Capítulo,Parágrafo
1 0,4 | aprender aquele olhar de amor com o qual reconciliava
2 I,6 | conhecido de todos com quanto amor os cristãos orientais realizam
3 I,8 | mantida eternamente jovem pelo amor que nela habita.~Se a Tradição
4 I,13| porque vêem com o olhar de amor que Deus mantém sobre nós.
5 I,14| a beleza do Criador e o amor do Redentor. Na sua oração,
6 I,14| ele sente nascer em si um amor profundo pela humanidade,
7 I,14| pela humanidade, aquele amor que a oração, no Oriente,
8 I,14| à corrente salvadora do amor de Cristo. Este caminho
9 I,15| princípio de comunhão no amor. A Trindade Santíssima aparece-nos
10 I,15| então como comunidade de amor: conhecer um tal Deus significa
11 I,15| não é senão a história do amor de Deus pela criatura, que
12 I,15| santificador, o Espírito de amor. E mesmo quando o homem
13 I,15| relação não seja rompida e o amor continue a fluir. E ama-o
14 I,15| que ninguém pode matar o amor, porque todo aquele que
15 I,15| homem transformado pelo amor, que os discípulos contemplaram
16 I,16| extinta conaturalidade de amor.~Nasce assim aquele que
17 I,16| fechar-se numa luta sem amor e perdão. Dele precisa o
18 II,19| povos à procura do Deus do amor, mais facilmente O possam
19 II,19| ver-se-á crescer o primado do amor. Peço ao Senhor que inspire,
20 II,20| pode ser realizada pelo amor de Deus, somente se as Igrejas
21 II,20| realizar-se somente a partir do amor de Igrejas que se sentem
22 II,20| sensibilidade e criatividade do amor, talvez mesmo indo para
23 II,28| de conhecer a história de amor querida por Deus. Esses
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