1054-dilac | dimin-mante | manti-solid | solov-zeloz
Capítulo,Parágrafo
501 II,21| comportar para elas uma diminuição na consciência da própria
502 II,27| deverá pensar que isto irá diminuir a eficácia do ministério
503 II,22| delineada admiravelmente a dinâmica do encontro: o conhecimento
504 I,9 | caminhar da Igreja de Cristo em direcção ao Reino. Estes aspectos,
505 II,23| Roma se esforçou por emanar directrizes que favorecessem o caminho
506 I,10| corpo humano está sentado à direita do Pai.~No apogeu desta
507 II,28| encerra e o nosso olhar se dirige completamente para o Sol
508 I,6 | segura para todos aqueles que dirigem os seus passos para a Jerusalém
509 I,16| os cristãos do Oriente dirigem-se a Deus como Pai, Filho,
510 II,22| as palavras que São Paulo dirigia do Oriente aos fiéis da
511 0,3 | exemplo das suas acções 6, dirigindo-me também a todos aqueles que
512 0,2 | Deus (cf. Act 2, 9-11). Dirigindo-nos a ela com saudade e gratidão,
513 II,20| significado encorajam-nos a dirigir o nosso pensamento, com
514 0,3 | património de fé e de vida quero dirigir-me, consciente de que o caminho
515 0,4 | nossas fragilidades, devemos dirigir-nos a Ele, único Mestre, participando
516 0,3 | daqueles povos aos quais se dirigiram os dois santos irmãos Cirilo
517 I,12| seu esforço ascético. O discernimento espiritual, na purificação
518 II,21| regerem segundo as próprias disciplinas peculiares, enquanto se
519 I,13| irmãs a quem o Espírito dispensou o dom de guia espiritual:
520 II,28| for acolhido, pode ainda dispersar as trevas do horizonte da
521 II,23| mais precárias são as suas disponibilidades.~Exprimir gestos comuns
522 I,8 | maravilhosas que o Espírito disseminou na História; mostrar que
523 II,17| gestos corajosos, capazes de dissolver qualquer tentação de retraimento.
524 I,6 | Igrejas do Oriente, que distinguem a sua sensibilidade, em
525 I,9 | particular, que permite distinguir muitos dos seus traços:
526 | disto
527 I,7 | mesma cultura, ou, melhor dito, de numerosas culturas»
528 0,1 | plenamente aquele património divinamente revelado e indiviso da Igreja
529 I,6 | contemplação das coisas divinas» 19.~
530 I,15| Jesus, o Senhor, onde o divino e o humano se encontram
531 I,5 | e exprimir os mistérios divinos. Não admira, por isso, que
532 I,12| desfigurado, homem da dor, ele já divisa o anúncio profético do rosto
533 0,4 | sentido para a vida. Nele divisamos a invocação de quem procura
534 II,18| comunidade, não só no que diz respeito à espiritualidade
535 I,5 | outro. Nestes casos, deve dizer-se que aquelas várias fórmulas
536 I,12| quietude interior procurada e doada, onde se aprende a fazer
537 II,28| agradecem as riquezas que se doam reciprocamente. E, desta
538 II,25| constituída pelo acolhimento de docentes e estudantes ortodoxos nas
539 I,13| carisma, para ser ajudado, com doçura e firmeza, a encontrar o
540 I,15| derrama a divindade no coração doente da humanidade e, infundindo-lhe
541 II,18| adensaram certas incompreensões dogmáticas — ampliadas muitas vezes
542 I,9 | baptizados, na medida dos dons oferecidos a cada um pelo
543 I,8 | esperança, sofre ainda as dores de parto (cf. Rm 8, 22);
544 II,22| Orientais: «Em primeiro lugar, dou graças ao meu Deus, por
545 II,20| consciência da tua fraqueza. Dou-te como tarefa a verdade, a
546 II,28| Santo Atanásio, Bispo e Doutor da Igreja, do ano de 1995,
547 II,24| espirituais dos Padres e Doutores do Oriente cristão 63; seguir
548 I,16| presentes, às quais exprimem uma doxologia litúrgica solene e humilde,
549 I,11| tudo isto está marcado pelo drama do pecado, que torna pesada
550 II,28| talvez, podido evitar tantos dramas, se não mesmo mudar o sentido
551 II,21| sua carne uma dilaceração dramática, porque é ainda impedida
552 II,23| acontecimentos históricos dramáticos impediram muitas vezes às
553 I,11| igualmente todo o tipo de dualismo e todo o tipo de culto do
554 I,12| Espírito, eliminando toda a duplicidade ou ambiguidade. Este tornar-se
555 II,28| olhar e do nosso coração.~O eco do Evangelho, palavra que
556 II,19| como profecia do Reino e ecoarão com plena verdade estas
557 I,6 | concepção da salvação segundo a economia que apresenta a teologia
558 II,26| Apostólica sobre a colaboração ecuménica 65 e sobre os cuidados pastorais
559 I,16| presença sobretudo deixando-nos educar para um silêncio de adoração,
560 II,20| verdade na caridade» (cf. Ef 4, 15)» 53. Hoje, sabemos
561 II,26| de colaboração significa, efectivamente, isolamento. Que os Hierarcas
562 II,20| Experiências de unidade~20. Efemérides de particular significado
563 II,27| que isto irá diminuir a eficácia do ministério pastoral,
564 I,6 | morto e glorificado, na efusão do Espírito Santo, conseguem
565 I,9 | Antão ou de S. Macário o Egípcio, correspondem mais a fases
566 I,11| vezes ainda desfigurado pelo egoísmo e pela cobiça, a liturgia
567 I,8 | 23, assim qualquer outro elemento do património vivo da Igreja
568 I,6 | floresceu no Oriente aquela elevada espiritualidade monástica,
569 I,6 | dos Padres do Oriente, que elevam o homem todo à contemplação
570 I,9 | perseguição e os corações podem elevar-se livremente para os Céus.
571 II,18| Igreja, porque de todas se elevava, numa admirável variedade
572 I,12| com o ritmo do Espírito, eliminando toda a duplicidade ou ambiguidade.
573 II,18| concílios são um testemunho eloquente desta constante unidade
574 II,23| de Roma se esforçou por emanar directrizes que favorecessem
575 II,18| e encontrar como que um emblema na abrogação das excomunhões
576 I,9 | propondo-se como uma síntese emblemática do cristianismo.~Quando
577 II,17| no presente. É necessário emendar-se, invocando intensamente
578 II,17| sustentados pela sua graça. Emergia daqui um convite cada vez
579 I,5 | teológico específico, que emergiu ao longo dos séculos em
580 I,11| componentes racionais e emotivos, no «êxtase» e na imanência,
581 II,23| de tudo aquilo que elas empreenderão ao serviço dos seus povos
582 I,6 | mediante o Filho, o Verbo encarnado, morto e glorificado, na
583 I,8 | Tradição», permitirá a esta encarnar-se nas diferentes situações
584 I,7 | no Oriente cristão: «Ao encarnarem o Evangelho na cultura peculiar
585 II,28| Agora que o milénio se encerra e o nosso olhar se dirige
586 I,9 | mosteiros masculinos foram encerrados à força, o monaquismo feminino
587 I,7 | tema, já me detive na carta encíclica Slavorum Apostoli, pondo
588 I,6 | Oriente cristão.~«No Oriente, encontram-se as riquezas daquelas tradições
589 II,22| Encontrar-se, conhecer-se, trabalhar
590 II,28| insondáveis. As nossas palavras encontrar-se-ão para sempre na Jerusalém
591 0,2 | variadas culturas e tradições encontraram hospitalidade no nome do
592 I,16| comunhão, o homem e Deus se encontrarão e reconhecerão, no abraço
593 II,18| preconceito, não cessam, contudo, encontros construtivos entre Chefes
594 II,27| Orientais Católicas e sejam encorajados todos aqueles que se sentem
595 II,20| de particular significado encorajam-nos a dirigir o nosso pensamento,
596 II,18| segundo milénio conhece um endurecimento na polémica e na divisão,
597 II,24| quais desejo insistir com ênfase particular.~
598 II,28| continua a ressoar com força, enfraquecida apenas pela nossa divisão:
599 I,16| calar-se com medo de ter de enfrentar-se consigo mesmo, de revelar-se,
600 I,16| onde o homem se perde em enigmáticas realidades impessoais. Antes,
601 II,18| unidade da Igreja. No primeiro enlace do diálogo ecuménico, o
602 I,10| série infinita, toda ela enobrecida de reconhecimento na linguagem
603 I,7 | mesmo tempo, profundamente enraizado na especificidade das culturas
604 I,8 | compreensão dos crentes e enriquece-se de contributos novos, na
605 II,25| que, em todos os tempos, enriqueceram a Igreja com o sacrifício
606 0,1 | que um apelo semelhante, enriquecido por tantas experiências
607 II,24| faculdades teológicas, um ensino adequado sobre tais matérias,
608 II,28| peso de ameaças graves e no entanto, talvez mesmo sem o saberem,
609 I,8 | próprios de cada Igreja são entendidos como pura imobilidade, certamente
610 II,18| variedade de línguas e de entoações, o louvor do único Pai,
611 II,21| eclesial naquele tempo 57. Entrando na comunhão católica, elas
612 II,21| As Igrejas Orientais que entraram na plena comunhão com esta
613 I,8 | mesmo Senhor voltará para entregar o cosmos ao Pai (cf. 1 Cor
614 II,23| entre cristãos, porque, se entregarmos o nosso corpo a fim de ser
615 II,20| com a tarefa que lhe foi entregue por Cristo de «confirmar
616 I,6 | Capadócios sobre a divinização entrou na tradição de todas as
617 II,26| aplicação dos princípios enunciados por esta Sé Apostólica sobre
618 0,2 | o Espírito Paráclito foi enviado sobre Maria e os discípulos.
619 II,19| pobreza e a exigência de envidar todos os esforços para que
620 II,26| e os seus colaboradores envidem esforços para que aumentem
621 II,25| de encontro e intercâmbio envolvam da maneira e forma mais
622 I,11| Verbo que assumiu a carne envolve a matéria de uma potencialidade
623 I,11| uma grande capacidade de envolver a pessoa humana na sua totalidade:
624 II,19| acontecimentos recentes que envolveram a Europa central e oriental.
625 I,14| oração, o monge pronuncia uma epiclese do Espírito sobre o mundo
626 II,18| melhor que não foi tanto um episódio histórico ou uma simples
627 I,7 | prodígios do Pentecostes.~Numa época em que se reconhece ser
628 I,11| concepção um ensinamento equilibrado e admirável sobre a dignidade,
629 I,11| revela o caminho para o equilíbrio do homem novo e convida
630 II,21| Ortodoxas, se verificaram equívocos e abertas contraposições,
631 I,9 | Pacómio e Basílio, até ao eremitismo mais rigoroso de Santo Antão
632 | és
633 II,19| encontrar, em vez de serem escandalizados de novo pelas nossas divisões
634 II,17| vontade de Cristo e são escândalo para o mundo. Tais pecados
635 II,23| do outro ou de estéreis e escandalosas competições! Da sua parte,
636 I,9 | caminho espiritual do que à escolha entre diferentes estados
637 I,15| criatura, que Ele amou e escolheu, querendo-a «como o ícone
638 I,16| Contudo, este mistério esconde-se continuamente, cobre-se
639 I,12| Cristo também nas pregas escondidas da criação e na história
640 II,18| história das Igrejas, para escrever finalmente uma história
641 II,28| transmitir palavras unânimes. Escutamos juntos a invocação dos homens
642 II,17| e Comunidades eclesiais, escutaram a voz do Espírito, que iluminava
643 0,4 | parava no meio da gente, escutava-a, comovia-Se quando a via «
644 I,7 | que incansavelmente se esforçam por realizar. A atitude
645 II,23| vezes estaSé de Roma se esforçou por emanar directrizes que
646 0,3 | Um Papa, filho de um povo eslavo, sente particularmente no
647 II,28| Sés o grito dos homens, esmagados pelo peso de ameaças graves
648 II,18| intercâmbios, assim como não esmorece a obra santa de homens e
649 II,19| este pão partido estava espalhado pelas colinas e, colhido,
650 II,25| precisamente pelo papel muito especial que reveste a vida monástica
651 II,24| formar, em instituições especializadas sobre o Oriente cristão,
652 I,9 | o monaquismo, para nele especificar aqueles valores que hoje
653 I,9 | características que lhe são específicas, é um sinal visível daquela
654 II,18| de fé no respeito pelas especificidades e identidades. A experiência
655 I,12| que subiram a contemplar o espectáculo misterioso do Calvário.
656 I,6 | Ireneu de Lião e como se espelha nos Padres Capadócios 12.~
657 I,8 | benefícios recebidos e pelos esperados, as Igrejas do Oriente,
658 II,19| se abrem perspectivas e esperanças de maior liberdade: não
659 II,28| sólida para acreditar e para esperar.~Com estes votos, sobre
660 II,22| procurei descrever — produz espontaneamente o estímulo para um novo
661 I,16| a oração, para que nunca esqueça que ver Deus significa descer
662 II,28| que volta. Nós não podemos esquecê-los, não só porque os amamos
663 II,18| corpo da Igreja, não podemos esquecer que durante todo o primeiro
664 0,4 | invocação de quem procura o Pai esquecido e perdido (cf. Lc 15, 18-
665 I,14| reserva, o monge é sempre e essencialmente o homem da comunhão. Com
666 | Esses
667 I,9 | escolha entre diferentes estados de vida. De facto, todos
668 I,12| Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e
669 II,18| antagonismo um grave pecado e estando apaixonados pela unidade
670 II,19| fundo: não podemos deixar de estar unidos» 45.~Portanto, é
671 II,18| a saborear a certeza de estarem na sua própria casa em qualquer
672 II,23| da comunhão. Várias vezes estaSé de Roma se esforçou por
673 II,28| séculos de afastamento, estávamos muito próximos, porque juntos,
674 II,26| quando a sua jurisdição se estende por territórios muito vastos
675 II,28| estes votos, sobre todos estendo a minha Bênção.~Vaticano,
676 II,23| humilhação do outro ou de estéreis e escandalosas competições!
677 I,14| comunhão monástica oriental esteve sempre atenta a garantir
678 II,24| entre Latinos e Orientais e estimular o diálogo entre Católicos
679 I,10| Privado dele, é como se estivesse morto, e não tem mais nada
680 II,26| católico a uma colaboração estreita com os Ordinários latinos
681 II,18| mostram laços fraternos estreitíssimos entre as Igrejas, numa plena
682 II,18| mas também pela própria estrutura da Igreja, na variedade
683 II,25| acolhimento de docentes e estudantes ortodoxos nas Universidades
684 I,8 | memória viva da Esposa mantida eternamente jovem pelo amor que nela
685 I,16| reconhecerão, no abraço eterno, a sua nunca extinta conaturalidade
686 0,3 | Oriente com o Ocidente: Ne evacuetur Crux! (cf. 1 Cor 1, 17).
687 I,7 | cultura peculiar dos povos que evangelizavam, os Santos Cirilo e Metódio
688 I,7 | Já outras vezes pus em evidência que um primeiro grande valor
689 I,16| espaço à presença de Deus, evitando a celebração de si próprias;
690 I,16| cobri-lo com um véu (cf. Êx 34, 33) e para que as nossas
691 I,7 | também de nacionalismos exacerbados, devemos compreender que
692 I,11| Isto não significa uma exaltação absoluta de tudo aquilo
693 I,15| em tudo semelhante a nós, excepto no pecado. Ele derrama a
694 II,19| anunciar ao mundo? Perante a exclusão recíproca da Eucaristia,
695 I,9 | procuramos valorizar, não é a exclusividade, mas o enriquecimento recíproco
696 I,9 | embora às vezes não sejam exclusivos, quer da experiência monástica,
697 II,18| emblema na abrogação das excomunhões recíprocas de 1054, desejada
698 II,25| uma acção particular seja exercida pelos mosteiros, precisamente
699 II,19| desta certeza interior. Exige-o a natureza mais profunda
700 II,19| sentimos a nossa pobreza e a exigência de envidar todos os esforços
701 I,13| nele se manifesta a terna e exigente paternidade de Deus. Esta
702 II,20| Senhor quiser, e que ela exigirá o contributo da sensibilidade
703 I,8 | tendo visto coroados de êxito os seus esforços de bem,
704 II,21| o Concílio Vaticano II exortou-as a redescobrir plenamente
705 I,13| pôde ser a realização das expectativas de cada Igreja nos diferentes
706 II,20| para além das formas já experimentadas historicamente 56.~
707 I,13| todos possam servir-se dele: experimentarão assim a consolação e apoio
708 I,6 | resumir no pensamento já expresso por Santo Ireneu, em finais
709 I,6 | o monaquismo, sobretudo, expressou. Pois, desde os gloriosos
710 I,9 | seja a forma com a qual se exprima.~Além disso, o monaquismo
711 I,14| suas orações uma paixão exraordinária, não só pela pessoa humana,
712 I,11| racionais e emotivos, no «êxtase» e na imanência, é de grande
713 I,12| maneira a separar-se da exterioridade, do turbilhão dos sentidos,
714 II,19| tantos outros campos de extermínio. Estamos unidos, tendo estes
715 I,16| abraço eterno, a sua nunca extinta conaturalidade de amor.~
716 I,13| monaquismo oriental uma extraordinária maleabilidade: graças à
717 I,13| mundo tem uma necessidade extrema de pais espirituais. Muitas
718 II,19| romper com lugares-comuns, fáceis resignações ou posições
719 II,20| necessário, sempre, «veritatem facere in caritate» — «praticar
720 II,26| Estes lugares, onde é mais fácil o contacto sereno no interior
721 II,19| procura do Deus do amor, mais facilmente O possam encontrar, em vez
722 II,25| recíproco. A este propósito, faço votos por que uma acção
723 II,18| muitas vezes pelo influxo de factores políticos e culturais —
724 II,24| oferecer, nos seminários e faculdades teológicas, um ensino adequado
725 I,7 | compreensível quando Cristo fala a língua dos vários povos,
726 I,16| silêncio que permita ao Outro falar, quando e como quiser, e
727 II,26| territórios muito vastos onde a falta de colaboração significa,
728 II,23| for necessário, para nunca faltar ao testemunho da caridade
729 II,18| das Igrejas. Embora não faltem dificuldades e contrastes,
730 I,12| honesto, no fim o rosto do Pai far-se-á reconhecer, pois está impresso
731 I,13| sabe reconhecê-lo —, não fará os outros iguais a si próprio,
732 I,9 | Egípcio, correspondem mais a fases diferentes do caminho espiritual
733 II,23| parecer desrespeitadora dos fatigantes esforços que as Igrejas
734 II,19| do Reino ou tornarmo-nos fautores de novas divisões. O Senhor
735 II,23| por emanar directrizes que favorecessem o caminho comum de todas
736 I,12| transparente a si próprio, pode fazê-lo cair no orgulho e na intransigência,
737 I,8 | somos filhos de testemunhas; fazer-lhes saborear as coisas maravilhosas
738 I,8 | sentir-se-á menos só, menos fechado no canto estreito das suas
739 I,14| experiência de tantos monges que, fechados nas suas celas, mostram
740 I,16| compromisso, para renunciar a fechar-se numa luta sem amor e perdão.
741 II,18| teve início uma permuta fecundíssima, ainda hoje testemunhada
742 I,11| redimida na Encarnação e feita plenamente teofórica, isto
743 I,6 | com a Santíssima Trindade, feitos "participantes da natureza
744 I,12| somente Ele plenitude de felicidade.~Ao homem que procura o
745 I,9 | encerrados à força, o monaquismo feminino conservou acesa a chama
746 0,4 | devem ser cicatrizadas as feridas no caminho da unidade dos
747 II,26| a plena compreensão e a fiel aplicação dos princípios
748 0,1 | Irmãos~Caríssimos Filhos e Filhas da Igreja~1. A LUZ DO ORIENTE
749 I,13| se abandona com confiança filial, na certeza de que nele
750 I,10| sublimes do texto bíblico, filtradas e personalizadas através
751 I,6 | expresso por Santo Ireneu, em finais do século II: Deus fez-Se
752 I,13| ser ajudado, com doçura e firmeza, a encontrar o caminho da
753 I,11| absoluta de tudo aquilo que é físico, porque sabemos bem a desordem
754 I,5 | e as experiências a que fiz referência, a minha mente
755 0,3 | numerosos outros Papas o fizeram no passado, sentindo dirigido,
756 II,27| Oriente, desejamos que ele floresça nas Igrejas Orientais Católicas
757 I,9 | essencial e que ainda hoje floresce nelas, logo que termina
758 I,6 | tempos dos Santos Padres, floresceu no Oriente aquela elevada
759 II,27| significar um autêntico florescimento eclesial. Não se deverá
760 I,15| rompida e o amor continue a fluir. E ama-o no mistério do
761 I,9 | especificidade feminina na Igreja, forçando mesmo a mentalidade do tempo.
762 II,19| que todos, com todas as forças, devemos tentar vencer,
763 I,12| misterioso do Calvário. E assim, formado naquela escola, o olhar
764 II,24| entre Católicos e Ortodoxos; formar, em instituições especializadas
765 0,4 | solidariedade com quem as formula, nós somos chamados a mostrar
766 II,22| espiritual, a fim de vos fortalecer, ou antes, para convosco
767 II,27| que, pelo contrário, sairá fortalecida por uma tão robusta espiritualidade
768 I,9 | da Igreja indivisa 26.~Os fortes traços comuns que unem a
769 II,20| dizer: «Recorda-te de que és fraco, que também tu tens necessidade
770 0,4 | 9.~Para além das nossas fragilidades, devemos dirigir-nos a Ele,
771 II,26| pastoral eficaz, que não seja fragmentária, sobretudo quando a sua
772 II,20| tens consciência da tua fraqueza. Dou-te como tarefa a verdade,
773 II,18| Padres 38 mostram laços fraternos estreitíssimos entre as
774 I,6 | católicos se abeirem com mais frequência destas riquezas espirituais
775 I,15| maneiras e muitas vezes frustradas, uma subida impossível ao
776 I,12| a considerar que isso é fruto do seu esforço ascético.
777 I,9 | Desejaria recordar também o fulgurante testemunho das monjas no
778 II,19| estes mártires como pano de fundo: não podemos deixar de estar
779 I,6 | Igreja e penhor da glória futura, pela qual os fiéis unidos
780 I,15| ressuscitado pelo Pai, como garantia perene de que ninguém pode
781 I,8 | linha ininterrupta que é garantida pela sucessão apostólica,
782 I,14| oriental esteve sempre atenta a garantir a superioridade da caridade
783 II,25| entre paróquias, como que «geminadas» por um recíproco enriquecimento
784 II,28| esperança, a luz que restitui ao género humano a sua existência.
785 I,10| uma salvação ainda mais generosa porque inesperada no abismo
786 I,14| Oriente viveram com grande generosidade este empenho, a começar
787 0,4 | caminho, parava no meio da gente, escutava-a, comovia-Se
788 II,22| logo depois o Apóstolo das Gentes declarava com entusiasmo
789 I,13| O percurso do monge, em geral, não é traçado unicamente
790 I,6 | Santíssima Virgem Maria, da qual germinou o Rebento de Jessé (cf.
791 I,8 | fidelidade àquilo que as gerou, a expectativa escatológica
792 0,2 | nações, muitas das quais se gloriam de ter tido num dos apóstolos
793 I,10| invocação de perdão e a glorificação de Deus constituem a substância
794 0,3 | Cirilo e Metódio, exemplo glorioso de apóstolos da unidade,
795 I,6 | expressou. Pois, desde os gloriosos tempos dos Santos Padres,
796 I,11| considerou-a muito boa» (Gn 1, 31). Se tudo isto está
797 I,15| conhece continuamente o gosto amargo do seu limite e do
798 I,13| liberdade, para se deixar governar por outros: trata-se de
799 II,28| do terceiro milénio possa gozar desta descoberta, finalmente
800 I,8 | passado e futuro, com espírito grato pelos benefícios recebidos
801 I,8 | Reino, que é sempre dom gratuito. O Senhor Jesus veio morrer
802 II,28| esmagados pelo peso de ameaças graves e no entanto, talvez mesmo
803 II,19| se tome consciência desta gravíssima responsabilidade: hoje podemos
804 II,17| pecado da nossa divisão é gravíssimo: sinto a necessidade de
805 II,28| pela nossa divisão: Cristo grita, mas o homem tem dificuldade
806 I,5 | tesouro tradicional que guardam. Contemplando-o, vejo aparecer
807 I,11| às águas um poder que as habilita a serem banho de regeneração
808 I,12| escola, o olhar do monge habitua-se a contemplar Cristo também
809 I,13| o ponto de ligação e de harmonização, isto permite ao monaquismo
810 0,2 | homem para a nossa salvação, hebreu «nascido da descendência
811 II,21| testemunharam secularmente com heroísmo e muitas vezes pagando com
812 0,3 | unidade não pode conhecer hesitações, mas é irreversível como
813 I,14| Amigo dos homens, que não hesitou em oferecer o seu Filho
814 II,26| encontram desprovidos de uma Hierarquia própria.~Convido os Hierarcas
815 I,10| da Palavra. A riquíssima hinografia litúrgica, da qual justamente
816 I,10| finalmente cantada: aqueles hinos são em grande parte paráfrases
817 II,24| teólogos, liturgistas, historiadores e canonistas, que, por sua
818 II,20| formas já experimentadas historicamente 56.~
819 I,8 | diferentes situações e condições histórico-culturais 25. A Tradição não é jamais
820 II,23| Oriental, onde acontecimentos históricos dramáticos impediram muitas
821 I,12| próprio~12. Para Cristo, o Homem-Deus, volta-se o olhar do monge:
822 I,12| intenção é recta e o rumo honesto, no fim o rosto do Pai far-se-á
823 II,28| ainda dispersar as trevas do horizonte da ternura do Pai.~Maria, «
824 | houver
825 0,4 | nós, mas das vicissitudes humanas de um passado que ainda
826 0,4 | do mundo, ouvindo-as com humildade e ternura, em plena solidariedade
827 II,23| vantagem de um fosse causa da humilhação do outro ou de estéreis
828 II,21| redescobrir plenamente a sua identidade, tendo elas «o direito e
829 II,18| pelas especificidades e identidades. A experiência comum do
830 I,8 | que se realiza nunca se identifica com a plenitude do Reino,
831 I,16| Deus, seja construído um ídolo. Somente numa purificação
832 II,20| sendo mais completo ou mais idóneo para mostrar a plenitude
833 II,18| aumentando cada vez mais a ignorância recíproca e o preconceito,
834 I,13| reconhecê-lo —, não fará os outros iguais a si próprio, mas ajudá-los-á
835 II,19| Montanha das Cruzes» e as Ilhas Solovieskj e tantos outros
836 I,16| pregação, para que não se iluda julgando suficiente multiplicar
837 I,11| Cristo Senhor é a luz que ilumina o caminho e desvenda a transparência
838 0,4 | dermos uma resposta concorde, iluminante, vivificadora, contribuiremos
839 II,17| escutaram a voz do Espírito, que iluminava verdades profundas sobre
840 0,1 | Igreja~1. A LUZ DO ORIENTE iluminou a Igreja Universal, a partir
841 I,11| emotivos, no «êxtase» e na imanência, é de grande actualidade,
842 II,23| aparecerá como um acto de imediata persuasão. Deixar de cumpri-lo,
843 I,10| própria pobreza radical, que imediatamente se torna invocação e grito
844 0,4 | palavras e gestos de hoje as imensas riquezas que as nossas igrejas
845 I,10| linguagem da liturgia: o Imenso torna-se limite; uma Virgem
846 I,8 | são entendidos como pura imobilidade, certamente corre-se o risco
847 I,6 | glorificado de Cristo, semente de imortalidade 13. Na divinização e sobretudo
848 II,19| resignações ou posições de impasse. Se quem deseja ser primeiro
849 I,12| isto é, de tudo aquilo que impede ao homem aquela suave disponibilidade
850 II,18| experiências de vida eclesial não impedia que, mediante relações recíprocas,
851 II,21| dramática, porque é ainda impedida uma comunhão total com as
852 I,9 | procura Deus sem barreiras nem impedimentos, tornando-se referência
853 II,23| acontecimentos históricos dramáticos impediram muitas vezes às Igrejas
854 II,28| da fé e da caridade nos impele, censura os nossos pecados,
855 I,16| em enigmáticas realidades impessoais. Antes, os cristãos do Oriente
856 II,19| servo de todos, então do ímpeto desta caridade ver-se-á
857 I,5 | tradição oriental cristã implica certa maneira de acolher,
858 I,6 | realismo trinitário e a sua implicação na vida sacramental, o Oriente
859 II,27| tendo em consideração a sua importância no cristianismo do Oriente,
860 I,8 | sucessão apostólica, através da imposição das mãos, até aos Bispos
861 I,12| far-se-á reconhecer, pois está impresso nas profundidades do coração
862 II,20| sempre, «veritatem facere in caritate» — «praticar a
863 I,16| O percebe como mistério inacessível, insondável na sua essência.
864 I,6 | transfigurada, e o Reino de Deus inaugurado.~O ensinamento dos Padres
865 I,13| então sofre no medo e na incerteza, sem modelos nem pontos
866 II,21| sabemos que devemos invocar incessantemente a misericórdia divina e
867 II,17| conversão, devem certamente ser incluídos os que prejudicaram a unidade
868 I,6 | unidade da natureza divina à incognoscibilidade da essência divina. Os Padres
869 II,18| comum, para ser vista como incompabilidade. E quando o segundo milénio
870 I,14| escola do apóstolo Paulo, que indica a plenitude da lei na caridade (
871 II,28| oriente do Sol de glória» 69, indica-nos a Orientale Lumen.~Do Oriente,
872 II,24| futuros sacerdotes 64. São indicações sempre muito válidas, sobre
873 0,4 | hoje pedem-nos que lhes indiquemos Cristo, que conhece o Pai
874 II,21| conversão constante e comum é indispensável, para que elas procedam
875 I,10| o outro vértice ligado indissoluvelmente à Palavra, enquanto lugar
876 I,8 | estreito das suas acções individuais.~
877 II,17| responsáveis pelo bem comum, não só individualmente, mas também em nome dos
878 I,10| através da experiência do indivíduo e da comunidade.~Perante
879 I,9 | grandes Padres da Igreja indivisa 26.~Os fortes traços comuns
880 0,1 | património divinamente revelado e indiviso da Igreja universal 2, que
881 II,20| criatividade do amor, talvez mesmo indo para além das formas já
882 I,6 | Santo 18.~Este sentido da inefável realidade divina reflecte-se
883 I,10| ainda mais generosa porque inesperada no abismo da própria miséria
884 II,21| qualquer afronta sofrida ou infligida.~Várias vezes foi reafirmado
885 II,18| ampliadas muitas vezes pelo influxo de factores políticos e
886 I,15| doente da humanidade e, infundindo-lhe o Espírito do Pai, torna-a
887 I,6 | habita no homem, a deificação inicia-se já na Terra, a criatura
888 I,8 | aos sucessores, numa linha ininterrupta que é garantida pela sucessão
889 I,11| um ninho de pecado e de iniquidade. Na liturgia, as coisas
890 I,10| divinização no laço, já inseparável, que, em Cristo, liga divindade
891 I,12| história dos homens, também ela inserida na sua conformação progressiva
892 II,22| Igreja e que se torna mais insistente precisamente nos momentos
893 II,24| válidas, sobre as quais desejo insistir com ênfase particular.~
894 II,28| melhor as suas riquezas insondáveis. As nossas palavras encontrar-se-ão
895 I,16| como mistério inacessível, insondável na sua essência. Isto não
896 0,1 | esperança do mundo.~Aquela luz inspirara ao meu Predecessor o Papa
897 II,20| Igrejas Orientais 49 e à instituição do Pontifício Instituto
898 II,20| 5 de Junho de 1960, foi instituído por João XXIII o Secretariado
899 II,20| instituição do Pontifício Instituto Oriental 50, pelo Papa Bento
900 I,14| em tempos posteriores — o instrumento privilegiado para a evangelização
901 I,13| que a graça suscite tais instrumentos preciosos de amadurecimento
902 I,7 | o Evangelho; procuraram integrar-se naqueles povos e compartilhar
903 II,20| de comunhão que penetre inteiramente a Igreja e não se limite
904 II,23| trabalham neste sentido — a intensificação deste ministério de diaconia,
905 II,17| conhecimento recíproco. Ele intensificou a estima e frequentemente
906 II,18| relações e favorecer os intercâmbios, assim como não esmorece
907 II,18| Mestres da fé, numa profunda intercomunicação e partilha, reforçam este
908 I,10| convida, que pessoalmente interpela, como aconteceu com os Apóstolos.
909 0,4 | 14, 8-11). Deixando-nos interpelar pelas perguntas do mundo,
910 I,5 | intenção descrevê-lo nem interpretá-lo: coloco-me em atitude de
911 I,5 | Oriente, sabendo que são intérpretes vivas do tesouro tradicional
912 0,3 | força de uma resposta às interrogações que o homem, hoje, lança
913 I,14| na antiguidade — e, com interrupções, também em tempos posteriores —
914 I,11| corpo humano mostra a sua íntima natureza de templo do Espírito
915 II,22| estímulo para um novo e mais íntimo encontro entre irmãos, que
916 I,12| fazê-lo cair no orgulho e na intransigência, se chegar a considerar
917 II,27| facto, existe uma ligação intrínseca entre a oração litúrgica,
918 I,11| a desordem que o pecado introduziu na harmonia do ser humano.
919 I,15| Ícone» — assim se exprime a intuição dos Padres orientais 34 —,
920 I,8 | 1 Cor 15, 28). A Igreja invoca este retorno, e dele são
921 0,1 | Senhor, que todos os cristãos invocam como Redentor do homem e
922 II,28| na Jerusalém do Céu; mas invocamos e queremos que esse encontro
923 II,17| preocupações e anseios, juntos invocámos a união entre as nossas
924 II,17| É necessário emendar-se, invocando intensamente o perdão de
925 0,4 | para que juntos possamos ir ao encontro do homem contemporâneo,
926 II,27| se deverá pensar que isto irá diminuir a eficácia do ministério
927 I,14| cristão pode oferecer ao irmão, para prosseguir em muitas
928 II,20| Eucaristia, e que querem ser irmãs54. Como já tive oportunidade
929 0,2 | discípulos. De lá, a Boa Nova foi irradiada pelo mundo, porque, cheios
930 0,3 | conhecer hesitações, mas é irreversível como o apelo do Senhor à
931 II,26| significa, efectivamente, isolamento. Que os Hierarcas orientais
932 I,14| obras sociais à pregação itinerante. As Igrejas do Oriente viveram
933 | jamais
934 I,6 | qual germinou o Rebento de Jessé (cf. Is 11, 1). A sua figura
935 II,20| 1960, foi instituído por João XXIII o Secretariado para
936 I,11| Assim o Senhor, imerso no Jordão, transmite às águas um poder
937 I,8 | Esposa mantida eternamente jovem pelo amor que nela habita.~
938 I,16| pregação, para que não se iluda julgando suficiente multiplicar palavras
939 II,25| Para além do conhecimento, julgo muito importante o contacto
940 II,20| Bento XV. Depois, a 5 de Junho de 1960, foi instituído
941 II,26| sobretudo quando a sua jurisdição se estende por territórios
942 I,10| hinografia litúrgica, da qual justamente se sentem orgulhosas todas
943 I,15| relação~15. A vida do monge justifica a unidade que existe entre
944 II,22| de Roma, ressoem hoje nos lábios dos cristãos do Ocidente
945 II,18| e dos Padres 38 mostram laços fraternos estreitíssimos
946 II,17| homens de um e de outro lado» 36, conheceu dolorosas
947 I,12| baptismo na água salutar das lágrimas; no silêncio e na quietude
948 I,8 | coisas ou formas passadas, ou lamento de privilégios perdidos,
949 0,3 | interrogações que o homem, hoje, lança em todas as latitudes do
950 0,3 | hoje, lança em todas as latitudes do mundo. Ao seu património
951 I,8 | Escritura cresce com quem a lê 23, assim qualquer outro
952 0,1 | ao meu Predecessor o Papa Leão XIII a Carta Apstólica Orientalium
953 I,5 | contudo, diferencia-se legítima e admiravelmente, enquanto
954 II,18| todo o coração 42. E se, lentamente, já nos primeiros séculos
955 I,7 | vários povos, e estes podem ler a Escritura e cantar a Liturgia
956 I,10| expectativa, o monge continua e leva à plenitude na liturgia
957 I,8 | expectativa escatológica leva-as a serem aquilo que ainda
958 I,9 | tornando-se referência para todos, levando-os no coração e ajudando-os
959 II,17| logo que foi possível, levantou-se a voz do Bispo de Roma,
960 II,23| testemunhar o contrário, levará quantos nos observam a pensar
961 I,8 | bem, sabem que outros os levarão a cabo; então o homem sentir-se-á
962 I,7 | aspectos, àqueles a quem levavam o Evangelho; procuraram
963 II,20| que, entre outras coisas, levou, em 1917, à criação da Congregação
964 | lhes
965 I,6 | linha de Santo Ireneu de Lião e como se espelha nos Padres
966 I,14| Cristo. Este caminho de libertação interior na abertura ao
967 I,10| a continuação da Palavra lida, compreendida, assimilada
968 I,10| inseparável, que, em Cristo, liga divindade e humanidade.~
969 I,10| Eucaristia, o outro vértice ligado indissoluvelmente à Palavra,
970 II,28| das Igrejas do Oriente.~No limiar do terceiro milénio, todos
971 II,23| meios à sua disposição sejam limitados, por causa das dificuldades
972 II,20| do passado tinham os seus limites derivados da mentalidade
973 II,28| Do Oriente, segundo uma linda imagem, voltará o nosso
974 I,10| enobrecida de reconhecimento na linguagem da liturgia: o Imenso torna-se
975 II,18| hoje testemunhada pelas liturgias das Igrejas. Embora não
976 I,6 | orientais realizam as cerimónias litúrgicas, principalmente a celebração
977 I,11| valorizada plenamente no acto litúrgico, onde o corpo humano mostra
978 II,24| Oriente cristão, teólogos, liturgistas, historiadores e canonistas,
979 I,8 | original. É a Tradição que livra a Igreja do perigo de recolher
980 I,9 | corações podem elevar-se livremente para os Céus. O mosteiro
981 II,19| necessário, de romper com lugares-comuns, fáceis resignações ou posições
982 I,11| próprio, torna-se lugar luminoso da graça e, portanto, plenamente
983 I,16| renunciar a fechar-se numa luta sem amor e perdão. Dele
984 I,8 | de Deus. Cada Igreja deve lutar contra a tentação de absolutizar
985 I,11| nos sons, nas cores, nas luzes, nos perfumes. O tempo prolongado
986 I,9 | de Santo Antão ou de S. Macário o Egípcio, correspondem
987 II,28| minha Bênção.~Vaticano, 2 de Maio, memória de Santo Atanásio,
988 II,25| acolhimento possa assumir maiores proporções. Que Deus abençoe,
989 II,26| onde vivem, no âmbito de maioria latina, muitos fiéis das
990 I,16| litúrgica solene e humilde, majestosa e simples. Eles, porém,
991 I,13| oriental uma extraordinária maleabilidade: graças à obra do pai espiritual,
992 I,11| propriedade é sumamente manifestada nos Santos Mistérios, os
993 I,11| Na liturgia, as coisas manifestam a sua própria natureza de
994 II,17| sobre a natureza da Igreja, manifestando assim que todos os crentes
995 I,7 | 21. Agindo assim, eles manifestaram uma atitude muito difundida
996 II,28| para que a Palavra de Deus manifeste cada vez melhor as suas
997 II,25| lugares onde a santidade se manifestou de maneira particular, recordando
998 II,23| e nos dê a paciência e a mansidão.~
999 I,12| torna-o então humilde e manso, capaz de perceber apenas
1000 I,13| o olhar de amor que Deus mantém sobre nós. Não se trata
1001 0,3 | a si mesmos o mandato de manter a unidade da Igreja e de
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