102-disci | discr-organ | orgao-zac
negrito = Texto principal
Parte,Capítulo,Parágrafo cinza = comentário
501 I, 4,8 | contemplativos, pelo sua presença discreta mas vital, pelo seu testemunho
502 II, 4,23 | ordinário na concessão das dispensas da clausura, mas só em casos
503 I, 3,5 | presença de Deus: se se dispersa em muitas coisas, abranda-se
504 III, 1,26(79)| presença do Senhor e o silêncio dispõe a alma para a escuta das
505 II, 4,22 | utilidade comum, conforme as disposições do Capítulo conventual.~
506 Intro, 0,1(2)| que imediatamente Pedro disse: Como seria feliz de ficar
507 I, 3,5 | distraem do único necessário e dissipam a unidade interior. « No
508 III, 1,25 | compreender, de modo bem distinto, os anos iniciais até a
509 | disto
510 I, 3,5 | qualquer afeição, agitação ou distração, interior e exterior, unifique
511 I, 3,5 | informações e sentimentos que distraem do único necessário e dissipam
512 I, 3,5(28) | ouvida do exterior, nem distraída da sua serena tranquilidade
513 II, 4,17 | justa e grave, (66) isto é, ditada por verdadeira necessidade
514 Intro, 0,2 | esta corresponda melhor à diversidade dos Institutos contemplativos
515 III, 3,28 | entre si e frequentemente diversificados na forma de vida.~Os mosteiros
516 IV, 0,29 | necessidades fundamentais de diverso tipo.~As normas que neste
517 III, 3,28 | que se concretizaram em diversos modos.~Uma relação entre
518 II, 4,14 | exclusivamente contemplativa diz-se papal, porque as normas
519 I, 2,4(16) | septiforme. Isto equivale a dizer: Celebrou as núpcias do
520 I, 1,3 | revelado na medida em que ela, dócil ao Espírito Santo e vivificada
521 Intro, 0,1 | assentimento unânime e amorosa docilidade às palavras do Pai « Este
522 I, 2,4(16) | Paulo II, Carta ap. Dies Domini (31 de Maio de 1998), 12: « [
523 Intro, 0,2(9)| VI, Exort. ap. Gaudete in Domino (9 de Maio de 1975), VI: «
524 I, 4,8(50) | pastoral dos Bispos Christus Dominus, 15; Código de Direito Canônico,
525 | donde
526 Intro, 0,1(6)| concilium, 2; Congr. para a Doutrina da Fé, Carta aos Bispos
527 Intro, 0,2 | reafirma os fundamentos doutrinais propostos pela Instrução
528 I, 3,5(27) | Ninguém me arrebataria ao amor duma vida contemplativa segura,
529 I, 4,6(33) | monte) está concentrada na dupla comunhão: com Deus e entre
530 I, 3,5(27) | do nosso Deus. (...) Sem dúvida deve-se acreditar que Deus
531 I, 3,5(24) | Maio de 1982), 5: « Não duvido que as Carmelitas de hoje,
532 III, 2,27 | independência da autoridade eclesiástica, mas é justa, conveniente
533 I, 1,3(15) | no amor, são como que um eco do Sanctus eterno ».~
534 IV, 0,30 | permanente e o mútuo apoio econômico. (88)~As modalidades da
535 IV, 0,30 | Federação e nos problemas econômicos de maior envergadura, contribuir
536 Intro, 0,2 | 2. A partir do Concílio Ecumênico Vaticano II, vários documentos
537 I, 4,7 | para a evangelização, o ecumenismo, o crescimento do Reino
538 I, 4,8 | colaboram espiritualmente para a edificação do Reino de Cristo a fim
539 II, 4,15 | separação do exterior do edifício monástico, do coro, dos
540 Conclu, 0,33 | Solenidade da Ascensão do Senhor.~Eduardo Card. Martínez Somalo ~Prefeit~
541 III, 1,24 | característica da totalidade, (73) educando para a sabedoria do coração. (74)
542 III, 1,24 | contemplação ». (75) Com efeito, mediante a fé aprende-se
543 I, 4,7(46) | as ações que realizavam, efetuando aquilo que o Espírito lhes
544 II, 4,19 | mosteiro da Ordem, ou para efetuar transferências temporâneas
545 I, 4,6(33) | uma projeção apostólica eficacíssima, a qual, porém, fica em
546 IV, 0,29 | subsistindo outras formas eficazes de coordenação e ajuda,
547 I, 2,4 | feminina, manifestam mais eficazmente o mistério da Igreja, «
548 IV, 1,31 | subsidiário. (89) As Federações elaborem uma « Ratio formationis »
549 III, 2,27 | quanto à presidência das eleições, à visita canônica e à administração
550 IV, 2,32 | vocacional em torno aos elementos essenciais da própria espiritualidade
551 | eles
552 III, 1,25(77)| estado de oblação pessoal tão elevado que requer uma vocação especial,
553 I, 1,3(15) | uma eucaristia, porque ela elevava da sua clausura um contínuo “
554 I, 3,5 | Irmãs. Assim, a clausura elimina em larga medida a dispersão,
555 I, 3,5(27) | coisa boa »; Guigo I, « Elogio da vida solitária » em Hábitos,
556 Intro, 0,2 | renovação já percorrido, fossem emanadas normas específicas relativas
557 I, 4,8 | religiosa, aqueles que desejam embeber-se da sua experiência espiritual
558 I, 4,7 | diversas culturas é de ordem eminentemente espiritual, como alma e
559 III, 1,25 | em todo caso, antes da emissão dos votos solenes ou perpétuos. (77)~
560 II, 4,22 | intensamente na sensibilidade e emotividade, tornando mais difícil o
561 II, 2,12 | prevalentemente contemplativa, empenhando-se especialmente na oração,
562 I, 4,6 | coração da Igreja, as monjas empenhar-se-ão de modo particular por«
563 IV, 1,31 | permanente, que exige um empenho espiritual e de estudo não
564 III, 2,27 | quando existir, exercem seu encargo de acordo com as leis da
565 III, 3,28 | da família religiosa para encarná-lo numa dimensão unicamente
566 II, 4,22 | contemplativo quando se enche a clausura de ruídos, de
567 I, 3,5 | tranquilidade do silêncio claustral, enchendo-o com a sua Palavra e a sua
568 I, 4,6 | contemplação, as monjas de clausura encontram-se plenamente na comunhão da
569 I, 1,3(14) | de Agosto de 1988), 26: « Encontramo-nos mesmo no centro do mistério
570 I, 4,7 | membros da Igreja. (...) Sim, encontrei o meu lugar na Igreja (...);
571 IV, 2,32 | garantir a vida regular ou se encontrem em circunstâncias particularmente
572 II, 4,23 | nutre pela sua vocação, encoraja as monjas a permanecerem
573 Conclu, 0,33 | Sirvam de apoio e encorajamento a todas as contemplativas
574 Intro, 0,2 | Santo Padre João Paulo II encorajou as monjas a permanecerem
575 II, 4,20 | administrar os Sacramentos às enfermas, para assistir aquelas que
576 III, 1,26 | espiritual e doutrinal e, enfim, animando a um crescimento
577 II, 0,9 | verdade, somente subsiste enquando se verificar a adesão aos
578 III, 1,26 | formação permanente das monjas, ensinando a nutrirem-se do mistério
579 III, 1,26 | motivos de formação. (81)~No entanto, a freqüência dos cursos
580 I, 3,5 | pureza de coração, assim entendida, porque limita ao essencial
581 I, 3,5 | forças e com todo o teu entendimento » (Lc 10,27), fazendo dEle
582 I, 3,5 | a plena bem-aventurança, entoando no seu coração o canto novo
583 I, 3,5(32) | as ocupações exteriores; entra em seu coração e abre-se
584 I, 4,7 | vocação. (44)~Uma pessoa, entregando-se a Deus como sua propriedade
585 Intro, 0,1 | com Deus naqueles que se entregaram a uma vida inteiramente
586 I, 1,3(14) | Cristo é o Esposo porque “Se entregou a Si mesmo”: o seu corpo
587 I, 1,3(14) | mesmo”: o seu corpo foi “entregue”, o seu sangue foi “derramado” (
588 I, 3,5(24) | ascético, n. 43: PG 90, 953B: « Entreguemo-nos ao Senhor com todo o coração,
589 Intro, 0,2 | o futuro com verdadeiro entusiasmo e renovado vigor. (9)~A
590 IV, 0,30 | problemas econômicos de maior envergadura, contribuir a uma sólida
591 I, 4,7(43) | quem, pelas nossas orações, envia operários para a sua messe (
592 I, 3,5 | cristal transparente que, envolto pela luz de Deus, irradia
593 Conclu, 0,33 | facho daquela luz que o envolveu quando o Verbo Se fez carne
594 Intro, 0,1 | olhar fixo em Jesus Cristo e envolvidas pela nuvem da presença divina,
595 I, 2,4 | coração amante e às mãos erguidas das religiosas claustrais
596 III, 1,25(78)| mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente. Adão, o
597 I, 4,6 | comunidade claustral é uma ótima escola de vida fraterna, expressão
598 I, 3,5 | a perfeição da caridade, escolhendo Deus como « o único necessário » (
599 I, 4,6(33) | porém, fica em boa parte escondida no mistério »; João Paulo
600 Intro, 0,1 | vivendo ininterruptamente « escondidas com Cristo em Deus » (Col
601 I, 4,7 | todos. (40)~S. João da Cruz escreve que « é verdadeiramente
602 I, 3,5 | contemplação do Esposo, alimenta o esforço ascético da religiosa claustral.
603 II, 4,15 | extende-se à moradia e a todos os espaços, interiores e exteriores,
604 Intro, 0,2 | fossem emanadas normas específicas relativas à disciplina concreta
605 II, 1,10 | significado de um atestado de especificidade da vida feminina integralmente
606 II, 0,9(54) | faltar àquilo que há de mais específicio numa das formas de vida
607 III, 1,24(74)| leitura sem a piedade, a especulação sem a devoção, a investigação
608 II, 1,10 | aguardando em jubilosa esperança sua vinda e exultando na
609 I, 4,8 | homem de hoje, colaboram espiritualmente para a edificação do Reino
610 I, 4,7 | Maravilhada pela sua esplêndida intuição, S. Teresinha do
611 I, 3,5(32) | Deus, toda voltada para os esplendores eternos; torna-se então
612 I, 2,4 | Deus » (Ap 21, 9-10).~A esponsalidade é uma dimensão própria de
613 I, 3,5 | antiga tem-se associado espontaneamente com o afastamento completo
614 I, 2,4 | Deus apresenta-Se como o Esposo-Messias (cf. Mt 9,15; 25,1), que
615 | esse
616 II, 0,9 | vital dos mosteiros está essencialmente ligada com a autenticidade
617 Intro, 0,2 | Vita consecrata (n. 59), estabelece as normas que deverão regular
618 II, 4,14 | O direito próprio pode estabelecer também normas mais severas
619 II, 4,14 | trate de normas a serem estabelecidas nas Constituições e nos
620 I, 2,4(17) | daquele admirável consórcio estabelecido por Deus e que se há de
621 IV, 1,31 | serviços de formação, a serem estabelecidos na « Ratio formationis »,
622 | estas
623 I, 4,7 | Coração e que este Coração estava abrasado de amor. Compreendi
624 II, 1,10 | que uma oblação a Deus, estável e vinculante, exprime mais
625 III, 1,26 | ao qual, eventualmente, esteja associado. Se for o caso,
626 | Estes
627 IV, 2,32 | contemplativa da forma de vida e estimulando a fervorosa aplicação da
628 II, 4,19 | Capítulo conventual, como estipulado nas Constituições, pode
629 II, 4,20 | monjas de passagem, se tal estiver previsto pelo próprio direito.~
630 II, 4,16 | para as monjas como para os estranhos.~
631 II, 4,22 | recolhimento; pode-se realmente esvaziar o silêncio contemplativo
632 III, 1,26 | participação, as distintas etapas da formação. No próprio
633 II, 4,14 | Estatutos, Diretórios, etc.). (65)~Dada a variedade
634 I, 1,3 | que O gera desde toda a eternidade.~Esta associação da vida
635 I, 3,5(32) | voltada para os esplendores eternos; torna-se então irradiante
636 I, 1,3 | vida claustral um valor eucarístico; « para além do aspecto
637 I, 3,5(27) | batismo das lágrimas »; S. Euquério, « Louvor do ermo » em Carta
638 I, 2,4(16) | Magno, Homilias sobre os Evangelhos: homilia 38, 3: PL 76, 1283: «
639 Intro, 0,2 | admirável os fundamentos evangélicos, teológicos, espirituais
640 I, 4,7 | concreta das monjas para a evangelização, o ecumenismo, o crescimento
641 II, 4,15 | fiéis no Coro das monjas; eventuais hóspedes não podem ser introduzidos
642 II, 4,22 | de carácter religioso.~O eventual uso de outros meios modernos
643 I, 4,8 | batalhas de Israel (cf. Ex 17,11) e com a sentinela
644 II, 4,16 | clausura do mosteiro, à exceção dos casos previstos.~§ 3.
645 II, 4,17 | entrada deve constituir uma excepção.~O uso de anotar num livro
646 | exceto
647 II, 1,11 | da união com Deus;~b) se exclui tarefas externas e diretas
648 Intro, 0,1 | Esposa do Verbo, realiza exemplarmente o mistério da sua união
649 III, 2,27 | regular, quando existir, exercem seu encargo de acordo com
650 IV, 0,29 | aprovar seus Estatutos, exercer sobre as mesmas a vigilância
651 II, 4,19 | ao Superior regular, caso exista. Se a ausência superar os
652 I, 4,7 | força, ela proclama que existe uma conexão íntima entre
653 I, 2,4 | clausura, as monjas realizam o êxodo do mundo para encontrar
654 I, 4,6 | espaço teologal, onde se experimenta a presença mística do Senhor
655 Conclu, 0,33 | fiéis espera hoje poder experimentar, graças também à vossa oração,
656 I, 1,3 | aspecto de sacrifício e expiação, adquire também o de agradecimento
657 I, 1,3 | Concílio Vaticano II, une expressamente a vida contemplativa à oração
658 III, 1,24 | integralmente contemplativa foram expressas na Instrução Potissimum
659 II, 1,10 | o silêncio e a solidão, exprimem e tutelam a integridade
660 I, 3,5(27) | a meditação profunda, o êxtase da contemplação e o batismo
661 II, 4,15 | A lei da clausura papal extende-se à moradia e a todos os espaços,
662 II, 4,15 | Extensão da clausura~§ 2. A lei da
663 II, 0,9 | qualquer influência interna ou externa.~
664 I, 3,5 | ocasiões de contato com o mundo externo impedindo que este irrompa
665 I, 1,3 | e comunhão, passados na exultação da filiação divina. Ele
666 II, 1,10 | jubilosa esperança sua vinda e exultando na previsão de poder contemplar
667 I, 2,4 | 54,4-8; 62,4-5; Jer 2,2; Ez 16; 2 Cor 11,2; Rom 11,29).~
668 I, 3,5(25) | Gregório Magno, Homilias sobre Ezequiel, livro 2, homilia 8, 16:
669 Conclu, 0,33 | de vós. A Mãe do Senhor faça que de cada um dos vossos
670 Conclu, 0,33 | novamente pelo mundo inteiro um facho daquela luz que o envolveu
671 I, 3,5(27) | imediata no lugar onde mais facilmente Se faz encontrar ».~
672 I, 4,7(44) | realizas no teu sossego, faço-o eu caminhando de lugar em
673 I, 2,4(16) | 38, 3: PL 76, 1283: « De facto, Deus Pai celebrou as núpcias
674 II, 1,10(58) | vazio. É nele que o Senhor fala ao vosso coração e vos associa
675 I, 4,7(46) | PG 7, 1037: « Não foi só falando que profetizaram os profetas,
676 Intro, 0,1(2)| A vida solitária foi familiarmente praticada pelo próprio Senhor
677 III, 3,28 | Santo suscitou na Igreja famílias religiosas, compostas de
678 III, 1,26 | silêncio constituem momentos e fatores essenciais da formação para
679 II, 3,13 | contemplativa alguma atividade a favor do povo de Deus ou praticam
680 III, 2,27 | patrimônio. (82)~A autonomia favorece a estabilidade de vida e
681 IV, 1,31 | saltuário mas contínuo, favorecendo o desenvolvimento nos mosteiros
682 II, 4,22 | modernos de comunicação, como fax, telefone celular, Internet,
683 I, 3,5(25) | holocausto (...). É isto o que fazem aqueles que deixam o século
684 I, 4,7(44) | caminhando de lugar em lugar: fazemos tudo isto por amor dEle.
685 I, 4,6 | claustrais, não se lhes pede para fazerem comunhão através de novas
686 I, 4,7 | Compreendi que só o Amor fazia atuar os membros da Igreja. (...)
687 I, 1,3 | cela solitária, o claustro fechado é o lugar onde a monja,
688 I, 4,7(43) | cf. Act 16, 14), e torna fecunda nos seus corações a palavra
689 I, 4,7 | uma misteriosa fonte de fecundidade apostólica (39) e de bênçãos
690 I, 1,3 | criação », (12) unindo-se ao fecundo silêncio do Verbo na cruz.
691 IV, 0,30 | representante da Ordem.~Os mosteiros federados vivem a comunhão fraterna
692 II, 4,21 | das próprias Assembléias federais nos seus Estatutos, respeitando
693 II, 1,11 | separação do mundo dever ser feita de modo « a manter a separação
694 I, 4,7 | semelhança. É, portanto, um apelo feito a todos para « aquela cela
695 II, 1,10 | o único anseio e a única felicidade da monja, aguardando em
696 Intro, 0,1(2)| Pedro disse: Como seria feliz de ficar aqui a habitar
697 I, 3,5(28) | tranquilidade por imagens que ferem a vista, de tal modo que,
698 I, 4,7 | espiritual, como alma e fermento das iniciativas apostólicas,
699 I, 3,5(27) | a aplicação à leitura, o fervor das orações, a meditação
700 IV, 2,32 | de vida e estimulando a fervorosa aplicação da regra e das
701 III, 1,26 | para que seja lugar de fervoroso progresso e crescimento
702 Intro, 0,1(2)| disse: Como seria feliz de ficar aqui a habitar para sempre! ».~
703 I, 1,3 | oblação suprema ao Pai (cf. Fil 2,5ss.) como expressão de
704 I, 1,3 | passados na exultação da filiação divina. Ele manifesta assim
705 I, 3,5(28) | imagem e a beleza do Esposo, fique cada vez mais repleta do
706 II, 0,9 | preservar e defender, com firmeza e inteligência, sua especial
707 II, 1,11 | reduzida, e a participação física em acontecimentos e ministérios
708 II, 2,12 | com toda solicitude, sua fisionomia principal ou prevalentemente
709 I, 3,5 | alma, com todas as tuas forças e com todo o teu entendimento » (
710 II, 4,19 | noviças ou as professas forem fazer parte da formação
711 I, 1,3 | na sua vida, há um espaço formado por particulares momentos
712 III, 1,26(79)| lugar onde cada dia vos formais para este conhecimento amoroso
713 III, 1,26 | às matérias do programa formativo do mosteiro.~Quando um mosteiro
714 Intro, 0,2 | renovação já percorrido, fossem emanadas normas específicas
715 IV, 0,30 | ajudar em espírito de serviço fraterno no governo da Federação
716 I, 3,5 | multiplicidade de imagens, fonte freqüente de ideias profanas e vãos
717 III, 3,28 | mas distintos entre si e frequentemente diversificados na forma
718 I, 4,7 | do Corpo Místico, torna frutífera a sua vida, toda ela orientada
719 I, 4,7 | corações, a oração e a recepção frutuosa da mensagem salvífica e
720 I, 3,5(32) | irradiante e é arrebatada pelo fulgor eterno. Se a alma visse
721 Intro, 0,1 | tornam-se, assim, um sinal fulgurante do Reino de Deus (cf. Rom
722 IV, 0,30 | aprovados, estabelecem as funções que aquela deverá desempenhar
723 II, 0,9 | visto que tutela o carisma fundacional dos mosteiros.~Cada Instituto
724 III, 1,24 | na qual « se encontram o fundamento e as primícias de uma autêntica
725 II, 4,20 | procissões litúrgicas e os funerais;~– àqueles cujos serviços
726 I, 2,4 | sofrimento redentor na cruz (cf. Gal 6,14).~Além disso, as monjas,
727 III, 2,27 | interna de cada comunidade, garantindo as melhores condições para
728 Intro, 0,2(9)| Cf. Paulo VI, Exort. ap. Gaudete in Domino (9 de Maio de
729 I, 4,8 | coração onde o Espírito geme e intercede continuamente
730 II, 0,9 | e deve ser considerada genuína quando reconstitui o seu
731 III, 1,26 | ordinário, da mesma área geográfica. Os mosteiros interessados
732 I, 1,3 | Filho para Aquele que O gera desde toda a eternidade.~
733 II, 4,14 | Princípios gerais~14. § 1. A clausura reservada
734 I, 2,4 | esponsal da solidão de Jesus no Getsêmani e do seu sofrimento redentor
735 I, 3,5(25) | vida, tudo aquilo de que gosta, é um holocausto (...).
736 III, 2,27 | através da mesma, possa gozar de uma disciplina própria
737 III, 1,24(74)| admiração, a visão sem o gozo, a perícia sem a piedade,
738 III, 1,26 | a formação sistemática e gradual na própria comunidade.~Cada
739 II, 4,20 | encontram há muito tempo ou gravemente doentes e para, se for o
740 IV, 2,32 | circunstâncias particularmente graves, podem dirigir-se à Presidente
741 II, 4,19 | Sé ou em caso de perigo gravíssimo e iminente, é concedida
742 I, 3,5(27) | coisa doce, é coisa boa »; Guigo I, « Elogio da vida solitária »
743 Intro, 0,1(2)| confusão da multidão »; Guilherme de Saint Thierry, Aos irmãos
744 I, 4,8 | espiritual com sacerdotes habilitados a este fim. Por sua vez,
745 I, 3,5 | onde Deus se reflete e habita; (28) é como um cristal
746 I, 3,5 | bem, (25) para que só Ele habite na grande tranquilidade
747 I, 3,5(27) | Elogio da vida solitária » em Hábitos, 80, 11: PL 153, 757-758: «
748 II, 4,22 | em conta que, nas pessoas habituadas ao silêncio interior, tudo
749 | haja
750 III, 1,26 | vantagem de favorecer a harmonia de toda a comunidade. O
751 I, 4,6(33) | de Deus tornou-se a vossa herança, o vosso programa de vida,
752 I, 4,7(46) | Cf. S. Ireneu, Contra as heresias, 4, 20, 8s.: PG 7, 1037: «
753 I, 4,7 | profundamente consciente e, sem hesitação e com força, ela proclama
754 I, 3,5(27) | Louvor do ermo » em Carta a Hilário, 3: PL 50, 702-703: « Com
755 I, 3,5(25) | aquilo de que gosta, é um holocausto (...). É isto o que fazem
756 I, 4,8 | espaço e é reconhecido e honrado como o único Senhor.~Um
757 II, 4,15 | Coro das monjas; eventuais hóspedes não podem ser introduzidos
758 I, 4,8 | Documento.( 51)~De ânimo livre e hospitaleiro, « com a ternura de Cristo », (52)
759 II, 3,13 | praticam formas mais amplas de hospitalidade, de acordo com a tradição
760 | houver
761 III, 1,24(74)| caridade, a inteligência sem a humildade, o estudo sem a graça divina,
762 Intro, 0,2 | Instrução Venite seorsum (I-V) e pela Exortação apostólica
763 I, 3,5 | permita a realização deste ideal contemplativo sublime, que
764 I, 3,5 | imagens, fonte freqüente de ideias profanas e vãos desejos,
765 I, 1,3 | contemplativas claustrais identificam-se, de modo específico e radical,
766 II, 4,22 | de notícias, mas sabendo identificar o essencial das mesmas à
767 III, 1,25 | espiritual que as torne idôneas a seguirem com fidelidade
768 Intro, 0,1(2)| de coração, nos afastemos igualmente de toda a perturbação e
769 Conclu, 0,33 | raio da beleza divina que ilumine o caminho da existência
770 Intro, 0,1 | sumamente amado », (1) ilustrando a sua graça singular e dom
771 Intro, 0,2 | Instrução Venite seorsum que ilustrou de forma admirável os fundamentos
772 I, 2,4 | mistério da Igreja, « Esposa Imaculada do Cordeiro Imaculado »,
773 I, 2,4 | Esposa Imaculada do Cordeiro Imaculado », reconhecendo-se a si
774 Intro, 0,1(2)| neles um tal desejo que imediatamente Pedro disse: Como seria
775 I, 4,7(43) | tribulações, têm uma importância imensa na conversão das almas,
776 I, 3,5 | Enquanto meio ascético de imenso valor, (23) a clausura é
777 II, 4,19 | caso de perigo gravíssimo e iminente, é concedida pela Superiora
778 I, 3,5 | contato com o mundo externo impedindo que este irrompa de qualquer
779 I, 4,6(33) | Senhor, sumamente amado. Sois impelidas por uma irresistível atração
780 I, 3,5 | contemplativo sublime, que implica a totalidade da entrega,
781 I, 2,4 | à Esposa, continuamente implora: « Vem! » (Ap 22,17). Uma
782 III, 1,26(79)| fraterna, nas quais a solidão é impregnada pela suave presença do Senhor
783 II, 4,22 | silêncio interior, tudo isto se imprime mais intensamente na sensibilidade
784 Intro, 0,2(9)| Paulo VI, Exort. ap. Gaudete in Domino (9 de Maio de 1975),
785 IV, 0,29 | poderiam encontrar-se na incapacidade de responder a necessidades
786 I, 2,4 | deserto claustral », que inclui também a solidão interior,
787 IV, 0,29 | autoridade necessárias, (87) incluir ou separar delas os mosteiros.~
788 I, 3,5(32) | alma visse este Belíssimo incomparável, nem os laços todos deste
789 III, 2,27 | autonomia, porém, não equivale a independência da autoridade eclesiástica,
790 III, 2,27 | autônomos e reciprocamente independentes, qualquer forma de coordenação
791 III, 3,28 | se crie qualquer sujeição indevida à sua pessoa, para que as
792 I, 3,5 | amor, sem interferências indevidas de pessoas ou de coisas,
793 III, 1,26 | contemplativa em clausura e as indicações da « ratio formationis »
794 III, 2,27 | Constituições. Elas devem indicar aquilo que lhes compete,
795 I, 2,4 | imagem nupcial, a íntima e indissolúvel relação de Deus com o seu
796 I, 3,5 | quem, por isso, ama total e indivisivelmente, à imagem do amor puríssimo
797 I, 4,7(40) | vacilantes do seu Corpo inefável ».~
798 Intro, 0,1(7)| de 1996): « Que tesouro inestimável são, para a Igreja e para
799 I, 1,3(15) | ela ao Pai, em união com a infinita “ação de graças” do Filho
800 II, 0,9 | carisma específico de qualquer influência interna ou externa.~
801 IV, 2,32 | responsavelmente, a Presidente informe o Bispo diocesano e, quando
802 III, 1,25 | modo bem distinto, os anos iniciais até a profissão solene ou
803 I, 4,7 | como alma e fermento das iniciativas apostólicas, deixando a
804 Intro, 0,1 | fato, as monjas, vivendo ininterruptamente « escondidas com Cristo
805 III, 1,24(74)| aparência sem a sabedoria inspirada por Deus ».~
806 III, 1,25 | o programa de formação, inspirado no carisma específico, que
807 IV, 2,32 | necessário e evitando a instabilidade, com o intercâmbio de monjas. (92)~
808 IV, 1,31 | evitando o centralismo, pode instituir um Noviciado e outros serviços
809 Intro, 0,1(2)| a rezar com o fim de nos instruir dando-nos exemplo de recolhimento,
810 II, 1,10 | manifesta e realiza melhor a íntegra dedicação das monjas a Jesus
811 Conclu, 0,33 | irradie novamente pelo mundo inteiro um facho daquela luz que
812 II, 1,10 | plenitude real, e não só intencional, de tal forma que Jesus
813 II, 4,22 | tudo isto se imprime mais intensamente na sensibilidade e emotividade,
814 II, 2,12 | na oração, na ascese e no intenso progresso espiritual, na
815 I, 4,8 | coração onde o Espírito geme e intercede continuamente pelas necessidades
816 I, 4,6 | imolação quotidiana, elas intercedem por todo o povo de Deus
817 I, 1,3(15) | o louvor, a súplica, a intercessão, as lágrimas, a oferta e
818 III, 1,26 | geográfica. Os mosteiros interessados determinarão suas modalidades,
819 I, 3,5 | na unicidade do amor, sem interferências indevidas de pessoas ou
820 I, 3,5 | puro é o espelho límpido da interioridade da pessoa, purificada e
821 II, 4,22 | como fax, telefone celular, Internet, por motivos de informação
822 III, 2,27 | limitada nem restringida por intervenções externas. A autonomia, porém,
823 II, 4,23 | ou o Superior Regular não intervenham de ordinário na concessão
824 II, 1,10(58) | vosso coração e vos associa intimamente à sua obra de salvação »;
825 Intro | INTRODUÇÃO~
826 II, 4,15 | eventuais hóspedes não podem ser introduzidos na clausura do mosteiro. ~
827 I, 4,7 | Maravilhada pela sua esplêndida intuição, S. Teresinha do Menino
828 III, 1,24(74)| especulação sem a devoção, a investigação sem a admiração, a visão
829 III, 1,25 | contidos na Revelação cristã, « investigando, à luz da fé, toda a verdade
830 I, 4,7(46) | Cf. S. Ireneu, Contra as heresias, 4,
831 I, 3,5 | envolto pela luz de Deus, irradia com o mesmo esplendor. (29)~
832 I, 3,5(32) | eternos; torna-se então irradiante e é arrebatada pelo fulgor
833 Conclu, 0,33 | um dos vossos mosteiros, irradie novamente pelo mundo inteiro
834 I, 4,6(33) | Sois impelidas por uma irresistível atração que vos arrasta
835 I, 3,5 | externo impedindo que este irrompa de qualquer modo no mosteiro,
836 I, 1,3(15) | Filho unigénito »; Beata Isabel da Trindade, Escritos: Retiro,
837 I, 3,5(32) | saboreia como é suave o Senhor, isola-se de todas as ocupações exteriores;
838 II, 3,13 | divino, com uma vida de isolamento dentro dos muros do mosteiro,
839 I, 4,8 | a sorte das batalhas de Israel (cf. Ex 17,11) e com a sentinela
840 III, 2,27 | reconhece a cada mosteiro « sui iuris » uma justa autonomia jurídica
841 I, 3,5(32) | Sermão 1: Opera omnia, IX, 504b: « Quando uma pessoa
842 III, 1,25(77)| na Audiência Geral (4 de Janeiro de 1995), 8: « Os contemplativos
843 I, 2,4 | constante tensão para a Jerusalém celeste e na antecipação
844 I, 4,7(44) | Cf. Beato Jordão de Saxónia, IV Carta à Beata
845 I, 4,7(41) | preparação para o Grande Jubileu (Basílica Vaticana, 30 de
846 II, 1,10 | da monja, aguardando em jubilosa esperança sua vinda e exultando
847 II, 4,18 | ponderando com prudente juízo a sua necessidade, à luz
848 III, 1,24(74)| omnia V, 296a: « Ninguém julgue que lhe basta a leitura
849 II, 1,10(58) | Claustrais (Lisieux, 2 de Junho de 1980), 4: « Amai a vossa
850 Intro, 0,1 | Palavra de vida, tornando-se, juntamente com Ela, memória do coração
851 I, 2,4 | que desce do Céu, de junto de Deus, resplandecente
852 II, 4,20 | nos lugares sujeitos à sua jurisdição; ao Visitador durante a
853 I, 2,4(16) | desposar-te-ei conforme a justiça e o direito, com misericórdia
854 Intro, 0,2(9)| certo sentido a verdadeira juventude do mundo, desde que ela
855 I, 3,5 | sua criatura e, por outro lado, é uma forma singular de
856 I, 3,5 | Assim, a clausura elimina em larga medida a dispersão, vinda
857 III, 1,26 | Eucaristia, a liturgia, a lectio divina, a devoção mariana,
858 III, 2,27 | encargo de acordo com as leis da Igreja e as Constituições.
859 II, 4,20 | aos Cardeais, que podem levar consigo alguém que os acompanhe;
860 II, 4,22 | ao tipo de comunicação. Leve-se em conta que, nas pessoas
861 II, 0,9 | mosteiros está essencialmente ligada com a autenticidade da busca
862 Conclu, 0,33 | testemunho evangélico, no limiar do novo milênio. Queridas
863 I, 3,5 | assim entendida, porque limita ao essencial as ocasiões
864 III, 2,27 | não podendo, por isso, ser limitada nem restringida por intervenções
865 III, 3,28 | Superiores regulares, que pode limitar, de fato, a autonomia dos
866 I, 3,5 | coração puro é o espelho límpido da interioridade da pessoa,
867 I, 2,4(16) | séculos »; S. Antônio de Lisboa, Sermões: XX domingo depois
868 II, 4,15 | monástico, do coro, dos locutórios e de todo o espaço reservado
869 I, 3,5(27) | doce do que perscrutar, longe do barulho, o tesouro divino.
870 Intro, 0,1(2)| homem, o Espírito na nuvem luminosa »; Cassiano, Conferência
871 I, 3,5 | em sumo grau o primeiro Mandamento do Senhor: « Amarás ao Senhor
872 I, 1,3 | seu aspecto concreto, uma maneira particular de estar com
873 I, 2,4(16) | Maio de 1998), 12: « [Deus] manifesta-Se como o Esposo diante da
874 I, 2,4 | Igreja-Esposa com o Senhor é manifestado, de forma ainda mais significativa
875 I, 2,4 | pela sua natureza feminina, manifestam mais eficazmente o mistério
876 I, 2,4 | consagrada é a sua imagem viva, manifestando do modo melhor a tensão
877 I, 2,4(17) | por Deus e que se há de manifestar plenamente na vida futura,
878 III, 3,28 | com um Instituto masculino mantém o seu ordenamento e governo
879 II, 2,12 | clausura papal.~Estes mosteiros mantêm, com toda solicitude, sua
880 I, 4,7 | mistério de Deus, deste modo mantendo viva a profecia no coração
881 I, 4,8 | na oração da comunidade. Mantenha-se, contudo, a separação material
882 II, 4,17 | entradas e saídas pode ser mantido, a critério do Capítulo
883 III, 3,28 | Os mosteiros de monjas mantiveram, com os correspondentes
884 I, 4,7(42) | Manuscrito B, 3v.~
885 I, 2,4 | confiado ao coração amante e às mãos erguidas das religiosas
886 I, 4,7 | outras obras juntas ». (41) Maravilhada pela sua esplêndida intuição,
887 I, 2,4(16) | por exemplo, esta página maravilhosa de Oseias: “Então te desposarei
888 III, 1,26 | lectio divina, a devoção mariana, a ascese e o trabalho,
889 Conclu, 0,33 | do Senhor.~Eduardo Card. Martínez Somalo ~Prefeit~Piergiorgio
890 I, 3,5(32) | honra de S. Inês Virgem e Mártir, Sermão 1: Opera omnia,
891 III, 3,28 | jurídica por parte das Ordens masculinas e dos Superiores regulares,
892 Intro, 0,1(5)| Carta enc. Redemptoris Mater (25 de Março de 1987), 43;
893 III, 1,26 | correspondência que digam respeito às matérias do programa formativo do
894 III, 1,25 | noviciado, aquele grau de maturidade pessoal e afetiva, humana
895 I, 3,5 | do coração encontra sua máxima expressão na virgindade
896 I, 3,5(24) | seja anteposto a Cristo »; Máximo, o Confessor, Livro ascético,
897 I, 1,3 | Mt 17,1-9; Lc 6,12-13; Mc 6,30-31; 2 Ped 1,16-18).~
898 | mediante
899 I, 3,5 | conversar com o Esposo divino meditando a sua lei dia e noite a
900 III, 2,27 | comunidade, garantindo as melhores condições para o exercício
901 Intro, 0,1 | tornando-se, juntamente com Ela, memória do coração esponsal (cf.
902 I, 4,7 | intuição, S. Teresinha do Menino Jesus afirma: « Compreendi
903 IV, 1,31 | de uma cultura e de uma mentalidade contemplativas.~
904 III, 1,25 | constante e não deixada à mercê de experiências periódicas.~
905 I, 4,7(43) | envia operários para a sua messe (cf. Mt 9, 38), abre as
906 Conclu, 0,33 | evangélico, no limiar do novo milênio. Queridas Irmãs, confio
907 | minha
908 II, 1,11 | física em acontecimentos e ministérios da comunidade eclesial, (59)
909 I, 2,4(16) | justiça e o direito, com misericórdia e amor. Desposar-te-ei com
910 II, 4,20 | alguma vez para elas a Santa Missa. Eventualmente para as procissões
911 I, 4,7(38) | Carta enc. Redemptoris missio (7 de Dezembro de 1990),
912 I, 4,7 | permanecendo no coração missionário da Igreja através da oração
913 IV, 0,30 | particulares, algumas faculdades ou missões. Cabe ao Assistente: procurar
914 Intro, 0,1(5)| assídua contemplação dos mistérios da salvação ».~
915 I, 4,7 | vida torna-se, assim, uma misteriosa fonte de fecundidade apostólica (39)
916 Intro, 0,1 | chamada de cada um àquele misterioso encontro com Deus que é
917 I, 4,6 | se experimenta a presença mística do Senhor ressuscitado: (36)
918 I, 4,7 | outros membros do Corpo Místico, torna frutífera a sua vida,
919 II, 4,22 | eventual uso de outros meios modernos de comunicação, como fax,
920 III, 3,28 | concretizaram em diversos modos.~Uma relação entre os mosteiros
921 I, 4,8 | monástica pode ser comparada com Moisés, que, na oração, decidiu
922 II, 1,10 | modo singular no âmbito do monacato a espiritualidade das núpcias
923 II, 4,15 | clausura papal extende-se à moradia e a todos os espaços, interiores
924 II, 4,18 | inteira recai a obrigação moral da tutela, da promoção e
925 I, 1,3 | mistério pascal, que é uma morte para a ressurreição. (10)~
926 II, 4,21 | nação ou região, que são motivadas por uma verdadeira necessidade
927 I, 1,3 | tensão amorosa e perene movimento da sua Pessoa de Filho para
928 I, 1,3(15) | Cada um dos seus atos, movimentos, pensamentos e aspirações,
929 | muito
930 Intro, 0,1(2)| perturbação e confusão da multidão »; Guilherme de Saint Thierry,
931 I, 4,8(50) | gentium, 45; Decr. sobre o múnus pastoral dos Bispos Christus
932 II, 3,13 | de isolamento dentro dos muros do mosteiro, observam a
933 I, 4,8(51) | os Religiosos na Igreja Mutuæ relationes (14 de Maio de
934 IV, 2,32 | Federação devem ajudar-se mutuamente, inclusive, quando for realmente
935 II, 4,21 | contemplativo, no âmbito da mesma nação ou região, que são motivadas
936 I, 4,7(43) | 38), abre as almas dos não-cristãos para ouvir o Evangelho (
937 | naqueles
938 I, 1,3(15) | ocasião do VIII centenário do nascimento de S. Clara de Assis (11
939 I, 3,5(30) | S. Gregório de Nazianzo, Poemas I, 2, 1, v. 20:
940 IV, 0,29 | vigilância e a autoridade necessárias, (87) incluir ou separar
941 I, 3,5 | vinda de tantos contatos não necessários, de uma multiplicidade de
942 III, 2,27 | em vista do bem comum, necessita da livre adesão dos mesmos
943 I, 4,7 | cristã e ao mundo de hoje, necessitado mais do que nunca de autênticos
944 | nele
945 | neles
946 | neste
947 Conclu, 0,33 | Prefeit~Piergiorgio Silvano Nesti ~Secretário~ ~
948 II, 4,15 | simbólica ou como se diz « neutra », deve ser estabelecida
949 III, 1,25 | de vida contemplativa um nível de preparação adequada à
950 Intro, 0,2 | conciliar Perfectæ caritatis (nn. 7 e 16) e a Instrução Venite
951 I, 4,7 | da mensagem salvífica e nobilitante do Evangelho ». (43)~A contribuição
952 IV, 0,30 | Normalmente a Santa Sé nomeia um Assistente religioso,
953 | nossa
954 | nossas
955 III, 1,24(74)| sacerdócio Optatam Totius, n. 16, nota 32; S. Boaventura, Itinerário
956 III, 3,28 | efetiva do mosteiro.~Na nova visão e na perspectiva com
957 Conclu, 0,33 | vossos mosteiros, irradie novamente pelo mundo inteiro um facho
958 I, 4,6 | fazerem comunhão através de novas formas de presença ativa,
959 II, 4,19 | de necessidade, (69) as noviças ou as professas forem fazer
960 II, 4,20 | alguém que os acompanhe; aos Núncios e aos Delegados Apostólicos
961 I, 2,4 | descreve, através da imagem nupcial, a íntima e indissolúvel
962 I, 2,4 | especial para realizar a nupcialidade com Cristo e ser sinal vivo
963 II, 4,23 | pela altíssima estima que nutre pela sua vocação, encoraja
964 III, 1,26 | das monjas, ensinando a nutrirem-se do mistério de Deus que
965 III, 1,25 | 23. Com este objetivo, assume particular importância
966 I, 2,4 | Encarnação, atinge o seu apogeu oblativo na Paixão e se perpetua
967 I, 4,7 | puro do que todas as outras obras juntas ». (41) Maravilhada
968 II, 4,16 | Obrigatoriedade da clausura~§ 3. a) Em virtude
969 II, 3,13 | dentro dos muros do mosteiro, observam a clausura papal; se associam
970 IV, 0,30 | procura exclusiva de Deus, a observância regular e a dinâmica da
971 II, 1,10 | vida contemplativa, devem observar a clausura papal de acordo
972 II, 4,22(71) | meios de comunicação social, observe-se a necessária discrição ».~
973 II, 1,11 | e totalmente ordenada à obtenção da união com Deus na contemplação.~
974 I, 1,3(15) | Clarissas Claustrais por ocasião do VIII centenário do nascimento
975 I, 3,5 | porque limita ao essencial as ocasiões de contato com o mundo externo
976 III, 3,28 | e a presença da mulher, ocorre superar, se existir, aquela
977 I, 4,8 | o Deus três vezes Santo ocupa completamente o espaço e
978 I, 3,5(32) | Senhor, isola-se de todas as ocupações exteriores; entra em seu
979 I, 1,3(15) | louvor da glória, sempre ocupada na ação de graças. Cada
980 I, 4,8 | própria e que consiste em « ocupar-se unicamente de Deus », podem
981 I, 1,3 | religiosa claustral para oferecê-la continuamente ao Pai (cf.
982 I, 4,7 | contemplativa, as monjas oferecem à comunidade cristã e ao
983 I, 4,8 | Palavra e da Eucaristia, oferecendo também, se for preciso,
984 I, 1,3 | com o dom do « corpo », oferecendo-se com Jesus Cristo ao Pai
985 IV, 0,30 | mosteiros com a Federação são oferecidas e determinadas pela Assembléia
986 I, 1,3(15) | sacrifício. Tudo era acolhido e oferecido por ela ao Pai, em união
987 I, 4,7 | verdadeiramente mais precioso aos olhos do Senhor e de maior proveito
988 Intro, 0,1 | comunidade cristã desde sempre olhou e continua a olhar as religiosas
989 I, 1,3 | Jesus Cristo em oração sobre omonte e com o seu mistério pascal,
990 I, 3,5(25) | uma pessoa oferece a Deus onipotente tudo o que tem, toda a sua
991 I, 3,5(24) | da mesma forma que as de ontem, tendam alegremente para
992 II, 4,17 | de coerência com a sua opção vocacional. De per si, portanto,
993 I, 4,7(43) | pelas nossas orações, envia operários para a sua messe (cf. Mt
994 II, 4,18 | ela quem decide sobre a oportunidade das entradas e das saídas
995 III, 1,24(74)| candidatos ao sacerdócio Optatam Totius, n. 16, nota 32;
996 Intro, 0,1(6)| aspectos da meditação cristã Orationis formas (15 de Outubro de
997 III, 3,28 | Instituto masculino mantém o seu ordenamento e governo próprios. (85)
998 III, 3,28 | tutela jurídica por parte das Ordens masculinas e dos Superiores
999 II, 4,19 | pela Superiora nos casos ordinários relativos à saúde das monjas,
1000 IV, 0,29 | que as compõem. (86)~Tais organismos devem ser promovidos sobretudo
1001 II, 4,21 | Reuniões de monjas~19. Podem-se organizar, com a prévia autorização
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