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101 do
95 dos
94 os
Ioannes Paulus PP. II
Apostolos suos

IntraText - Concordâncias

bispos

    Capítulo,Parágrafo
1 I (1) | respectivos Sínodos dos Bispos, dotados de poder legislativo, 2 I (1) | entre esses Sínodos dos Bispos e as Conferências dos Bispos. 3 I (1) | Bispos e as Conferências dos Bispos. Mas, esta Carta Apostólica 4 I (1) | assemelham às Conferências dos Bispos (cf. Conc. Ecum. Vat. II, 5 I,2 | por instituição divina, os Bispos sucedem aos Apóstolos, como 6 I,2 | sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos ».(20) 7 I,2 | Desta maneira, todos os Bispos em comum receberam de Cristo 8 I,2 | Por sua vez cada um dos Bispos é princípio e fundamento 9 I,3 | corpo indiviso levou os Bispos, ao longo da história da 10 I (24) | Sobre os concílios dos Bispos nos séculos II e III, veja-se 11 I,3 | conferências ou assembleias dos Bispos duma província, para tratar 12 I,4 | específicos, as Conferências dos Bispos, tendo como finalidade enfrentar 13 I,4 | Sagrada Congregação dos Bispos e Regulares, de 24 de Agosto 14 I,4 | também das Conferências dos Bispos, pondo em relevo o facto 15 I,4 | que, em todo o mundo, os Bispos da mesma nação ou região 16 I,5 | impossível tal constituição, os Bispos interessados deviam unir-se 17 I,5 | Directório Pastoral dos Bispos voltou a lembrar que « a 18 I,5 | competências das Conferências dos Bispos, e ainda a sua erecção, 19 I (31) | Congregação dos Bispos, Directório Ecclesiæ imago. 20 I,6 | lugar de órgão preferido dos Bispos duma nação ou de determinado 21 I,6 | para a unidade entre os Bispos e, consequentemente, para 22 I,6 | relação com cada um dos Bispos diocesanos.~ 23 I,7 | Extraordinária do Sínodo dos Bispos, celebrada em 1985, reconheceu 24 II | UNIÃO COLEGIAL ENTRE OS BISPOS~ 25 II,8 | facto, por meio do corpo dos Bispos, « a tradição apostólica 26 II,9 | 9. A Ordem dos Bispos é colegialmente, « unida 27 II,9 | supremo que o corpo dos Bispos possui sobre toda a Igreja 28 II,9 | Nestas acções colegiais, os Bispos exercem um poder, que lhes 29 II,9 | se vê claramente que são Bispos da Igreja Católica, um bem 30 II,10 | na pessoa dos respectivos Bispos. A nível duma Igreja particular, 31 II,10 | nação, região, etc.), os Bispos que ao mesmo presidem, ao 32 II,11 | acção pastoral conjunta dos Bispos duma zona geográfica, vale 33 II,11 | brevemente, que cada um dos Bispos, no seu serviço pastoral 34 II,11 | presente que a participação dos Bispos no Colégio Episcopal se 35 II,11 | Na realidade, todos os Bispos devem fomentar e defender 36 II,11 | Igrejas particulares que os Bispos concorrem para o bem da 37 II,11 | santificação.~Por certo, os Bispos individualmente, enquanto 38 II,11 | Na realidade, quando os Bispos « ensinam em comunhão com 39 II,12 | 12. Quando os Bispos de determinado território 40 II,12 | da colaboração entre os Bispos, quer no campo regional, 41 II,12 | característica dos actos da Ordem dos Bispos, enquanto sujeito do poder 42 II,12 | a relação de cada um dos Bispos com o Colégio Episcopal 43 II (52) | Sínodo extraordinário dos Bispos, Relação final, IIC, 4: 44 II (53) | João Paulo II, Discurso aos Bispos dos Estados Unidos da América ( 45 II,12 | considerado como a soma dos Bispos postos à frente das Igrejas 46 II,12 | poderes que os diversos Bispos detêm sobre as suas Igrejas 47 II,12 | anterior da qual participam os Bispos, que não podem agir sobre 48 II (55) | todos sabem, existem muitos Bispos que, apesar de exercerem 49 II,13 | organismos formados pelos Bispos dum território (nação, região, 50 II,13 | nação, região, etc.) e os Bispos que os constituem há uma 51 II,13 | Episcopal e cada um dos Bispos. A eficácia vinculante dos 52 II,13 | poder sagrado de cada um dos Bispos, determinadas competências.~ 53 II,13 | e intentos com os outros Bispos da mesma zona geográfica, 54 III,14 | permanente, é o agrupamento dos Bispos duma nação ou determinado 55 III,15 | não é raro verem-se os Bispos impedidos de cumprir, de 56 III,15 | colaboração com os outros Bispos ».(62) Não é possível compilar 57 III,15 | recomendam uma acção conjunta dos Bispos.~ 58 III,16 | isto é, compreendem os Bispos duma única nação,(63) porque 59 III,16 | que apenas compreenda os Bispos de algumas Igrejas particulares 60 III,16 | suprema da Igreja, ouvidos os Bispos interessados, erigir, suprimir 61 III,17 | finalidade das Conferências dos Bispos é prover ao bem comum das 62 III,17 | deve compreender todos os Bispos diocesanos do território 63 III,17 | direito, e bem assim os Bispos coadjutores, os Bispos auxiliares 64 III,17 | os Bispos coadjutores, os Bispos auxiliares e os outros Bispos 65 III,17 | Bispos auxiliares e os outros Bispos titulares que desempenham 66 III,17 | têm voto deliberativo os Bispos diocesanos e os equiparados 67 III,17 | equiparados no direito, e ainda os Bispos coadjutores; e isto pelo 68 III,17 | entre os membros que são Bispos diocesanos.(68) Quanto aos 69 III,17 | diocesanos.(68) Quanto aos Bispos auxiliares e demais Bispos 70 III,17 | Bispos auxiliares e demais Bispos titulares membros da Conferência 71 III,17 | conta a proporção entre Bispos diocesanos e Bispos auxiliares 72 III,17 | entre Bispos diocesanos e Bispos auxiliares e demais Bispos 73 III,17 | Bispos auxiliares e demais Bispos titulares, para que uma 74 III,17 | condicione o governo pastoral dos Bispos diocesanos. Entretanto considera-se 75 III,17 | com voto consultivo, dos Bispos eméritos. Tenha-se a peito 76 III,18 | do Conselho Permanente de Bispos e do Secretariado Geral 77 III,18 | existirem para ajudar os Bispos, e não para ocupar o lugar 78 III,19 | Prelados a ele equiparados. Os Bispos « presidem em lugar de Deus 79 III,20 | Conferência Episcopal, os Bispos exercem conjuntamente o 80 III,20 | obrigatório para cada um dos Bispos, é necessária a intervenção 81 III,20 | Conferência Episcopal. Os Bispos, tanto singularmente como 82 III,20 | do poder legislativo dos Bispos reunidos em Conferência 83 III,20 | agir em nome de todos os Bispos, a não ser que todos e cada 84 III,21 | norma fundamental: « Os Bispos, que estão em comunhão com 85 III,21 | magistério autêntico dos seus Bispos ».(79) Além desta norma 86 III,21 | doutrinais das Conferências dos Bispos, tais como « procurar que 87 III,21 | versões.(81)~A voz unânime dos Bispos dum determinado território, 88 III,21 | sua função doutrinal, os Bispos estão ao serviço da palavra 89 III,21 | vínculo da sua comunhão, os Bispos, reunidos na Conferência 90 III,22 | transformações sociais, os Bispos reunidos na Conferência 91 III,22 | estorvar a acção doutrinal dos Bispos de outros territórios, tendo 92 III,22 | magistério autêntico dos Bispos, isto é, o magistério que 93 III,22 | autêntico dos seus próprios Bispos. Porém, se faltar tal unanimidade, 94 III,22 | unanimidade, a maioria apenas dos Bispos duma Conferência não pode 95 III,23 | da função doutrinal dos Bispos requer que, se estes a exercerem 96 III,24 | inalienável de cada um dos Bispos para com a Igreja universal 97 III,24 | Extraordinária do Sínodo dos Bispos de 1985, e visam iluminar 98 III (85)| Sínodo extraordinário dos Bispos, Relação final IIC, 5: L' 99 IV | doutrinais da Conferência dos Bispos, referidas no n. 22 da presente 100 IV | unanimidade dos membros Bispos, ou então, quando aprovadas 101 IV | doutrinal da Conferência dos Bispos deve ser autorizada explicitamente


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