Parte,Capítulo,Thema,Parágrafo,Número
1 I, 0, 0, 0,6 | perspectiva cristã, a vida comum dos homens. Com efeito estes
2 I, 0, 0, 0,7 | homens, pondo portanto em comum o seu esforço criado. Quando
3 I, 0, 0, 0,16 | contributo que prestam ao bem comum; (22) isto é, se pela qualidade
4 I, 0, 0, 0,16(22)| Bem comum que Mater et Magistra define
5 II, 1, 0, 0,19 | convívio fraterno e a acção comum. Na verdade, estes meios
6 II, 1, 0, 0,22 | que se preocupam pelo bem comum. Nesta perspectiva, os próprios
7 II, 1, 1, 0,26 | limites da moralidade e do bem comum, é um direito dos indivíduos
8 II, 1, 1, 0,26 | as bases para uma acção comum.~
9 II, 1, 1, 0,29 | que contribuem para o bem comum dessa nação e do mundo inteiro,
10 II, 1, 1, 0,30 | directamente opostos ao bem comum: propagandas, por exemplo,
11 II, 1, 2, a,35 | exigida pelo próprio bem comum.~
12 II, 1, 2, a,42 | dever profissional ou o bem comum, o exigem. Informar, quando
13 II, 1, 2, a,42 | quando está em causa o bem comum, exige sempre prudência
14 II, 2, 0, 0,63 | papel, de modo que o bem comum, para o qual tais instrumentos
15 II, 2, 1, a,65 | possam colaborar no trabalho comum da humanidade; só assim
16 II, 2, 2, a,79 | pelo lucro, mas pelo bem comum, presta um serviço louvável.
17 II, 2, 3, a,83 | humana e promover o bem comum, tanto nacional como internacional.~
18 II, 2, 3, a,85 | restringida na medida em que o bem comum o exige. (15)~ A censura,
19 II, 2, 3, a,89 | serviços evidentes ao bem comum, neste campo da comunicação
20 II, 2, 3, c,98 | congressos em que se ponha em comum as mais recentes invenções;
21 II, 2, 3, c,99 | impõe-se um programa de acção comum. De grande utilidade, segundo
22 III, 3, 2, 0,145 | Baseado, como deve estar, na comum convicção das vantagens
|