Capítulo,Parágrafo
1 I,1 | Jerusalém, para assegurar a sua comunhão com eles, evitando o risco
2 I,2 | visível da unidade de fé e comunhão ».(22) Por sua vez cada
3 I,3 | comunicação, que manifestam a comunhão e a solicitude por todas
4 I,3 | séculos, esta realidade de comunhão encontrou uma expressão
5 I,5 | modo sublime o espírito de comunhão com a Igreja universal e
6 I,6 | válido para robustecer a comunhão eclesial. Todavia a evolução
7 II,8 | 8. No âmbito da comunhão universal do Povo de Deus,
8 II,8 | essenciais que compõem a comunhão eclesial. Precisamente porque
9 II,8 | permeia toda a Igreja, esta comunhão estrutura também o Colégio
10 II,10 | animado pelo espírito de comunhão. Além disso, embora investido
11 II,11 | quando os Bispos « ensinam em comunhão com o Romano Pontífice,
12 II,11 | litúrgicas, realizadas em comunhão e sob a direcção do Bispo.~
13 II,12 | não é o resultado da sua comunhão, mas, no seu mistério essencial,
14 II,12 | nem o resultado da sua comunhão, mas, enquanto elemento
15 II,13 | Conferências Episcopais e em comunhão com a Sé Apostólica, deriva
16 III,21| Os Bispos, que estão em comunhão com a cabeça do Colégio
17 III,21| determinado território, quando, em comunhão com o Romano Pontífice,
18 III,21| Igreja e vínculo da sua comunhão, os Bispos, reunidos na
19 III,22| oficial, autêntico e em comunhão com a Sé Apostólica. Por
20 III,22| deve ser feito sempre em comunhão com a Cabeça do Colégio
21 III,22| resposta doutrinal favoreça a comunhão e não prejudique, antes
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