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Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais
Ética da publicidade

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)


0-finan | fins-suges | super-vulne

                                                     negrito = Texto principal
     Parágrafo                                       cinza = comentário
504 9 | explora o instinto sexual para fins comerciais ou influencia 505 10 | frequentemente prejudiciais à saúde física e espiritual ».15~Este é 506 10 | agente de informação se fizesse uma apresentação deformada 507 11 | étnico, etc., em vez de focar um profundo sentido de justiça 508 1 | valores. O tema da publicidade foi tratado várias vezes nas 509 23 | Pedro Apóstolo.~+ John P. Foley~Presidente~+ Pierfranco 510 4 | seria completamente nociva e fonte de corrupção, tanto para 511 19 | deontologia são uma destas fontes subsidiárias. Já existem 512 15 | verdade, seja por que motivo for ».26~ 513 1 | actualmente é uma poderosa força de persuasão que modela 514 14 | verdade, ou transformam-se em forças destruidoras que se opõem 515 18 | tudo, as consciências bem formadas e responsabilizadas dos 516 22 | partilham ideias e onde se formam os valores e os comportamentos. 517 14 | Cristo, que a chama a « formar a consciência, fazendo-a 518 14 | esta situação global, nós formulamos o seguinte princípio fundamental 519 4 | privadas de fundamento. Formularemos também nós as nossas próprias 520 1 | outro lado, não deixa de fornecer. Desejamos também recordar 521 16 | que manipulam e exploram a fragilidade humana. Nestes casos, as 522 12 | na publicidade é um abuso frequente e deplorável. « Quantas 523 10 | objectivamente ilícitos, e frequentemente prejudiciais à saúde física 524 3 | ao mesmo tempo errada e frustrante, de que a abundância dos 525 1 | nas numerosas publicações, frutos do profundo interesse da 526 1 | incluindo as Igrejas, ou funcionários do serviço público. Os motivos 527 1 | direito a uma informação fundada na verdade, na liberdade, 528 17 | culturais e espirituais, fundadas na dignidade da pessoa e 529 9 | desprevenidos para as necessidades fundamentais. Sobretudo deve-se evitar 530 1 | procurou fazê-lo dum modo fundamentalmente positivo, encarando os mass 531 11 | autonomia, dependendo dos fundos de grupos de interesse. 532 14 | bem como por aqueles que a garantem comercial ou politicamente, 533 18 | 18. Os indispensáveis garantes dum comportamento ético 534 20 | a normas: quanto se pode gastar, como e de onde provem o 535 4 | publicitárias de todos os géneros.~Alguns observadores críticos 536 2 | amplo e variado. Em termos gerais, sem dúvida, uma publicidade 537 22 | comunicação social... podem gerar uma certa passividade nos 538 23 | chamados a garantir uma gestão da sua profissão eticamente 539 14 | publicidade.~Perante esta situação global, nós formulamos o seguinte 540 1 | a esta matéria. Por fim, gostaríamos de sugerir algumas iniciativas, 541 6 | políticas e garante aos governados a possibilidade quer de 542 6 | e controlar os próprios governantes, quer de os substituir pacificamente, 543 20 | sociedade ».34 As normas governativas deveriam interessar-se, 544 2 | imagem » duma pessoa, dum grupo ou duma entidade). Mas em 545 10 | influenciadas e se deixem guiar por um profundo desejo de 546 13 | pode ser de bom gosto e harmonizar-se com elevadas regras morais 547 16 | Estes abusos não são só hipoteticamente possíveis, mas são realidades 548 11 | egoísmo, a prevenção e a hostilidade em relação ao próximo, os 549 5 | contribuir para o progresso da humanidade. Ela é um mecanismo necessário 550 7 | existência sendo simplesmente humorística, de bom gosto e agradável. 551 [Título]| I~INTRODUÇÃO~ 552 14 | quadro muito geral, podemos identificar alguns princípios morais 553 10 | necessário evitar « uma "idolatria" do mercado » que, ajudada 554 20 | as crianças e as pessoas idosas. A própria publicidade política 555 12 | os mais jovens, os mais idosos, os pobres — que não se 556 10 | favorecida pela publicidade, ignora este facto crucial.17~ 557 7 | minorias, que facilmente são ignoradas. Além disso, a publicidade 558 3 | encorajados, promovendo alguns e ignorando outros. Esta selecção opõe-se 559 12 | comunicadores cedem à tentação de ignorar as exigências educativas 560 1 | sector privado, incluindo as Igrejas, ou funcionários do serviço 561 [Título]| III~DANOS CAUSADOS PELA PUBLICIDADE~ 562 10 | estilos de vida objectivamente ilícitos, e frequentemente prejudiciais 563 15 | deliberadamente procurar iludir, seja explícita ou implicitamente, 564 14 | assumido a natureza humana, a ilumina definitivamente nos seus 565 15 | verdade insinuando elementos ilusórios ou omitindo dados pertinentes. 566 13 | servem-se de personagens ou imagens religiosas para vender determinados 567 14 | Rm. 2, 15) e inclui os imperativos da realização autêntica 568 15 | iludir, seja explícita ou implicitamente, seja por omissão. « O correcto 569 12 | a pressões explícitas ou implícitas — a negligenciar os valores 570 16 | 16. Impõe-se uma « exigência absoluta » 571 20 | deveriam procurar controlar ou impor uma política à indústria 572 22 | espectáculos. Os utentes devem impor-se moderação e disciplina em 573 10 | omitisse certos elementos importantes. Por vezes, o papel de informadores 574 15 | verídico e — dentro dos limites impostos pela justiça e pela caridade — 575 8 | pertencentes à Igreja: a imprensa e as publicações, os programas 576 3 | quase inevitavelmente a impressão, ao mesmo tempo errada e 577 13 | certos publicitários procuram impressionar e confundir as pessoas, 578 16 | ingenuidade e o seu carácter impressionável, na esperança que façam 579 22 | no mundo de hoje e da sua incidência nas iniciativas da Igreja. 580 14 | publicidade indirecta, que incita o público a agir duma certa 581 14 | responsáveis das estratégias que incitam as pessoas a comportarem-se 582 13 | publicitários comerciais incluem, por vezes, temas religiosos 583 14 | corações » (Rm. 2, 15) e inclui os imperativos da realização 584 1 | operadores do sector privado, incluindo as Igrejas, ou funcionários 585 10 | sejam tratados assuntos incómodos ou inoportunos aos olhos 586 1 | daquela época, ainda hoje é incontestável. Se os mass media adquirem 587 23 | se consolidaram práticas incorrectas, os publicitários conscienciosos 588 13 | para promover produtos e inculcar atitudes e comportamentos 589 23 | pública. O problema das indemnizações é uma questão de envolvimento 590 23 | publicando avisos correctivos, indemnizando as partes lesadas, incrementando 591 14 | motivar. A este propósito, indicamos também os problemas particulares 592 1 | a publicidade apresenta. Indicaremos alguns princípios deontológicos 593 3 | publicidade tem um impacto indirecto mas poderoso na sociedade, 594 18 | 18. Os indispensáveis garantes dum comportamento 595 15 | Papa João Paulo II, a nível individual e social, a verdade e a 596 19 | compradores. As pessoas individualmente deveriam organizar-se e 597 12 | dos mass media dos países industrializados, é justamente uma preocupação 598 3 | publicidade comercial dá-se quase inevitavelmente a impressão, ao mesmo tempo 599 12 | também o agravo cultural, infligido a estas nações e aos seus 600 21 | pessoas, cujas actividades influenciam a vida da sociedade.~ 601 5 | entre outras coisas, quando informa as pessoas da disponibilidade 602 10 | importantes. Por vezes, o papel de informadores dos mass media pode até 603 2 | concebida para adultos bem informados.~Na publicidade, entram 604 6 | política pode fazer o mesmo, informando as pessoas acerca das ideias 605 21 | comunicação jornalística e informativa deveria empenhar-se em manter 606 16 | parece querer desfrutar a sua ingenuidade e o seu carácter impressionável, 607 14 | publicitário.~Quando uma iniciativa publicitária estimula o 608 13 | esta prática é perniciosa e injuriosa quando explora a religião 609 11 | adversários, dasacreditando injustamente a sua reputação. Isto verifica-se 610 10 | tratados assuntos incómodos ou inoportunos aos olhos dos publicitários. 611 17 | da tecnologia, resultarão insatisfatórias e, com o andar do tempo, 612 14 | conformar, porque ela está « inscrita nos seus corações » (Rm. 613 15 | pode deturpar a verdade insinuando elementos ilusórios ou omitindo 614 2 | obrigando a investigações insistentes e a campanhas multimediáticas 615 5 | informação, divertimentos e inspirações às populações do planeta.~ 616 6 | numa economia de mercado inspirada por regras morais. Os meios 617 5 | a um sistema económico, inspirado pelas normas morais e sociais 618 7 | duma acção edificante e inspiradora e estimulando as pessoas 619 9 | indivíduos e famílias, os quais, instados pela oferta de artigos de 620 9 | fere o pudor, explora o instinto sexual para fins comerciais 621 22 | formação mediática faça parte integrante da planificação pastoral 622 22 | que seja. « É necessário integrar a mensagem nesta "nova cultura", 623 11 | público comprometam a sua integridade e autonomia, dependendo 624 7 | as produções de qualidade intelectual, estética e moral muito 625 1 | de Deus » que, segundo a intenção providencial, aproximam 626 23 | crescimento económico, no intercâmbio de ideias e de informações, 627 5 | amplo das relações e dos intercâmbios entre pessoas e grupos sociais. (...) 628 1 | Igreja e dos quais ela se interessa sincera e profundamente.~ 629 20 | normas governativas deveriam interessar-se, por exemplo, pela percentagem 630 1 | contemporâneo. A Igreja interessou-se com frequência pelo papel 631 16 | responsáveis, a sua liberdade interior; bens, todos estes, que 632 16 | moralidade — segundo uma interpretação que não respeita a autêntica 633 16 | crianças quer dos pais. Ela intervem na relação entre pais e 634 17 | mass media, têm o dever intransigente de exprimir e de promover 635 9 | Na publicidade, nada é intrinsecamente bom ou mau. A publicidade 636 4 | deixaria de ter qualquer valor intrínseco, mas a sua influência seria 637 [Título]| I~INTRODUÇÃO~ 638 22 | psicológicas ».35~À luz desta intuição, é preciso que a formação 639 9 | produtos nocivos ou totalmente inúteis, se fazem promessas falsas 640 4 | esta situação em termos invariavelmente negativos. Condenam a publicidade 641 13 | deliberadamente a motivos como a inveja, a ambição ou a avidez. 642 2 | muito complexo, obrigando a investigações insistentes e a campanhas 643 12 | pessoa com a sua dignidade inviolável, mas como objecto cujo objectivo 644 20 | numerosos países, pode e deve ir além da simples proibição 645 10 | decidirem-se com base em motivações irreais: « fidelidade a um rótulo », 646 18 | publicidade e que desanimem os irresponsáveis.~ 647 10 | se torna de tal maneira irresponsável, que as comunidades, que 648 | isso 649 [Título]| IV~ALGUNS PRINCÍPIOS ÉTICOS 650 14 | resposta moral, esclarecida em Jesus Cristo, que a chama a « 651 2 | Na publicidade, entram em jogo muitos mass media e numerosas 652 23 | de São Pedro Apóstolo.~+ John P. Foley~Presidente~+ Pierfranco 653 21 | 21. A comunicação jornalística e informativa deveria empenhar-se 654 15 | critério de discernimento, de julgamento, de escolha e de acção, 655 12 | países industrializados, é justamente uma preocupação dos países 656 23 | fazer o que é moralmente justo, devem estar sempre dispostas 657 23 | questão de envolvimento legítimo não só de organismos auto-reguladores 658 23 | indemnizando as partes lesadas, incrementando a quantidade 659 10 | centrada na « marca » comercial levanta sérios problemas. Com frequência 660 14 | servem deles conheçam e levem à prática, neste campo, 661 15 | e aceite, isso pode ser lícito. Existe contudo um princípio 662 22 | modos de comunicar com novas linguagens, novas técnicas, novas atitudes 663 6 | Os meios de comunicação livres e responsáveis no seio das 664 12 | valores sadios das culturas locais. Actualmente, este género 665 2 | muito simples — um fenómeno local, ou até de « bairro » — 666 18 | sponsors publicitários e pelas lógicas de concorrência próprias 667 19 | interesses, face às leis do lucro comercial.~ 668 5 | favorecendo a criação de novos lugares de trabalho, o aumento do 669 9 | pela oferta de artigos de luxo, podem ficar desprevenidos 670 12 | da mulher como esposa e mãe é minimizado, ou até mesmo 671 16 | consagrarem uma boa parte dos seus magros recursos à aquisição de 672 1 | sociedade moderna é cada vez maior ».1 Esta observação, feita 673 16 | pais e filhos e procura manipulá-la para os seus objectivos 674 16 | bem como as técnicas que manipulam e exploram a fragilidade 675 21 | informativa deveria empenhar-se em manter o público actualizado acerca 676 10 | publicidade centrada na « marca » comercial levanta sérios 677 10 | semelhantes, vendidos por marcas comerciais concorrentes. 678 3 | sobretudo entre os mais marginalizados. Na publicidade comercial 679 2 | confundir publicidade com marketing (o conjunto das funções 680 14 | contrário, se ela estimula às más acções, autodestruidoras 681 12 | apresentado como uma caricatura masculina, uma negação dos dons específicos 682 17 | 30 então até a abundância material e as vantagens da tecnologia, 683 5 | da humanidade. Ela é um mecanismo necessário para o funcionamento 684 8 | participação nas actividades mediáticas, inclusive na publicidade, 685 23 | empenhar-se por remediar, na medida do possível, os danos causados 686 [Título]| V~CONCLUSÃO: ALGUMAS MEDIDAS A SEREM ADOPTADAS~ 687 10 | dignidade e o bem-estar dos membros mais pobres e mais débeis 688 14 | à publicidade, dos quais mencionamos três: a veracidade, a dignidade 689 9 | como os que acabámos de mencionar, pode ter de igual modo 690 | menos 691 1 | publicidade, veiculada pela mídia, actualmente é uma poderosa 692 16 | uma parte relativamente mínima de publicidade destinada 693 12 | mulher como esposa e mãe é minimizado, ou até mesmo ridicularizado! 694 1 | poderosa força de persuasão que modela as atitudes e os comportamentos 695 3 | este espelho contribui para modelar a realidade que reflecte 696 12 | sociedade de consumo e dos seus modelos destruidores. Considere-se 697 22 | Os utentes devem impor-se moderação e disciplina em relação 698 22 | central do grande « areópago » moderno, no qual se partilham ideias 699 6 | impedir as tentações de monopolização do poder, por parte de oligarquias 700 16 | família, da religião e da moralidadesegundo uma interpretação 701 19 | entre eles se contassem moralistas e eclesiásticos, como também 702 14 | As técnicas em questão mostram determinados produtos ou 703 15 | da verdade, seja por que motivo for ».26~ 704 | muitos 705 18 | comum.~Numerosos homens e mulheres da profissão publicitária 706 3 | sociedade é multirracial ou multiétnica, poderia suscitar problemas 707 2 | insistentes e a campanhas multimediáticas através do mundo. Ela diferencia-se 708 3 | nos quais a sociedade é multirracial ou multiétnica, poderia 709 | nada 710 13 | controle artificial dos nascimentos, o chamado preservativo, 711 8 | de caridade para com os necessitados, mensagens que dizem respeito 712 17 | destruidora da pessoa humana, nefasta para os indivíduos e para 713 [Título]| c) Efeitos culturais nefastos da publicidade~ 714 12 | caricatura masculina, uma negação dos dons específicos da 715 4 | influenciadas, positiva ou negativamente, pelas mensagens e técnicas 716 4 | em termos invariavelmente negativos. Condenam a publicidade 717 | Nestes 718 | ninguém 719 9 | publicitários aconselham produtos nocivos ou totalmente inúteis, se 720 15 | se fala de veracidade. É normal que se encontre na publicidade 721 | nossas 722 | nosso 723 17 | inseparáveis, porque, como faz notar o Catecismo da Igreja Católica, 724 12 | que contribuem de modo tão notável para a "civilização do amor"! ». 725 1 | comunicação.5 Examinamos aqui novamente este tema, solicitados pela 726 3 | visam, em função do seu número e da sua composição demográfica. 727 10 | consumo e estilos de vida objectivamente ilícitos, e frequentemente 728 7 | Algumas publicidades são obras de arte popular, cuja vivacidade 729 15 | completo... compreendida a obrigação de evitar qualquer forma 730 2 | contrário, muito complexo, obrigando a investigações insistentes 731 4 | também nós as nossas próprias observações. Recordamos, em primeiro 732 4 | todos os géneros.~Alguns observadores críticos consideram esta 733 19 | aperfeiçoamento e para a sua observância prática ».33~É preciso ressaltar 734 19 | estabelecidos, de modo a obter o concurso do público para 735 1 | Pontifício Conselho, por ocasião dum balanço acerca da comunicação 736 23 | religiosas e sapienciais do Ocidente e do Oriente ».37 Não desejamos 737 16 | Este género de publicidade ofende a dignidade e os direitos 738 10 | de consumo e valores que ofendem a dignidade humana e o bem 739 16 | hoje. A publicidade pode ofender a dignidade da pessoa humana, 740 12 | tende a caracterizar de modo ofensivo certos grupos particulares 741 14 | bem ».23 Neste contexto, oferecem-se aos mass media simplesmente 742 9 | os quais, instados pela oferta de artigos de luxo, podem 743 10 | incómodos ou inoportunos aos olhos dos publicitários. Contudo, 744 6 | monopolização do poder, por parte de oligarquias ou de interesses particulares. 745 15 | implicitamente, seja por omissão. « O correcto exercício 746 15 | insinuando elementos ilusórios ou omitindo dados pertinentes. Como 747 10 | deformada da realidade e omitisse certos elementos importantes. 748 4 | humanos e materiais. Ela é omnipresente no mundo de hoje, como ressaltava 749 14 | estimula o público a fazer uma opção ou a agir de maneira razoável 750 3 | ignorando outros. Esta selecção opõe-se à afirmação que defende 751 14 | forças destruidoras que se opõem ao bem-estar humano. Isto 752 19 | códigos de deontologiaoportunamente estabelecidos, de modo a 753 6 | pacificamente, quando tal se torna oportuno ».9 A publicidade política 754 10 | verifica nas sociedades opulentas. Mas o abuso torna-se mais 755 23 | envolvimento legítimo não só de organismos auto-reguladores do sector 756 19 | individualmente deveriam organizar-se e agrupar-se em associações 757 10 | ser melhor, quando ela é orientada ao ter e não ao ser, e deseja 758 23 | sapienciais do Ocidente e do Oriente ».37 Não desejamos nem queremos 759 23 | São Pedro Apóstolo.~+ John P. Foley~Presidente~+ Pierfranco 760 6 | governantes, quer de os substituir pacificamente, quando tal se torna oportuno ». 761 4 | uma actividade sobretudo parasitária. Nesta perspectiva, a publicidade 762 3 | responsabilidades para os dois parceiros.~ 763 5 | preocupação pelo bem comumparecem ser hoje « o instrumento 764 23 | correctivos, indemnizando as partes lesadas, incrementando a 765 14 | ou politicamente, porque participam do mesmo modo nos diferentes 766 19 | empenhamento do público. Deveriam participar na elaboração, na aplicação 767 15 | fundamento, como ponto de partida, como critério de discernimento, 768 14 | Esta responsabilidade é partilhada pelos editores, por quem 769 22 | areópago » moderno, no qual se partilham ideias e onde se formam 770 11 | procura deturpar as ideias e o passado dos adversários, dasacreditando 771 13 | adquiriram uma amplitude nova e passaram a constituir um sério problema 772 22 | podem gerar uma certa passividade nos utentes, fazendo deles 773 8 | já foram dados numerosos passos positivos. Ao falar da publicidade, 774 22 | dos diferentes programas pastorais e educativos empreendidos 775 23 | Presidente~+ Pierfranco Pastore~Secretário ~ ~ 776 8 | mensagens: mensagens de fé, de patriotismo, de tolerância, de compaixão, 777 10 | recorrer a certos serviços, patrocinar certas instituições, e outras 778 13 | natureza humana decaída pelo pecado. Durante o último quarto 779 1 | crescente da publicidade e pelo pedido dum estudo mais amplo deste 780 23 | Festa da Cátedra de São Pedro Apóstolo.~+ John P. Foley~ 781 17 | e da sua própria vida... Pensa que pode dispor arbitrariamente 782 20 | interessar-se, por exemplo, pela percentagem de espaço publicitário, 783 4 | Condenam a publicidade como perda de tempo, de talento e de 784 9 | prejudicam a sociedade e perdem o crédito e confiança. Por 785 2 | sistemático destinado a criar um perfil público positivo ou a « 786 13 | promove o aborto, os produtos perigosos para a saúde e as campanhas 787 19 | na aplicação e na revisão periódica dos códigos de deontologia 788 13 | Este problema, que antes permanecia confinado ao âmbito dos 789 13 | aceitável, mas esta prática é perniciosa e injuriosa quando explora 790 23 | aqui delineamos, estamos persuadidos de que a publicidade pode 791 1 | é uma poderosa força de persuasão que modela as atitudes e 792 19 | estreitamente com eles. « Pertence, pois, às agências e aos 793 8 | primeiro lugar, aos mass media pertencentes à Igreja: a imprensa e as 794 15 | ilusórios ou omitindo dados pertinentes. Como ressalta o Papa João 795 13 | temas de natureza doentia, perversa ou pornográfica.~O que este 796 14 | manipulação e de exploração, pervertidos ou corruptos, a fim de persuadir 797 10 | modos, da sua realidade pessoal consciente e livre, podem-se 798 23 | John P. Foley~Presidente~+ Pierfranco Pastore~Secretário ~ ~ 799 5 | inspirações às populações do planeta.~ 800 22 | faça parte integrante da planificação pastoral e dos diferentes 801 16 | indivíduos desfavorecidos no plano cultural. Uma boa parte 802 10 | se esforçam por sair da pobreza e elevar o seu nível de 803 10 | pessoal consciente e livre, podem-se criar hábitos de consumo 804 20 | velando pela sua aplicação, os poderes públicos responsabilizar-se-ão 805 1 | mídia, actualmente é uma poderosa força de persuasão que modela 806 3 | um impacto indirecto mas poderoso na sociedade, através da 807 | pois 808 14 | a garantem comercial ou politicamente, porque participam do mesmo 809 12 | particulares de pessoas, pondo-os numa situação desvantajosa 810 1 | providencial, aproximam os povos, « pondo-se assim ao serviço da Sua 811 5 | divertimentos e inspirações às populações do planeta.~ 812 7 | publicidades são obras de arte popular, cuja vivacidade e arrebatamento 813 13 | natureza doentia, perversa ou pornográfica.~O que este Pontifício Conselho 814 | portanto 815 7 | estimulando as pessoas a agirem positivamente em benefício quer seu quer 816 1 | atenção para as contribuições positivas que a publicidade pode oferecer 817 2 | opinião que quanto segue se possa aplicar a qualquer forma 818 16 | não são só hipoteticamente possíveis, mas são realidades presentes 819 23 | por remediar, na medida do possível, os danos causados pela 820 4 | lugar, que a publicidade possui, ela própria, um importante 821 17 | vontade, como se ela não possuísse uma forma própria e um destino 822 4 | ela própria, um importante potencial benéfico ao serviço do bem, 823 | pouco 824 14 | comunidade, os seus autores praticam o mal. Isto também é válido 825 23 | desvantagens pessoais, em vez de praticar o mal. Este é, sem dúvida, 826 13 | chamado preservativo, e outras praxes semelhantes.~ 827 23 | contributo particular e precioso ao progresso humano e ao 828 11 | em relação ao próximo, os preconceitos racial e étnico, etc., em 829 5 | eficiência e a diminuição dos preços, incrementando o progresso 830 9 | estimular necessidades falsas, prejudica indivíduos e famílias, os 831 9 | homem, os seus responsáveis prejudicam a sociedade e perdem o crédito 832 10 | crises sócioeconómicas e prejudicando os pobres. « O uso prudente 833 10 | também causar-lhes grave prejuízo, se a publicidade e a pressão 834 17 | dos numerosos problemas e preocupações actuais relacionados com 835 22 | Igreja. Tal educação deveria preparar as pessoas para que estejam 836 10 | directamente os seus instintos e prescindindo, de diversos modos, da sua 837 10 | sociedade. É preciso ter sempre presente que existem « bens que, 838 13 | dos nascimentos, o chamado preservativo, e outras praxes semelhantes.~ 839 23 | Apóstolo.~+ John P. Foley~Presidente~+ Pierfranco Pastore~Secretário ~ ~ 840 21 | criticar regularmente as prestações dos publicitários, como 841 10 | fidelidade a um rótulo », prestígio do estatuto social, moda, « 842 10 | o estilo de vida que se presume ser melhor, quando ela é 843 12 | métodos reflectem os que prevalecem nos países ricos, e estão 844 11 | das pessoas, o egoísmo, a prevenção e a hostilidade em relação 845 18 | Torna-se, portanto, necessário prever estruturas externas e regras 846 16 | para os seus objectivos prioritários. De igual modo, uma parte 847 4 | não serem completamente privadas de fundamento. Formularemos 848 1 | eles operadores do sector privado, incluindo as Igrejas, ou 849 18 | de adoptar comportamentos privados do sentido ético. Torna-se, 850 1 | empenho humano, e critica os procedimentos e as práticas que se contrapõem 851 1 | Concílio Vaticano II.2 Ela procurou fazê-lo dum modo fundamentalmente 852 8 | radiofónicos e televisuais, a produção cinematográfica e audiovisual 853 5 | o evoluir da capacidade produtiva do homem mas também o entretecer-se 854 9 | promessas falsas acerca do produto a vender, ou se exploram 855 2 | bens de consumo cheguem do produtor ao consumidor), ou com relações 856 12 | dos negócios ou da vida profissional, é apresentado como uma 857 8 | instrumentos ao serviço do programa de reevangelização e de 858 9 | na sociedade.~Communio et progressio fez, a este propósito, um 859 20 | costumes públicos e aos progressos da sociedade ».34 As normas 860 20 | deve ir além da simples proibição duma publicidade enganadora, 861 3 | que reflecte e, por vezes, projecta uma sua imagem deformada.~ 862 9 | totalmente inúteis, se fazem promessas falsas acerca do produto 863 23 | ideias e de informações, e na promoção da solidariedade entre os 864 3 | favorecidos e encorajados, promovendo alguns e ignorando outros. 865 20 | em sentido estricto. « Promulgando leis e velando pela sua 866 22 | meio de comunicação para propagar a mensagem do Evangelho, 867 6 | democracia análogo ao que proporciona ao bem-estar económico, 868 16 | comprem produtos que não lhes proporcionam qualquer benefício positivo. 869 12 | desenvolvimento, através da proposta da sociedade de consumo 870 6 | pessoas acerca das ideias e propostas políticas dos partidos e 871 8 | mensagens construtivas e proveitosas, que educam e estimulam 872 20 | pode gastar, como e de onde provem o dinheiro necessário para 873 1 | que, segundo a intenção providencial, aproximam os povos, « pondo-se 874 10 | prejudicando os pobres. « O uso prudente da publicidade pode contribuir 875 5 | decisões bem informadas e prudentes. A publicidade contribui 876 22 | técnicas, novas atitudes psicológicas ».35~À luz desta intuição, 877 23 | publicidade de utilidade pública. O problema das indemnizações 878 23 | por exemplo, entre outros, publicando avisos correctivos, indemnizando 879 16 | seus conteúdos — o que é publicizado e o modo como é feito 880 9 | a publicidade que fere o pudor, explora o instinto sexual 881 14 | subliminares. Dentro deste quadro muito geral, podemos identificar 882 23 | lesadas, incrementando a quantidade de publicidade de utilidade 883 13 | pecado. Durante o último quarto de século adquiriram uma 884 3 | publicidade comercial dá-se quase inevitavelmente a impressão, 885 | quem 886 13 | quando trata a religião ou questões que têm uma dimensão moral. 887 3 | publicidade de determinados grupos raciais ou étnicos, em países nos 888 11 | próximo, os preconceitos racial e étnico, etc., em vez de 889 8 | publicações, os programas radiofónicos e televisuais, a produção 890 3 | publicações e produções radiotelevisivas dependem das receitas publicitárias. 891 9 | fez, a este propósito, um rápido balanço: « Se... os anúncios 892 14 | opção ou a agir de maneira razoável e moralmente boa para si 893 2 | suscitar uma determinada reacção. Isto significa que a publicidade 894 14 | os que encomendam, os que realizam e difudem a publicidade — 895 14 | pessoas a compreender e a realizar melhor o bem e a verdade, 896 19 | certas regiões. Eles são bem recebidos, mas são eficazes apenas 897 12 | economicamente, faz surgir outro receio cultural. Em concorrência 898 10 | como base duma escolha recional.~A publicidade também pode 899 5 | e eficaz para uma ajuda recíproca entre os homens ».8~A publicidade 900 2 | partidos e dos seus candidatos. Reconhecendo as diferenças entre os diversos 901 15 | dos limites duma prática reconhecida e aceite, isso pode ser 902 1 | vontade salvífica ».3~A Igreja recorda também a responsabilidade 903 4 | nossas próprias observações. Recordamos, em primeiro lugar, que 904 13 | degradante. Com frequência ela recorre deliberadamente a motivos 905 8 | as de carácter religioso, recorrem à publicidade para comunicar 906 2 | casos, estas duas práticas recorreram ao instrumento ou à técnica 907 14 | II afirma: « Para o uso recto destes meios é absolutamente 908 8 | ao serviço do programa de reevangelização e de nova evangelização 909 3 | modelar a realidade que reflecte e, por vezes, projecta uma 910 12 | cujos conteúdos e métodos reflectem os que prevalecem nos países 911 16 | comprometesse a sua capacidade de reflectir e de decidir ».27 Estes 912 23 | bem comum. À luz destas reflexões, convidamos os profissionais 913 3 | reflexo da cultura duma região. Por exemplo, a ausência 914 19 | existem alguns em certas regiões. Eles são bem recebidos, 915 20 | comunicação. Por outro lado, a regulamentação dos conteúdos e das práticas 916 21 | deveria examinar e criticar regularmente as prestações dos publicitários, 917 16 | De igual modo, uma parte relativamente mínima de publicidade destinada 918 10 | desaproveitados, ficando relegado, para último lugar, o autêntico 919 8 | beneficência, mesmo as de carácter religioso, recorrem à publicidade 920 23 | deveriam também empenhar-se por remediar, na medida do possível, 921 12 | demográficas (idade, educação, renda, hábitos em matéria de compra 922 5 | de trabalho, o aumento do rendimento e um nível de vida mais 923 19 | deontologia publicitária representantes do público, e seria necessário 924 11 | dasacreditando injustamente a sua reputação. Isto verifica-se quando 925 17 | terra, submetendo-a sem reservas à sua vontade, como se ela 926 16 | uma interpretação que não respeita a autêntica dignidade nem 927 17 | os indivíduos « não virem respeitadas rigorosamente as exigências 928 18 | trabalho, mas também de respeitar e de velar pelos direitos 929 16 | absoluta » que a publicidade respeite « a pessoa humana, o seu 930 13 | pode ser feito de maneira respeitosa e aceitável, mas esta prática 931 18 | consciências bem formadas e responsabilizadas dos profissionais da publicidade: 932 20 | aplicação, os poderes públicos responsabilizar-se-ão por que o mau uso dos mass 933 14 | ela consente uma autêntica resposta moral, esclarecida em Jesus 934 15 | dados pertinentes. Como ressalta o Papa João Paulo II, a 935 19 | observância prática ».33~É preciso ressaltar também a importância do 936 4 | omnipresente no mundo de hoje, como ressaltava o Papa Paulo VI: « Já ninguém 937 17 | vantagens da tecnologia, resultarão insatisfatórias e, com o 938 15 | alguns exageros simbólicos ou retóricos. Dentro dos limites duma 939 19 | elaboração, na aplicação e na revisão periódica dos códigos de 940 5 | produtos ou de novos serviços rezoavelmente desejáveis, bem como do 941 14 | profunda e um significado mais rico. Cristo « é o "Princípio" 942 12 | minimizado, ou até mesmo ridicularizado! Quantas vezes o papel da 943 17 | não virem respeitadas rigorosamente as exigências morais, culturais 944 14 | inscrita nos seus corações » (Rm. 2, 15) e inclui os imperativos 945 10 | irreais: « fidelidade a um rótulo », prestígio do estatuto 946 23 | conscienciosos deveriam fazer sacrifícios pessoais significativos 947 5 | tornar-se um instrumento sadio e eficaz para uma ajuda 948 12 | os tradicionais valores sadios das culturas locais. Actualmente, 949 10 | comunidades, que se esforçam por sair da pobreza e elevar o seu 950 1 | ao serviço da Sua vontade salvífica ».3~A Igreja recorda também 951 9 | ser positivos, e por vezes são-no, como os que acabámos de 952 23 | grandes tradições religiosas e sapienciais do Ocidente e do Oriente ». 953 17 | desperdiçando os recursos e saqueando o meio ambiente, causa graves 954 23 | Presidente~+ Pierfranco Pastore~Secretário ~ ~ 955 13 | Durante o último quarto de século adquiriram uma amplitude 956 14 | comportamento num âmbito sedutor, associando-os a personagens 957 2 | nossa opinião que quanto segue se possa aplicar a qualquer 958 14 | global, nós formulamos o seguinte princípio fundamental para 959 19 | veículo, fazer conhecer, seguir e aplicar os códigos de 960 8 | as instituições católicas seguissem « com constante atenção 961 3 | e ignorando outros. Esta selecção opõe-se à afirmação que 962 3 | deformada.~Os publicitários são selectivos a respeito dos valores e 963 | sendo 964 | seres 965 | seriam 966 3 | aos publicitários comporta sérias responsabilidades para os 967 13 | passaram a constituir um sério problema social. Enquanto 968 10 | marca » comercial levanta sérios problemas. Com frequência 969 14 | necessário que todos os que se servem deles conheçam e levem à 970 13 | vezes, temas religiosos ou servem-se de personagens ou imagens 971 10 | estatuto social, moda, « sex appeal », etc., em vez de 972 9 | pudor, explora o instinto sexual para fins comerciais ou 973 | sido 974 14 | dimensão mais profunda e um significado mais rico. Cristo « é o " 975 12 | influência indirecta, mas significativa, exercida pela publicidade 976 23 | fazer sacrifícios pessoais significativos para as corrigir. Mas as 977 | sim 978 15 | publicidade alguns exageros simbólicos ou retóricos. Dentro dos 979 6 | 6. « A Igreja encara com simpatia o sistema da democracia, 980 1 | dos quais ela se interessa sincera e profundamente.~ 981 10 | dominados durante decénios por sistemas centralizados e controlados 982 2 | relações públicas (o esforço sistemático destinado a criar um perfil 983 23 | eliminarem todos os aspectos socialmente prejudiciais e a adoptarem 984 5 | necessidades » de natureza sócioeconómica.7~Num sistema deste género, 985 10 | desenvolvimento, agravando as crises sócioeconómicas e prejudicando os pobres. « 986 23 | envolvidos no processo de solicitação e difusão da publicidade, 987 1 | aqui novamente este tema, solicitados pela importância crescente 988 | somos 989 23 | moral, os cristãos não estão sós: encontram confirmação no 990 8 | modernas de publicidade... » e soubessem « valer-se dela para difundirem 991 18 | externas — exercidas pelos sponsors publicitários e pelas lógicas 992 9 | comerciais ou influencia o subconsciente, de tal modo a violentar 993 14 | mesmo recorrer às mensagens subliminares. Dentro deste quadro muito 994 17 | arbitrariamente da terra, submetendo-a sem reservas à sua vontade, 995 20 | publicidade política poderia estar submetida a normas: quanto se pode 996 1 | algumas iniciativas, a serem submetidas à atenção dos profissionais 997 12 | comunicadores podem ser tentados — submetidos na realidade a pressões 998 19 | deontologia são uma destas fontes subsidiárias. Já existem alguns em certas 999 2 | problemas técnicos e morais substancialmente diferentes da que é concebida 1000 6 | governantes, quer de os substituir pacificamente, quando tal 1001 15 | verdade na publicidade é mais subtil: uma publicidade não afirma 1002 1 | Por fim, gostaríamos de sugerir algumas iniciativas, a serem 1003 4 | Já ninguém pode escapar à sugestão da publicidade ».6 Até as


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