Capítulo,Parágrafo
1 I (1) | respectivos Sínodos dos Bispos, dotados de poder legislativo,
2 I (1) | entre esses Sínodos dos Bispos e as Conferências dos Bispos.
3 I (1) | Bispos e as Conferências dos Bispos. Mas, esta Carta Apostólica
4 I (1) | assemelham às Conferências dos Bispos (cf. Conc. Ecum. Vat. II,
5 I,2 | por instituição divina, os Bispos sucedem aos Apóstolos, como
6 I,2 | sucessor de Pedro, e os Bispos, sucessores dos Apóstolos ».(20)
7 I,2 | Desta maneira, todos os Bispos em comum receberam de Cristo
8 I,2 | Por sua vez cada um dos Bispos é princípio e fundamento
9 I,3 | corpo indiviso levou os Bispos, ao longo da história da
10 I (24) | Sobre os concílios dos Bispos nos séculos II e III, veja-se
11 I,3 | conferências ou assembleias dos Bispos duma província, para tratar
12 I,4 | específicos, as Conferências dos Bispos, tendo como finalidade enfrentar
13 I,4 | Sagrada Congregação dos Bispos e Regulares, de 24 de Agosto
14 I,4 | também das Conferências dos Bispos, pondo em relevo o facto
15 I,4 | que, em todo o mundo, os Bispos da mesma nação ou região
16 I,5 | impossível tal constituição, os Bispos interessados deviam unir-se
17 I,5 | Directório Pastoral dos Bispos voltou a lembrar que « a
18 I,5 | competências das Conferências dos Bispos, e ainda a sua erecção,
19 I (31) | Congregação dos Bispos, Directório Ecclesiæ imago.
20 I,6 | lugar de órgão preferido dos Bispos duma nação ou de determinado
21 I,6 | para a unidade entre os Bispos e, consequentemente, para
22 I,6 | relação com cada um dos Bispos diocesanos.~
23 I,7 | Extraordinária do Sínodo dos Bispos, celebrada em 1985, reconheceu
24 II | UNIÃO COLEGIAL ENTRE OS BISPOS~
25 II,8 | facto, por meio do corpo dos Bispos, « a tradição apostólica
26 II,9 | 9. A Ordem dos Bispos é colegialmente, « unida
27 II,9 | supremo que o corpo dos Bispos possui sobre toda a Igreja
28 II,9 | Nestas acções colegiais, os Bispos exercem um poder, que lhes
29 II,9 | se vê claramente que são Bispos da Igreja Católica, um bem
30 II,10 | na pessoa dos respectivos Bispos. A nível duma Igreja particular,
31 II,10 | nação, região, etc.), os Bispos que ao mesmo presidem, ao
32 II,11 | acção pastoral conjunta dos Bispos duma zona geográfica, vale
33 II,11 | brevemente, que cada um dos Bispos, no seu serviço pastoral
34 II,11 | presente que a participação dos Bispos no Colégio Episcopal se
35 II,11 | Na realidade, todos os Bispos devem fomentar e defender
36 II,11 | Igrejas particulares que os Bispos concorrem para o bem da
37 II,11 | santificação.~Por certo, os Bispos individualmente, enquanto
38 II,11 | Na realidade, quando os Bispos « ensinam em comunhão com
39 II,12 | 12. Quando os Bispos de determinado território
40 II,12 | da colaboração entre os Bispos, quer no campo regional,
41 II,12 | característica dos actos da Ordem dos Bispos, enquanto sujeito do poder
42 II,12 | a relação de cada um dos Bispos com o Colégio Episcopal
43 II (52) | Sínodo extraordinário dos Bispos, Relação final, IIC, 4:
44 II (53) | João Paulo II, Discurso aos Bispos dos Estados Unidos da América (
45 II,12 | considerado como a soma dos Bispos postos à frente das Igrejas
46 II,12 | poderes que os diversos Bispos detêm sobre as suas Igrejas
47 II,12 | anterior da qual participam os Bispos, que não podem agir sobre
48 II (55) | todos sabem, existem muitos Bispos que, apesar de exercerem
49 II,13 | organismos formados pelos Bispos dum território (nação, região,
50 II,13 | nação, região, etc.) e os Bispos que os constituem há uma
51 II,13 | Episcopal e cada um dos Bispos. A eficácia vinculante dos
52 II,13 | poder sagrado de cada um dos Bispos, determinadas competências.~
53 II,13 | e intentos com os outros Bispos da mesma zona geográfica,
54 III,14 | permanente, é o agrupamento dos Bispos duma nação ou determinado
55 III,15 | não é raro verem-se os Bispos impedidos de cumprir, de
56 III,15 | colaboração com os outros Bispos ».(62) Não é possível compilar
57 III,15 | recomendam uma acção conjunta dos Bispos.~
58 III,16 | isto é, compreendem os Bispos duma única nação,(63) porque
59 III,16 | que apenas compreenda os Bispos de algumas Igrejas particulares
60 III,16 | suprema da Igreja, ouvidos os Bispos interessados, erigir, suprimir
61 III,17 | finalidade das Conferências dos Bispos é prover ao bem comum das
62 III,17 | deve compreender todos os Bispos diocesanos do território
63 III,17 | direito, e bem assim os Bispos coadjutores, os Bispos auxiliares
64 III,17 | os Bispos coadjutores, os Bispos auxiliares e os outros Bispos
65 III,17 | Bispos auxiliares e os outros Bispos titulares que desempenham
66 III,17 | têm voto deliberativo os Bispos diocesanos e os equiparados
67 III,17 | equiparados no direito, e ainda os Bispos coadjutores; e isto pelo
68 III,17 | entre os membros que são Bispos diocesanos.(68) Quanto aos
69 III,17 | diocesanos.(68) Quanto aos Bispos auxiliares e demais Bispos
70 III,17 | Bispos auxiliares e demais Bispos titulares membros da Conferência
71 III,17 | conta a proporção entre Bispos diocesanos e Bispos auxiliares
72 III,17 | entre Bispos diocesanos e Bispos auxiliares e demais Bispos
73 III,17 | Bispos auxiliares e demais Bispos titulares, para que uma
74 III,17 | condicione o governo pastoral dos Bispos diocesanos. Entretanto considera-se
75 III,17 | com voto consultivo, dos Bispos eméritos. Tenha-se a peito
76 III,18 | do Conselho Permanente de Bispos e do Secretariado Geral
77 III,18 | existirem para ajudar os Bispos, e não para ocupar o lugar
78 III,19 | Prelados a ele equiparados. Os Bispos « presidem em lugar de Deus
79 III,20 | Conferência Episcopal, os Bispos exercem conjuntamente o
80 III,20 | obrigatório para cada um dos Bispos, é necessária a intervenção
81 III,20 | Conferência Episcopal. Os Bispos, tanto singularmente como
82 III,20 | do poder legislativo dos Bispos reunidos em Conferência
83 III,20 | agir em nome de todos os Bispos, a não ser que todos e cada
84 III,21 | norma fundamental: « Os Bispos, que estão em comunhão com
85 III,21 | magistério autêntico dos seus Bispos ».(79) Além desta norma
86 III,21 | doutrinais das Conferências dos Bispos, tais como « procurar que
87 III,21 | versões.(81)~A voz unânime dos Bispos dum determinado território,
88 III,21 | sua função doutrinal, os Bispos estão ao serviço da palavra
89 III,21 | vínculo da sua comunhão, os Bispos, reunidos na Conferência
90 III,22 | transformações sociais, os Bispos reunidos na Conferência
91 III,22 | estorvar a acção doutrinal dos Bispos de outros territórios, tendo
92 III,22 | magistério autêntico dos Bispos, isto é, o magistério que
93 III,22 | autêntico dos seus próprios Bispos. Porém, se faltar tal unanimidade,
94 III,22 | unanimidade, a maioria apenas dos Bispos duma Conferência não pode
95 III,23 | da função doutrinal dos Bispos requer que, se estes a exercerem
96 III,24 | inalienável de cada um dos Bispos para com a Igreja universal
97 III,24 | Extraordinária do Sínodo dos Bispos de 1985, e visam iluminar
98 III (85)| Sínodo extraordinário dos Bispos, Relação final IIC, 5: L'
99 IV | doutrinais da Conferência dos Bispos, referidas no n. 22 da presente
100 IV | unanimidade dos membros Bispos, ou então, quando aprovadas
101 IV | doutrinal da Conferência dos Bispos deve ser autorizada explicitamente
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