II, 1,10 | com a Igreja Sua Esposa, a clausura papal, com a sua forma de
30 II, 1,10(55) | a vida contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (
31 II, 1,10 | poder contemplar sua Face.~A clausura papal, para as monjas, tem
32 II, 1,10(57) | a vida contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (
33 II, 1,11 | contemplativa seja considerada de clausura papal, deve ser única e
34 II, 2 | Clausura segundo as Constituições~
35 II, 2,12 | de caridade, não seguem a clausura papal.~Estes mosteiros mantêm,
36 II, 2,12 | Constituições, está estabelecida uma clausura adaptada à própria índole
37 II, 3,13 | do mosteiro, observam a clausura papal; se associam à vida
38 II, 3,13 | tradição da Ordem, então a sua clausura é definida nas Constituições. (64)~
39 II, 3,13 | Congregação monástica segue a clausura papal ou a define nas Constituições,
40 II, 4 | NORMAS SOBRE A CLAUSURA PAPAL DAS MONJAS~
41 II, 4,14 | Princípios gerais~14. § 1. A clausura reservada às monjas de vida
42 II, 4,14 | mais severas relativas à clausura. ~
43 II, 4,14(65) | a vida contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (
44 II, 4,15 | Extensão da clausura~§ 2. A lei da clausura papal
45 II, 4,15 | da clausura~§ 2. A lei da clausura papal extende-se à moradia
46 II, 4,15 | consente a saída das monjas da clausura nem a entrada dos fiéis
47 II, 4,15 | podem ser introduzidos na clausura do mosteiro. ~
48 II, 4,16 | Obrigatoriedade da clausura~§ 3. a) Em virtude da lei
49 II, 4,16 | a) Em virtude da lei da clausura, as monjas, as novíças e
50 II, 4,16 | postulantes devem viver dentro da clausura do mosteiro, e não lhes
51 II, 4,16 | ninguém entrar no espaço da clausura do mosteiro, à exceção dos
52 II, 4,16 | próprio.~§ 3. c) A lei da clausura comporta a obrigação grave
53 II, 4,18 | preservar de forma imediata a clausura, assegurar as condições
54 II, 4,18 | entradas e das saídas da clausura, ponderando com prudente
55 II, 4,18 | promoção e do cumprimento da clausura papal, para que não prevaleçam
56 II, 4,19 | 17. § 1. A saída da clausura, salvo indultos particulares
57 II, 4,19 | não se refere às monjas de clausura.~§ 3. Quando, em caso de
58 II, 4,20 | 18. § 1. A entrada na clausura é permitida, salvo indultos
59 II, 4,22 | contemplativo quando se enche a clausura de ruídos, de notícias e
60 II, 4,23 | A vigilância sobre a clausura~21. O Bispo diocesano ou
61 II, 4,23 | vigiem sobre a preservação da clausura nos mosteiros confiados
62 II, 4,23 | concessão das dispensas da clausura, mas só em casos particulares,
63 II, 4,23 | cumprimento das normas da clausura e do espírito de separação
64 III, 1,25 | ordenada à contemplação em clausura e seguirem-na com fidelidade.
65 III, 1,26 | vocação contemplativa em clausura e as indicações da « ratio
66 III, 1,26 | própria. As normas da clausura valem também para as saídas
67 IV, 1,31 | da vida contemplativa em clausura.~As Federações procurem
68 Conclu, 0,33 | contemplativa das monjas de clausura e a sua solicitude em salvaguardar
69 Conclu, 0,33(95)| Mensagem às Religiosas de Clausura (Loreto, 10 de Setembro
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