0-finan | fins-suges | super-vulne
negrito = Texto principal
Parágrafo cinza = comentário
1004 12 | produções, e abandonar-se à superficialidade, ao mau gosto e à degradação
1005 23 | estar sempre dispostas a suportar prejuízos e desvantagens
1006 12 | dependem economicamente, faz surgir outro receio cultural. Em
1007 4 | como perda de tempo, de talento e de dinheiro — uma actividade
1008 2 | recorreram ao instrumento ou à técnica publicitária. A publicidade
1009 2 | crianças apresenta problemas técnicos e morais substancialmente
1010 17 | material e as vantagens da tecnologia, resultarão insatisfatórias
1011 14 | desempenha as suas funções na televisão e por quantos fazem parte
1012 8 | programas radiofónicos e televisuais, a produção cinematográfica
1013 12 | frequência, a publicidade tende a caracterizar de modo ofensivo
1014 12 | os comunicadores cedem à tentação de ignorar as exigências
1015 12 | comunicadores podem ser tentados — submetidos na realidade
1016 | terem
1017 23 | mas não só deles. « Neste testemunho ao carácter absoluto do
1018 3 | programas de modo a atrair o tipo de público que eles visam,
1019 13 | normas morais. Citamos, a título de exemplo, a publicidade
1020 | toda
1021 8 | de fé, de patriotismo, de tolerância, de compaixão, de assistência
1022 17 | prejuízos à ecologia. « O homem, tomado mais pelo desejo do ter
1023 5 | enquanto consumidores, a tomar decisões bem informadas
1024 10 | controlados pelo Estado — é tornado mais difícil pela publicidade
1025 23 | mercado, que hoje se está a tornar muito difundida. Além disso,
1026 5 | a publicidade, que pode tornar-se um instrumento sadio e eficaz
1027 13 | evidenciam a componente mais torpe da natureza humana decaída
1028 12 | estão em conflito com os tradicionais valores sadios das culturas
1029 23 | dos povos e nas grandes tradições religiosas e sapienciais
1030 17 | desenvolver, mas não deve trair ».29 Trata-se, sem dúvida,
1031 14 | melhor o bem e a verdade, ou transformam-se em forças destruidoras que
1032 2 | público que se destina a transmitir informações, a atrair a
1033 13 | problemas específicos, quando trata a religião ou questões que
1034 17 | mas não deve trair ».29 Trata-se, sem dúvida, duma questão
1035 12 | deplorável. « Quantas vezes ela é tratada não como pessoa com a sua
1036 1 | tema da publicidade foi tratado várias vezes nas numerosas
1037 10 | de impedir que não sejam tratados assuntos incómodos ou inoportunos
1038 12 | com frequência no modo de tratar a mulher. A exploração desta
1039 14 | publicidade, dos quais mencionamos três: a veracidade, a dignidade
1040 20 | sobretudo nos programas da TV, como também pelos conteúdos
1041 19 | concurso do público para o seu ulterior aperfeiçoamento e para a
1042 23 | 23. Contudo, em última análise, onde existe a liberdade
1043 3 | defende que a publicidade é unicamente o reflexo da cultura duma
1044 7 | vivacidade e arrebatamento são únicos no seu género.~
1045 13 | e confundir as pessoas, usando temas de natureza doentia,
1046 22 | 22. Além de usar os mass media para evangelizar,
1047 5 | pode ser um instrumento útil para enfrentar uma concorrência
1048 23 | quantidade de publicidade de utilidade pública. O problema das
1049 [Título]| V~CONCLUSÃO: ALGUMAS MEDIDAS
1050 16 | mencionámos a avidez, a vaidade, o desejo e a ambição, bem
1051 8 | publicidade... » e soubessem « valer-se dela para difundirem a Mensagem
1052 14 | praticam o mal. Isto também é válido para os meios e as técnicas
1053 4 | deixaria de ter qualquer valor intrínseco, mas a sua influência
1054 10 | elevar o seu nível de vida, vão procurar o progresso na
1055 2 | publicidade é extremamente amplo e variado. Em termos gerais, sem dúvida,
1056 1 | publicidade foi tratado várias vezes nas numerosas publicações,
1057 13 | Pontifício Conselho disse há vários anos sobre o tema da pornografia
1058 5 | progresso humano. « A Igreja vê com benevolência não só
1059 4 | suas diferentes formas, se vêem no entanto confrontadas
1060 1 | importância, a publicidade, veiculada pela mídia, actualmente
1061 16 | publicidades já se tornaram « veículos de uma visão deformada da
1062 4 | por vezes se concretiza. Vejamos brevemente como isto se
1063 20 | estricto. « Promulgando leis e velando pela sua aplicação, os poderes
1064 13 | exaltação da violência são velhas realidades da condição humana
1065 10 | entre produtos semelhantes, vendidos por marcas comerciais concorrentes.
1066 20 | mau uso dos mass media não venha causar graves prejuízos
1067 10 | desenvolvimento e a satisfação das verdadeiras necessidades ».16~De igual
1068 15 | da comunicação deve ser « verdadeiro e — dentro dos limites da
1069 15 | daquilo que é comunicado seja verídico e — dentro dos limites impostos
1070 10 | neste âmbito que se podem verificar abusos específicos.~A prática
1071 14 | empenha os seus autores na via do bem. Pelo contrário,
1072 22 | que estejam informadas e vigilantes tanto perante a publicidade,
1073 20 | práticas publicitárias, já em vigor em numerosos países, pode
1074 16 | todos estes, que seriam violados se se desfrutassem as tendências
1075 9 | subconsciente, de tal modo a violentar a liberdade dos compradores ».
1076 17 | Enquanto os indivíduos « não virem respeitadas rigorosamente
1077 3 | tipo de público que eles visam, em função do seu número
1078 12 | media em geral diminuem visivelmente.~Com muita frequência, a
1079 10 | a existência no prazer, visto como fim em si próprio ».
1080 17 | dúvida, duma questão de vital importância: o progresso
1081 7 | obras de arte popular, cuja vivacidade e arrebatamento são únicos
1082 19 | 19. Os códigos voluntários de deontologia são uma destas
1083 13 | edificante, mas também pode ser vulgar e moralmente degradante.
1084 16 | sociais particularmente vulneráveis: as crianças e os jovens,
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