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Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica
Verbi sponsa

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)


102-disci | discr-organ | orgao-zac

                                                          negrito = Texto principal
     Parte,Capítulo,Parágrafo                             cinza = comentário
1 | 102 2 I, 4,7(46) | heresias, 4, 20, 8s.: PG 7, 1037: « Não foi só falando que 3 | 109 4 | 112 5 I, 2,4(16) | Evangelhos: homilia 38, 3: PL 76, 1283: « De facto, Deus Pai celebrou 6 | 142 7 I, 3,5(27) | Agostinho, Sermão 339, 4: PL 38, 1481: « Ninguém me arrebataria 8 | 153 9 Intro, 0,1(2)| Monte de Deus, I, 1: PL 184, 310: « A vida solitária 10 Intro, 0,2(9)| in Domino (9 de Maio de 1975), VI: « Efetivamente a Igreja, 11 I, 4,8(51) | relationes (14 de Maio de 1978), 25; Sagrada Congr. para 12 I, 3,5(24) | Monte Carmelo (31 de Maio de 1982), 5: « Não duvido que as 13 Intro, 0,1(5)| Redemptoris Mater (25 de Março de 1987), 43; Id., Discurso às Religiosas 14 Intro, 0,1(6)| formas (15 de Outubro de 1989), 1; Catecismo da Igreja 15 I, 1,3(15) | de Assis (11 de Agosto de 1993): « Na realidade, a vida 16 Intro, 0,1(6)| Catecismo da Igreja Católica, 2566-2567.~ 17 Intro, 0,1(6)| da Igreja Católica, 2566-2567.~ 18 III, 1,24(74)| Prol. n. 4: Opera omnia V, 296a: « Ninguém julgue que lhe 19 Intro, 0,1(2)| Monte de Deus, I, 1: PL 184, 310: « A vida solitária foi 20 I, 4,7(40) | a Inês de Praga », 8: SC 325, 102: « E, valendo-me das 21 I, 2,4(22) | Formação da virgem, 24: PL 16, 326-327.~ 22 I, 2,4(22) | da virgem, 24: PL 16, 326-327.~ 23 I, 3,5(27) | Cf. S. Agostinho, Sermão 339, 4: PL 38, 1481: « Ninguém 24 I, 3,5(25) | homilia 8, 16: CCL 142, 348: « Quando uma pessoa oferece 25 | 37 26 | 3a 27 I, 4,7(42) | Manuscrito B, 3v.~ 28 | 40 29 Intro, 0,2(8)| a Igreja Lumen gentium, 46a; Paulo VI, Motu proprio 30 | 50 31 I, 3,5(32) | Sermão 1: Opera omnia, IX, 504b: « Quando uma pessoa saboreia 32 | 51 33 I, 3,5(30) | Poemas I, 2, 1, v. 20: PG 37, 523.~ 34 I, 4,6(34) | oração do Senhor, 23: PL 4, 536) ».~ 35 Intro, 0,1(2)| Catecismo da Igreja Católica, 555; S. Tomás de Aquino, Summa 36 I, 1,3(10) | de Direito Canônico, cân. 577; Sagrada Congr. para os 37 I, 1,3 | suprema ao Pai (cf. Fil 2,5ss.) como expressão de louvor 38 III, 3,28(85)| Cf. ibid., cân. 614.~ 39 III, 2,27(84)| Cf. ibid. cân., 615.~ 40 IV, 2,32(93) | de Direito Canônico, cân. 616, § 4.~ 41 III, 1,26(80)| de Direito Canônico, cân. 619, 641 e 661.~ 42 | 62 43 | 63 44 III, 1,26(80)| Direito Canônico, cân. 619, 641 e 661.~ 45 | 65 46 | 66 47 III, 1,26(80)| Canônico, cân. 619, 641 e 661.~ 48 II, 4,19 | recordar que a norma do cân. 665,1, sobre a permanência fora 49 II, 4,22(71) | de Direito Canônico, cân. 666: « No uso dos meios de comunicação 50 II, 1,11(59) | de Direito Canônico, cân. 674.~ 51 | 68 52 II, 4,19(70) | seguir as prescrições do cân. 684, § 3.~ 53 I, 3,5(27) | Carta a Hilário, 3: PL 50, 702-703: « Com razão o ermo 54 I, 3,5(27) | a Hilário, 3: PL 50, 702-703: « Com razão o ermo é designado 55 | 74 56 I, 3,5(27) | Hábitos, 80, 11: PL 153, 757-758: « Nada é mais apropriado 57 I, 3,5(27) | Hábitos, 80, 11: PL 153, 757-758: « Nada é mais apropriado 58 | 76 59 I, 3,5(28) | integridade, 49: PG 30, 765C: « A alma da virgem, esposa 60 | 80 61 Intro, 0,1(2)| Conferência 10, 6: PL 49, 827: « Retirou-Se sozinho para 62 I, 4,7(46) | Contra as heresias, 4, 20, 8s.: PG 7, 1037: « Não foi 63 | 90 64 I, 4,7(40) | Catecismo da Igreja Católica, 953; S. Clara de Assis, Escritos « 65 I, 3,5(24) | ascético, n. 43: PG 90, 953B: « Entreguemo-nos ao Senhor 66 II, 0,9(54) | de Março de 1980), 3: « O abandono da clausura significaria 67 I, 4,7(41) | João Paulo II, Homilia na abertura do segundo ano de preparação 68 I, 3,5 | dispersa em muitas coisas, abranda-se o passo e perde-se de vista 69 I, 4,7 | que este Coração estava abrasado de amor. Compreendi que 70 I, 3,5(32) | entra em seu coração e abre-se plenamente à contemplação 71 I, 3,5(24) | Bento, Regra 72, 11: « Nada, absolutamente nada, seja anteposto a Cristo »; 72 I, 3,5 | modo que a criatura, fixa e absorta em Deus, possa viver unicamente 73 III, 1,24 | de toda a pessoa, nunca acaba.~As particulares exigências 74 I, 2,4 | vivo da mesma: não é por acaso numa Mulher, a Virgem Maria, 75 III, 1,25 | devem ser bem conhecidas e aceitadas por cada uma das candidatas 76 II, 4,21 | comum, desde que as monjas aceitem livremente e não se dêem 77 I, 1,3 | num lugar solitário, não acessível a todos mas apenas àqueles 78 I, 1,3 | do seu desejo eterno de acolhê-la no mistério de intimidade 79 I, 2,4 | presença e a obra de Maria. Acolhendo o Verbo na e no silêncio 80 I, 3,5(24) | com todo o coração, para O acolhermos inteiramente »; João Paulo 81 II, 0,9 | separação do mundo foram acolhidas pela Igreja e canonicamente 82 I, 1,3(15) | e o sacrifício. Tudo era acolhido e oferecido por ela ao Pai, 83 Intro, 0,1(5)| portas do próprio ser ao acolhimento do Salvador? Vós pronunciais 84 I, 4,7 | mistério da comunhão eclesial, acompanhando a missão apostólica de quantos 85 II, 4,20 | levar consigo alguém que os acompanhe; aos Núncios e aos Delegados 86 II, 1,11 | a participação física em acontecimentos e ministérios da comunidade 87 I, 3,5(27) | Sem dúvida deve-se acreditar que Deus está presente de 88 I, 4,7(43) | para ouvir o Evangelho (cf. Act 16, 14), e torna fecunda 89 II, 1,11 | apenas simbólico. Qualquer adaptação das formas de separação 90 II, 2,12 | estabelecida uma clausura adaptada à própria índole e conforme 91 III, 1,26 | proporcionando os meios adequados para a formação espiritual 92 Intro, 0,1 | nuvem da presença divina, aderem plenamente ao Senhor. (2)~ 93 I, 4,7 | ação e dada à contemplação, adianta-se no tempo com o olhar fixo 94 III, 2,27 | eleições, à visita canônica e à administração dos bens.~Uma vez que os 95 II, 4,20 | Superiora:~– ao Sacerdote para administrar os Sacramentos às enfermas, 96 III, 1,24(74)| devoção, a investigação sem a admiração, a visão sem o gozo, a perícia 97 I, 2,4 | Verbo na e no silêncio adorador, colocam-se ao serviço do 98 I, 1,3 | de sacrifício e expiação, adquire também o de agradecimento 99 I, 3,5(32) | deste mundo poderiam mais afastá-la dEle ».~ 100 I, 3,5 | de vista a meta ». (31)~Afastada das coisas externas na intimidade 101 I, 3,5 | mosteiro, situado em lugar afastado ou no coração da cidade, 102 I, 3,5 | associado espontaneamente com o afastamento completo do mundo (27) e 103 Intro, 0,1(2)| íntegro de coração, nos afastemos igualmente de toda a perturbação 104 I, 3,5 | pessoa, livre de qualquer afeição, agitação ou distração, 105 III, 1,25 | de maturidade pessoal e afetiva, humana e espiritual que 106 Intro, 0,1(2)| quisermos rezar a Deus com afeto puro e íntegro de coração, 107 I, 4,7 | Teresinha do Menino Jesus afirma: « Compreendi que a Igreja 108 IV, 2,32 | deixe de ter condições para agir livre, autônoma e responsavelmente, 109 I, 3,5 | livre de qualquer afeição, agitação ou distração, interior e 110 I, 3,5(28) | puríssima (...); não deve ser agitada por palavras recebidas em 111 | agora 112 I, 3,5(27) | Cf. S. Agostinho, Sermão 339, 4: PL 38, 1481: « 113 Intro, 0,1 | Filho amado, de quem eu me agrado » (Mt 3,17), as religiosas 114 II, 1,10 | única felicidade da monja, aguardando em jubilosa esperança sua 115 | ainda 116 II, 4,23 | medida de suas competências, ajudando à Superiora a quem compete 117 I, 4,6 | membros da sua comunidade, ajudando-se reciprocamente para caminharem 118 IV, 0,30 | contemplativa da própria Ordem, ajudar em espírito de serviço fraterno 119 IV, 2,32 | mosteiros de uma Federação devem ajudar-se mutuamente, inclusive, quando 120 III, 1,26 | amadurece na vida espiritual, alcançando a graça da contemplação. 121 III, 1,24 | comunidade, para que possam alcançar à realização do projeto 122 I, 3,5 | em oração contínua e alegre penitência »,26 no mistério 123 I, 3,5(24) | que as de ontem, tendam alegremente para o alvo deste absoluto, 124 | alguém 125 I, 4,8 | singular, à imagem da tenda da Aliança, na qual se verifica o encontro 126 I, 3,5 | contemplação do Esposo, alimenta o esforço ascético da religiosa 127 I, 4,8 | superficiais, a vida dos mosteiros, alimentada pelo Espírito Santo, permaneça 128 I, 4,8 | contemplativo. Por isso, devem alimentar a comunidade claustral com 129 III, 1,25 | contemplativa deve continuamente alimentar-se no mistério de Deus, pelo 130 III, 1,26 | formação, (79) já que o alimento quotidiano da Eucaristia, 131 II, 4,23 | do mundo.~A Igreja, pela altíssima estima que nutre pela sua 132 I, 3,5(24) | tendam alegremente para o alvo deste absoluto, a fim de 133 I, 3,5 | Deus, a quem, por isso, ama total e indivisivelmente, 134 III, 1,26 | mosteiro, a monja cresce e amadurece na vida espiritual, alcançando 135 II, 1,10(58) | de Junho de 1980), 4: « Amai a vossa separação do mundo, 136 I, 3,5 | sentido pleno da sua vida e amando em Deus todos os irmãos 137 I, 3,5 | necessário » (cf. Lc 10,42), amando-O exclusivamente como o Tudo 138 I, 2,4 | está confiado ao coração amante e às mãos erguidas das religiosas 139 I, 3,5 | Mandamento do Senhor: « Amarás ao Senhor teu Deus, com 140 III, 1,26 | mosteiro, inclusive, com o seu ambiente e ritmo de vida característico, 141 I, 2,4(22) | Cf. S. Ambrósio, Formação da virgem, 24: 142 III, 1,26(79)| formais para este conhecimento amoroso do Verbo do Pai ».~ 143 I, 1,3(14) | 22, 19-20). Deste modo, “amou até ao fim” (Jo 13, 1). 144 I, 4,7(40) | cooperadora do próprio Deus e amparo dos membros débeis e vacilantes 145 II, 3,13 | ou praticam formas mais amplas de hospitalidade, de acordo 146 I, 4,7(44) | IV Carta à Beata Diana de Andaló: « Aquilo que realizas no 147 Intro, 0,1(7)| 7; cf. João Paulo II, « Angelus » (Domingo, 17 de Novembro 148 III, 1,26 | espiritual e doutrinal e, enfim, animando a um crescimento contínuo 149 I, 4,8 | presente Documento.( 51)~De ânimo livre e hospitaleiro, « 150 I, 1,3 | Senhor, de partilhar o « aniquilamento de Cristo, através de uma 151 I, 4,7(41) | Homilia na abertura do segundo ano de preparação para o Grande 152 III, 1,25 | de modo bem distinto, os anos iniciais até a profissão 153 II, 4,17 | constituir uma excepção.~O uso de anotar num livro as entradas e 154 I, 4,8 | coração os sofrimentos e as ansiedades daqueles que recorrem à 155 I, 3,5(24) | absolutamente nada, seja anteposto a Cristo »; Máximo, o Confessor, 156 I, 2,4(16) | no fim dos séculos »; S. Antônio de Lisboa, Sermões: XX domingo 157 I, 4,6(34) | 4: « Assim a Igreja toda aparece como “um povo unido pela 158 Intro, 0,1(2)| theologiæ, III, 45, 4, ad 2: « Apareceu toda a Trindade: o Pai na 159 III, 1,24(74)| estudo sem a graça divina, a aparência sem a sabedoria inspirada 160 I, 3,5 | beatífica da visão do Senhor. Aperfeiçoada pela chama purificadora 161 IV, 0,29 | se referem às Federações, aplicam-se também para as Associações, 162 II, 4,19 | à Santa .~A Superiora aplicará esta norma inclusive para 163 I, 2,4 | Encarnação, atinge o seu apogeu oblativo na Paixão e se 164 | após 165 II, 1,11 | tarefas externas e diretas de apostolado, mesmo em forma reduzida, 166 I, 4,7 | fermento das iniciativas apostólicas, deixando a participação 167 II, 4,20 | Núncios e aos Delegados Apostólicos nos lugares sujeitos à sua 168 I, 4,7(40) | valendo-me das palavras do Apóstolo, considero-te cooperadora 169 Conclu, 0,33 | Paulo II: « Assim como os Apóstolos, reunidos em oração com 170 Conclu, 0,33 | visa-se confirmar o grande apreço da Igreja pela vida integralmente 171 I, 4,8 | importante que os fiéis aprendam a reconhecer o carisma e 172 III, 1,24 | Com efeito, mediante a aprende-se a vislumbrar a constante 173 I, 2,4 | 11,29).~O Filho de Deus apresenta-Se como o Esposo-Messias (cf. 174 II, 4,22 | mesmas à luz de Deus, para as apresentar a Deus na oração em sintonia 175 Intro, 0,2 | documentos do Magistério aprofundaram o significado e valor deste 176 I, 3,5 | clausura é particularmente apropriada para uma vida inteiramente 177 II, 4,14 | direito particular e devem ser aprovadas pela Apostólica.~O direito 178 IV, 0,30 | que, conforme os Estatutos aprovados, estabelecem as funções 179 IV, 0,29 | Apostólica, à qual compete também aprovar seus Estatutos, exercer 180 Conclu, 0,33 | Maio de 1999, o Santo Padre aprovou o presente documento da 181 I, 3,5 | importante aquilo que nos aproxima dEle. O recolhimento monástico 182 II, 4,19 | exercício dos direitos civis e àquelas necessidades do mosteiro 183 Intro, 0,1 | e da chamada de cada um àquele misterioso encontro com 184 | aqui 185 II, 0,9(54) | clausura significaria faltar àquilo que há de mais específicio 186 Intro, 0,1(2)| Católica, 555; S. Tomás de Aquino, Summa theologiæ, III, 45, 187 III, 1,26 | de ordinário, da mesma área geográfica. Os mosteiros 188 I, 3,5 | cidade, com a sua estrutura arquitetônica particular, tem precisamente 189 I, 1,3(15) | aspirações, ao mesmo tempo que a arraigam cada vez mais profundamente 190 I, 4,6(33) | irresistível atração que vos arrasta para Deus, termo exclusivo 191 I, 3,5(32) | torna-se então irradiante e é arrebatada pelo fulgor eterno. Se a 192 I, 3,5(27) | PL 38, 1481: « Ninguém me arrebataria ao amor duma vida contemplativa 193 III, 1,26 | poder ser efetivamente o artífice da própria vitalidade e 194 I, 3 | clausura na sua dimensão ascética~ 195 Intro, 0,2 | teológicos, espirituais e ascéticos da separação do mundo em 196 Intro, 0,1(6)| Igreja Católica sobre alguns aspectos da meditação cristã Orationis 197 I, 1,3(15) | movimentos, pensamentos e aspirações, ao mesmo tempo que a arraigam 198 II, 4,20 | mosteiro;~– às próprias aspirantes e às monjas de passagem, 199 II, 4,18 | forma imediata a clausura, assegurar as condições concretas da 200 IV, 0,30 | oferecidas e determinadas pela Assembléia das Superioras dos mosteiros 201 II, 4,21 | modalidades das próprias Assembléias federais nos seus Estatutos, 202 I, 2,4(16) | Bem-aventurada Virgem, casa assente em sete colunas, isto é, 203 Intro, 0,1 | santidade da Igreja.~Com assentimento unânime e amorosa docilidade 204 Intro, 0,1(5)| quotidiana à obra divina e na assídua contemplação dos mistérios 205 III, 1,24 | realização do projeto divino pela assimilação do próprio carisma.~ 206 II, 4,20 | Sacramentos às enfermas, para assistir aquelas que se encontram 207 II, 1,10(58) | fala ao vosso coração e vos associa intimamente à sua obra de 208 III, 1,25 | 23. Com este objetivo, assume particular importância o 209 III, 1,24 | à mesma deve, portanto, assumir e exprimir a característica 210 Conclu, 0,33 | colmados de Espírito Santo (cf. At 1,14), assim a comunidade 211 II, 1,10 | tem o significado de um atestado de especificidade da vida 212 I, 2,4 | tem início na Encarnação, atinge o seu apogeu oblativo na 213 III, 1,26 | mosteiro. A ausência de atividades externas e a estabilidade 214 I, 4,7 | proveito para a Igreja um ato de amor puro do que todas 215 I, 1,3(15) | graças. Cada um dos seus atos, movimentos, pensamentos 216 I, 4,6(33) | impelidas por uma irresistível atração que vos arrasta para Deus, 217 I, 4,6 | comunhão autêntica e força que atrai à comunhão. (35)~Graças 218 I, 1,3(14) | 13, 1). O “dom sincero” atuado no sacrifício da Cruz faz 219 I, 4,8 | vigiar para que, na sociedade atual propícia à dispersão, à 220 I, 4,7 | Compreendi que só o Amor fazia atuar os membros da Igreja. (...) 221 III, 1,25(77)| João Paulo II, Discurso na Audiência Geral (4 de Janeiro de 1995), 222 IV, 0,30 | Federação se conserve e aumente o espírito genuíno da vida 223 I, 4,8 | vigia de noite à espera da aurora (cf. Is 21,6).~O mosteiro 224 I, 4,7 | necessitado mais do que nunca de autênticos valores espirituais, um 225 III, 1,26 | deve, portanto, tornar-se auto-suficiente sobretudo no campo da formação, 226 IV, 2,32 | condições para agir livre, autônoma e responsavelmente, a Presidente 227 III, 2,27 | um direito do mosteiro, autônomo por própria natureza, não 228 III, 2,27 | vez que os mosteiros são autônomos e reciprocamente independentes, 229 Conclu, 0,33 | Sociedades de Vida Apostólica, e autorizou a sua publicação.~Vaticano, 230 IV, 1,31 | procurem tornar gradualmente autosuficientes as comunidades, sobretudo 231 IV, 0,30 | colaboração aos pedidos de auxílio, contribuindo na medida 232 I, 4,6 | para caminharem unidas e avançarem juntas, concordes e unânimes, 233 I, 3,5(27) | que perscrutar, longe do barulho, o tesouro divino. É coisa 234 III, 1,25 | teologia, deve constituir a base doutrinal da formação, visando 235 III, 1,25 | essencial dar às monjas as bases e o método para uma formação 236 II, 0,9 | a adesão aos princípios básicos do carisma original. (54) 237 I, 4,7(41) | preparação para o Grande Jubileu (Basílica Vaticana, 30 de Novembro 238 I, 3,5(28) | Cf. S. Basílio, A virgindade na sua verdadeira 239 III, 1,24(74)| Ninguém julgue que lhe basta a leitura sem a piedade, 240 I, 4,8 | oração, decidiu a sorte das batalhas de Israel (cf. Ex 17,11) 241 I, 3,5(27) | êxtase da contemplação e o batismo das lágrimas »; S. Euquério, « 242 I, 3,5 | da graça e a antecipação beatífica da visão do Senhor. Aperfeiçoada 243 I, 4,7(44) | Cf. Beato Jordão de Saxónia, IV Carta 244 I, 3,5(32) | eterno. Se a alma visse este Belíssimo incomparável, nem os laços 245 I, 4,7 | fecundidade apostólica (39) e de bênçãos para a comunidade cristã 246 I, 3,5(24) | Cf. S. Bento, Regra 72, 11: « Nada, absolutamente 247 II, 1,10(58) | perfeitamente comparável ao deserto bíblico. Paradoxalmente, este deserto 248 I, 3,5(24) | exigências profundas que brotam de um amor total por Cristo 249 II, 4,23 | comunidade uma profícua e cabal orientação para a contemplação 250 I, 4,7(44) | no teu sossego, faço-o eu caminhando de lugar em lugar: fazemos 251 I, 4,6 | ajudando-se reciprocamente para caminharem unidas e avançarem juntas, 252 Intro, 0,2 | própria índole e missão, caminhem para o futuro com verdadeiro 253 III, 1,26 | auto-suficiente sobretudo no campo da formação, que não pode 254 III, 1,24(74)| Decr. sobre a formação dos candidatos ao sacerdócio Optatam Totius, 255 II, 0,9 | acolhidas pela Igreja e canonicamente decretadas para o bem da 256 I, 4,7(41) | Cântico espiritual, 29, 2; cf. João 257 I, 3,5 | entoando no seu coração o canto novo dos redimidos, sobre 258 I, 2,4 | monástica feminina tem uma capacidade especial para realizar a 259 III, 2,27 | disciplina própria e seja capaz de conservar íntegro o próprio 260 I, 2,4 | dEle e do Pai, torna-os capazes de uma resposta total, por 261 II, 4,22 | circunstâncias particulares de carácter religioso.~O eventual uso 262 III, 1,24 | portanto, assumir e exprimir a característica da totalidade, (73) educando 263 Conclu, 0,33 | Ascensão do Senhor.~Eduardo Card. Martínez Somalo ~Prefeit~ 264 II, 4,20 | particulares da Santa :~– aos Cardeais, que podem levar consigo 265 I, 4,6(33) | especial palavra para vós, caríssimas Claustrais, que constituís 266 I, 3,5(24) | 5: « Não duvido que as Carmelitas de hoje, da mesma forma 267 Conclu, 0,33 | envolveu quando o Verbo Se fez carne e veio habitar entre nós! ». (95)~ 268 Intro, 0,1(2)| Espírito na nuvem luminosa »; Cassiano, Conferência 10, 6: PL 49, 269 I, 3,5(25) | livro 2, homilia 8, 16: CCL 142, 348: « Quando uma pessoa 270 II, 4,15 | participação dos fiéis às celebrações litúrgicas não consente 271 I, 2,4 | preparado no Antigo Testamento e celebrado na plenitude dos tempos.~ 272 II, 4,20 | doentes e para, se for o caso, celebrar alguma vez para elas a Santa 273 Intro, 0,1 | Igreja e fonte de graças celestes ». (7)~ 274 II, 4,22 | comunicação, como fax, telefone celular, Internet, por motivos de 275 I, 1,3(15) | Claustrais por ocasião do VIII centenário do nascimento de S. Clara 276 IV, 1,31 | Federação, mesmo evitando o centralismo, pode instituir um Noviciado 277 Intro, 0,2(9)| Espírito Santo, constitui em certo sentido a verdadeira juventude 278 I, 4,8 | inteira, e donde se eleva sem cessar a ação de graças pela Vida 279 I, 2,4 | Cordeiro (...), que desce do Céu, de junto de Deus, resplandecente 280 I, 3,5 | Senhor. Aperfeiçoada pela chama purificadora da Presença 281 III, 1,24 | da formação das que foram chamadas à vida integralmente contemplativa 282 I, 4,7 | coração, onde cada um é chamado a viver a união com o Senhor ». (47)~ 283 I, 1,3 | mas apenas àqueles que Ele chamava a Si, num lugar separado ( 284 I, 4,6(33) | às Religiosas Claustrais (Chiavari, 18 de Setembro de 1998), 285 I, 4,8(50) | múnus pastoral dos Bispos Christus Dominus, 15; Código de Direito 286 III, 1,26 | norma geral é que todo o ciclo da formação inicial e permanente 287 I, 3,5 | afastado ou no coração da cidade, com a sua estrutura arquitetônica 288 III, 1,24(74)| perícia sem a piedade, a ciência sem a caridade, a inteligência 289 I, 4,6(34) | e do Espírito Santo” (S. Cipriano, A oração do Senhor, 23: 290 I, 3,5(27) | ermo é designado templo não circunscrito do nosso Deus. (...) Sem 291 II, 4,19 | ao exercício dos direitos civis e àquelas necessidades do 292 I, 1,3(15) | Março de 1996), 59; Carta às Clarissas Claustrais por ocasião do 293 III, 1,24 | sabedoria do coração. (74) É claro que tal formação, precisamente 294 I, 1,3 | Pai. A cela solitária, o claustro fechado é o lugar onde a 295 I, 4,6(33) | João Paulo II, Discurso ao Clero, aos Consagrados e às Religiosas 296 I, 3,5 | mosteiro, perturbando o seu clima de paz e de santa união 297 IV, 0,30 | fraterna entre si de modo coerente com a sua vocação claustral, 298 I, 4,8 | Igreja e do homem de hoje, colaboram espiritualmente para a edificação 299 I, 1,3 | com Jesus Cristo ao Pai e colaborando na obra da redenção. Assim, 300 Conclu, 0,33 | mulheres no cenáculo, foram colmados de Espírito Santo (cf. At 301 I, 2,4 | e no silêncio adorador, colocam-se ao serviço do mistério da 302 I, 4,7(41) | particular, peço que se coloquem mesmo no coração da Missão, 303 I, 2,4(16) | Virgem, casa assente em sete colunas, isto é, nos dons da graça 304 I, 4,8 | comunidade monástica pode ser comparada com Moisés, que, na oração, 305 II, 1,10(58) | do mundo, perfeitamente comparável ao deserto bíblico. Paradoxalmente, 306 I, 4,8 | a este fim. Por sua vez, compartilham com a própria comunidade 307 I, 3,5 | religiosa claustral. Toda compenetrada da Sua beleza, ela encontra 308 II, 4,20 | àqueles cujos serviços ou competência sejam precisos para cuidar 309 II, 4,23 | defendam-na, na medida de suas competências, ajudando à Superiora a 310 II, 4,15 | Constituições e Códigos complementares, levando em conta quer os 311 I, 4,8 | Deus três vezes Santo ocupa completamente o espaço e é reconhecido 312 I, 3,5 | espontaneamente com o afastamento completo do mundo (27) e de qualquer 313 IV, 0,29 | contemplativa dos mosteiros que as compõem. (86)~Tais organismos devem 314 II, 4,16 | 3. c) A lei da clausura comporta a obrigação grave de consciência 315 I, 3,5 | sentimentos e a coerência do comportamento.~ 316 III, 3,28 | Igreja famílias religiosas, compostas de vários ramos, vitalmente 317 III, 1,25 | seguirem com fidelidade e compreenderem a natureza da vida inteiramente 318 I, 4,6 | Ordem, as monjas partilham o compromisso de crescerem na fidelidade 319 II, 0,9 | especial, uma ajuda bem comprovada para a realização da própria 320 III, 1,25 | para uma formação pessoal e comunitária que seja constante e não 321 I, 4,8 | graças pela Vida que Ele concede em cada dia (cf. Col 3,17).~ 322 II, 4,19 | gravíssimo e iminente, é concedida pela Superiora nos casos 323 I, 3,5 | totalidade da entrega, a plena concentração da atenção, a unidade dos 324 I, 4,6(33) | Cristo sobre o monte) está concentrada na dupla comunhão: com Deus 325 I, 3,5 | unifique as suas faculdades concentrando-as em Deus para acolher a sua 326 Intro, 0,2 | especialmente o Decreto conciliar Perfectæ caritatis (nn. 327 Conclu | CONCLUSÃO~ 328 I, 4,6 | unidas e avançarem juntas, concordes e unânimes, para o Senhor.~ 329 III, 3,28 | laços distintos, que se concretizaram em diversos modos.~Uma relação 330 I, 4,8 | e segundo as modalidades condizentes com o próprio espírito e 331 I, 1,3 | Pai. O Espírito Santo, que conduziu Jesus ao deserto (Cf. Lc 332 I, 4,7 | proclama que existe uma conexão íntima entre a oração e 333 IV, 0,29 | Associação, Federação ou Confederação de mosteiros de monjas fica 334 I, 1,3 | Assim, a separação do mundo confere a toda a vida claustral 335 Intro, 0,1(2)| nuvem luminosa »; Cassiano, Conferência 10, 6: PL 49, 827: « Retirou-Se 336 I, 3,5(24) | anteposto a Cristo »; Máximo, o Confessor, Livro ascético, n. 43: 337 III, 1,24 | da vida contemplativa é confiada, em grande parte, à formação 338 I, 2,4 | origens da Igreja, assim está confiado ao coração amante e às mãos 339 Conclu, 0,33 | milênio. Queridas Irmãs, confio a Maria, Virgem fiel e Morada 340 Conclu, 0,33 | esta Instrução, visa-se confirmar o grande apreço da Igreja 341 III, 1,24 | progressivo itinerário de conformação a Jesus Cristo e à sua total 342 I, 1,3 | 18), e deixa a sua vida conformar-se com a dEle, até à oblação 343 Intro, 0,1(2)| de toda a perturbação e confusão da multidão »; Guilherme 344 I, 2,4(16) | Desposar-te-ei com fidelidade, e tu conhecerás o Senhor” (Os 2, 21-22) ».~ 345 III, 1,25 | claustral devem ser bem conhecidas e aceitadas por cada uma 346 II, 4,16 | comporta a obrigação grave de consciência tanto para as monjas como 347 I, 4,7 | Igreja está profundamente consciente e, sem hesitação e com força, 348 I, 4,7 | toda ela orientada para a consecução da caridade, em proveito 349 IV, 1,31 | qualquer outro motivo, não conseguem bastar-se consigo próprios 350 II, 0,9 | contemplação e dos meios para consegui-la, e deve ser considerada 351 I, 3,5 | contemplação de Deus.~Por conseguinte também a disciplina da clausura, 352 II, 4,19 | a Superiora dará o seu consenso, com a colaboração do Conselho 353 II, 4,22 | ou de trabalho, pode ser consentido no mosteiro, com prudente 354 II, 4,19 | causa justa e grave66, com o consentimento do seu Conselho ou do Capítulo 355 IV, 0,30 | procurar que na Federação se conserve e aumente o espírito genuíno 356 III, 3,28 | perspectiva com que a Igreja considera hoje o papel e a presença 357 II, 1,11 | contemplação.~Um Instituto é considerado de vida integralmente contemplativa:~ 358 IV, 0,30 | delegar, pelo tempo que considerar necessário ou em casos particulares, 359 I, 4,7(40) | das palavras do Apóstolo, considero-te cooperadora do próprio Deus 360 III, 3,28 | comum. Nesta perspectiva, a consociação dos mosteiros ao Instituto 361 III, 3,28 | contemplativa.~O mosteiro consociado com um Instituto masculino 362 I, 2,4(17) | daquele admirável consórcio estabelecido por Deus e 363 Intro, 0,1 | religiosas claustrais permanecem constantemente « com Ele sobre o monte 364 IV, 0,29 | os próprios Estatutos.~A constituição de qualquer forma de Associação, 365 I, 4,6(33) | caríssimas Claustrais, que constituís o sinal da união exclusiva 366 I, 2,4(16) | Sabedoria, o Filho de Deus, construiu a casa, que é a sua humanidade, 367 I, 3,5 | essencial as ocasiões de contato com o mundo externo impedindo 368 II, 4,16 | lícito sair, salvo nos casos contemplados pelo direito, como não é 369 II, 1,10 | exultando na previsão de poder contemplar sua Face.~A clausura papal, 370 IV, 1,31 | Ratio formationis » que contenha normas concretas de aplicação, (90) 371 II, 4,22 | não só quanto aos conteúdos mas também quanto à quantidade 372 III, 1,25 | do Capítulo conventual.~O contexto cultural do nosso tempo 373 III, 1,25 | luz da , toda a verdade contida no mistério de Cristo ». (78)~ 374 III, 1,25 | conhecimento do mistério de Deus contidos na Revelação cristã, « investigando, 375 Intro, 0,1 | cristã desde sempre olhou e continua a olhar as religiosas de 376 I, 2,4 | disto, as monjas revivem e continuam na Igreja a presença e a 377 | Contra 378 II, 1,11 | solicitada, pois tornar-se-ia um contra-testemunho da verdadeira participação 379 IV, 0,30 | aos pedidos de auxílio, contribuindo na medida das próprias possibilidades 380 IV, 0,30 | econômicos de maior envergadura, contribuir a uma sólida formação das 381 | contudo 382 II, 4,19 | organizados pelos mosteiros. (68)~Convém recordar que a norma do 383 I, 3,5(28) | por palavras recebidas em conversa ouvida do exterior, nem 384 I, 4,7(46) | mas também contemplando e conversando com Deus e através de todas 385 I, 3,5 | teologais, a monja é chamada a conversar com o Esposo divino meditando 386 I, 4,7 | serei o Amor ». (42)~Esta convicção da Santa de Lisieux é a 387 I, 1,3 | ao deserto (Cf. Lc 4,1), convida a monja a partilhar a solidão 388 I, 4,7(40) | do Apóstolo, considero-te cooperadora do próprio Deus e amparo 389 IV, 2,32 | Federações podem validamente cooperar para dar novo vigor aos 390 Intro, 0,2 | clausura fazendo com que esta corresponda melhor à diversidade dos 391 I, 1,3 | todo o seu corpo, a monja corresponde de forma semelhante com 392 III, 1,26 | permitir fazer os cursos por correspondência que digam respeito às matérias 393 III, 3,28 | monjas mantiveram, com os correspondentes Institutos masculinos, laços 394 Intro, 0,1 | bem-aventurança de quem crê (cf. Lc 1,45; 11,28), perpetuam 395 III, 1,26 | próprio mosteiro, a monja cresce e amadurece na vida espiritual, 396 Intro, 0,1 | religiosas de clausura, foi crescendo em paralelo com a redescoberta 397 I, 4,6 | partilham o compromisso de crescerem na fidelidade ao seu carisma 398 I, 1,3 | contatos, a tantos bens da criação », (12) unindo-se ao fecundo 399 I, 4,7 | transcendência da pessoa humana, criada à sua imagem e semelhança. 400 I, 3,5 | precisamente a finalidade de criar um espaço de recolhimento, 401 III, 3,28 | humilde, evitando que se crie qualquer sujeição indevida 402 I, 3,5 | e habita; (28) é como um cristal transparente que, envolto 403 I, 1,3 | cf. Heb 7,25). Ao dom de Cristo-Esposo que na cruz ofereceu todo 404 II, 4,17 | saídas pode ser mantido, a critério do Capítulo conventual, 405 II, 4,23 | mosteiros confiados aos seus cuidados, defendam-na, na medida 406 II, 2,12 | espiritual, na celebração cuidadosa da liturgia, no cumprimento 407 II, 4,20 | competência sejam precisos para cuidar da saúde das monjas e para 408 | cuja 409 | cujos 410 II, 4,22 | Capítulo conventual.~As monjas cultivem a necessária informação 411 IV, 1,31 | desenvolvimento nos mosteiros de uma cultura e de uma mentalidade contemplativas.~ 412 III, 1,25 | Capítulo conventual.~O contexto cultural do nosso tempo exige dos 413 I, 4,7 | Reino de Deus nas diversas culturas é de ordem eminentemente 414 III, 3,28 | Os Superiores masculinos cumpram a sua função com espírito 415 I, 3,5 | contemplativa claustral cumpre em sumo grau o primeiro 416 I, 3,5 | Tudo de todas as coisas, cumprindo com amor incondicional por 417 I, 4,6 | realizarem nesta a comunhão, de cumprirem uma missão em benefício 418 I, 4,8 | mosteiro é o lugar que Deus custodia (cf. Zac 2,9); é a morada 419 I, 2,4 | com a sua presença orante, custodiou no seu coração as origens 420 II, 1,10 | de acordo com as normas dadas pela Apostólica ». (55)~ 421 I, 4,7 | propriedade absoluta, torna-se uma dádiva de Deus para todos, de tal 422 II, 1,10 | pela Apostólica ». (55)~Dado que uma oblação a Deus, 423 Intro, 0,1(2)| com o fim de nos instruir dando-nos exemplo de recolhimento, 424 I, 2,4(17) | caritatis, 12: « Assim, dão testemunho (...) daquele 425 | daquela 426 | daquele 427 | daqueles 428 | daquilo 429 II, 4,19 | mosteiros da Ordem, a Superiora dará o seu consenso, com a colaboração 430 I, 4,7(40) | Deus e amparo dos membros débeis e vacilantes do seu Corpo 431 III, 3,28 | pessoa, para que as monjas decidam com liberdade de espírito 432 II, 4,18 | recolhimento e a oração.~É ela quem decide sobre a oportunidade das 433 IV, 0,29 | separar delas os mosteiros.~A decisão de aderir ou não, depende 434 II, 0,9 | pela Igreja e canonicamente decretadas para o bem da mesma vida 435 Intro, 0,2 | Igreja, (8) especialmente o Decreto conciliar Perfectæ caritatis ( 436 I, 2,4 | precisamente enquanto a sua vida é dedicada inteiramente a Deus, sumamente 437 II, 4,14 | variedade dos Institutos dedicados à vida integralmente contemplativa 438 II, 3,13 | contemplativa, quando se dedicam integralmente ao culto divino, 439 I, 1,3 | retirar-se do mundo para se dedicar, na solidão, a uma vida 440 I, 3,5 | Presença, e a Esposa possa dedicar-se verdadeiramente ao Único, « 441 II, 4,21 | aceitem livremente e não se dêem com demasiada freqüência. 442 II, 4,23 | confiados aos seus cuidados, defendam-na, na medida de suas competências, 443 II, 3,13 | segue a clausura papal ou a define nas Constituições, de acordo 444 III, 3,28 | próprios. (85) Portanto, na definição dos recíprocos direitos 445 III, 1,25(77)| admissão ou da profissão definitiva ».~ 446 I, 1,3(14) | sacrifício da Cruz faz ressaltar definitivamente o sentido esponsal do amor 447 I, 1,3 | rosto (cf. 2 Cor 3,18), e deixa a sua vida conformar-se 448 III, 1,25 | que seja constante e não deixada à mercê de experiências 449 II, 4,14 | de separação do mundo são deixadas ao direito particular e 450 I, 3,5(25) | o que fazem aqueles que deixam o século presente ».~ 451 I, 4,7 | iniciativas apostólicas, deixando a participação ativa nas 452 Conclu, 0,33 | autenticidade, « para não deixar faltar a este mundo um raio 453 IV, 2,32 | haja uma comunidade que deixe de ter condições para agir 454 | delas 455 II, 4,20 | acompanhe; aos Núncios e aos Delegados Apostólicos nos lugares 456 IV, 0,30 | religioso, ao qual poderá delegar, pelo tempo que considerar 457 | deles 458 III, 1,25 | à Santa , após o voto deliberativo do Capítulo conventual.~ 459 II, 4,21 | livremente e não se dêem com demasiada freqüência. Tais reuniões 460 I, 2,4(16) | 2; Is 54, 4-8). (...) A densidade esponsal caracteriza, do 461 IV, 0,29 | decisão de aderir ou não, depende de cada comunidade, cuja 462 I, 2,4 | Eucaristia.~O Senhor Jesus, derramando no coração dos homens o 463 I, 3,5(24) | Paulo II, Carta às Monjas Descalças da Ordem da Bem-aventurada 464 I, 2,4 | Esposa do Cordeiro (...), que desce do Céu, de junto de Deus, 465 III, 1,25(78)| revela o homem a si mesmo e descobre-lhe a sua vocação sublime ».~ 466 I, 2,4 | tempos.~A revelação divina descreve, através da imagem nupcial, 467 I, 3,5 | de ideias profanas e vãos desejos, de informações e sentimentos 468 IV, 0,30 | funções que aquela deverá desempenhar em benefício e ajuda dos 469 IV, 1,31 | contínuo, favorecendo o desenvolvimento nos mosteiros de uma cultura 470 I, 3,5 | Santíssima Trindade, que foi designada pelos Padres como « a primeira 471 I, 3,5(27) | 703: « Com razão o ermo é designado templo não circunscrito 472 I, 1,3(10) | consagração de amor. A sua desinteressada imolação pelo seu Corpo, 473 I, 4,7 | existência, devotada inteira e desinteressadamente ao serviço do louvor divino ( 474 I, 2,4(16) | maravilhosa de Oseias: “Então te desposarei para sempre; desposar-te-ei 475 | desta 476 III, 3,28 | recíprocos direitos e obrigações, destinados ao bem espiritual, deve 477 IV, 0,30 | Federação são oferecidas e determinadas pela Assembléia das Superioras 478 III, 1,26 | Os mosteiros interessados determinarão suas modalidades, freqüência 479 IV, 0,30 | estabelecem as funções que aquela deverá desempenhar em benefício 480 Intro, 0,2 | estabelece as normas que deverão regular a clausura papal 481 IV, 1,31 | ensino para mosteiros que, devido à falta de candidatas, de 482 I, 4,7 | A sua existência, devotada inteira e desinteressadamente 483 Intro, 0,2 | clausura papal das monjas devotadas à vida integralmente contemplativa.~ 484 I, 4,7(38) | Redemptoris missio (7 de Dezembro de 1990), 23.~ 485 I, 4,7(44) | Saxónia, IV Carta à Beata Diana de Andaló: « Aquilo que 486 I, 4,8 | qual se verifica o encontro diário com Ele, onde o Deus três 487 I, 2,4(16) | João Paulo II, Carta ap. Dies Domini (31 de Maio de 1998), 488 II, 4,22 | emotividade, tornando mais difícil o recolhimento.O uso do 489 I, 4,7 | cf. Jo 12,18), proclama e difunde por si mesma o primado de 490 I, 4,7 | íntima entre a oração e a difusão do Reino de Deus, a oração 491 IV, 0,30 | decidir sobre tudo quanto diga respeito ao mosteiro, nem 492 III, 1,26 | por correspondência que digam respeito às matérias do 493 I, 1,3 | ação de graças do Filho dileto ».(15)~ 494 IV, 0,30 | observância regular e a dinâmica da unidade interna.~Os subsídios 495 II, 1,11 | exclui tarefas externas e diretas de apostolado, mesmo em 496 II, 4,14 | do Instituto (Estatutos, Diretórios, etc.). (65)~Dada a variedade 497 I, 4,8(51) | e Congr. para os Bispos, Diretrizes para as relações entre os 498 IV, 2,32 | particularmente graves, podem dirigir-se à Presidente com o seu Conselho 499 II, 4,22 | no mosteiro, com prudente discernimento, para utilidade comum, conforme 500 Intro, 0,1(2)| Senhor enquanto vivia com os discípulos, quando Se transfigurou


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