Parte,Capítulo,Parágrafo
1 Intro, 0,1 | a vocação e a missão das monjas de clausura como « sinal
2 Intro, 0,1 | é a oração. De fato, as monjas, vivendo ininterruptamente «
3 Intro, 0,2 | João Paulo II encorajou as monjas a permanecerem fiéis, segundo
4 Intro, 0,2 | regular a clausura papal das monjas devotadas à vida integralmente
5 I | E VALOR~DA CLAUSURA DAS MONJAS~
6 I, 1,3(10) | contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (15 de Agosto
7 I, 1,3(13) | contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (15 de Agosto
8 I, 2,4 | radical, na vocação das monjas de clausura, precisamente
9 I, 2,4 | Por meio da clausura, as monjas realizam o êxodo do mundo
10 I, 2,4 | Gal 6,14).~Além disso, as monjas, precisamente pela sua natureza
11 I, 2,4(21) | contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (15 de Agosto
12 I, 2,4 | Igreja?. (22)~À luz disto, as monjas revivem e continuam na Igreja
13 I, 3,5(24) | João Paulo II, Carta às Monjas Descalças da Ordem da Bem-aventurada
14 I, 4 | Participação das monjas de vida inteiramente contemplativa
15 I, 4,6 | Deus na contemplação, as monjas de clausura encontram-se
16 I, 4,6 | espírito de comunhão, as monjas partilham a graça da própria
17 I, 4,6 | mosteiros da mesma Ordem, as monjas partilham o compromisso
18 I, 4,6 | no coração da Igreja, as monjas empenhar-se-ão de modo particular
19 I, 4,7 | Rom 5,5), é que torna as monjas cooperadoras na verdade (
20 I, 4,7 | contribuição concreta das monjas para a evangelização, o
21 I, 4,7 | sua vida contemplativa, as monjas oferecem à comunidade cristã
22 I, 4,7 | da presença do Senhor, as monjas constituem uma particular
23 I, 4,8 | ternura de Cristo », (52) as monjas trazem no coração os sofrimentos
24 II | PARTE II~A CLAUSURA DAS MONJAS~
25 II, 0,9(53) | contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (15 de Agosto
26 II, 0,9 | responsabilidade e alegria das monjas compreender, preservar e
27 II, 1,10 | 10. « Os mosteiros de monjas, que são integralmente orientados
28 II, 1,10 | a íntegra dedicação das monjas a Jesus Cristo. Aquela é
29 II, 1,10(55)| contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (15 de Agosto
30 II, 1,10 | clausura papal, para as monjas, tem o significado de um
31 II, 1,10(57)| contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (15 de Agosto
32 II, 1,11 | verdadeira participação das monjas na vida da Igreja e da sua
33 II, 2,12 | 12. Os mosteiros de monjas que professam a vida contemplativa
34 II, 3 | Os mosteiros de monjas da antiga tradição monástica~
35 II, 3,13 | 13. Os mosteiros de monjas segundo a venerável tradição
36 II, 4 | SOBRE A CLAUSURA PAPAL DAS MONJAS~
37 II, 4,14 | A clausura reservada às monjas de vida exclusivamente contemplativa
38 II, 4,14(65)| contemplativa e a clausura das monjas Venite seorsum (15 de Agosto
39 II, 4,15 | exteriores, reservados às monjas.~A modalidade da separação
40 II, 4,15 | todo o espaço reservado às monjas deve ser material e eficaz,
41 II, 4,15 | não consente a saída das monjas da clausura nem a entrada
42 II, 4,15 | entrada dos fiéis no Coro das monjas; eventuais hóspedes não
43 II, 4,16 | virtude da lei da clausura, as monjas, as novíças e as postulantes
44 II, 4,16 | consciência tanto para as monjas como para os estranhos.~
45 II, 4,17 | contemplativa e, por parte das monjas, de coerência com a sua
46 II, 4,19 | ordinários relativos à saúde das monjas, à assistência das monjas
47 II, 4,19 | monjas, à assistência das monjas doentes, ao exercício dos
48 II, 4,19 | Instituto, não se refere às monjas de clausura.~§ 3. Quando,
49 II, 4,19(70)| transferências definitivas de monjas professas perpétuas ou solenes,
50 II, 4,20 | para cuidar da saúde das monjas e para prover às necessidades
51 II, 4,20 | próprias aspirantes e às monjas de passagem, se tal estiver
52 II, 4,21 | Reuniões de monjas~19. Podem-se organizar,
53 II, 4,21 | Sé, aquelas reuniões de monjas, do mesmo Instituto contemplativo,
54 II, 4,21 | reflexão comum, desde que as monjas aceitem livremente e não
55 II, 4,22 | Capítulo conventual.~As monjas cultivem a necessária informação
56 II, 4,23 | sua vocação, encoraja as monjas a permanecerem fiéis à vida
57 III, 1,25 | qual é essencial dar às monjas as bases e o método para
58 III, 1,26 | formação permanente das monjas, ensinando a nutrirem-se
59 III, 3,28 | de vida.~Os mosteiros de monjas mantiveram, com os correspondentes
60 III, 3,28 | autonomia dos mosteiros das monjas.~Os Superiores masculinos
61 III, 3,28 | sua pessoa, para que as monjas decidam com liberdade de
62 IV, 0,29 | Confederação de mosteiros de monjas fica reservada à Sé Apostólica,
63 IV, 2,32 | instabilidade, com o intercâmbio de monjas. (92)~De qualquer modo,
64 Conclu, 0,33| integralmente contemplativa das monjas de clausura e a sua solicitude
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