Parte,Capítulo,Parágrafo
1 Intro, 0,1 | a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as
2 Intro, 0,1 | formação dos membros dos Institutos Religiosos nas atuais circunstâncias
3 Intro, 0,1(3)| Cf. Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as
4 Intro, 0,2 | a colaboração entre os Institutos Religiosos de Vida Apostólica (4)
5 Intro, 0,2 | no documento, se diz dos Institutos Religiosos se aplica igualmente
6 Intro, 0,3 | A colaboração entre os Institutos, no campo formativo, surgiu
7 Intro, 0,3 | realidade forçou numerosos institutos a unir as forças, conscientes
8 Intro, 0,3 | formativo, estimulou aos Institutos a criação de tais centros.
9 Intro, 0,3 | sempre mais numerosos os Institutos que desejam oferecer aos
10 Intro, 0,3 | comunidades formativas, os institutos continuam a tarefa de transmitir
11 Intro, 0,3(7)| formas de colaboração entre institutos religiosos a serviço da
12 Intro, 0,3 | renovação e missão dos Institutos Religiosos.(11) Ressalta,
13 Intro, 0,3 | primário para a renovação dos Institutos e para uma maior assimilação
14 Intro, 0,3 | cumprimento da missão dos Institutos, em um mundo que coloca
15 I, 0,4 | iniciativas, a Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as
16 I, 0,5 | todos e a liberdade dos Institutos de valer-se deles ou não;
17 I, 0,5 | responsáveis pela formação dos Institutos; a avaliação da formação
18 I, 1,7 | enquadrar a colaboração entre os Institutos no conjunto do processo
19 I, 1,7 | reconhecida aos próprios Institutos uma justa autonomia de vida,
20 I, 1,7 | consciência carismática dos Institutos, fazendo dela um dos princípios
21 I, 1,8 | solidariedade entre os vários Institutos, sobretudo entre aqueles
22 I, 1,8 | tarefas comuns a todos os Institutos.~A formação tem uma profunda
23 I, 1,8 | mandato missionário dos Institutos. Essa se baseia sobre a
24 I, 1,8 | sobretudo quando os próprios Institutos não possuem os meios suficientes
25 I, 2 | diretivas práticas para os Institutos Religiosos e para os Centros
26 I, 2,10 | 10. Os Institutos Religiosos~a) Os Capítulos
27 I, 2,10 | Superioras Maiores~Compete aos Institutos, através dos Capítulos e
28 I, 2,11(43) | documento, são chamados « Institutos de ciências religiosas »
29 II, 1,13 | candidatos dos diversos Institutos programas que enfrentem,
30 II, 2,16 | temas, de tal modo que os Institutos possam escolher aqueles
31 II, 2,16 | oferecida pelos próprios Institutos. O programa deve ser bem
32 II, 2,16 | conhecimento dos respectivos Institutos religiosos, dos Fundadores
33 II, 3,17 | especialmente em relação aos Institutos que não podem atender de
34 II, 3,17 | carismática com o que os diversos Institutos participam na missão da
35 II, 4,18 | permanente, seja para os Institutos de Vida Apostólica como
36 III | III. INSTITUTOS DE CIÊNCIAS RELIGIOSAS~E
37 III, 0,19 | por sua vez, se trata dos Institutos de Ciências Religiosas e
38 III, 0,19 | Ciências Religiosas e dos Institutos de Filosofia e de Teologia
39 III, 1 | Os Institutos de Ciências Religiosas~
40 III, 1,20 | 20. Os Institutos de Ciências Religiosas surgiram
41 III, 1,20 | acordo com a finalidade dos Institutos. (78)~Será necessário oferecer
42 III, 1,20 | da missão dos respectivos Institutos.~
43 III, 1,21 | fundação e a condução desses Institutos depende das Conferências
44 III, 1,21 | compete à Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as
45 III, 1,21 | São encorajados os Institutos de Ciências Religiosas,
46 III, 1,21(80)| necessário distinguir os institutos de Ciências Religiosas –
47 III, 1,21(80)| presente documento – dos Institutos Superiores de Ciências Religiosas
48 III, 1,21(80)| Teológica. Cf.Normativas para os Institutos Superiores de Ciências Religiosas,
49 III, 1,21 | reconhecimento civil desses Institutos é de grande utilidade, mas
50 III, 2 | Os Institutos de formação teológica e
51 III, 2,22 | da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as
52 III, 2,22 | propósito, recomenda-se aos Institutos de filosofia e de teologia
53 III, 2,22 | prescritos pela Igreja.~Onde os Institutos para a formação dos religiosos
54 III, 2,22 | estudantes, religiosos de outros Institutos (103). Esses centros seguem
55 IV, 3,25 | organizados por um grupo de Institutos, ou então, são iniciativas
56 IV, 3,25 | intensificar a colaboração entre os Institutos colocando à disposição uns
57 IV, 3,25 | recíproco, em benefício dos Institutos, da Igreja e de sua missão
58 IV, 4,26 | comunidade e da missão dos Institutos (112) e ofereça os meios
59 IV, 4,26 | fiéis. « Deste modo, os Institutos são convidados a repropor
60 Conclu, 0,27 | O Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as
61 Conclu, 0,27 | anos.~A colaboração entre Institutos, que promove a partilha
62 Conclu, 0,27 | documento da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as
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