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d)
Vantagens morais e religiosas da publicidade
8.
Com frequência, as instituições sociais de
beneficência, mesmo as de carácter religioso, recorrem à
publicidade para comunicar as suas mensagens: mensagens de fé, de
patriotismo, de tolerância, de compaixão, de assistência ao
próximo, de caridade para com os necessitados, mensagens que dizem
respeito à saúde e à educação, mensagens
construtivas e proveitosas, que educam e estimulam as pessoas de numerosas
formas, em vista do bem.
Para a Igreja,
a participação nas actividades mediáticas, inclusive na
publicidade, é hoje um elemento necessário da estratégia
pastoral de conjunto.10 Esta participação diz respeito, em
primeiro lugar, aos mass media pertencentes à Igreja: a imprensa e as
publicações, os programas radiofónicos e televisuais, a
produção cinematográfica e audiovisual católicos,
etc. Mas ela diz respeito também à colaboração
eclesial no seio dos mass media não confessionais. Os meios de
comunicação social « podem e devem ser instrumentos ao
serviço do programa de reevangelização e de nova
evangelização da Igreja no mundo contemporâneo ».11 Se
ainda muito deve ser feito neste campo, já foram dados numerosos passos
positivos. Ao falar da publicidade, o Papa Paulo VI dizia que seria bom que as
instituições católicas seguissem « com constante
atenção o desenvolvimento das técnicas modernas de
publicidade... » e soubessem « valer-se dela para difundirem a Mensagem
evangélica de modo ajustado às expectativas e às
necessidades do homem contemporâneo ».12
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