101-essen | estab-refer | refle-xviii
negrito = Texto principal
Parte,Capítulo,Parágrafo cinza = comentário
1 | 101
2 | 102
3 III, 2,22(94) | Cf. cc. 250. 252-258. 1032.~
4 | 109
5 | 110
6 I, 1,8(33) | Ensinamentos XVIII1 (1995), p. 1323.~
7 I, 1,7(16) | Cf. MR 14b; c. 574 § 1; VC 4-5. 29.
8 IV, 1,23(107) | Ensinamentos, XI4 (1988), pp. 1703-1706.~
9 IV, 1,23(107) | Ensinamentos, XI4 (1988), pp. 1703-1706.~
10 I, 1,8(31) | Theologiae, IIa, IIae q. 184, a.4.~
11 III, 1,21(80) | Seminarium, (1991), pp. 194-201.~
12 Sigl, 3 | Renovationis causam, CRIS, 1969. ~RFIS - Ratio fundamentalis
13 Sigl, 3 | para a Educação Católica, 1970. ~RPU - Religiosos e promoção
14 Sigl, 3 | Congregação para os Bispos, 1978. ~PI - Potissimum institutioni,
15 III, 1,21(81) | Apostólica Sapientia Christiana, 1979, Parte I : Normas comuns,
16 Sigl, 2 | Christifideles laici, João Paulo II, 1989. ~PDV - Exortação apostólica
17 Sigl, 2 | dabo vobis, João Paulo II, 1992. ~RM - Carta encíclica Redemptoris
18 IV, 3,25(108) | educadores nos Seminários, 1993, 79. 82; CD 5. 35; MR 31.
19 Sigl, 3 | na comunidade, CIVCSVA, 1994.~ ~
20 Sigl, 2 | consecrata, João Paulo II, 1996.~
21 I, 1,8(30) | Congresso, Roma, 10-15 maio 1997, nn. 15-19.~
22 | 20
23 III, 1,21(80) | Seminarium, (1991), pp. 194-201.~
24 III, 2,22(83) | Cf. c. 237 § 2. Dada a falta de uma
25 Conclu, 0,27(124)| Ensinamentos, IX2 (1986, p.238.~
26 Intro, 0,3(8) | Ensinamentos, IX2 (1986), 2 p. 239.~
27 Conclu, 0,27(119)| Ensinamentos, IX2 (1986), p. 241.~
28 III, 2,22(102) | Cf. cc. 248. 253; João Paulo II, Constituição
29 III, 2,22(94) | Cf. cc. 250. 252-258. 1032.~
30 III, 2,22(102) | Cf. cc. 248. 253; João Paulo II, Constituição
31 III, 2,22(100) | Cf. c. 254.~
32 III, 2,22(94) | Cf. cc. 250. 252-258. 1032.~
33 IV, 1,23(106) | Informationes SCRIS 1980, pp. 269-274.~
34 IV, 1,23(106) | Informationes SCRIS 1980, pp. 269-274.~
35 | 28
36 | 30
37 | 32
38 | 33
39 | 34
40 | 36
41 | 38
42 | 39
43 | 40
44 | 45
45 | 49
46 | 57
47 I, 1,7(16) | Cf. MR 14b; c. 574 § 1; VC 4-5. 29. 33-34.~
48 | 59
49 II, 2,16 | Maior se atenha aos cânones 647 § 2, 648 § 11 e 3, e 649 §
50 II, 2,16 | 647 § 2, 648 § 11 e 3, e 649 § 1.~d) Favoreçam-se, além
51 I, 2,10(42) | 12; MR 46; RPU 9; cc. 659.665 § 1.~
52 | 68
53 II, 3,17(67) | 56-58; cc. 675 § 3. 687. 680. 681 § 1; VC 16. 31. 54-
54 II, 3,17(67) | cc. 675 § 3. 687. 680. 681 § 1; VC 16. 31. 54-55.~
55 II, 3,17(67) | 40. 56-58; cc. 675 § 3. 687. 680. 681 § 1; VC 16. 31.
56 | 80
57 | 82
58 | 83
59 III, 2,22(87) | Cf. c. 833.~
60 | 85
61 | 90
62 | 91
63 | 92
64 I, 2,10(41) | Ensinamentos XIV2 (1991), p. 928.~
65 | 93
66 | 96
67 I, 2,11 | ter com eles um diálogo aberto que se transforme em riqueza
68 IV, 4,26 | Evangelho ou estão a ele abertos e a discernir os elementos
69 IV, 4,26 | uma intimidade com Ele e a abraçar a cruz que sela o delicado
70 Conclu, 0,27 | que Maria, Virgem Mãe, abraçou (121) e que Ele próprio
71 III, 2,22 | que o seu ensino « deve abrir e comunicar a inteligência
72 III, 0,19 | Teologia que dão uma formação acadêmcia completa e têm, por isso,
73 II, 3,17 | especialmente civís (Universidades, Academias etc.) para passar a outros
74 Intro, 0,3 | evolução do nosso tempo. Uma acentuada qualidade da ação formativa
75 II, 3,17 | iniciativas ou cursos mais acessíveis, quer pelo nível dos estudos,
76 III, 2,22 | candidatos ao sacerdócio acolhem, por sérios motivos, também
77 IV, 4,26 | sociais etc. (117) Aprendam a acolher as esperanças e as interrogações
78 Intro, 0,3 | própria dos membros onde são acolhidos. Tal necessidade é compartilhada
79 II, 1,13 | culturas diversas da sua ou acompanham candidatos de outras culturas.~
80 II, 2,16 | responsabilidade primária na formação, acompanhem com cuidado essas iniciativas.~
81 II, 2,14 | Onde as circunstâncias o aconselharem, um programa intercongregacional
82 Intro, 0,3 | jovens Igrejas. A isso se acrescenta a falta de formadores e
83 III, 2,22 | a própria Congregação, a adeguada formação dos futuros religiosos-sacerdotes.
84 II, 4,18 | e programas iniciativas adequadas para a fomação contínua
85 II, 3,17 | junto com um conhecimento adequado, a nível de estudo sapiencial,
86 IV, 4,26 | e ofereça os meios adequados para consolidar ou recuperar
87 I, 2,11 | de garantir que o ensino administrado seja conforme o Magistério
88 III, 2,22 | mantendo a própria autonomia, admite, como estudantes, religiosos
89 III, 2,22 | que pertence.~Podem ser admitidos também candidatos do Clero
90 I, 1,8 | utilidade para que a formação adquira um nível e uma extensão
91 III, 2,22 | acadêmica, os professores adquiram a capacidade didática que
92 I, 1,8 | vida religiosa, de fato, adquiriu uma mais profunda consciência
93 IV, 4,26 | educação dos jovens e dos adultos para o discernimento e o
94 II, 2,16 | psico-fisiológico, a maturidade afetivo-sexual e outros aspectos da maturidade
95 III, 2,22 | candidatos ao sacerdócio, de afiliar-se respectivamente a uma Faculdade
96 III, 1,20(79) | Exortação Apostólica Ecclesia in Africa, 1995, 55-71.~
97 | agora
98 III, 2,22(102) | Universidades Católicas, 15 agosto 1990, Parte II: Normas gerais,
99 II, 2,14 | vida consagrada, de modo a ajudar-lhes a definir-se a si mesmos,
100 I, 0,4 | Para criar um ambiente que ajude a viver e a aprofundar o
101 III, 2,22 | requer que o candidato tenha alcançado o nível de estudo indicado
102 | algum
103 I, 1,8 | apreço do carisma próprio e alheio, manifesta uma concreta
104 III, 1,21 | candidato ao sacerdócio, de aliar-se com uma Faculdade de Teologia.
105 II, 2,14 | formadores e da comunidade, alimentado pela experiência autêntica
106 IV, 4,26 | adquirir a arte de inspirar e alimentar um profundo amor às Pessoas
107 III, 2,22 | Revelação Divina, façam-na alimento da própria vida espiritual
108 I, 1,8(33) | João Paulo II, Alocução aos Superiores Gerais (U.
109 I, 1,9 | oferecerão um serviço de alta qualidade para contribuir
110 I, 2,10 | ambiente no qual cresce e amadurece, no espírito dos respectivos
111 II, 2,16 | de fato, concorre para amadurecer um apreço mais vivo da própria
112 Intro, 0,3 | ratificadas pela experiência que amadureceu na vida religiosa nesses
113 Conclu, 0,27 | colaboração inter-Institutos, amadurecida com o Concílio Vaticano
114 I, 1,7 | da Igreja de modo vago e ambíguo ».(19)~Segue-se que é reconhecida
115 II, 3,17 | responsabilidade específica neste ambito das pessoas consagradas. (69)
116 III, 1,21 | que lhes é própria.~Neste âmbito as universidades católicas,
117 III, 2,22(83) | são interpretados « por analogia ».~
118 III, 2,22 | para o ensino ou para a animação da vida do próprio Centro.~
119 II, 2,16 | conceitos fundamentais de antropologia e psicologia que dão ao
120 III, 2,22 | vida espiritual e saibam anunciá-la e defendê-la convenientemente
121 IV, 4,26 | tarefa da Nova Evangelização: anunciar Cristo, Boa Nova do Pai,
122 III, 1,20 | da fé, prepará-los para o anúncio explícito do Evangelho e
123 IV, 4,26 | convite é, primeiramente, um apelo à perseverança no caminho
124 Conclu, 0,27 | uma resposta concreta aos apelos da Igreja para ajudar o
125 Intro, 0,2 | Institutos Religiosos se aplica igualmente às Sociedades
126 II, 1,13 | para a vida religiosa e aplicar instrumentos e critérios
127 III, 1,20 | desenvolver mais eficazmente o seu apostolado específico na Igreja: cursos
128 IV, 4,26 | importante que se aprenda a apreciar os autênticos valores que
129 IV, 4,26 | trabalham. É importante que se aprenda a apreciar os autênticos
130 IV, 4,26 | comunicações sociais etc. (117) Aprendam a acolher as esperanças
131 III, 2,22 | condições de admissão, mesmo se apresenta elevadas capacidades intelectuais
132 Conclu, 0,27 | critérios e as diretivas apresentadas neste documento, teve em
133 II, 2,16 | específicos que serão depois aprofundados nos noviciados, tais como
134 II, 3,17 | a teologia da história, aprofundar-se-ão temas de espiritualidade,
135 II, 2,16 | programa e em relação ao aproveitamento das pessoas, da finalidade
136 Conclu, 0,27 | outubro de 1998, o Santo Padre aprovou o presente documento da
137 IV, 4,26 | mistério de Cristo e no aproximar-se respeitoso ao mistério da
138 | aquela
139 II, 4,18 | particular compromisso ou àqueles nos quais se requer uma
140 | aquilo
141 I, 1,8(31) | Cf. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, IIa,
142 Conclu, 0,27 | Espírito ». (124) Com o novo ardor de sua vida e de sua palavra,
143 I, 1,8 | presentes numa determinada área geográfico-cultural. A vida
144 IV, 1,23 | é uma arte: « a arte das artes ». (104) Para os formadores
145 IV, 4,26 | espiritualidade, como « testemunhas e artífices daquele 'projeto de comunhão'
146 II, 3,17 | temas de espiritualidade, de ascética e das ciências humanas,
147 Intro, 0,3 | Igreja, das urgências e das aspirações do nosso tempo. A síntese
148 Conclu, 0,27 | responsabilidades requer que se assegure aos jovens religiosos e
149 IV, 2,24 | programas e as oportunidades que assegurem a necessária formação teológica
150 III, 2,22 | à nomeação de professor, assegurem-se que o interessado possua
151 Intro, 0,3 | Institutos e para uma maior assimilação da própria identidade carismática,
152 I, 0,5 | problemas que é oportuno assinalar com o fim de discernimento
153 III, 2,22 | os Estatutos do Centro, assume os direitos e os deveres
154 II, 3,17 | compromissos apostólicos assumidos em nome da comunidade, serão
155 IV, 4,26 | encontra em nossos dias e para assumir as prioridades pastorais
156 IV, 2,24 | peritos de modo particular nos assuntos que se referem ao patrimônio
157 III, 1,20 | Enfim, preparem cursos ataptados a habilitar os religiosos
158 I, 1,8(30) | vocações para uma nova Europa, Atas do Congresso, Roma, 10-15
159 | até
160 II, 2,14 | acompanhamento personalizado, atendo ao crescimento de cada noviço
161 II, 2,16 | Superior e a Superiora Maior se atenha aos cânones 647 § 2, 648 §
162 Intro, 0,1 | 1. Atenta às condições do tempo atual
163 III, 2,22 | Estudos e interessar-se-ão ativamente por seus programas.~No processo
164 II, 4,18 | novas gerações em formação e atrair, pela própria vitalidade
165 II, 3,17 | formadoras, na programação, na atuação e na avaliação. Tal envolvimento
166 I, 1,8 | religiosas é a iniciativa, atualmente já difundida em vários contextos,
167 IV, 1,23 | resposta com solicitude e audácia em plena comunhão eclesial ». (107)~
168 Conclu, 0,27 | serão cooperadores fiéis e audazes de Deus, sinais de esperança
169 I, 1,8 | colaboração o Santo Padre falou na audiência concedida à U.I.S.G., dizendo: «
170 IV, 1,23 | novo, para que se torne autenticamente livre (...). (105) A tarefa
171 IV, 1,23 | O serviço da formação, autêntico « ministério eclesial » (
172 IV, 4,26 | se aprenda a apreciar os autênticos valores que levam a marca
173 I, 1,7 | Instituto, como ainda para a autentidade de suas expressões nas diversas
174 Conclu, 0,27 | Sociedades de Vida Apostólica e autorizou sua publicação.~Roma, 8
175 II, 2,14 | próprio Instituto, e de avaliar ulteriormente as motivações
176 II, 0,12 | competentes.~Os cursos sejam baseados sobre o Mistério de Cristo (49)
177 I, 1,6 | similares.~Tais diretivas se baseiam nos princípios que regulam
178 IV, 2,24 | desenvolvidas nas Diretrizes Básicas da Formação.~Esses ofereçam
179 IV, 4,26 | dimensões da consagração batismal e religiosa. Os cursos,
180 I, 1,8 | riqueza, a vitalidade e a beleza da Igreja, (31) e é fecunda
181 II, 3,17 | aprofundamento dos fundamentos bíblicos da vocação para o seguimento
182 III, 2,22 | Presidente da Comissão Mista Bispos-Superiores Maiores Religiosos para
183 III, 1,20 | Além disso, procurem dar um bom conhecimento dos grupos
184 IV, 4,26 | enriquecer-se com a experiência da bondade e a sabedoria do Mestre
185 II, 2,16 | lugar por esse motivo, por breves períodos e de vez em quando,
186 II, 0,12 | responsabilidade. A eles cabe informar, a cada três anos,
187 IV, 4,26 | curso inter-Institutos, sem cair em considerações redutivas,
188 IV, 4,26 | teológica, especialmente nos campos da espiritualidade, da moral
189 Intro, 0,3 | cultura dos candidatos ou das candidatas, favorecendo de tal modo
190 Sigl, 3 | cânones do Codice Juris Canonici, 1983. ~EE - Elementos essenciais
191 II, 2,16 | natureza desta etapa inicial, caracterizada pelo processo de amadurecimento
192 Intro, 0,3 | exigências e das dificuldades que caracterizam o caminho formativo, estimulou
193 Conclu, 0,27 | da B. V. Maria.~Eduardo Card. Martínez Somalo~Prefeito~
194 I, 1,8 | porque as várias iniciativas carismáticas se completam e se iluminam
195 I, 1,8 | Espírito, segundo um modelo carismático particular. (30)~Além disso,
196 Conclu, 0,27 | promove a partilha dos dons carismáticos, que respeita a diversidade
197 Sigl, 1 | PC - Decreto Perfectae caritatis, 1965.~
198 Sigl, 2 | João Paulo II, 1992. ~RM - Carta encíclica Redemptoris missio,
199 III, 2,22 | Maior ou pelo Superior da Casa de formação a que pertence.~
200 Intro, 0,3 | Ao mesmo tempo, em muitos casos influiu a necessidade que
201 IV, 4,26 | do seguimento de « Cristo casto, pobre e obediente — o Orante,
202 II, 2,15 | noviciado, permanece na categoria dos « serviços complementares ».
203 II, 3,17 | grande utilidade cursos de catequética e pedagogia, especialmente
204 III, 2,22 | intrínseca unidade do sacerdócio católico », seja ele secular ou religioso, (95)
205 Sigl, 3 | 1990. ~RC -Renovationis causam, CRIS, 1969. ~RFIS - Ratio
206 IV, 3,25(108) | Seminários, 1993, 79. 82; CD 5. 35; MR 31. 37; VC 53.~
207 I, 2,10 | inter-Institutos de formação, não cedem a outros a responsabilidade
208 IV, 4,26 | interpelar pela Palavra e celebrar a Eucaristia. Assim poderão
209 I, 1,8 | comunhão a que a Igreja é chamada por vocação divina, e é
210 I, 2,11(43) | Neste documento se chamam « centros inter-institutos »
211 Sigl, 2 | ChL - Exortação apostólica Christifideles laici, João Paulo II, 1989. ~
212 I, 1,9 | de estudo e a seriedade científica deverão contribuir para
213 II, 3,17 | de estudo, especialmente civís (Universidades, Academias
214 Intro, 0,3 | consciência sempre mais clara das multiplas exigências
215 III, 2,22 | Instituto. Nos Estatutos será claramente definido em que modo exercem
216 I, 0,4 | múltiplas iniciativas: a clareza sobre o objetivo do Centro,
217 I, 0,5 | fim de discernimento e de clarificação. Algumas referem-se à relação
218 II, 2,14 | cada noviço ou noviça, um clima formativo evangélico, sereno,
219 II, 2,14 | no diálogo, atitudes de co-responsabilidade fraterna. « Pode-se falar
220 Sigl, 3 | Santa Sé~c. - cânones do Codice Juris Canonici, 1983. ~EE -
221 I, 1,9 | jovens; entre o estudo e a coerência nos compromissos pessoais,
222 I, 1,8 | à U.I.S.G., dizendo: « A coisa essencial é que haja por
223 IV, 4,26 | vontade de Deus em todas as coisas: na Revelação e na Criação,
224 I, 2,11(43) | intercongregacionais que colaboram na formação dos próprios
225 III, 1,20 | que deverão evangelizar, colaborando deste modo a superar o perigo
226 III, 1,21(80) | erigidos pela Santa Sé e são coligadas por uma Faculdade Teológica.
227 I, 1,7 | o documento e merece ser colocado em evidência, desde o início,
228 I, 2,10 | vida, os mesmos desafios colocados pela sociedade e as tradições
229 II, 0,12 | inciativas de colaboração se colocam no campo da formação religiosa
230 IV, 3,25 | colaboração entre os Institutos colocando à disposição uns dos outros
231 I, 0,4 | exame dessa documentação colocou em evidência algumas condições
232 II, 4,18 | as famílias religiosas coloquem à disposição as pessoas
233 III, 2,22 | informem também o Presidente da Comissão Mista Bispos-Superiores
234 Intro, 0,3 | acolhidos. Tal necessidade é compartilhada nas mais diversas áreas
235 I, 2,10 | as irmãs com os quais se compartilham as mesmas experiências de
236 IV, 4,26 | a colaboração com eles e compartilhando o espírito e a missão do
237 I, 1,9 | integral cujos elementos se compenetram mutuamente. Existe, de fato,
238 II, 2,16 | formadoras, de acordo com suas competências (59) façam, com a equipe
239 II, 2,16 | possam escolher aqueles que complementam a formação oferecida pelos
240 I, 1,8 | iniciativas carismáticas se completam e se iluminam entre si;
241 II, 3,17 | inter-Institutos a possibilidade de completar sua formação sobretudo com
242 Intro, 0,3 | programa de formação o mais completo possível. Nas próprias comunidades
243 I, 2,11(43) | complementares ou programas completos de estudos. Os centros,
244 I, 1,9 | e pastoral, inadequada à complexidade do mundo a ser evangelizado
245 IV, 1,23 | formadores e as formadoras isso comporta o esforço constante de conhecer
246 IV, 4,26 | ajudem a leitura e a compreensão dos diversos contextos culturais
247 I, 1,7 | culturas, (22) seja para a comunhão-missão eclesial. « De fato, tendo
248 III, 1,20 | sociologia – ciências da comunicação social), tornando-os capazes
249 IV, 4,26 | interreligioso, para as comunicações sociais etc. (117) Aprendam
250 III, 2,22 | seu ensino « deve abrir e comunicar a inteligência da fé fundamentalmente
251 I, 1,8 | Padre falou na audiência concedida à U.I.S.G., dizendo: « A
252 Conclu, 0,27 | solenidade da Imaculada Conceição da B. V. Maria.~Eduardo
253 II, 2,16 | liturgia, como também conceitos fundamentais de antropologia
254 IV, 4,26 | que ajudam a viver como »concidadãos dos santos e familiares
255 Conclu | CONCLUSÃO~
256 II, 2,16 | partilha fraterna, de fato, concorre para amadurecer um apreço
257 II, 2,14 | intercongregacional pode concorrer para a adequada formação
258 Intro, 0,3 | aos desafios das situações concretas e de determinadas exigências
259 II, 2,16 | confronto e apoio recíproco concreto e iluminado. Data a natureza
260 Intro, 0,3 | qualidade da ação formativa é condição indispensável para o cumprimento
261 I, 1,8 | através do confronto e a condivisão, (32) na fraternidade.~Uma
262 III, 1,21 | 21. A fundação e a condução desses Institutos depende
263 I, 1,8 | que essa colaboração, bem conduzida, contribui para um maior
264 III, 2,22 | teologia provêm da fé e visa conduzir para a fé ». (92) « A formação
265 I, 2,10 | normas da formação, (35) conferir a missão dos formadores
266 I, 1,7 | contínuo crescimento » (15) — é confiado a cada Instituto como patrimônio
267 IV, 4,26 | pondo sempre a própria confiança em Sua guia e em Sua graça.~
268 III, 1,21 | responsabilidade imediata. A confirmação da ereção e a aprovação
269 III, 2,22 | Conselho Diretivo – nomear, confirmar ou substituir os professores,
270 I, 1,7 | significa, portanto, fazer confluir na vida e na missão do povo
271 | conforme
272 II, 4,18 | Código, de proporcionar aos confrades « os meios e o tempo (76) »
273 IV, 4,26 | pessoas consagradas, para confrontar-se sobre o caminho de fé, para
274 III, 1,21(81) | art. 62 § 1, e Parte II: Congregacação para a Educação Católica,
275 I, 1,8(30) | uma nova Europa, Atas do Congresso, Roma, 10-15 maio 1997,
276 III, 2,22 | de tal modo que os alunos conheçam integralmente a doutrina
277 IV, 1,23 | para eles homens de Deus, conhecedores respeitosos do coração humano
278 II, 2,16 | formativo, a possibilidade de conhecer-se melhor, particularmente
279 I, 1,8 | alegre a Jesus, profundamente conhecido, seguido e obedecido ». (33)~
280 IV, 4,26 | fé e no amadurecimento da consagração-missão, deve levar em conta também
281 IV, 4,26 | obediente — o Orante, o Consagrado e o Missionário do Pai ». (118)
282 Conclu, 0,27 | meio do Espírito. (120) Os consagrados, de fato, são chamados a
283 Intro, 0,1 | crescimento do Corpo de Cristo.(1)~Consciente do significado que a vida
284 III, 2,22 | como também pedir o consentimento dos Superiores competentes
285 IV, 4,26 | inter-Institutos, sem cair em considerações redutivas, podem ser um
286 I, 2,11 | trabalho em equipe. Além disso, considerar-se-á o seu conhecimento e estima
287 III, 2,22 | A validade formativa e a consistência das iniciativas descritas
288 II, 4,18 | permanente de modo orgânico e consoante à própria índole. Pode tornar-se
289 I, 1,6 | para sua avaliação, sua consolidação e o desenvolvimento de tais
290 IV, 4,26 | os meios adequados para consolidar ou recuperar o espírito
291 IV, 4,26 | formadores e formadoras constituam uma experiência de crescimento
292 I, 1,7 | o estado de vida, que é constituído pela profissão dos conselhos
293 I, 2,11 | objetivo, organizar serviços ou constituir Centros inter-Institutos. (45)~
294 III, 2,22 | sacerdote se baseia e se constrói principalmente sobre o estudo
295 III, 2,22 | a reuniões periódicas de consulta sobre o andamento do Centro.
296 III, 2,22 | sacerdócio, os Superiores saibam consultar os professores e colaboradores
297 II, 4,18 | Apostólica como para os de Vida Contemplativa, é uma exigência intrínseca
298 IV, 4,26 | da ação materna de Maria, continua a sua obra também, e de
299 Intro, 0,1 | guia do Senhor, a Igreja é continuamente solicitada a cuidar da formação
300 IV, 2,24 | as Famílias Religiosas a continuar nos esforços para uma adequada
301 II, 3,17 | da formação, enquanto se continuará o estudo da Sagrada Escritura
302 I, 1,7 | com o Corpo de Cristo em contínuo crescimento » (15) — é confiado
303 I, 2,11(43) | estudos. Os centros, ao contrário, que dão uma formação acadêmica
304 IV, 4,26 | religiosa. Os cursos, portanto, contribuam para a preparação doutrinal,
305 I, 1,8 | colaboração, bem conduzida, contribui para um maior apreço do
306 Intro, 0,3 | formação. (7)~Eles, de fato, contribuíram a evitar o êxodo dos candidatos
307 II, 3,17 | das ciências humanas, que contribuirão ao crescimento da pessoa
308 I, 1,9 | assim não fosse, os Centros contribuiriam provavelmente a um nivelamento
309 I, 1,8 | para cuja comunhão e missão convergem a vida e o mandato missionário
310 IV, 4,26 | intervenção se diferenciam, embora convergindo sobre o amadurecimento integral
311 IV, 3,25 | qualificados, este Dicastério convida a intensificar a colaboração
312 I, 0,5 | que permitem transformar a convivência temporária nos Centros numa
313 Conclu, 0,27 | expressões de sua obra, serão cooperadores fiéis e audazes de Deus,
314 I, 2,11 | Superioras Maiores que desejam cooperar entre si no plano da formação,
315 III, 2,22 | próprios membros. Guiarão e coordenarão a vida comunitária, o programa
316 IV, 1,23(106) | Cf. 1 Cor 11,1; Ts 1,6; Jean Galot,
317 IV, 4,26 | são convidados a repropor corajosamente o espírito de iniciativa,
318 III, 2,22(102) | Constituição Apostólica Ex corde Ecclesiae, sobre Universidades
319 I, 1,9 | Existe, de fato, uma profunda correlação entre a vida e a verdade;
320 I, 1,9 | empobreceria e que faria correr o risco de uma uniformidade
321 I, 1,7 | vida e de governo implica a correspondente autonomia em matéria de
322 III, 2,22 | para os serviços eclesiais correspondentes a sua vocação.~d) Professores.
323 III, 2,22 | se revelasse incapaz de corresponder aos objetivos e às condições
324 IV, 4,26 | o espírito de unidade e corresponsabilidade entre os membros. Revigore
325 III, 1,20 | processos de evangelização corretamente inculturados. (79)~Enfim,
326 II, 2,15 | comunidade. Isso, de fato, não corrresponde à especificidade própria
327 I, 2,10 | constitui o ambiente no qual cresce e amadurece, no espírito
328 Intro, 0,3 | superar eventuais limites, mas criam um estilo valioso de formação
329 I, 1,7 | identidade na « fidelidade criativa »,(17) significa, portanto,
330 IV, 4,26 | espírito de iniciativa, a criatividade e a santidade dos fundadores
331 II, 3,17 | teológicas, como por exemplo, a cristologia, a eclesiologia, a mariologia,
332 IV, 4,26 | intimidade com Ele e a abraçar a cruz que sela o delicado ministério
333 III, 0,19 | o Centro de estudos que cuida da preparação dessas pessoas
334 IV, 2 | Cuidadosa escolha e sólida preparação
335 IV, 2,24 | tarefa primária, escolham cuidadosamente os futuros formadores. Os
336 Intro, 0,1 | continuamente solicitada a cuidar da formação dos próprios
337 | cuja
338 I, 1,7 | benefício de toda a Igreja.(16) Cultivar a própria identidade na «
339 IV, 4,26 | numa época e num ambiente cultural determinado.~Uma formação
340 II, 3,17 | Essas tarefas podem ser cumpridas pelos Centros de estudo
341 Conclu, 0,27 | religiosos e as religiosas cumprirão sua missão, como cristãos
342 III, 2,22 | constituem a parte fundamental do currículo dos estudos.~É necessário
343 I, 2,10 | identidade carismática se dá no contato vivo com os formadores
344 Sigl, 2 | Exortação apostólica Pastores dabo vobis, João Paulo II, 1992. ~
345 III, 2,22 | preparação das novas gerações, dando-lhes os melhores professores
346 | daquela
347 | daquele
348 II, 4,18 | profissionalismo a tarefa recebida. Dará um lugar relevante ao aprofundamento
349 II, 2,16 | recíproco concreto e iluminado. Data a natureza desta etapa inicial,
350 IV, 4,26 | A programação dos cursos dê a devida importância ao
351 I, 2,10 | direito. Quando os superiores decidem mandar os próprios membros
352 IV, 1,23 | e uma generosa e total dedicação da parte deles no empenho
353 II, 4,18 | Exortação Vita Consecrata dedicaram amplo espaço à formação
354 III, 2,22 | espiritual e saibam anunciá-la e defendê-la convenientemente no exercício
355 III, 1,21 | estatuto próprio, no qual se definem o objetivo, destinatários,
356 IV, 2,24 | preparação e a atualização sejam definidas pelas normas próprias de
357 III, 2,22 | Estatutos será claramente definido em que modo exercem a sua
358 II, 2,14 | de modo a ajudar-lhes a definir-se a si mesmos, na sua peculiaridade,
359 III, 2,22 | responsabilidade eclesial que não podem deixar de atender, para o bem do
360 IV, 4,26 | para rezar juntos, para deixar-se interpelar pela Palavra
361 | dela
362 | delas
363 III, 2,22 | autoridade ou quem por ela delegado – normalmente o Conselho
364 II, 2,14 | formativa fundamental e delicada. (52) Nele a jovem ou o
365 IV, 4,26 | abraçar a cruz que sela o delicado ministério da formação,
366 IV, 1,23 | ministérios mais difíceis e delicados... Os jovens e as jovens
367 III, 2,22 | diligência nos estudos. Tal demissão não impede que o seu Superior
368 III, 1,21 | condução desses Institutos depende das Conferências dos Superiores
369 III, 2,22 | das iniciativas descritas dependem, em grande parte, da competência
370 | depois
371 I, 2,11 | Superiores e às Superioras que deram origem à iniciativa, compete
372 I, 2 | fundamentais enunciados, derivam algumas diretivas práticas
373 II, 2,16 | originalidade fundacional, para descobrir os valores de cada fundador
374 II, 4,18 | formação contínua, (75) descrevendo-lhe a natureza, precisando-lhe
375 Intro, 0,2 | Com este novo documento, deseja agora aprofundar uma das
376 I, 2,10 | o processo formativo se desenvolva em conformidade com a índole
377 IV, 4,26 | trabalho da formação se desenvolve ao longo do eixo do seguimento
378 I, 0,4 | compreender e acompanhar o desenvolvemento dessas iniciativas, a Congregação
379 Intro, 0,3 | formação inicial não se desenvolvesse em um ambiente fora da cultura
380 Intro, 0,3 | pedagógicas. Ela, de fato, se desenvolveu, antes de tudo, nos lugares
381 II, 0,12 | Mistério de Cristo (49) e desenvolvidos com gradualidade e com atenção
382 II, 4,18 | necessários para realizá-la e de designar um responsável pela formação
383 | desse
384 III, 1,21 | qual se definem o objetivo, destinatários, serviços que pretende oferecer
385 III, 1,21 | oferecer e o organismo que detém a responsabilidade imediata.
386 I, 0,4 | o objetivo do Centro, a determinação da responsabilidade última
387 I, 1,8 | entre aqueles presentes numa determinada área geográfico-cultural.
388 Intro, 0,3 | situações concretas e de determinadas exigências pedagógicas.
389 IV, 4,26 | e num ambiente cultural determinado.~Uma formação integral,
390 IV, 3,25 | partilha e de reflexão sobre determinados temas educativos. Muitos
391 III, 2,22 | Filosóficos e Teológicos, dever-se-á obter a aprovação, tanto
392 III, 2,22 | ministerial comum a todos. Dever-se-ão, por isso, respeitar as
393 III, 1,21 | de sua tarefa recebida, deverá garantir estabilidade e
394 III, 2,22 | assume os direitos e os deveres dos Superiores que para
395 Intro, 0,3 | inter-Institutos de formação, devidamente realizada, é positiva e
396 III, 0,19 | entre a formação sacerdotal, diaconal e aquela que requer outros
397 III, 0,19 | irmãos, das religiosas e dos diáconos permanentes e a formação
398 IV, 4,26 | que marcam as vicissitudes diárias ». (116)~c) Os formadores
399 IV, 4,26 | Igreja encontra em nossos dias e para assumir as prioridades
400 III, 1,20 | modo a superar o perigo da dicotomia entre a formação que as
401 III, 2,22 | professores adquiram a capacidade didática que sua missão exige. (100)
402 I, 2,11 | seguem, tenham em conta tais diferenças.~Para a ereção da sede de
403 IV, 4,26 | níveis de intervenção se diferenciam, embora convergindo sobre
404 II, 2,16 | cursos fundamentais sobre diferentes temas, de tal modo que os
405 IV, 1,23 | um dos ministérios mais difíceis e delicados... Os jovens
406 II, 2,16 | frequência e intensidade tais que dificultem a finalidade própria dessa
407 I, 1,8 | iniciativa, atualmente já difundida em vários contextos, de
408 IV, 4,26 | Lembrem-se de sublinhar a dignidade da vocação dos leigos e
409 III, 2,22 | capacidades intelectuais e diligência nos estudos. Tal demissão
410 IV, 4,26 | desenvolvendo todas as dimensões da consagração batismal
411 Intro, 0,3 | de candidatos, ou porque diminuiram as vocações, ou porque essas
412 Conclu, 0,27 | completa, na fidelidade dinâmica a Cristo e à Igreja, ao
413 II, 4,18 | amor a Deus e aos irmãos é dinamismo poderoso, que pode insiprar
414 II, 4,18 | Em relação a estes dinamismos de formação « há uma juventude
415 III, 1,21 | oportunos graus acadêmicos ou diplomas. (81)~Os possível reconhecimento
416 III, 2,22 | Estatutos do Centro, assume os direitos e os deveres dos Superiores
417 II, 2,16 | os noviços tivessem de se dirigir a outro lugar por esse motivo,
418 I, 1,7 | regime, pela qual possam ter disciplina própria na Igreja e conservar
419 III, 2,22 | que o seu Superior possa dispor para ele outras opções,
420 I, 2,10 | necessário observar a devida distinção entre a comunidade formadora
421 III, 2,22 | inter-Institutos descritas, se distinguem dos Centros filosóficos
422 II, 2,14 | noviços" ou para noviças, distintos entre eles, mas não se pode
423 II, 4,18 | fase da vida, uma tarefa diversa para cumprir, um modo específico
424 Intro, 0,2 | o que, no documento, se diz dos Institutos Religiosos
425 I, 1,8 | audiência concedida à U.I.S.G., dizendo: « A coisa essencial é que
426 II, 3,17 | real crescimento da vida de doação ao Senhor ».(63)~a) As iniciativas
427 III, 2,22 | sobre o estudo da « Sacra Doctrina ».~« A verdadeira teologia
428 III, 1,20 | para a juventude, para os doentes, para a terceira idade,
429 Sigl, 1 | Vaticano II~LG - Constituição dogmática Lumen gentium, 1965. ~OT -
430 III, 2,22(102) | Doutrina da Fé, Instrução Donum Veritatis, sobre vocação
431 IV, 4,26 | eu de novo dou à luz na dor, até que Cristo seja formado
432 IV, 4,26 | Meus filhos, que eu de novo dou à luz na dor, até que Cristo
433 II, 4,18 | e com todas as forças" (Dt 6,5) e o próximo como a
434 III, 1,20(79) | II, Exortação Apostólica Ecclesia in Africa, 1995, 55-71.~
435 III, 2,22(102) | Veritatis, sobre vocação eclecial do teólogo, 24 maio 1990,
436 II, 3,17 | Igreja, a missão ad gentes, o ecumenismo, o diálogo interreligioso, (68)
437 Conclu, 0,27 | Conceição da B. V. Maria.~Eduardo Card. Martínez Somalo~Prefeito~
438 IV, 1,23 | missão. Formadores que saibam educar para o discernimento, a
439 IV, 3,25 | sobre determinados temas educativos. Muitos desses cursos são
440 IV, 4,26 | e familiares de Deus » (Ef 2, 19).~
441 I, 0,5 | se referem à participação efetiva dos responsáveis pela formação
442 I, 0,4 | condições fundamentais para a eficácia formativa dos Centros e
443 III, 1,20 | religiosas a desenvolver mais eficazmente o seu apostolado específico
444 IV, 4,26 | sabedoria do Mestre que, com a efusão de Seu Espírito e por meio
445 IV, 4,26 | se desenvolve ao longo do eixo do seguimento de « Cristo
446 III, 2,22 | admissão, mesmo se apresenta elevadas capacidades intelectuais
447 I, 1,8 | membros e de meios, oferece um eloquente testemunho da comunhão a
448 II, 0,12 | das normas complementares emanadas das instâncias competentes.~
449 | embora
450 IV, 3,25 | formadores e formadoras empenhados na mesma fase de formação
451 III, 2,22 | envia alunos ao Centro, se empenhe a contribuir com algum membro
452 I, 1,9 | a um nivelamento que os empobreceria e que faria correr o risco
453 II, 3,17 | pela menor duração do tempo empregado.~É de particular importância
454 I, 1,7 | espiritual e apostólico. É encargo dos Ordinários dos lugares
455 I, 2,10 | esforçando-se ao mesmo tempo de encarná-lo na vida pessoal e comunitária ».(41)~
456 IV, 4,26 | os preparem a fim de que encarnem o melhor da própria época
457 IV, 4,26 | caminho de crescimento, encerra um constante convite de
458 Sigl, 2 | Paulo II, 1992. ~RM - Carta encíclica Redemptoris missio, João
459 IV, 4,26 | que os formadores possam encontrar-se entre si como pessoas consagradas,
460 II, 1,13 | formação integral e venham ao encontro de possíveis lacunas. Ao
461 Intro, 0,3 | geográficas e culturais e encontrou uma resposta válida nos «
462 IV, 2,24 | Fundadora.~O Dicastério encoraja, mais uma vez, as Famílias
463 I, 1,7 | outra parte, reconhecida e encorajada por João Paulo II na Exortação
464 III, 1,21 | Institutioni no n. 61. (80)~São encorajados os Institutos de Ciências
465 IV, 4,26 | instrumentos para perceber e saber enfrentar, com a ajuda de peritos,
466 II, 1,13 | Institutos programas que enfrentem, com competência e solidez,
467 I, 1,7 | evidência, desde o início, para enquadrar a colaboração entre os Institutos
468 I, 1,7 | dons e experiências que a enriquecem(18) e, ao mesmo tempo, evitam
469 IV, 4,26 | Eucaristia. Assim poderão enriquecer-se com a experiência da bondade
470 IV, 3,25 | mais qualificado para um enriquecimento recíproco, em benefício
471 Sigl, 3 | Elementos essenciais do ensinamento da Igreja sobre a vida religiosa
472 Intro, 0,3(7) | intercongregacionais) se entendem as diversas formas de colaboração
473 II, 2,15 | complementares ». Na colaboração não entra a criação dos assim chamados «
474 IV, 4,26 | filhos do nosso tempo — que entram nas comunidades e os preparem
475 I, 1,7 | cada Instituto.~7. Antes de entrar no mérito, parece necesssário
476 II, 4,18 | permanente.~A colaboração entre-Institutos pode revelar-se válida para
477 I, 2 | princípios fundamentais enunciados, derivam algumas diretivas
478 III, 2,22 | Instituto Religioso que envia alunos ao Centro, se empenhe
479 III, 1,21 | formativa. A cada triênio enviará a esta Congregação um relatório
480 II, 3,17 | os cursos dessa fase, se envolvam os formadores e as formadoras,
481 II, 3,17 | atuação e na avaliação. Tal envolvimento pode tornar-se para eles
482 I, 1,7 | trabalhando em sintonia com o episcopado”, procurem “usufruir do
483 III, 2,22 | Santa Sé e pela Conferência Episcopal do próprio País, (96) prevendo
484 I, 2,11(43) | de formação – como já foi esclarecido na nota n. 7 – todas as
485 IV, 2,24 | como sua tarefa primária, escolham cuidadosamente os futuros
486 II, 2,16 | que os Institutos possam escolher aqueles que complementam
487 Conclu, 0,27 | de vida que Cristo Senhor escolheu, que Maria, Virgem Mãe,
488 III, 2,22 | necessária a apresentação escrita dada pelo Superior Maior
489 IV, 4,26 | capacidades de relacionamento, de escuta, de discernimento vocacional
490 II, 2,16 | responsável do Centro – escutando também o parecer dos formandos –
491 I, 2,10 | do espírito do Fundador, esforçando-se ao mesmo tempo de encarná-lo
492 IV, 1,23 | formadoras isso comporta o esforço constante de conhecer a
493 IV, 2,24 | Religiosas a continuar nos esforços para uma adequada preparação
494 IV, 2,24 | formadores. Os critérios de esolha, as qualidades requeridas,
495 II, 4,18 | Consecrata dedicaram amplo espaço à formação contínua, (75)
496 II, 2,15 | fato, não corrresponde à especificidade própria do início da vida
497 Conclu, 0,27 | audazes de Deus, sinais de esperança no « servir o homem revelando-lhe
498 II, 2,16 | Fundadoras e das diversas espiritualidades. A partilha fraterna, de
499 Sigl, 3 | Canonici, 1983. ~EE - Elementos essenciais do ensinamento da Igreja
500 I, 1,8 | S.G., dizendo: « A coisa essencial é que haja por parte das
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