Capítulo,Parágrafo
1 0,3 | anunciar Cristo na procura da comunhão entre Oriente e Ocidente,
2 I,6 | Espírito Santo, conseguem a comunhão com a Santíssima Trindade,
3 I,6 | natureza divina, mediante a comunhão no mistério da Santíssima
4 I,6 | Eucaristia, mistério de comunhão com o corpo glorificado
5 I,14| Comunhão e serviço~14. Precisamente
6 I,14| no mundo lhe dificulta a comunhão com o seu Senhor, o monge
7 I,14| essencialmente o homem da comunhão. Com este nome se indicou
8 I,14| caridade (cf. Rm 13, 10), a comunhão monástica oriental esteve
9 I,15| mistério do Pai, princípio de comunhão no amor. A Trindade Santíssima
10 I,15| que é o Filho, conduzida à comunhão perfeita pelo santificador,
11 I,16| progressiva do conhecimento de comunhão, o homem e Deus se encontrarão
12 II,17| que no primeiro milénio, a comunhão eclesial, «algumas vezes
13 II,17| de ultrapassar o grau de comunhão que já atingimos.~
14 II,18| entre as Igrejas, numa plena comunhão de fé no respeito pelas
15 II,18| e cordial, a procura da comunhão 43. É toda esta obra meritória
16 II,19| Cruz», quis recordar esta comunhão na recente experiência do
17 II,19| Eucaristia, sacramento da comunhão, nós encontramos no Corpo
18 II,20| precedida por uma consciência de comunhão que penetre inteiramente
19 II,21| Orientais que entraram na plena comunhão com esta Igreja de Roma
20 II,21| naquele tempo 57. Entrando na comunhão católica, elas não tinham
21 II,21| porque é ainda impedida uma comunhão total com as Igrejas Orientais
22 II,21| para proveito da inteira comunhão católica 60; mostre concretamente,
23 II,23| estima recíproca em vista da comunhão. Várias vezes estaSé de
24 II,26| quais não nos une ainda uma comunhão plena, em particular em
25 II,28| séculos vividos na plena comunhão da fé e da caridade nos
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