3. Este documento se refere à
colaboração concreta e não contempla diretamente as
questões que se referem ao diálogo doutrinal nas emissões
ou produções comunicativas. Por outro lado, é claro que a
doutrina e a moral católicas são pontos de referência
irremovíveis para os comunicadores católicos. Pertence às
autoridades eclesiais competentes -nos seus diversos âmbitos: local,
nacional, continental e mundial - a salvaguarda do aspecto doutrinal e moral de
cada atividade comunicativa. Os responsáveis pastorais têm o
direito e o dever de facilitarem o seu juízo e as diretrizes
específicas a este respeito. Deverão avaliar em cada caso os
riscos e a oportunidade de realizações conjuntas, tendo em conta
a necessidade de salvaguardar a identidade específica das iniciativas
católicas.
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