Parte, §
1 Int,1 | em par os horizontes do diálogo e da missão.~Talvez hoje,
2 Int,4 | escravo do ódio, assim como no diálogo ecumênico e inter-religioso.16~
3 2,14| proposta, de escuta e de diálogo. Só assim é que a comunidade
4 2,14| consente o exercício do diálogo e do discernimento. Todos
5 2,18| Instituto. Faz-se necessário um diálogo formativo capaz de acolher
6 2,18| formação deverá educar para o diálogo comunitário na cordialidade
7 2,18| sintonizada com o tempo e em diálogo com a procura de sentido
8 2,19| problemáticas e continuar um diálogo sempre mais sincero e construtivo.~
9 2,19| criatividade, sagacidade, diálogo entre os membros do Instituto,
10 3,26| necessária para estabelecer o diálogo da caridade de que o mundo
11 3,28| retomando incessantemente o diálogo da caridade, sobretudo nos
12 3,30| vida evangélica, pede-se diálogo e comunhão. Estas novas
13 3,30| enriquecer-se entrando em diálogo e troca de dons com as fundações
14 3,30| também precisamente neste diálogo amplo da fraternidade evangélica
15 4,39| pessoal e prepare para o diálogo entre a mentalidade contemporânea
16 4,40| inteira. «Empenhados no diálogo com todos» é o título significativo
17 4,41| seguida, sobre as formas do diálogo ecumênico, Vita consecrata
18 4,42| 42. Para o diálogo inter-religioso, Vita consecrata
19 4,43| 43. Considere-se enfim o diálogo com quantos não professam
20 4,44| 44. Este diálogo abre-se necessariamente
|