Capítulo,Parágrafo
1 I,2 | Apóstolos, como pastores da Igreja ».(16) Com efeito, para
2 I,2 | viva solicitude por toda a Igreja, tendo também, para o cumprimento
3 I,3 | divina que o Bispo tem na sua Igreja particular, a consciência
4 I,3 | ao longo da história da Igreja, a valerem-se, no desempenho
5 I,3 | frequentemente celebrados em toda a Igreja, já desde o século II.(24)~
6 I,5 | espírito de comunhão com a Igreja universal e entre as diversas
7 I,6 | em favor do bem comum da Igreja: « Elas tornaram-se nestes
8 I,6 | consequentemente, para a unidade da Igreja, sendo um instrumento muito
9 I,7 | devem ter presente o bem da Igreja, a saber, o serviço da unidade,
10 I,7 | de cada Bispo para com a Igreja Universal e a sua Igreja
11 I,7 | Igreja Universal e a sua Igreja particular ».(35) Por isso,
12 II,8 | manifesta a natureza da Igreja, a qual, enquanto semente
13 II,8 | salvação ».(37) Assim como a Igreja é una e universal, assim
14 II,8 | a comunidade visível da Igreja e constituindo a expressão
15 II,8 | constitutivos da unidade da Igreja.(39) De facto, por meio
16 II,8 | devida como Pastores da Igreja, são os elementos essenciais
17 II,8 | Precisamente porque permeia toda a Igreja, esta comunhão estrutura
18 II,9 | pleno poder sobre toda a Igreja ».(43) Como todos sabem,
19 II,9 | Cristo e pastor de toda a Igreja, tem nela pleno, supremo
20 II,9 | Bispos possui sobre toda a Igreja pode ser exercido por eles
21 II,9 | benefício dos seus fiéis e da Igreja inteira, e respeitando fielmente
22 II,9 | claramente que são Bispos da Igreja Católica, um bem para a
23 II,9 | Católica, um bem para a Igreja inteira, e como tais hão-de
24 II,10 | respectivos Bispos. A nível duma Igreja particular, o Bispo diocesano
25 II,10 | enquanto elementos próprios da Igreja universal, interiores a
26 II,10 | universal, interiores a cada Igreja particular para que esta
27 II,10 | que esta seja plenamente Igreja, isto é, presença particular
28 II,10 | presença particular da Igreja universal com todos os seus
29 II,11 | ordinário, está em relação com a Igreja universal. De facto, é preciso
30 II,11 | Episcopal se exprime, perante a Igreja inteira, não só através
31 II,11 | sumamente para o bem da Igreja universal. Na realidade,
32 II,11 | fé e a disciplina comum à Igreja inteira, e promover todas
33 II,11 | que são comuns a toda a Igreja, sobretudo procurando que
34 II,11 | governando bem a própria Igreja, como porção da Igreja universal,
35 II,11 | própria Igreja, como porção da Igreja universal, concorrem eficazmente
36 II,11 | concorrem para o bem da Igreja universal, mas também com
37 II,11 | grande utilidade para toda a Igreja.~E cada Bispo, porque «
38 II,11 | Esta é uma obra de toda a Igreja de Cristo, que actua em
39 II,12 | do poder supremo sobre a Igreja inteira. Efectivamente,
40 II,12 | ligada ao facto de que « a Igreja universal não pode ser concebida
41 II,12 | enquanto elemento essencial da Igreja universal, é uma realidade
42 II,12 | múnus de presidência da Igreja particular.(55) Com efeito,
43 II,12 | Colégio Episcopal sobre toda a Igreja não é constituído pela soma
44 II,12 | que não podem agir sobre a Igreja inteira senão colegialmente.
45 II,12 | o poder supremo sobre a Igreja. Por outras palavras, «
46 II (55)| não estão à frente duma Igreja particular.~
47 II,13 | cristã e de enraizamento da Igreja em comunidades humanas,
48 II,13 | interioridade recíproca, da Igreja universal com as Igrejas
49 II,13 | solicitude de cada Bispo pela Igreja inteira que tem uma expressão
50 III,14 | promoverem o maior bem que a Igreja oferece aos homens, sobretudo
51 III,16 | à autoridade suprema da Igreja, ouvidos os Bispos interessados,
52 III,19 | Apóstolos como pastores da Igreja »,(71) e « governam as Igrejas
53 III,19 | pela autoridade suprema da Igreja, sendo isso uma consequência
54 III,19 | necessária da relação entre a Igreja universal e a Igreja particular,
55 III,19 | entre a Igreja universal e a Igreja particular, visto que esta
56 III,19 | realmente presente a única Igreja católica.(73) Com efeito, «
57 III,19 | são elementos próprios da Igreja universal, não deduzíveis
58 III,19 | todavia interiores a cada Igreja particular ».(74) Sendo
59 III,19 | limites para utilidade da Igreja ou dos fiéis »,(75) e essa
60 III,20 | da autoridade suprema da Igreja, que, através da lei universal
61 III,21 | é um bem comum de toda a Igreja e vínculo da sua comunhão,
62 III,21 | acompanhar o magistério da Igreja universal, fazendo-o oportunamente
63 III,24 | Episcopais realizam para o bem da Igreja. Estão chamadas a favorecer,
64 III,24 | um dos Bispos para com a Igreja universal e a sua Igreja
65 III,24 | Igreja universal e a sua Igreja particular »,(85) e não
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