1054-dilac | dimin-mante | manti-solid | solov-zeloz
Capítulo,Parágrafo
1 II,18| excomunhões recíprocas de 1054, desejada pelo Papa Paulo
2 II,20| outras coisas, levou, em 1917, à criação da Congregação
3 II,20| Depois, a 5 de Junho de 1960, foi instituído por João
4 II,20| recentes, a 18 de Outubro de 1990, promulguei o Código dos
5 II,19| da Sexta-Feira Santa de 1994, Sua Santidade o Patriarca
6 II,28| Doutor da Igreja, do ano de 1995, décimo sétimo de Pontificado.~ ~
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41 I,13| pai espiritual, a quem se abandona com confiança filial, na
42 I,8 | de autocelebrar-se ou de abandonar-se à tristeza. O tempo é de
43 I,5 | o Salvador. Quero, aqui, abeirar-me com temor e tremor do acto
44 I,15| então a nós é concedido abeirar-nos do mistério do Pai, princípio
45 I,6 | vivamente que os católicos se abeirem com mais frequência destas
46 II,25| maiores proporções. Que Deus abençoe, também, o nascimento e
47 II,17| rupturas que contradizem abertamente a vontade de Cristo e são
48 II,21| verificaram equívocos e abertas contraposições, todos sabemos
49 I,14| de libertação interior na abertura ao Outro torna o monge o
50 II,19| novas divisões. O Senhor abra os nossos corações, converta
51 0,3 | desejam agora alargar-se para abraçar todas as Igrejas Orientais,
52 I,8 | expectativa escatológica abre-nos ao futuro de Deus. Cada
53 II,19| temor no momento em que se abrem perspectivas e esperanças
54 II,28| plenitude do Reino.~Queira Deus abreviar o tempo e o espaço! Cedo,
55 II,17| prepotência. A todas, ela procurou abrir o coração. Por elas, logo
56 II,18| encontrar como que um emblema na abrogação das excomunhões recíprocas
57 I,8 | lutar contra a tentação de absolutizar aquilo que faz e, portanto,
58 I,11| criadas: estas nem são um absoluto, nem um ninho de pecado
59 II,23| caridade é apenas afirmação abstracta, sem convicção nem consistência.~
60 I,15| do que procurar verdades abstractas, sabe que somente o seu
61 II,25| Pontifícias e outras instituições académicas católicas. Continuaremos
62 I,16| Liturgia.~Nesta humilde aceitação do limite da criatura perante
63 II,17| nos chama à conversão, a aceitar e a reconhecer o outro com
64 I,8 | particular, oferecem um acentuado sentido da continuidade,
65 I,6 | Jerusalém do Céu 17.~Embora acentuando fortemente o realismo trinitário
66 I,9 | monaquismo feminino conservou acesa a chama da vida monástica.
67 I,6 | fiéis unidos ao bispo, tendo acesso a Deus Pai mediante o Filho,
68 II,21| dignidade dos Orientais, e acolha com gratidão os tesouros
69 I,5 | implica certa maneira de acolher, compreender e viver a fé
70 II,28| que um raio de sol, se for acolhido, pode ainda dispersar as
71 I,10| pessoalmente interpela, como aconteceu com os Apóstolos. Quando
72 I,11| precisamente como na Escritura. Os acontecientos do passado encontram em
73 II,20| Igreja e não se limite a um acordo entre cúpulas. Hoje estamos
74 0,1 | Católica.~Visto que, de facto, acreditamos que a veneranda e antiga
75 II,28| nova motivação sólida para acreditar e para esperar.~Com estes
76 II,18| martírio e a meditação das Actas dos mártires de cada Igreja,
77 II,26| sejam chamados a cooperar activamente, com o seu contributo específico,
78 I,15| porque sabe que dentro de si actua o poder da divindade. A
79 II,20| Certamente, na perspectiva actual, sabemos que uma união verdadeira
80 I,11| na imanência, é de grande actualidade, constituindo uma escola
81 II,18| diversidade 41.~E mesmo quando se adensaram certas incompreensões dogmáticas —
82 I,7 | a revelação anuncia-se adequadamente e torna-se plenamente compreensível
83 II,24| faculdades teológicas, um ensino adequado sobre tais matérias, sobretudo
84 I,16| Um silêncio que adora~16. Contudo, este mistério
85 I,16| silêncio repleto de presença adoradora: a teologia, para poder
86 II,23| tais Igrejas a experiência adquirida em anos de exercício mais
87 I,9 | todavia frequentemente adquiriram nele uma conotação particular.
88 II,20| o nosso pensamento, com afecto e reverência, às Igrejas
89 II,23| Igrejas na caridade é apenas afirmação abstracta, sem convicção
90 I,6 | divina. Os Padres Orientais afirmam sempre que é impossível
91 0,3 | cristandade: das Américas, da África, da Ásia, de todos. É o
92 II,21| reconciliação, para além de qualquer afronta sofrida ou infligida.~Várias
93 I,12| disponibilidade a deixar-se agarrar pelo Espírito. Percorrendo
94 I,7 | método de catequese» 21. Agindo assim, eles manifestaram
95 II,28| por irmãos que se amam e agradecem as riquezas que se doam
96 I,5 | particular. Não podemos deixar de agradecer a Deus, com profunda comoção,
97 I,12| símbolo do próprio baptismo na água salutar das lágrimas; no
98 I,11| no Jordão, transmite às águas um poder que as habilita
99 II,23| mais livre da caridade. Ai de nós, se a vantagem de
100 I,13| iguais a si próprio, mas ajudá-los-á a encontrar o caminho para
101 I,15| Verbo de Deus.~O Oriente ajuda-nos a delinear com grande riqueza
102 I,13| verdadeiro carisma, para ser ajudado, com doçura e firmeza, a
103 I,9 | levando-os no coração e ajudando-os a procurar Deus.~Desejaria
104 0,3 | considerações desejam agora alargar-se para abraçar todas as Igrejas
105 II,17| caridade. Posso testemunhar a alegria profunda que suscitou em
106 | alguma
107 II,18| unidade, mas um progressivo alheamento, de modo que a diversidade
108 I,6 | da Santíssima Trindade. Ali se delineiam a «monarquia»
109 I,5 | Ocidente, que nasce e se alimenta da mesma fé. E, contudo,
110 I,10| vida. Diariamente o monge alimenta-se com o pão da Palavra. Privado
111 I,12| cansados e oprimidos, e aliviar-vos-ei» (Mt 11, 28). A quem procura
112 II,21| aptas a buscar o bem das almas» 59. Estas Igrejas trazem
113 I,11| presente no sacrifício do altar.~
114 I,9 | Oriente, a partir de uma altitude particular, que permite
115 I,9 | Deus à qual muitas vezes alude a Sagrada Escritura.~Por
116 I,12| se conhecer e ser livre, amado por aquele Jesus que disse: «
117 II,28| proclamada por irmãos que se amam e agradecem as riquezas
118 II,28| esquecê-los, não só porque os amamos como irmãos e irmãs, redimidos
119 II,20| pregada e realizada senão amando». É necessário, sempre, «
120 I,15| conhece continuamente o gosto amargo do seu limite e do seu pecado,
121 I,15| Jo 14, 6) para atingir a ambas: conhecimento e participação
122 II,26| pluralista, poderiam ser o ambiente ideal para melhorar e intensificar
123 I,12| eliminando toda a duplicidade ou ambiguidade. Este tornar-se cada vez
124 II,17| apelos de outras Igrejas, ameaçadas ou atingidas pela violência
125 II,28| esmagados pelo peso de ameaças graves e no entanto, talvez
126 0,3 | toda a cristandade: das Américas, da África, da Ásia, de
127 I,14| como atributo de Deus, o Amigo dos homens, que não hesitou
128 I,15| Deus pela criatura, que Ele amou e escolheu, querendo-a «
129 II,25| da maneira e forma mais ampla as comunidades eclesiais:
130 II,18| incompreensões dogmáticas — ampliadas muitas vezes pelo influxo
131 0,3 | sobretudo temos em comum o anelo sincero da unidade.~
132 I,15| perde na recriminação ou na angústia, porque sabe que dentro
133 II,28| Bispo e Doutor da Igreja, do ano de 1995, décimo sétimo de
134 I,16| sentir o vazio que se torna ânsia de significado; o homem
135 II,18| mulheres que, reconhecendo no antagonismo um grave pecado e estando
136 I,9 | eremitismo mais rigoroso de Santo Antão ou de S. Macário o Egípcio,
137 I,10| Eucaristia é também aquilo que antecipa a pertença de homens e coisas
138 II,28| queremos que esse encontro seja antecipado na Santa Igreja que ainda
139 I,10| consanguíneos» 28 de Cristo, antecipando a experiência da divinização
140 0,1 | acreditamos que a veneranda e antiga tradição das Igrejas Orientais
141 I,6 | tantas prefigurações do Antigo Testamento — é ícone da
142 II,19| palavras tiradas de uma antiquíssima oração eucarística: «Como
143 I,7 | muitas Igrejas: a revelação anuncia-se adequadamente e torna-se
144 0,2 | cheios do Espírito Santo, «anunciavam a Palavra de Deus com desassombro» (
145 0,2 | Jerusalém (cf. Is 60, 1; Ap 21, 10), a cidade na qual
146 II,18| um grave pecado e estando apaixonados pela unidade e pela caridade,
147 I,6 | Is 11, 1). A sua figura aparece não só como a Mãe que nos
148 I,15| amor. A Trindade Santíssima aparece-nos então como comunidade de
149 I,5 | guardam. Contemplando-o, vejo aparecer elementos de grande significado
150 II,23| encontram em necessidade, aparecerá como um acto de imediata
151 0,1 | momento em que sobre nós apareceu «a luz do alto» (Lc 1, 78),
152 I,13| credíveis, ou o seu modelo aparecia como já superado e pouco
153 0,4 | e purificar-nos daquele apego cioso aos sentimentos e
154 II,17| por vezes, os prementes apelos de outras Igrejas, ameaçadas
155 I,16| de adoração, porque, no ápice do conhecimento e da experiência
156 II,26| plena compreensão e a fiel aplicação dos princípios enunciados
157 I,16| assim aquele que é chamado o apofatismo do Oriente cristão: quanto
158 I,10| sentado à direita do Pai.~No apogeu desta experiência orante,
159 I,13| pelo esforço pessoal, mas apoia-se num pai espiritual, a quem
160 II,17| para o único Senhor, todos apoiados e sustentados pela sua graça.
161 I,13| experimentarão assim a consolação e apoio que é a paternidade no Espírito
162 I,7 | carta encíclica Slavorum Apostoli, pondo em relevo que Cirilo
163 II,18| continuação do querigma apostólico, e disto damos graças a
164 I,6 | o sentido do mistério é apreendido tão fortemente por todos
165 I,5 | revelado sejam por vezes apreendidos mais convenientemente e
166 0,4 | cofres das suas tradições. Aprendamos do próprio Senhor que, ao
167 I,7 | A partir deste modelo, aprendemos que, se queremos evitar
168 I,6 | salvação segundo a economia que apresenta a teologia oriental na linha
169 I,7 | várias Igrejas do Oriente apresenta-se-nos como um exemplo autorizado
170 II,19| plenamente credíveis, se nos apresentamos divididos perante a Eucaristia,
171 0,4 | essencial: «Não podemos apresentar-nos diante de Cristo, Senhor
172 II,28| reciprocamente. E, desta maneira, apresentar-nos-emos a Deus com as mãos puras
173 II,24| das Igrejas do Oriente 62; aprofundar o conhecimento das tradições
174 II,23| que qualquer empenho de aproximação entre as Igrejas na caridade
175 I,16| porém, percebem que nos aproximamos desta presença sobretudo
176 0,1 | o Papa Leão XIII a Carta Apstólica Orientalium dignitas, com
177 II,21| seus fiéis e resultam mais aptas a buscar o bem das almas»
178 I,8 | às Igrejas a fidelidade àquilo que as gerou, a expectativa
179 I,6 | divinização permanece uma das aquisições particularmente queridas
180 I,8 | Bispos de hoje. A Tradição articula-se no parimónio histórico e
181 I,12| isso é fruto do seu esforço ascético. O discernimento espiritual,
182 0,3 | Américas, da África, da Ásia, de todos. É o grito da
183 I,5 | coração as perguntas, as aspirações e as experiências a que
184 I,16| 33) e para que as nossas assembleias saibam dar espaço à presença
185 I,10| Palavra lida, compreendida, assimilada e finalmente cantada: aqueles
186 I,5 | estas Igrejas, mais do que assinalar este ou aquele ponto teológico
187 II,26| sacerdotes orientais para assistir os fiéis das Igrejas Orientais
188 I,6 | vida sacramental, o Oriente associa a fé na unidade da natureza
189 I,10| O cristão vive imerso no assombro deste paradoxo, o último
190 I,8 | sentido da continuidade, que assume os nomes de Tradição e de
191 I,15| divindade. A humanidade foi assumida por Cristo sem separação
192 I,6 | sensibilidade, em relação às formas assumidas pela transmissão do Evangelho,
193 I,11| ele está destinado a ser assumido na Eucaristia do Senhor,
194 II,28| ternura do Pai.~Maria, «Mãe do astro que não conhece ocaso» 67, «
195 II,28| de Maio, memória de Santo Atanásio, Bispo e Doutor da Igreja,
196 II,18| pelo Patriarca ecuménico Atenágoras I 44 .~
197 I,7 | Oriente cristão consiste na atenção aos povos e às suas culturas,
198 I,14| monástica oriental esteve sempre atenta a garantir a superioridade
199 II,26| maneira particular o estudo atento, a plena compreensão e a
200 II,23| sob a opressão dos regimes ateus, chegou o momento de sofrer,
201 I,10| Apóstolos. Quando uma pessoa é atingida pela Palavra, nasce a obediência,
202 II,17| outras Igrejas, ameaçadas ou atingidas pela violência e pela prepotência.
203 II,17| grau de comunhão que já atingimos.~
204 I,16| significado; o homem que se atordoa no barulho. Todos, crentes
205 I,13| como já superado e pouco atraente para a sensibilidade comum.
206 I,16| multiplicar palavras para atrair a experiência de Deus; o
207 I,11| liturgia revela que o corpo, atravessando o mistério da Cruz, está
208 I,6 | sacramentos, a teologia oriental atribui um papel muito particular
209 I,14| tantas vezes celebra como atributo de Deus, o Amigo dos homens,
210 II,18| na polémica e na divisão, aumentando cada vez mais a ignorância
211 II,17| sinto a necessidade de que aumente a nossa disponibilidade
212 II,26| envidem esforços para que aumentem naqueles fiéis a consciência
213 II,28| não conhece ocaso» 67, «aurora do místico dia» 68 «oriente
214 I,14| como não existe vocação autêntica que não tenha nascido da
215 I,8 | que faz e, portanto, de autocelebrar-se ou de abandonar-se à tristeza.
216 II,20| tradições e da necessária autonomia. Sabemos que isto pode realizar-se
217 I,7 | apresenta-se-nos como um exemplo autorizado de inculturação bem sucedida.~
218 I,11| que as habilita a serem banho de regeneração baptismal
219 I,9 | referência para todos os baptizados, na medida dos dons oferecidos
220 I,9 | humano procura Deus sem barreiras nem impedimentos, tornando-se
221 II,19| Patriarca de Constantinopla Bartolomeu I ofereceu como prenda à
222 I,16| homem que se atordoa no barulho. Todos, crentes e não-crentes,
223 I,9 | concebiam os santos Pacómio e Basílio, até ao eremitismo mais
224 I,12| onde se aprende a fazer bater o coração de harmonia com
225 I,11| celeste, antecipação da bem-aventurança final.~Esta valorização
226 II,28| sobre todos estendo a minha Bênção.~Vaticano, 2 de Maio, memória
227 I,8 | com espírito grato pelos benefícios recebidos e pelos esperados,
228 II,20| Instituto Oriental 50, pelo Papa Bento XV. Depois, a 5 de Junho
229 I,10| paráfrases sublimes do texto bíblico, filtradas e personalizadas
230 0,3 | o grito de Moscovo. É o brado de toda a cristandade: das
231 II,21| e resultam mais aptas a buscar o bem das almas» 59. Estas
232 I,10| Jerusalém celeste. Revela assim cabalmente a sua natureza escatológica:
233 I,8 | que outros os levarão a cabo; então o homem sentir-se-á
234 I,12| si próprio, pode fazê-lo cair no orgulho e na intransigência,
235 I,16| que muitas vezes não sabe calar-se com medo de ter de enfrentar-se
236 II,19| do mesmo Pão e do mesmo Cálice 47. Então a Eucaristia voltará
237 I,11| conteúdos, mas também no calor dos sentimentos que suscita
238 I,12| espectáculo misterioso do Calvário. E assim, formado naquela
239 II,28| na Santa Igreja que ainda caminha para a plenitude do Reino.~
240 II,28| talvez sem o sabermos, caminhávamos para o único Senhor, e portanto
241 II,19| Solovieskj e tantos outros campos de extermínio. Estamos unidos,
242 II,20| promulguei o Código dos Cânones das Igrejas Orientais 52,
243 II,24| liturgistas, historiadores e canonistas, que, por sua vez, possam
244 I,12| Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e aliviar-vos-ei» (
245 I,10| conformar-se.~Mesmo quando canta com os seus irmãos a oração
246 I,10| assimilada e finalmente cantada: aqueles hinos são em grande
247 I,11| totalidade: o Mistério é cantado na sublimidade dos seus
248 I,7 | podem ler a Escritura e cantar a Liturgia na respectiva
249 I,8 | menos só, menos fechado no canto estreito das suas acções
250 I,11| Oriente mostra uma grande capacidade de envolver a pessoa humana
251 I,8 | tirar à Tradição aquele carácter de realidade viva, que cresce
252 I,5 | capaz de assumir os traços característicos de cada cultura individual,
253 I,16| Espírito Santo, Pessoas vivas, carinhosamente presentes, às quais exprimem
254 II,20| sempre, «veritatem facere in caritate» — «praticar a verdade na
255 II,26| nos projectos pastorais e caritativos, inclusive em proveito das
256 II,18| dificuldades e contrastes, as cartas dos Apóstolos (cf. 2 Cor
257 II,18| de estarem na sua própria casa em qualquer Igreja, porque
258 I,5 | um que por outro. Nestes casos, deve dizer-se que aquelas
259 I,9 | à parte, própria de uma categoria de cristãos, mas particularmente
260 I,7 | tratava-se de um novo método de catequese» 21. Agindo assim, eles
261 0,1 | a manifestação plena da catolicidade da Igreja, que não se exprime
262 II,26| Hierarcas e o clero oriental católico a uma colaboração estreita
263 0,4 | milénio. Estas divisões devem ceder o lugar à reaproximação
264 I,14| monges que, fechados nas suas celas, mostram nas suas orações
265 I,14| no Oriente, tantas vezes celebra como atributo de Deus, o
266 I,11| O tempo prolongado das celebrações, a repetida invocação, tudo
267 I,11| pessoa inteira no mistério celebrado. E a oração da Igreja torna-se,
268 II,19| Igreja. Todas as vezes que celebramos a Eucaristia, sacramento
269 I,9 | monástica, desde o rígido cenobismo, como o concebiam os santos
270 I,14| estilo monástico da vida cenobítica. O monaquismo mostra-nos
271 I,13| variedade de expressões, cenobíticas e eremíticas. Desta maneira,
272 II,28| da caridade nos impele, censura os nossos pecados, as nossas
273 I,15| pessoa humana. Ele está centrado na Encarnação, da qual recebe
274 II,19| que envolveram a Europa central e oriental. Irmãos cristãos,
275 I,6 | cristãos orientais realizam as cerimónias litúrgicas, principalmente
276 I,5 | oriental cristã implica certa maneira de acolher, compreender
277 II,18| mesmo quando se adensaram certas incompreensões dogmáticas —
278 I,16| infinita de um Deus que não cessa de revelar-Se como o Deus-Amor,
279 II,18| recíproca e o preconceito, não cessam, contudo, encontros construtivos
280 I,6 | fonte, e em seguida, sem cessar, recebeu novo vigor. Recomenda-se,
281 I,16| uma meditação sistemática, chega-se a um tal silêncio mediante
282 II,17| pastores. A esta Sé de Roma têm chegado, por vezes, os prementes
283 II,19| todos os esforços para que chegue o dia no qual participaremos
284 0,2 | irradiada pelo mundo, porque, cheios do Espírito Santo, «anunciavam
285 0,4 | e à concórdia; devem ser cicatrizadas as feridas no caminho da
286 0,4 | purificar-nos daquele apego cioso aos sentimentos e às recordações,
287 II,26| Convido os Hierarcas e o clero oriental católico a uma
288 II,26| nenhum meio para favorecer um clima de fraternidade, de estima
289 I,11| desfigurado pelo egoísmo e pela cobiça, a liturgia revela o caminho
290 I,16| esconde-se continuamente, cobre-se de silêncio 35, para evitar
291 I,16| que seremos obrigados a cobri-lo com um véu (cf. Êx 34, 33)
292 II,20| Outubro de 1990, promulguei o Código dos Cânones das Igrejas
293 0,4 | nossas igrejas conservam nos cofres das suas tradições. Aprendamos
294 II,19| colhido, se tornou uma só coisa, assim a tua Igreja se reúna,
295 II,26| Ordinários latinos e os seus colaboradores envidem esforços para que
296 II,19| espalhado pelas colinas e, colhido, se tornou uma só coisa,
297 II,19| partido estava espalhado pelas colinas e, colhido, se tornou uma
298 I,8 | habita.~Se a Tradição nos coloca em continuidade com o passado,
299 I,11| teofórica, isto é, capaz de colocar-nos em relação com o Pai: esta
300 II,20| cf. Mt 16, 17-19) quer colocar-se ao serviço de uma Igreja
301 I,5 | descrevê-lo nem interpretá-lo: coloco-me em atitude de escuta das
302 II,24| da mensagem do Evangelho; combater as tensões entre Latinos
303 I,14| generosidade este empenho, a começar pela evangelização, que
304 I,5 | agradecer a Deus, com profunda comoção, a admirável variedade com
305 0,4 | meio da gente, escutava-a, comovia-Se quando a via «como ovelhas
306 I,7 | integrar-se naqueles povos e compartilhar em tudo a sua sorte» 20; «
307 I,11| tudo exprime um progressivo compenetrar-se da pessoa inteira no mistério
308 II,23| estéreis e escandalosas competições! Da sua parte, as comunidades
309 I,5 | uma resposta cristã mais completa aos anseios dos homens e
310 I,5 | oporem, não poucas vezes se completam mutuamente» 10.~Tendo no
311 II,28| o nosso olhar se dirige completamente para o Sol que nasce, reencontramo-los
312 II,20| Igreja Latina como sendo mais completo ou mais idóneo para mostrar
313 I,11| integral da pessoa nos seus componentes racionais e emotivos, no «
314 II,21| Igreja de Roma não deve comportar para elas uma diminuição
315 I,5 | variedade com que permitiu a composição, com tesselas diferentes,
316 II,18| entre Roma e Constantinopla. Compreendemos cada vez melhor que não
317 I,10| continuação da Palavra lida, compreendida, assimilada e finalmente
318 I,7 | adequadamente e torna-se plenamente compreensível quando Cristo fala a língua
319 I,16| a experiência de Deus; o compromisso, para renunciar a fechar-se
320 I,11| sacramentos: aqui a criação comunica a cada um o poder que lhe
321 0,4 | Pai e consigo próprios, comunicando-lhes aquela força que é a única
322 I,15| que Ele fale ao mundo, que comunique; e a história da salvação
323 I,10| acontecimento eclesial e comunitário.~A palavra de Deus é o ponto
324 I,16| eterno, a sua nunca extinta conaturalidade de amor.~Nasce assim aquele
325 I,9 | rígido cenobismo, como o concebiam os santos Pacómio e Basílio,
326 II,28| a Orientale Lumen, nos conceda a graça de descobrir que,
327 0,4 | Ocidente são chamadas a concentrar-se sobre o essencial: «Não
328 II,18| Apóstolos 40. Os primeiros concílios são um testemunho eloquente
329 0,1 | acontecimento e das iniciativas concomitantes, com as quais esse Pontífice
330 0,4 | lugar à reaproximação e à concórdia; devem ser cicatrizadas
331 I,9 | Oriente apenas como uma condição à parte, própria de uma
332 I,8 | nas diferentes situações e condições histórico-culturais 25.
333 II,18| políticos e culturais — que conduziam já a dolorosas consequências
334 I,15| da Imagem, que é o Filho, conduzida à comunhão perfeita pelo
335 I,11| cada um o poder que lhe foi conferido por Cristo. Assim o Senhor,
336 I,16| crentes em Cristo.~Devemos confessar que todos precisamos deste
337 II,20| parte integrante do mandato confiado por Jesus Cristo ao apóstolo
338 I,13| a quem se abandona com confiança filial, na certeza de que
339 II,19| tua Igreja se reúna, dos confins da Terra, no teu Reino»
340 I,12| também ela inserida na sua conformação progressiva ao Cristo total.~
341 I,10| Cristo com quem é chamado a conformar-se.~Mesmo quando canta com
342 II,21| veneranda antiguidade, são mais conformes aos costumes dos seus fiéis
343 I,16| essência. Isto não se deve confundir com um misticismo obscuro,
344 I,15| separação da natureza divina nem confusão 33, e o homem não é deixado
345 II,20| levou, em 1917, à criação da Congregação para as Igrejas Orientais
346 0,1 | necessidade para os católicos é conhecê-la para se poderem nutrir dela
347 II,24| filhos da Igreja Católica já conhecem os caminhos que a Santa
348 I,9 | uma grande unidade, não conhecendo, como no Ocidente, a formação
349 II,22| Encontrar-se, conhecer-se, trabalhar juntos~22. Grande
350 II,17| um e de outro lado» 36, conheceu dolorosas rupturas que contradizem
351 II,22| vós, porque a vossa fé é conhecida em todo o mundo» (Rm 1,
352 I,6 | da seguinte maneira: «É conhecido de todos com quanto amor
353 II,17| paz no mundo. Sentimo-nos conjuntamente mais responsáveis pelo bem
354 I,9 | frequentemente adquiriram nele uma conotação particular. De resto, o
355 I,10| Santos Mistérios, tornam-se «consanguíneos» 28 de Cristo, antecipando
356 0,3 | de vida quero dirigir-me, consciente de que o caminho da unidade
357 II,20| entre cúpulas. Hoje estamos conscientes — e já foi reafirmado várias
358 I,6 | efusão do Espírito Santo, conseguem a comunhão com a Santíssima
359 II,28| ouvir a sua voz, porque não conseguimos transmitir palavras unânimes.
360 II,18| conduziam já a dolorosas consequências nas relações entre as Igrejas,
361 II,20| os caminhos que servem a conservação da unidade. Assim, ele não
362 0,4 | riquezas que as nossas igrejas conservam nos cofres das suas tradições.
363 II,21| Oriente cristão e quanto considera essencial o seu contributo
364 0,3 | na fé e na cultura.~Estas considerações desejam agora alargar-se
365 II,23| comunidades do Ocidente considerarão, antes de mais, um dever
366 I,9 | Sagrada Escritura.~Por isso considerarei o monaquismo, para nele
367 II,25| no exercício da caridade.~Considero de modo muito positivo as
368 I,11| vendo toda a sua obra, considerou-a muito boa» (Gn 1, 31). Se
369 II,23| abstracta, sem convicção nem consistência.~Vejo como fundamental o
370 II,23| territórios onde é mais consistente a convivência entre os filhos
371 I,13| experimentarão assim a consolação e apoio que é a paternidade
372 I,10| e a glorificação de Deus constituem a substância de grande parte
373 I,6 | todas as Igrejas Orientais e constitui parte do seu património
374 I,11| é de grande actualidade, constituindo uma escola admirável para
375 I,9 | nas quais o monaquismo constituiu uma experiência essencial
376 I,16| que, em vez de Deus, seja construído um ídolo. Somente numa purificação
377 II,18| cessam, contudo, encontros construtivos entre Chefes de Igrejas,
378 I,6 | que elevam o homem todo à contemplação das coisas divinas» 19.~
379 I,5 | tradicional que guardam. Contemplando-o, vejo aparecer elementos
380 I,15| amor, que os discípulos contemplaram no Tabor, o homem que todos
381 I,12| do Ressuscitado. Ao olhar contemplativo, Cristo revela-Se como às
382 0,4 | ir ao encontro do homem contemporâneo, que espera a boa nova.
383 I,11| na sublimidade dos seus conteúdos, mas também no calor dos
384 I,5 | e privilegiado enquanto contexto original da Igreja nascente.~
385 I,12| espiritual, na purificação contínua, torna-o então humilde e
386 II,25| instituições académicas católicas. Continuaremos a fazer todo o possível
387 I,15| não seja rompida e o amor continue a fluir. E ama-o no mistério
388 II,20| que não está, de facto, em contradição com a tarefa que lhe foi
389 II,17| conheceu dolorosas rupturas que contradizem abertamente a vontade de
390 I,5 | ao longo dos séculos em contraposição polémica no debate entre
391 0,3 | dificuldades que já, por vezes, contrapunham os dois mundos. Várias vezes
392 II,18| não faltem dificuldades e contrastes, as cartas dos Apóstolos (
393 II,23| das Igrejas do Oriente, ou contribuir para a realização de tudo
394 0,4 | iluminante, vivificadora, contribuiremos verdadeiramente para um
395 I,8 | crentes e enriquece-se de contributos novos, na fidelidade e na
396 I,12| do Senhor, que se torna contrição do coração, símbolo do próprio
397 I,5 | por vezes apreendidos mais convenientemente e postos em melhor luz por
398 I,11| também a corporeidade é convidada ao louvor, e a beleza, que
399 II,26| uma Hierarquia própria.~Convido os Hierarcas e o clero oriental
400 II,17| graça. Emergia daqui um convite cada vez mais premente à
401 II,23| nos territórios em que convivem juntas, uma atitude que
402 I,10| da Igreja, comunidade dos convocados à sinapse para celebrar
403 | convosco
404 II,18| com o encontro aberto e cordial, a procura da comunhão 43.
405 I,11| do templo, nos sons, nas cores, nas luzes, nos perfumes.
406 I,8 | àqueles que, não tendo visto coroados de êxito os seus esforços
407 I,8 | imobilidade, certamente corre-se o risco de tirar à Tradição
408 I,14| para que tudo se converta à corrente salvadora do amor de Cristo.
409 I,9 | de S. Macário o Egípcio, correspondem mais a fases diferentes
410 I,11| ser.~E também a realidade cósmica é chamada a dar acção de
411 II,28| e, por isso, plenamente credível, proclamada por irmãos que
412 II,19| desta caridade ver-se-á crescer o primado do amor. Peço
413 II,24| uma forma importante de crescermos na compreensão recíproca
414 II,26| contributo específico, para o crescimento da comunidade cristã.~
415 I,11| significado das realidades criadas: estas nem são um absoluto,
416 I,11| potencialidade eucarística do mundo criado: ele está destinado a ser
417 II,20| unidade. Assim, ele não deve criar obstáculos, mas sim procurar
418 II,20| contributo da sensibilidade e criatividade do amor, talvez mesmo indo
419 I,14| humana, mas por todas as criaturas, na invocação incessante
420 0,3 | Moscovo. É o brado de toda a cristandade: das Américas, da África,
421 I,12| olhar, progressivamente cristificado, aprende desta maneira a
422 0,3 | o Ocidente: Ne evacuetur Crux! (cf. 1 Cor 1, 17). Não
423 II,19| entre Roma, a «Montanha das Cruzes» e as Ilhas Solovieskj e
424 II,26| ecuménica 65 e sobre os cuidados pastorais dos fiéis das
425 | cujo
426 II,17| algumas vezes não sem culpa dos homens de um e de outro
427 I,13| possam os responsáveis cultivar e valorizar tal dom e todos
428 I,11| dualismo e todo o tipo de culto do prazer como fim em si
429 II,18| de factores políticos e culturais — que conduziam já a dolorosas
430 II,23| imediata persuasão. Deixar de cumpri-lo, ou até mesmo testemunhar
431 II,20| limite a um acordo entre cúpulas. Hoje estamos conscientes —
432 II,17| passos importantes que foram dados pelo Papa Paulo VI, eu quis
433 II,18| querigma apostólico, e disto damos graças a Deus de todo o
434 I,8 | Tradição que as conserva, dando, assim, esperança àqueles
435 | daquelas
436 II,17| pela sua graça. Emergia daqui um convite cada vez mais
437 II,27| presença de mosteiros orientais daria maior solidez às Igrejas
438 0,2 | nascido da descendência de David» (Rm 1, 3; 2 Tm 2, 8), morreu
439 II,23| os nossos corações e nos dê a paciência e a mansidão.~
440 I,5 | contraposição polémica no debate entre Ocidentais e Orientais.~
441 II,25| cristãos que, nos últimos decénios, em particular nos países
442 II,21| para que elas procedam decididamente e com desassombro para a
443 II,28| Igreja, do ano de 1995, décimo sétimo de Pontificado.~ ~
444 II,22| depois o Apóstolo das Gentes declarava com entusiasmo o seu propósito: «
445 0,1 | dignitas, com a qual ele quis defender o significado das tradições
446 I,6 | Espírito que habita no homem, a deificação inicia-se já na Terra, a
447 I,14| transfigurado pela acção deificante de Cristo, morto e ressuscitado.~
448 I,15| mistério do Filho, que Se deixa matar na cruz por um mundo
449 I,12| Percorrendo este caminho, ele deixa-se reconciliar com Cristo num
450 I,15| confusão 33, e o homem não é deixado sozinho a tentar, de mil
451 I,12| suave disponibilidade a deixar-se agarrar pelo Espírito. Percorrendo
452 II,26| das Igrejas Orientais que deixaram as suas terras de origem.
453 II,18| a diversidade dos outros deixou de ser percebida como riqueza
454 | dela
455 II,22| 11-12). Eis, portanto, delineada admiravelmente a dinâmica
456 I,15| Deus.~O Oriente ajuda-nos a delinear com grande riqueza de elementos
457 I,6 | 4)» 11.~Nestes traços, delineia-se a visão oriental do cristão,
458 I,6 | Santíssima Trindade. Ali se delineiam a «monarquia» do Pai e a
459 I,15| angústia, porque sabe que dentro de si actua o poder da divindade.
460 II,20| passado tinham os seus limites derivados da mentalidade dos tempos
461 0,4 | os sofrimentos do mundo, dermos uma resposta concorde, iluminante,
462 I,15| excepto no pecado. Ele derrama a divindade no coração doente
463 II,25| países do Leste europeu, derramaram o sangue pela única fé em
464 0,2 | salvação, hebreu «nascido da descendência de David» (Rm 1, 3; 2 Tm
465 I,16| esqueça que ver Deus significa descer do monte com um rosto tão
466 II,28| nos conceda a graça de descobrir que, na realidade, não obstante
467 II,19| perseguição, olham-se com desconfiança e temor no momento em que
468 I,5 | Oriente. Não é minha intenção descrevê-lo nem interpretá-lo: coloco-me
469 II,22| dos outros — que procurei descrever — produz espontaneamente
470 II,26| orientais católicos não descurem nenhum meio para favorecer
471 II,18| excomunhões recíprocas de 1054, desejada pelo Papa Paulo VI e pelo
472 0,3 | cultura.~Estas considerações desejam agora alargar-se para abraçar
473 II,27| cristianismo do Oriente, desejamos que ele floresça nas Igrejas
474 II,22| propósito: «Na verdade, desejo-vos ver, para vos comunicar
475 I,8 | realidade viva, que cresce e se desenvolve, e que o Espírito lhe garante
476 I,15| abraço que nunca poderá ser desfeito: o Verbo fez-Se carne, em
477 I,11| físico, porque sabemos bem a desordem que o pecado introduziu
478 II,26| quando estes se encontram desprovidos de uma Hierarquia própria.~
479 II,23| atitude que possa parecer desrespeitadora dos fatigantes esforços
480 | dessa
481 | destas
482 II,20| grande verdade de Deus, destinada à salvação do homem, mas
483 I,11| do mundo criado: ele está destinado a ser assumido na Eucaristia
484 II,25| desenvolvimento de lugares destinados precisamente à hospitalidade
485 0,3 | já não tem perspectivas: destrói-se! Este é o grito no final
486 I,11| que ilumina o caminho e desvenda a transparência do cosmos,
487 0,3 | de Cristo, porque, se se desvirtua a Cruz de Cristo, o homem
488 0,3 | cf. 1 Cor 1, 17). Não se desvirtue a Cruz de Cristo, porque,
489 I,16| cessa de revelar-Se como o Deus-Amor, Pai do Senhor nosso Jesus
490 II,23| intensificação deste ministério de diaconia, pondo à disposição de tais
491 II,28| Bispos, os Sacerdotes e os Diáconos, os Monges e as Monjas,
492 | diante
493 I,10| escuta que muda a vida. Diariamente o monge alimenta-se com
494 I,5 | da mesma fé. E, contudo, diferencia-se legítima e admiravelmente,
495 II,23| Igrejas do Oriente tornam mais difícil o caminho da estima recíproca
496 I,7 | manifestaram uma atitude muito difundida no Oriente cristão: «Ao
497 II,24| que, por sua vez, possam difundir o conhecimento das Igrejas
498 II,21| trazem na sua carne uma dilaceração dramática, porque é ainda
499 0,3 | cristãos onde tivesse sido dilacerada. Um laço particularmente
500 II,18| questão de preeminência a dilacerar o tecido da unidade, mas
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