Parte,Capítulo,Parágrafo
1 Intro, 0,2 | citada Instrução, isto é, a colaboração entre os Institutos Religiosos
2 Intro, 0,3 | 3. A colaboração entre os Institutos, no
3 Intro, 0,3 | promovido numerosas formas de colaboração ». (8) Desde modo se pode «
4 Intro, 0,3(7)| entendem as diversas formas de colaboração entre institutos religiosos
5 I, 1,7 | início, para enquadrar a colaboração entre os Institutos no conjunto
6 I, 1,7 | impede a possibilidade de colaboração que é, de outra parte, reconhecida
7 I, 1,8 | b) Colaboração e solidariedade na formação~
8 I, 1,8 | sublinhado também o princípio da colaboração (29) e da solidariedade
9 I, 1,8 | particular. (30)~Além disso, a colaboração encontra a sua alma na dimensão
10 I, 1,8 | Uma expressão concreta de colaboração e de solidadriedade entre
11 I, 1,8 | formação integral.~Desta colaboração o Santo Padre falou na audiência
12 I, 1,8 | famílias religiosas plena colaboração na formação dos próprios
13 I, 1,8 | recolhida indica que essa colaboração, bem conduzida, contribui
14 I, 1,9 | todos. Ao mesmo tempo, a colaboração e a solidariedade exigem
15 I, 2,10 | formativa~Em qualquer forma de colaboração inter-Institutos é necessário
16 I, 2,11 | promover uma mais eficaz colaboração para o bem da Igreja », (44)
17 II | II. COLABORAÇÃO NAS DIVERSAS FASES~DA FORMAÇÃO~
18 II, 0,12 | 12. As inciativas de colaboração se colocam no campo da formação
19 II, 1,13 | discernimento vocacional. Essa colaboração é particularmente útil para
20 II, 2,15 | 15. A colaboração inter-Institutos, na fase
21 II, 2,15 | serviços complementares ». Na colaboração não entra a criação dos
22 II, 2,16 | da Igreja, a promover a colaboração e uma mentalidade de comunhão. (58)~
23 II, 2,16 | de vida, os programas de colaboração prevejam, dentro das possibilidades,
24 II, 3,17 | formação, as iniciativas de colaboração inter-Institutos devem levar
25 II, 3,17 | Vaticano II, por exemplo a colaboração pastoral dos religiosos
26 II, 3,17 | particular importância a colaboração inter-Institutos nas iniciativas
27 II, 4,18 | pela formação permanente.~A colaboração entre-Institutos pode revelar-se
28 II, 4,18 | desejável uma sempre mais eficaz colaboração e complementariedade das
29 III, 0,19 | das possíveis formas de colaboração nas diversas fases da própria
30 III, 1,21 | estudos a realizar-se em colaboração entre Bispos e Superiores –
31 III, 2,22 | promover o mútuo conhecimento e colaboração. (90) Os Superiores dos
32 III, 2,22 | próprias. As iniciativas de colaboração inter-Institutos descritas,
33 IV | IV. COLABORAÇÃO INTER-INSTITUTOS~PARA A
34 IV, 3 | Colaboração inter-Institutos~
35 IV, 3,25 | 25. As experiências de colaboração inter-Institutos oferecem
36 IV, 3,25 | convida a intensificar a colaboração entre os Institutos colocando
37 IV, 4,26 | diocesano, promovendo a colaboração com eles e compartilhando
38 Conclu, 0,27 | experiência no campo da colaboração inter-Institutos, amadurecida
39 Conclu, 0,27 | desenvolvida nestes anos.~A colaboração entre Institutos, que promove
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