1054-dilac | dimin-mante | manti-solid | solov-zeloz
Capítulo,Parágrafo
1504 II,19| Montanha das Cruzes» e as Ilhas Solovieskj e tantos outros campos de
1505 I,11| nas formas do templo, nos sons, nas cores, nas luzes, nos
1506 I,7 | compartilhar em tudo a sua sorte» 20; «tratava-se de um novo
1507 0,3 | apóstolos da unidade, que souberam anunciar Cristo na procura
1508 I,15| e o homem não é deixado sozinho a tentar, de mil maneiras
1509 I,12| que impede ao homem aquela suave disponibilidade a deixar-se
1510 I,15| muitas vezes frustradas, uma subida impossível ao Céu; existe
1511 I,12| mulheres de Jerusalém, que subiram a contemplar o espectáculo
1512 I,10| grande parte paráfrases sublimes do texto bíblico, filtradas
1513 I,11| o Mistério é cantado na sublimidade dos seus conteúdos, mas
1514 I,10| glorificação de Deus constituem a substância de grande parte da oração
1515 I,7 | autorizado de inculturação bem sucedida.~A partir deste modelo,
1516 I,8 | ininterrupta que é garantida pela sucessão apostólica, através da imposição
1517 II,18| a presidência do Bispo, sucessor dos Apóstolos 40. Os primeiros
1518 I,8 | sua recordação viva aos sucessores, numa linha ininterrupta
1519 I,16| que não se iluda julgando suficiente multiplicar palavras para
1520 I,11| Pai: esta propriedade é sumamente manifestada nos Santos Mistérios,
1521 II,20| existem divisões devem ser superadas, mas a Igreja é una, a Igreja
1522 I,13| modelo aparecia como já superado e pouco atraente para a
1523 I,14| sempre atenta a garantir a superioridade da caridade em relação a
1524 I,10| da Igreja, a Esposa que suplica o retorno do Esposo num «
1525 II,28| Do Oriente, todos os dias surge de novo o sol da esperança,
1526 II,18| séculos da era cristã, foram surgindo contraposições no interior
1527 I,13| e onde quer que a graça suscite tais instrumentos preciosos
1528 I,10| particular que a vida está suspensa entre dois vértices: a Palavra
1529 II,17| Senhor, todos apoiados e sustentados pela sua graça. Emergia
1530 I,15| impossível ao Céu; existe um tabernáculo de glória, que é a Pessoa
1531 0,1 | uma única tradição, nem tampouco por uma comunidade contra
1532 II,18| preeminência a dilacerar o tecido da unidade, mas um progressivo
1533 I,7 | todas as línguas. Sobre este tema, já me detive na carta encíclica
1534 II,17| seu peso e permanecem como tentações igualmente no presente.
1535 II,18| caridade, de muitas maneiras tentaram promover, com a oração,
1536 II,20| unidade (cf. Lc 22, 32). As tentativas do passado tinham os seus
1537 I,11| Encarnação e feita plenamente teofórica, isto é, capaz de colocar-nos
1538 I,6 | da tradição espiritual e teológica, comuns às várias Igrejas
1539 II,24| sobre o Oriente cristão, teólogos, liturgistas, historiadores
1540 | terão
1541 | Teremos
1542 | teria
1543 I,9 | floresce nelas, logo que termina a perseguição e os corações
1544 I,13| que nele se manifesta a terna e exigente paternidade de
1545 I,5 | permitiu a composição, com tesselas diferentes, de um mosaico
1546 I,6 | prefigurações do Antigo Testamento — é ícone da Igreja, símbolo
1547 II,18| fecundíssima, ainda hoje testemunhada pelas liturgias das Igrejas.
1548 I,8 | Ressuscitado, encontrado e testemunhado pelos Apóstolos, que transmitiram
1549 II,21| fidelidade à sua tradição, que testemunharam secularmente com heroísmo
1550 II,23| todos os crentes em Cristo testemunhem juntos a própria fé, sobretudo
1551 | teu
1552 I,10| parte paráfrases sublimes do texto bíblico, filtradas e personalizadas
1553 | tido
1554 I,7 | antiguidade cristã, de um estilo típico de muitas Igrejas: a revelação
1555 I,9 | formação dos diferentes tipos de vida apostólica. As várias
1556 II,19| plena verdade estas palavras tiradas de uma antiquíssima oração
1557 | tive
1558 | tiveram
1559 | tivermos
1560 0,2 | descendência de David» (Rm 1, 3; 2 Tm 2, 8), morreu e ressuscitou.
1561 | todavia
1562 II,19| Portanto, é urgente que se tome consciência desta gravíssima
1563 II,23| intensamente para que o Senhor toque as nossas mentes e os nossos
1564 I,15| infundindo-lhe o Espírito do Pai, torna-a capaz de tornar-se Deus
1565 I,12| na purificação contínua, torna-o então humilde e manso, capaz
1566 II,23| algumas Igrejas do Oriente tornam mais difícil o caminho da
1567 I,9 | do Oriente e do Ocidente tornam-na uma ponte admirável de fraternidade,
1568 I,10| participando nos Santos Mistérios, tornam-se «consanguíneos» 28 de Cristo,
1569 I,9 | barreiras nem impedimentos, tornando-se referência para todos, levando-os
1570 I,6 | empenho no caminho do bem tornaram «muito semelhantes» a Cristo:
1571 II,19| para o anúncio do Reino ou tornarmo-nos fautores de novas divisões.
1572 I,15| humana: para que o homem se tornasse Deus, o Verbo assumiu a
1573 0,4 | corações. Que o Espírito Santo torne límpido o nosso olhar, para
1574 I,8 | que o Senhor deseja que se tornem, e a procurarem, portanto,
1575 II,19| pelas colinas e, colhido, se tornou uma só coisa, assim a tua
1576 I,11| envolver a pessoa humana na sua totalidade: o Mistério é cantado na
1577 II,23| são poucas aquelas que já trabalham neste sentido — a intensificação
1578 I,13| do monge, em geral, não é traçado unicamente pelo esforço
1579 I,5 | intérpretes vivas do tesouro tradicional que guardam. Contemplando-o,
1580 II,28| reencontramo-los com gratidão no trajecto do nosso olhar e do nosso
1581 I,11| Cruz, está a caminho da transfiguração, da pneumatização: no monte
1582 I,15| glória de Deus: é este homem transformado pelo amor, que os discípulos
1583 I,6 | às formas assumidas pela transmissão do Evangelho, nas terras
1584 I,11| Senhor, imerso no Jordão, transmite às águas um poder que as
1585 I,9 | integrante da lumen oriental transmitida ao Ocidente pelos grandes
1586 II,28| porque não conseguimos transmitir palavras unânimes. Escutamos
1587 I,8 | testemunhado pelos Apóstolos, que transmitiram a sua recordação viva aos
1588 I,12| sóbrio e essencial, mais transparente a si próprio, pode fazê-lo
1589 I,13| deixar governar por outros: trata-se de tirar proveito do conhecimento
1590 I,7 | em tudo a sua sorte» 20; «tratava-se de um novo método de catequese»
1591 II,21| almas» 59. Estas Igrejas trazem na sua carne uma dilaceração
1592 I,5 | abeirar-me com temor e tremor do acto de adoração que
1593 I,15| realidade: da pessoa ao Deus em três Pessoas, através da Encarnação
1594 II,28| pode ainda dispersar as trevas do horizonte da ternura
1595 I,6 | A participação na vida trinitária realiza-se através da liturgia
1596 I,6 | acentuando fortemente o realismo trinitário e a sua implicação na vida
1597 II,17| 17. Passaram-se trinta anos desde que os Bispos
1598 I,8 | autocelebrar-se ou de abandonar-se à tristeza. O tempo é de Deus, e tudo
1599 | tu
1600 I,12| separar-se da exterioridade, do turbilhão dos sentidos, isto é, de
1601 II,25| daqueles cristãos que, nos últimos decénios, em particular
1602 II,17| Sentimos a necessidade de ultrapassar o grau de comunhão que já
1603 II,28| conseguimos transmitir palavras unânimes. Escutamos juntos a invocação
1604 I,7 | pelas culturas particulares unem-se neles à paixão pela universalidade
1605 I,13| em geral, não é traçado unicamente pelo esforço pessoal, mas
1606 I,11| Espírito Santo e chega a unir-se ao Senhor Jesus, feito também
1607 II,25| estudantes ortodoxos nas Universidades Pontifícias e outras instituições
1608 I,15| Deus significa sentir a urgência de que Ele fale ao mundo,
1609 II,19| unidos» 45.~Portanto, é urgente que se tome consciência
1610 I,5 | o Oriente e o Ocidente usaram métodos e modos diferentes
1611 II,24| indicações sempre muito válidas, sobre as quais desejo insistir
1612 I,9 | capazes de exprimir. Isto é válido com maior razão para as
1613 I,7 | evidência que um primeiro grande valor vivido particularmente no
1614 I,9 | nele especificar aqueles valores que hoje tenho por muito
1615 I,11| contrário, a corporeidade é valorizada plenamente no acto litúrgico,
1616 I,13| no Espírito e espera ser valorizado. Nesse âmbito, e onde quer
1617 II,21| Latina, para que respeite e valorize plenamente a dignidade dos
1618 II,23| caridade. Ai de nós, se a vantagem de um fosse causa da humilhação
1619 I,14| tempos e nos lugares e que vão das obras sociais à pregação
1620 0,2 | Naquela cidade, as mais variadas culturas e tradições encontraram
1621 I,14| eclesial, segundo formas que variam nos tempos e nos lugares
1622 I,5 | de um mosaico tão rico e variegado.~
1623 I,7 | Cristo fala a língua dos vários povos, e estes podem ler
1624 I,9 | Desejaria agora olhar para o vasto panorama do cristianismo
1625 II,26| estende por territórios muito vastos onde a falta de colaboração
1626 I,16| revelar-se, de sentir o vazio que se torna ânsia de significado;
1627 I,13| referência preciosos, porque vêem com o olhar de amor que
1628 I,8 | gratuito. O Senhor Jesus veio morrer por nós e ressuscitou
1629 I,8 | memorial, a força que nos vem do Espírito e que nos torna
1630 I,10| morte, Aquele que é a vida vence a morte para sempre; no
1631 I,8 | caminhos de fidelidade, vencendo o pessimismo porque projectadas
1632 II,19| as forças, devemos tentar vencer, se queremos que povos à
1633 I,11| Criador à humanidade: «Deus, vendo toda a sua obra, considerou-a
1634 0,1 | Veneráveis Irmãos~Caríssimos Filhos
1635 II,19| do ímpeto desta caridade ver-se-á crescer o primado do amor.
1636 II,20| actual, sabemos que uma união verdadeira só será possível no pleno
1637 II,21| No caso de isto se ter verificado, o Concílio Vaticano II
1638 II,21| as Igrejas Ortodoxas, se verificaram equívocos e abertas contraposições,
1639 II,20| É necessário, sempre, «veritatem facere in caritate» — «praticar
1640 I,10| está a Eucaristia, o outro vértice ligado indissoluvelmente
1641 I,10| está suspensa entre dois vértices: a Palavra e a Eucaristia.
1642 I,16| obrigados a cobri-lo com um véu (cf. Êx 34, 33) e para que
1643 0,4 | escutava-a, comovia-Se quando a via «como ovelhas sem pastor» (
1644 0,4 | Deus fez por nós, mas das vicissitudes humanas de um passado que
1645 I,6 | sem cessar, recebeu novo vigor. Recomenda-se, por isso,
1646 I,12| aquele Jesus que disse: «Vinde a Mim, todos os que estais
1647 II,17| ameaçadas ou atingidas pela violência e pela prepotência. A todas,
1648 I,6 | Nestes traços, delineia-se a visão oriental do cristão, cujo
1649 I,9 | específicas, é um sinal visível daquela maternidade de Deus
1650 I,6 | Recomenda-se, por isso, vivamente que os católicos se abeirem
1651 I,10| oração litúrgica. O cristão vive imerso no assombro deste
1652 II,26| territórios da diáspora onde vivem, no âmbito de maioria latina,
1653 I,14| itinerante. As Igrejas do Oriente viveram com grande generosidade
1654 I,7 | um primeiro grande valor vivido particularmente no Oriente
1655 II,28| saudade santa dos séculos vividos na plena comunhão da fé
1656 0,4 | resposta concorde, iluminante, vivificadora, contribuiremos verdadeiramente
1657 I,12| Para Cristo, o Homem-Deus, volta-se o olhar do monge: no seu
1658 II,18| história da nossa unidade, e voltar assim ao tempo, logo após
1659 I,11| como é desejo do Pai que volte a ser.~E também a realidade
1660 | vossa
1661 II,27| sua posição ideal. Este voto refere-se também aos territórios
1662 0,1 | Predecessor o Papa Leão XIII a Carta Apstólica Orientalium
1663 II,20| Oriental 50, pelo Papa Bento XV. Depois, a 5 de Junho de
1664 0,3 | grito no final do século XX. É o grito de Roma, o grito
1665 II,20| foi instituído por João XXIII o Secretariado para a Promoção
1666 I,8 | continuidade 24. Somente uma zeloza assimilação, na obediência
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