Capítulo,Parágrafo
1 I,5 | de comunhão com a Igreja universal e entre as diversas Igrejas
2 I,7 | Bispo para com a Igreja Universal e a sua Igreja particular ».(35)
3 II,8 | 8. No âmbito da comunhão universal do Povo de Deus, ao serviço
4 II,8 | Assim como a Igreja é una e universal, assim também o Episcopado
5 II,9 | tem nela pleno, supremo e universal poder, que pode sempre exercer
6 II,10 | elementos próprios da Igreja universal, interiores a cada Igreja
7 II,10 | presença particular da Igreja universal com todos os seus elementos
8 II,11 | em relação com a Igreja universal. De facto, é preciso ter
9 II,11 | sumamente para o bem da Igreja universal. Na realidade, todos os
10 II,11 | Igreja, como porção da Igreja universal, concorrem eficazmente para
11 II,11 | concorrem para o bem da Igreja universal, mas também com o desempenho
12 II,11 | se dirigem à comunidade universal dos fiéis senão através
13 II,12 | facto de que « a Igreja universal não pode ser concebida como
14 II,12 | elemento essencial da Igreja universal, é uma realidade prévia
15 II,13 | interioridade recíproca, da Igreja universal com as Igrejas particulares.~
16 III,19| da relação entre a Igreja universal e a Igreja particular, visto
17 III,19| elementos próprios da Igreja universal, não deduzíveis da pura
18 III,20| Igreja, que, através da lei universal ou de mandatos especiais,
19 III,20| que o prescrever o direito universal ou quando o estabelecer
20 III,21| acompanhar o magistério da Igreja universal, fazendo-o oportunamente
21 III,22| características dum magistério universal, mesmo sendo oficial, autêntico
22 III,22| intervenções do magistério universal.~
23 III,24| Bispos para com a Igreja universal e a sua Igreja particular »,(85)
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