aband-limit | longe-zelos
Cap.
1 3 | prazer. Ah, quantas cruzes abandonadas à beira dos nossos caminhos,
2 11| reservado aos criminosos mais abjetos. Tudo foi aparelhado pelo
3 1 | uma palavra de apoio, pela abominável preguiça de enfrentar os
4 3 | Jesus, a graça de ficar abraçado à minha cruz, ainda quando
5 2 | horrível que em minha alma abri com anos inteiros vividos
6 13| Senhor. Nas sombras da morte, abris o Céu aos justos do limbo,
7 2 | e pela chaga que a Cruz abriu em vossos ombros, curai,
8 4 | melhor dos homens, mas por absurdo não ofendessem a Deus! Mas
9 14| Correu-se a laje. Parece tudo acabado. É o momento em que tudo
10 11| contorce como um verme sob a ação da dor, detestado, abandonado,
11 2 | dever; ora, por fim, eu o aceito, mas com tanto tédio, tanta
12 11| dito, comentado, lembrado, acentuado, proclamado, e mais uma
13 7 | as graças rejeitadas se acumulem sobre eles como brasas ardentes,
14 2 | avança para o combate, eis a admirável lição que me dais.~Diante
15 2 | Inicia-se assim, meu adorado Senhor, a vossa caminhada
16 12| todas as amizades, todos os afetos, todas as ambições, todos
17 3 | fizemos quanto em nós estava. Afinal, é tão limitada a força
18 12| próprio Verbo Encarnado foi afligido pela tortura espiritual
19 3 | cruz à beira do caminho e afundemos suavemente na vida do prazer.
20 3 | haveríeis de dar?~Entretanto, agistes de outro modo, e destes
21 7 | de mudar de caminho para agradá-los. Minhas vias só podem ser
22 6 | da Igreja!~Como devemos agradecer este favor! Não nos esqueçamos,
23 12| salvação tão preciosa. Pela água e pelo Sangue que verteram
24 13| repouso do Sepulcro Vos aguarda, Senhor. Nas sombras da
25 11| contém para mim alguma lição? Ai de mim, que jamais a compreenderei
26 5 | V – Estação~Jesus ajudado pelo Cirineu a levar a Cruz~ ~
27 6 | prova, verdadeiramente o alcançar.~Pater Noster. Ave Maria.
28 12| extremo. Os sofrimentos morais alcançaram seu auge. Um outro tormento
29 3 | luxúria e na opulência a alegria de viver. Pesa-nos aos ombros
30 | além
31 9 | ser servido até o último alento, até a extenuação da última
32 7 | Todos, inclusive os que ali estavam, aumentando de todos
33 5 | ao populacho, procurando aliviar-Vos, procurando sofrer em si
34 6 | é o prêmio? Christianus alter Christus. Eu serei de modo
35 4 | estúpido, mais injusto, mais alvar, não ferisse o Sagrado Coração
36 9 | amar a Deus consiste em amá-Lo sem medidas, disse São Francisco
37 4 | daqueles a quem Ele tinha amado... a dois passos, estava
38 9 | miraculoso. A medida de amar a Deus consiste em amá-Lo
39 1 | o ódio ideológico, nem a ambição de novas riquezas, nem o
40 12| todos os afetos, todas as ambições, todos os deleites que de
41 2 | aquele ambiente, aquela amizade que minam e solapam toda
42 5 | momentos em que vacilei e me amparastes, em todos os momentos em
43 11| pecaminosa, nas hostes angélicas e humanas que seguem a Satanás.~
44 3 | cumprido vosso dever. Os Anjos do Céu que levassem agora
45 | antes
46 11| criminosos mais abjetos. Tudo foi aparelhado pelo inferno para Vos fazer
47 1 | dar sequer uma palavra de apoio, pela abominável preguiça
48 8 | vêem o pecado e procuram apontá-lo, denunciá-lo, combatê-lo,
49 8 | Senhora falou em Fátima apontando todos estes pecados e pedindo
50 6 | Na Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana ela é feita como
51 11| Paixão. Conhecia-o bem o Apóstolo virgem que aos pés da Cruz
52 14| esperanças. A Páscoa se aproxima.~Ao mesmo tempo, o ódio
53 | aquela
54 2 | é verdade que a renúncia àquele prazer se impõe a mim para
55 1 | tumultuar de nenhuma paixão ardente. Não o cegou o ódio ideológico,
56 7 | acumulem sobre eles como brasas ardentes, clamando por punição. Foi
57 6 | coisa muito alta e muito árdua. Devemos pensar como a Igreja
58 10| quiserem manejar contra mim a arma do ridículo.~Pater Noster.
59 1 | de que me destes exemplo arrostando a impopularidade e enfrentando
60 11| propensos a esquecer este aspecto imprescindível da Paixão.~
61 12| mais sacrifício algum para assegurar salvação tão preciosa. Pela
62 13| fidelidade dos bons, pois que A assiste a vossa proteção.~Pater
63 9 | inocência da pomba mas a astúcia da serpente, a doçura da
64 7 | todos se conjugarem para atacar-me, mesmo quando a ingratidão
65 5 | momentos em que pedi e me atendestes.~E eu, Senhor? Ainda agora,
66 12| Os padecimentos físicos atingiram seu extremo. Os sofrimentos
67 2 | verdade... fecho os olhos, e atiro de lado minha cruz.~Meu
68 1 | enfrentar o ambiente com atitudes e opiniões diferentes das
69 5 | homens. Mas Vós, Senhor, atravessastes seu trajeto com vossas Chagas,
70 12| sofrimentos morais alcançaram seu auge. Um outro tormento deveria
71 6 | general teve bandeira mais augusta? Que gesto de coragem e
72 7 | inclusive os que ali estavam, aumentando de todos os modos a vossa
73 5 | meio de algum novo modo de aumentar vossos tormentos de alma
74 7 | ortodoxia, da pureza, da austeridade. Mas, nos vossos caminhos
75 6 | uma pureza de costumes autêntica e completa, uma piedade
76 2 | resoluto do guerreiro que avança para o combate, eis a admirável
77 9 | a cólera irresistível e avassaladora do leão. Se for preciso
78 6 | aquele Véu? Que general teve bandeira mais augusta? Que gesto
79 8 | mundo, toda uma civilização baseada sobre a negação de Jesus
80 5 | vossa Igreja, com o Santo Batismo. Passastes quando meus pais
81 8 | Quanta calmaria, quanto bem-estar miúdo, quanta pequena delícia
82 4 | em ferir os direitos do benfeitor, mas em ofender a Deus.
83 8 | Não faltaram então almas boas, que percebiam a enormidade
84 11| no momento em que até o bom ladrão mereceu perdão, pedi
85 13| triunfará pela fidelidade dos bons, pois que A assiste a vossa
86 1 | Quantas vezes presenciei de braços cruzados a luta e o martírio
87 12| de dor, proferiu aquele brado lancinante: "Meu Deus, meu
88 7 | acumulem sobre eles como brasas ardentes, clamando por punição.
89 5 | todos os momentos em que caí e me reerguestes, em todos
90 2 | impõe a mim para que não caia em pecado; não é verdade
91 1 | ortodoxia fosse perseguida, e me calei! Quantas vezes presenciei
92 8 | entra olhos a dentro! Quanta calmaria, quanto bem-estar miúdo,
93 3 | chegar ao alto do meu próprio calvário.~Pater Noster. Ave Maria.
94 2 | adorado Senhor, a vossa caminhada para o lugar da imolação.
95 2 | hesitação nem fraqueza, caminhando, até, para ela com o passo
96 12| purificada era como um grande campo desbastado, para que sobre
97 9 | Estais, Senhor meu, mais cansado, mais depauperado, mais
98 9 | nós.~Eu, porém, como me canso depressa! Nas minhas obras
99 9 | energia, e multiplica nossas capacidades de sofrer e de agir, para
100 8 | necessário for? Quantos são capazes de desfraldar o estandarte
101 9 | covardia volta sempre à carga. E para que ela ficasse
102 1 | Justo o receio de perder o cargo, parecendo pouco zeloso
103 3 | abandonar vossa Cruz? Pois se a carregastes até que todas as vossas
104 5 | Passastes quando no curso de catecismo comecei a abrir a minha
105 6 | universalidade, em sua insuperável catolicidade, a Igreja é um verdadeiro
106 6 | vida. Isto supõe um senso católico real, uma pureza de costumes
107 9 | detém, o menor esforço me causa horror, a menor luta me
108 4 | Deus. E de tantas e tantas causas de dor, a que mais Vos fazia
109 4 | curado... mais longe, um cego a quem tinha restituído
110 2 | olhos para não ver a dor! Cego-me voluntariamente com um otimismo
111 1 | nenhuma paixão ardente. Não o cegou o ódio ideológico, nem a
112 11| que Jesus me perdoe toda a cegueira com que tenho considerado
113 2 | imolação. Não quis o Pai Celeste que fôsseis morto num golpe
114 11| homem receber. Porque há certas verdades que Deus reservou
115 13| conservando inabalável a certeza de que vossa Esposa triunfará
116 10| não é bem exato que há certos homens que têm mais medo
117 1 | zeloso das prerrogativas de César; o medo de criar para si
118 10| insignificante que resista à chacota quem já resistiu a tantos
119 10| Nosso Senhor resistiu às chacotas da impureza.~Não parece
120 5 | atravessastes seu trajeto com vossas Chagas, vossa Cruz, vossa imensa
121 5 | Jesus. Passastes quando me chamastes das trevas do paganismo
122 7 | estirar-se ao longo do chão, ficar aos pés de todos,
123 9 | que nunca. Que Vos espera? Chegastes ao termo? Não. Precisamente
124 12| tuam redemísti mundum.~ ~Chegou por fim o ápice de todas
125 9 | para que nossa dedicação chegue aos extremos do imprevisível,
126 4 | ousaria perguntar por que chorais? Nem a Terra, nem o mar,
127 8 | pelos nossos. Não de um choro estéril, mas de um pranto
128 6 | inteira.~E qual é o prêmio? Christianus alter Christus. Eu serei
129 6 | prêmio? Christianus alter Christus. Eu serei de modo exímio
130 5 | Simão? Tanto o homem como a cidade emergiram da obscuridade
131 6 | que procedamos em todas as circunstâncias de nossa vida. Isto supõe
132 8 | todo um mundo, toda uma civilização baseada sobre a negação
133 7 | eles como brasas ardentes, clamando por punição. Foi o que fizestes
134 13| destes instantes uma primeira claridade de esperança que nasce.
135 12| Templo de rasgou. A desolação cobriu todo o universo.~Por quê?
136 6 | oblige. Pertencer à Igreja é coisa muito alta e muito árdua.
137 12| desapegar das pessoas, das coisas que me possam distanciar
138 9 | a doçura da ovelha mas a cólera irresistível e avassaladora
139 2 | guerreiro que avança para o combate, eis a admirável lição que
140 8 | apontá-lo, denunciá-lo, combatê-lo, disputar-lhe passo a passo
141 14| É o momento em que tudo começa. É o reagrupamento dos Apóstolos.
142 5 | quando no curso de catecismo comecei a abrir a minha alma para
143 11| o que precisa ser dito, comentado, lembrado, acentuado, proclamado,
144 8 | saboroso prato de lentilhas a comer!~Dai-me, Jesus, a graça
145 1 | redemísti mundum.~ ~O juiz que cometeu o crime profissional mais
146 4 | recente? Da hora em que o cometi, do lugar, das pessoas que
147 | comigo
148 5 | carregaria com amor, com compaixão, sobranceiro ao populacho,
149 1 | imitar servilmente os meus companheiros.~Naquele instante doloroso
150 4 | seu lado houvesse corações compassivos! Se o ódio mais estúpido,
151 6 | de costumes autêntica e completa, uma piedade profunda e
152 1 | o medo de criar para si complicações políticas, desagradando
153 5 | pequenos interesses de que se compõe a vida miúda da maior parte
154 1 | riquezas, nem o desejo de comprazer a alguma Salomé. Moveu-o
155 11| Serpente... Para que se compreenda a extensão incomensurável,
156 11| Ai de mim, que jamais a compreenderei suficientemente se não chegar
157 4 | com as lágrimas de uma compunção sincera e profunda.~Sofreis
158 5 | Confissão, na minha primeira Comunhão, em todos os momentos em
159 6 | Senhor, se é grande a graça concedida à Verônica, quanto maior
160 1 | Naquele instante doloroso da condenação, Vós sofrestes por todos
161 1 | I – Estação~Jesus é condenado à morte~ ~V. Adorámus te
162 1 | alguma Salomé. Moveu-o a condenar o Justo o receio de perder
163 1 | e, entretanto, ele Vos condenou.~Senhor, quantas vezes imitei
164 2 | relaxamento interior e na condescendência para comigo!~Pater Noster.
165 7 | lição. De Vós ninguém se condoeu. Redobraram as injúrias
166 13| aquelas almas piedosas se condoíam, mas algo nelas lhes fazia
167 5 | Passastes na minha primeira Confissão, na minha primeira Comunhão,
168 | conforme
169 7 | terra, mesmo quando todos se conjugarem para atacar-me, mesmo quando
170 8 | A graça de seguir vosso conselho, isto é, de chorar por nós
171 13| nas horas mais tristes, conservando inabalável a certeza de
172 11| a cegueira com que tenho considerado a obra das trevas que se
173 8 | VIII – Estação~Jesus consola as filhas de Jerusalém~ ~
174 12| abandono, em que a alma não tem consolações de Deus. E tal foi este
175 4 | feitas ao Homem-Deus, e constituíam contra toda a Trindade Santíssima
176 8 | Não é bem verdade que se constrói todo um mundo, toda uma
177 3 | homem! Deus terá isto em conta... deixemos cair a cruz
178 11| corpo. Este ódio imenso não contém para mim alguma lição? Ai
179 4 | Vossa dor maior não foi por contemplar os inexprimíveis padecimentos
180 11| a imensidade deste ódio, contemple-se tudo quanto ele ousou fazer.
181 2 | é a minha covardia! Ora contemporizo antes de tomar a minha cruz;
182 9 | esmola.~Mas Deus não se contenta com isto. Para a Igreja,
183 9 | forças, novas energias, e continuais. Três quedas, três lições
184 5 | a face da Terra, e assim continuará a ser até a consumação dos
185 7 | infinitamente preciosa, continuarei a lhes fazer bem. Para que
186 11| de são, num ente que se contorce como um verme sob a ação
187 1 | dizer "não", de fazer o contrário do que se pede, de enfrentar
188 4 | inexprimíveis padecimentos corpóreos de vosso Divino Filho. Que
189 14| tuam redemísti mundum.~ ~Correu-se a laje. Parece tudo acabado.
190 2 | Estação~Jesus leva a Cruz às costas~ ~V. Adorámus te Christe
191 10| não ser escarnecida como covarde, não é bem exato que há
192 1 | Vós sofrestes por todos os covardes, por todos os moles, por
193 10| necessária. Pelo desprezo de uma criada, São Pedro negou. Quantos
194 1 | outros". Como se me tivésseis criado, Senhor, não para Vos imitar,
195 1 | prerrogativas de César; o medo de criar para si complicações políticas,
196 11| porque era reservado aos criminosos mais abjetos. Tudo foi aparelhado
197 3 | É difícil hoje a vida do cristão. Obrigado a lutar sem tréguas
198 8 | foi a Paixão, este momento crucial da História, em que uma
199 8 | erguer contra ele toda uma cruzada de idéias, de atos, de viva
200 1 | vezes presenciei de braços cruzados a luta e o martírio dos
201 3 | vida do prazer. Ah, quantas cruzes abandonadas à beira dos
202 13| pressagia algo de triunfal nos cuidados indizíveis com que vosso
203 11| maldade, maldade deliberada, culpada, pecaminosa, nas hostes
204 12| outro tormento deveria ser o cume de tão inexprimível dor: "
205 3 | impossível prosseguir? Estava cumprido vosso dever. Os Anjos do
206 4 | um leproso a quem havia curado... mais longe, um cego a
207 5 | rezar. Passastes quando no curso de catecismo comecei a abrir
208 12| que sou eu. Minha salvação custou todo este preço. E eu não
209 2 | a admirável lição que me dais.~Diante da dor, meu Deus,
210 4 | Havia o pecado, o pecado declarado, o pecado protuberante,
211 14| Apóstolos. É o renascer das dedicações, das esperanças. A Páscoa
212 1 | luta e o martírio dos que defendem vossa Igreja! E não tive
213 7 | que fizestes com o povo deicida, e com todos aqueles que
214 1 | por amor à minha carreira, deixei que em minha presença a
215 3 | Deus terá isto em conta... deixemos cair a cruz à beira do caminho
216 | dela
217 | dele
218 12| todas as ambições, todos os deleites que de Vós me separavam.~
219 11| também maldade, maldade deliberada, culpada, pecaminosa, nas
220 8 | bem-estar miúdo, quanta pequena delícia rotineira! Quanto saboroso
221 8 | realidade que lhes entra olhos a dentro! Quanta calmaria, quanto
222 8 | pecado e procuram apontá-lo, denunciá-lo, combatê-lo, disputar-lhe
223 9 | meu, mais cansado, mais depauperado, mais chagado, mais exangue
224 9 | Eu, porém, como me canso depressa! Nas minhas obras de apostolado,
225 1 | complicações políticas, desagradando ao populacho judeu; o medo
226 12| Jesus, dai-me forças para me desapegar das pessoas, das coisas
227 12| era como um grande campo desbastado, para que sobre ela se edificasse
228 13| XIII – Estação~Jesus descido da Cruz~ ~V. Adorámus te
229 1 | de novas riquezas, nem o desejo de comprazer a alguma Salomé.
230 3 | minha cruz, ainda quando eu desfaleça sob o peso dela. Dai-me
231 3 | reerguer sempre que tiver desfalecido. Dai-me, Senhor, a graça
232 11| liberalismo a tal ponto nos desfigurou, que estamos sempre propensos
233 8 | Quantos são capazes de desfraldar o estandarte da ortodoxia
234 4 | um pecado, teria ousado desobedecer-Vos, Senhor?~Oh, minha Mãe,
235 8 | que o Vigário de Cristo é desobedecido, abandonado, traído? Não
236 13| também, Senhor, nas grandes desolações da Igreja, ser sempre fiel,
237 10| Puro por excelência foi despido, e os impuros O escarneceram
238 10| X – Estação~Jesus despojado de suas vestes~ ~V. Adorámus
239 5 | pensamentos do Cirineu.~Vinha ele despreocupado pela estrada. Pensava tão
240 10| nos era necessária. Pelo desprezo de uma criada, São Pedro
241 | desta
242 12| Para remir o homem. Para destruir o pecado. Para abrir as
243 9 | apostolado, o menor sacrifício me detém, o menor esforço me causa
244 11| verme sob a ação da dor, detestado, abandonado, pregado numa
245 7 | meu apostolado, Senhor, deverei continuar mesmo quando todas
246 12| auge. Um outro tormento deveria ser o cume de tão inexprimível
247 4 | um sofredor a quem tinha devolvido a paz. E todos pediam a
248 8 | algum pecado assim? Hoje em dia, não é bem verdade que o
249 1 | ambiente, pelo medo de ser "diferente dos outros". Como se me
250 1 | com atitudes e opiniões diferentes das que nele imperam.~Vós,
251 3 | Cruz. E as obtivestes.~É difícil hoje a vida do cristão.
252 6 | tuam redemísti mundum.~ ~Dir-se-ia, à primeira vista, que prêmio
253 4 | não está tanto em ferir os direitos do benfeitor, mas em ofender
254 9 | consiste em lutar sem medidas, diríamos nós.~Eu, porém, como me
255 8 | denunciá-lo, combatê-lo, disputar-lhe passo a passo o terreno,
256 9 | consiste em amá-Lo sem medidas, disse São Francisco de Sales.
257 12| das coisas que me possam distanciar de Vós. Morram hoje, pregadas
258 | disto
259 11| Satanás.~Eis o que precisa ser dito, comentado, lembrado, acentuado,
260 9 | a astúcia da serpente, a doçura da ovelha mas a cólera irresistível
261 1 | companheiros.~Naquele instante doloroso da condenação, Vós sofrestes
262 11| luta entre uns e outros durará até a consumação dos séculos,
263 12| desbastado, para que sobre ela se edificasse a Igreja.~Tudo isto foi,
264 6 | jamais houve na história. Com efeito, que rei teve nas mãos tecido
265 9 | seja para Vós mais uma dor. Eis-Vos, Senhor, ereto ainda uma
266 | elas
267 5 | Tanto o homem como a cidade emergiram da obscuridade para a glória,
268 7 | íntimo daqueles corações empedernidos, um movimento de piedade.~
269 12| misterioso, o próprio Verbo Encarnado foi afligido pela tortura
270 11| inimaginável, absoluta, se encerra nestas palavras! Eis, entretanto,
271 9 | com vossa Cruz. Soubestes encontrar novas forças, novas energias,
272 9 | até a extenuação da última energia, e multiplica nossas capacidades
273 2 | mas a enfrentar a morte. Enfrentá-la com serenidade, sem hesitação
274 1 | arrostando a impopularidade e enfrentando a sentença do magistrado
275 10| de tudo?~O Divino Mestre enfrentou o ridículo. E nos ensinou
276 4 | ferisse o Sagrado Coração enormemente mais do que o peso da Cruz
277 8 | almas boas, que percebiam a enormidade do pecado que se praticava,
278 9 | este passo da Paixão me ensina que a Deus devemos dar tudo,
279 10| linha da virtude e do bem.~Ensinai-me, Senhor, a refletir em mim
280 2 | fulminante. Vós teríeis de nos ensinar em vossa Paixão, não apenas
281 5 | Passastes quando meus pais me ensinaram a rezar. Passastes quando
282 10| enfrentou o ridículo. E nos ensinou que nada é ridículo quando
283 11| nada existe de são, num ente que se contorce como um
284 8 | pressentir a realidade que lhes entra olhos a dentro! Quanta calmaria,
285 2 | que favorece minhas mais entranhadas paixões; não é verdade que
286 9 | preferências e fantasias, a que me entrego quando quero, como quero,
287 12| um ápice tão alto, que se envolve nas nuvens do mistério.
288 6 | VI – Estação~A Verônica enxuga o rosto de Jesus~ ~V. Adorámus
289 11| Luta na qual não há apenas equívoco da inteligência, nem só
290 9 | uma dor. Eis-Vos, Senhor, ereto ainda uma vez... com vossa
291 8 | passo a passo o terreno, erguer contra ele toda uma cruzada
292 11| mal, entre a verdade e o erro, há um ódio profundo, irreconciliável,
293 10| despido, e os impuros O escarneceram em sua pureza. E Nosso Senhor
294 10| tiros e morte, para não ser escarnecida como covarde, não é bem
295 8 | humanidade inteira está escolhendo por Cristo ou contra Cristo?~
296 11| redemísti mundum.~ ~A impiedade escolheu para Vós, meu Senhor, o
297 11| transformado, na frase da Escritura, em um leproso no qual nada
298 9 | sacrifício me detém, o menor esforço me causa horror, a menor
299 3 | covardia uma alta lição. Esgotadas vossas forças, não renunciastes
300 9 | feito a Deus uma imensa esmola.~Mas Deus não se contenta
301 9 | exangue do que nunca. Que Vos espera? Chegastes ao termo? Não.
302 13| uma primeira claridade de esperança que nasce. Estas primeiras
303 14| renascer das dedicações, das esperanças. A Páscoa se aproxima.~Ao
304 12| velou. O Céu perdeu seu esplendor. A Terra estremeceu. O véu
305 13| inabalável a certeza de que vossa Esposa triunfará pela fidelidade
306 6 | agradecer este favor! Não nos esqueçamos, porém, de que noblesse
307 11| estamos sempre propensos a esquecer este aspecto imprescindível
308 | essa
309 3 | extravagante num mundo que estadeia na luxúria e na opulência
310 11| ponto nos desfigurou, que estamos sempre propensos a esquecer
311 6 | de possuir milagrosamente estampada num véu a Santa Face do
312 8 | capazes de desfraldar o estandarte da ortodoxia absoluta e
313 9 | As dores maiores ainda estão por serem sofridas. Estais
314 13| Igreja, ser sempre fiel, estar presente nas horas mais
315 7 | Todos, inclusive os que ali estavam, aumentando de todos os
316 8 | nossos. Não de um choro estéril, mas de um pranto que se
317 | estes
318 7 | redemísti mundum.~ ~Cair, estirar-se ao longo do chão, ficar
319 7 | quando todas as minhas obras estiverem por terra, mesmo quando
320 14| inimigos. Não temer porque estou aos pés de Nossa Senhora,
321 5 | Vinha ele despreocupado pela estrada. Pensava tão somente nos
322 12| perdeu seu esplendor. A Terra estremeceu. O véu do Templo de rasgou.
323 11| profundo, irreconciliável, eterno. As trevas odeiam a luz,
324 12| tormento, que Ele, de quem os Evangelistas não registraram uma só palavra
325 9 | depauperado, mais chagado, mais exangue do que nunca. Que Vos espera?
326 10| como covarde, não é bem exato que há certos homens que
327 3 | todas as vossas forças se exaurissem, até que o peso insuportável
328 3 | Mandamentos, parece uma exceção extravagante num mundo que
329 10| está a prova. O Puro por excelência foi despido, e os impuros
330 5 | agora, passais por mim neste exercício da Via-Sacra. O que faço
331 6 | Christus. Eu serei de modo exímio uma reprodução do próprio
332 11| um leproso no qual nada existe de são, num ente que se
333 6 | supõe o sacrifício de uma existência inteira.~E qual é o prêmio?
334 10| há gente que vai à guerra expor-se a tiros e morte, para não
335 9 | qual mais pungente e mais expressiva que a outra.~Por que tanta
336 11| Para que se compreenda a extensão incomensurável, a imensidade
337 9 | até o último alento, até a extenuação da última energia, e multiplica
338 6 | recompensado com favor mais extraordinário?~Entretanto, há uma graça
339 3 | Mandamentos, parece uma exceção extravagante num mundo que estadeia na
340 12| padecimentos físicos atingiram seu extremo. Os sofrimentos morais alcançaram
341 9 | nossa dedicação chegue aos extremos do imprevisível, do inverossímil,
342 5 | exercício da Via-Sacra. O que faço quando Vós passais por mim?~
343 8 | verdade que Nossa Senhora falou em Fátima apontando todos
344 8 | impiedade, ou a piedade falsa? Quantos são os que vivem
345 3 | por vezes, o fôlego parece faltar-nos.~Nestes instantes de prova,
346 8 | redemísti mundum.~ ~Não faltaram então almas boas, que percebiam
347 9 | com minhas preferências e fantasias, a que me entrego quando
348 8 | que Nossa Senhora falou em Fátima apontando todos estes pecados
349 2 | vencer aquele hábito que favorece minhas mais entranhadas
350 11| pior, sim, pois que é o que faz morrer lentamente, o que
351 9 | servir a Nosso Senhor, devo fazê-lo. Pois que este passo da
352 5 | por todos os homens de fé, em toda a face da Terra,
353 8 | verte aos vossos pés, e que, fecundado por Vós, se transforma para
354 9 | quero. E depois julgo ter feito a Deus uma imensa esmola.~
355 4 | da Cruz e dos maus tratos feriam o Corpo de Nosso Senhor!
356 4 | Este mal não está tanto em ferir os direitos do benfeitor,
357 4 | injusto, mais alvar, não ferisse o Sagrado Coração enormemente
358 9 | à carga. E para que ela ficasse sem pretextos em nossa fraqueza,
359 9 | entretanto, tudo isto que ficou para trás não é senão um
360 13| Mãe, se reúnem uns poucos fiéis para Vos tributar honras
361 13| desolações da Igreja, ser sempre fiel, estar presente nas horas
362 8 | Estação~Jesus consola as filhas de Jerusalém~ ~V. Adorámus
363 11| Senhor, o pior dos tormentos finais. O pior, sim, pois que é
364 4 | Terra, nem o mar, nem todo o firmamento, poderiam servir de termo
365 12| mistério. Os padecimentos físicos atingiram seu extremo. Os
366 1 | imperam.~Vós, Senhor, o fitastes por longo tempo com aquele
367 3 | de prova, sofismamos. Já fizemos quanto em nós estava. Afinal,
368 7 | clamando por punição. Foi o que fizestes com o povo deicida, e com
369 3 | Senhor. E, por vezes, o fôlego parece faltar-nos.~Nestes
370 5 | tomar posição perante Vós. Forçaram-no a carregar convosco a Cruz.
371 1 | de dizer "não" aos que formam meu ambiente, pelo medo
372 1 | perdão e misericórdia. Pela fortaleza de que me destes exemplo
373 1 | minha presença a ortodoxia fosse perseguida, e me calei!
374 2 | Não quis o Pai Celeste que fôsseis morto num golpe fulminante.
375 4 | todas aquelas ingratidões fossem feitas ao melhor dos homens,
376 9 | amá-Lo sem medidas, disse São Francisco de Sales. A medida de lutar
377 11| aí está, transformado, na frase da Escritura, em um leproso
378 9 | a menor luta me põe em fuga. Gosto do apostolado, sim.
379 2 | fôsseis morto num golpe fulminante. Vós teríeis de nos ensinar
380 13| para Vos tributar honras funerárias. Há no silêncio destes instantes
381 6 | precioso do que aquele Véu? Que general teve bandeira mais augusta?
382 10| do ridículo! Pois se há gente que vai à guerra expor-se
383 5 | de Cirene? E que sabe o geral dos homens sobre Cirene,
384 6 | bandeira mais augusta? Que gesto de coragem e dedicação foi
385 5 | e para a mais alta das glórias, que é a glória sagrada,
386 13| pressentir em Vós o Triunfador glorioso.~Possa eu também, Senhor,
387 2 | Celeste que fôsseis morto num golpe fulminante. Vós teríeis
388 9 | menor luta me põe em fuga. Gosto do apostolado, sim. De um
389 7 | se salvem, ou para que as graças rejeitadas se acumulem sobre
390 13| Possa eu também, Senhor, nas grandes desolações da Igreja, ser
391 11| ladrões. O Filho de Deus: que grandeza infinita, inimaginável,
392 5 | é repetido com amor, com gratidão, com santa inveja, há dois
393 10| Pois se há gente que vai à guerra expor-se a tiros e morte,
394 2 | com o passo resoluto do guerreiro que avança para o combate,
395 2 | verdade que devo vencer aquele hábito que favorece minhas mais
396 9 | parentesco, vaidades mesquinhas, hábitos inveterados, para servir
397 | haverá
398 | haveríeis
399 3 | agora por Vós a Cruz. Vós havíeis sofrido em toda a medida
400 2 | Enfrentá-la com serenidade, sem hesitação nem fraqueza, caminhando,
401 4 | Mas elas eram feitas ao Homem-Deus, e constituíam contra toda
402 13| que nasce. Estas primeiras homenagens que Vos são prestadas são
403 13| fiéis para Vos tributar honras funerárias. Há no silêncio
404 4 | pecado mais recente? Da hora em que o cometi, do lugar,
405 13| fiel, estar presente nas horas mais tristes, conservando
406 2 | de Misericórdias, a chaga horrível que em minha alma abri com
407 9 | o menor esforço me causa horror, a menor luta me põe em
408 11| culpada, pecaminosa, nas hostes angélicas e humanas que
409 8 | costumes são cada vez mais hostis a Jesus Cristo? Não é bem
410 | houve
411 | houvesse
412 11| nas hostes angélicas e humanas que seguem a Satanás.~Eis
413 7 | ter força, são estas as humilhações a que Vos quisestes sujeitar,
414 1 | I – Estação~Jesus é condenado
415 8 | ele toda uma cruzada de idéias, de atos, de viva força
416 1 | ardente. Não o cegou o ódio ideológico, nem a ambição de novas
417 9 | Três quedas, três lições iguais de perseverança, cada qual
418 2 | II – Estação~Jesus leva a Cruz
419 3 | III – Estação~Jesus cai pela
420 4 | isto fazia Jesus sofrer imensamente mais do que as inexprimíveis
421 11| extensão incomensurável, a imensidade deste ódio, contemple-se
422 11| quer no corpo. Este ódio imenso não contém para mim alguma
423 1 | condenou.~Senhor, quantas vezes imitei Pilatos! Quantas vezes,
424 2 | caminhada para o lugar da imolação. Não quis o Pai Celeste
425 1 | História, não foi a ele impelido pelo tumultuar de nenhuma
426 1 | diferentes das que nele imperam.~Vós, Senhor, o fitastes
427 7 | E unidas as minhas dores imperfeitas à vossa dor perfeita, à
428 10| perseverança, quando os ímpios quiserem manejar contra
429 2 | renúncia àquele prazer se impõe a mim para que não caia
430 1 | destes exemplo arrostando a impopularidade e enfrentando a sentença
431 11| a esquecer este aspecto imprescindível da Paixão.~Conhecia-o bem
432 9 | dedicação chegue aos extremos do imprevisível, do inverossímil, do miraculoso.
433 6 | semelhança de Cristo se imprimirá, viva e sagrada, em minha
434 10| resistiu às chacotas da impureza.~Não parece insignificante
435 13| mais tristes, conservando inabalável a certeza de que vossa Esposa
436 13| são prestadas são o marco inaugural de uma série de atos de
437 7 | homens. Que homens? Todos, inclusive os que ali estavam, aumentando
438 11| se compreenda a extensão incomensurável, a imensidade deste ódio,
439 5 | carregaria mal-humorado, indiferente a Vós, procurando tornar-se
440 13| de triunfal nos cuidados indizíveis com que vosso divino Corpo
441 11| Igreja não é senão esta luta inexorável entre os que são de Deus
442 12| deveria ser o cume de tão inexprimível dor: "Meu Deus, meu Deus,
443 11| sofrimentos maiores, o que mais infamava, porque era reservado aos
444 11| Tudo foi aparelhado pelo inferno para Vos fazer sofrer, quer
445 7 | dor perfeita, à vossa dor infinitamente preciosa, continuarei a
446 4 | atroz. Se todas aquelas ingratidões fossem feitas ao melhor
447 2 | tuam redemísti mundum.~ ~Inicia-se assim, meu adorado Senhor,
448 11| que grandeza infinita, inimaginável, absoluta, se encerra nestas
449 7 | se condoeu. Redobraram as injúrias e os maus tratos. E enquanto
450 4 | todos O odiavam, todos O injuriavam. Tudo isto fazia Jesus sofrer
451 4 | supremo. Eis aí o mal maior da injustiça e da ingratidão.~Este mal
452 4 | ódio mais estúpido, mais injusto, mais alvar, não ferisse
453 10| da impureza.~Não parece insignificante que resista à chacota quem
454 9 | que a outra.~Por que tanta insistência? Porque é insistente nossa
455 9 | tanta insistência? Porque é insistente nossa covardia. Resolvemo-nos
456 1 | meus companheiros.~Naquele instante doloroso da condenação,
457 1 | populacho judeu; o medo instintivo de dizer "não", de fazer
458 6 | sua universalidade, em sua insuperável catolicidade, a Igreja é
459 3 | exaurissem, até que o peso insuportável do madeiro Vos lançasse
460 9 | apostolado, sim. De um apostolado inteiramente conforme com minhas preferências
461 2 | minha alma abri com anos inteiros vividos no relaxamento interior
462 11| não há apenas equívoco da inteligência, nem só fraqueza, mas também
463 5 | problemas e nos pequenos interesses de que se compõe a vida
464 2 | inteiros vividos no relaxamento interior e na condescendência para
465 7 | graça solicitava em vão, no íntimo daqueles corações empedernidos,
466 5 | com gratidão, com santa inveja, há dois mil anos, por todos
467 9 | extremos do imprevisível, do inverossímil, do miraculoso. A medida
468 9 | vaidades mesquinhas, hábitos inveterados, para servir a Nosso Senhor,
469 11| erro, há um ódio profundo, irreconciliável, eterno. As trevas odeiam
470 14| quando tudo parecer perdido irremediavelmente. Não temer quando todas
471 9 | doçura da ovelha mas a cólera irresistível e avassaladora do leão.
472 4 | IV – Estação~Encontro de Jesus
473 9 | IX – Estação~Jesus cai pela
474 8 | ortodoxia absoluta e sem jaça, nos próprios lugares onde
475 8 | Jesus consola as filhas de Jerusalém~ ~V. Adorámus te Christe
476 1 | desagradando ao populacho judeu; o medo instintivo de dizer "
477 1 | tuam redemísti mundum.~ ~O juiz que cometeu o crime profissional
478 9 | porque quero. E depois julgo ter feito a Deus uma imensa
479 8 | se praticava, e temiam a justiça divina.~Não presencio eu
480 1 | Salomé. Moveu-o a condenar o Justo o receio de perder o cargo,
481 13| da morte, abris o Céu aos justos do limbo, enquanto na Terra,
482 11| momento em que até o bom ladrão mereceu perdão, pedi que
483 11| cruz entre dois vulgares ladrões. O Filho de Deus: que grandeza
484 4 | de chorar a Jesus, com as lágrimas de uma compunção sincera
485 14| redemísti mundum.~ ~Correu-se a laje. Parece tudo acabado. É
486 3 | insuportável do madeiro Vos lançasse por terra, não estava bem
487 12| dor, proferiu aquele brado lancinante: "Meu Deus, meu Deus, por
488 9 | irresistível e avassaladora do leão. Se for preciso sacrificar
489 11| e com isto teve o maior legado que jamais foi dado a um
490 3 | cruz da fidelidade à vossa Lei, Senhor. E, por vezes, o
491 8 | Quanto saboroso prato de lentilhas a comer!~Dai-me, Jesus,
492 2 | II – Estação~Jesus leva a Cruz às costas~ ~V. Adorámus
493 5 | Jesus ajudado pelo Cirineu a levar a Cruz~ ~V. Adorámus te
494 4 | rodeavam, dos motivos que me levaram a pecar? Se eu tivesse pensado
495 3 | dever. Os Anjos do Céu que levassem agora por Vós a Cruz. Vós
496 11| Pois que somos tais, e o liberalismo a tal ponto nos desfigurou,
497 3 | então, Senhor? Não Vos era lícito abandonar vossa Cruz? Pois
498 9 | continuais. Três quedas, três lições iguais de perseverança,
499 13| abris o Céu aos justos do limbo, enquanto na Terra, em torno
500 3 | nós estava. Afinal, é tão limitada a força do homem! Deus terá
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