Capítulo,Parágrafo
1 I,2 | suas respectivas Igrejas particulares.(23)~
2 I,3 | 325), também os concílios particulares, tanto plenários como provinciais,
3 I,3 | celebração dos concílios particulares continuou ao longo de toda
4 I,3 | celebração de concílios particulares. O cân. 281 do citado Código
5 I,3 | regulamentação sobre os concílios particulares, sejam eles plenários ou
6 I,4 | a tradição dos concílios particulares, nasceram em diversos países,
7 I,4 | instituição dos concílios particulares retome novo vigor (cf. n.
8 I,4 | nações e estabelecendo normas particulares para o efeito (cf. nn. 37-
9 I,5 | entre as diversas Igrejas particulares ».(31) Por último, o Código
10 II,10 | de cada uma das Igrejas particulares, nem dos seus agrupamentos
11 II,10 | de agrupamento de Igrejas particulares por zonas geográficas (nação,
12 II,11 | regendi nas suas Igrejas particulares que os Bispos concorrem
13 II,12 | como a soma das Igrejas particulares, nem como uma federação
14 II,12 | uma federação de Igrejas particulares ».(53) « Ela não é o resultado
15 II,12 | prévia a cada um das Igrejas particulares ».(54) De igual modo, também
16 II,12 | postos à frente das Igrejas particulares, nem o resultado da sua
17 II,12 | detêm sobre as suas Igrejas particulares; aquele é uma realidade
18 II,13 | agrupamentos de Igrejas particulares têm uma relação com as Igrejas
19 II,13 | universal com as Igrejas particulares.~Também entre os organismos
20 II,13 | fraterna às outras Igrejas particulares, epecialmente às mais vizinhas
21 III,16| Bispos de algumas Igrejas particulares constituídas em determinado
22 III,16| os Pastores das Igrejas particulares existentes em diversas nações ».(64)
23 III,17| ao bem comum das Igrejas particulares dum território, através
24 III,19| e « governam as Igrejas particulares que lhes foram confiadas
25 III,19| pura análise das Igrejas particulares em si mesmas, mas todavia
26 III,21| Episcopais ou em concílios particulares, ainda que não gozem da
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