10-livro | longo-volun
negrito = Texto principal
Capítulo,Parágrafo cinza = comentário
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10 1,9(5) | Mursia, Milão (Itália), 1978; 2) Fiinal Report of the
11 Intro,7(4)| Comunicações Sociais, 1° de maio de 1980.~
12 1,9(5) | Italia, Roma (Itália), 1986 e 1988.~
13 3,32 | do Vaticano, 7 de maio de 1989~~JOHN P. FOLEY~Presidente~
14 Intro,7(4)| das Comunicações Sociais, 1° de maio de 1980.~
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32 1,13 | Uma certa pornografia já é abertamente violenta em seu conteúdo
33 2,20 | liberdade de expressão não é absoluto. A responsabilidade pública
34 Intro,3 | sido negativas. Ao lado dos abusos de sempre, estão-se dando
35 2,19 | desesperação se ajunta a isso, que acaba fazendo do prazer a única
36 1,13 | seu próprio comportamento. Acabam perdendo o respeito para
37 1,12 | chegarem a considerá-la normal, aceitável e digna de ser imitada.~
38 Intro,6 | pornografia e a violência acessíveis ao grande público, inclusive
39 2,19 | prazer a única felicidade acessível à pessoa humana.~
40 Intro,2 | contribuído muito para que aconteçam estas mudanças.~
41 1,9 | especialistas às vezes não estão de acordo sobre o impacto deste fenômeno
42 3,28 | legisladores, os encarregados da administração do Estado e da justiça são
43 3,23 | bem comum. Merecem nossa admiração e estímulo especialmente
44 1,14 | perverso. A probabilidade de adotar comportamentos anti-sociais
45 Intro,6 | último quarto de século adquiriram uma amplitude nova e passaram
46 1,15 | das relações humanas sãs e adultas, especialmente no matrimônio
47 3,29 | catequese paroquial de jovens e adultos. Tanto os sacerdotes como
48 3,32 | animar a todos a seguir a advertência de São Paulo: "Nao te deixes
49 1,9 | fenômeno e sobre o modo em que afeta os indivíduos e os grupos
50 1,13 | implicações para as pessoas afetadas por certas enfermidades
51 3,24 | numa atmosfera amável e afetuosa. Convém não esquecer que,
52 Intro,4 | certo que estes meios - como afirma o Concílio Vaticano II - "
53 2,20 | Alguns, também erroneamente, afirmam que o melhor meio para combater
54 Intro,2 | foram positivas. Hoje, como afirmou recentemente o Papa João
55 1,14 | progressivamente a sensibilidade, afogando gradativamente o sentido
56 1,17 | pornografia pode atuar como agente de incitação e reforço,
57 3,28 | estímulo. (7)~ As leis e os agentes da lei têm o dever sagrado
58 Intro,1 | na maneira de pensar e de agir das pessoas. Os meios de
59 1,17 | um cúmplice indireto, em agressões sexuais graves e perigosas,
60 | ainda
61 2,19 | moral da desesperação se ajunta a isso, que acaba fazendo
62 Intro,5 | 5. Um dos fenômenos alarmantes destes anos tem sido a crescente
63 3,24 | discernir os programas e amadurecer sua condição de usuários
64 1,15 | desenvolvimento moral da pessoa e no amadurecimento das relações humanas sãs
65 3,24 | interesse, numa atmosfera amável e afetuosa. Convém não esquecer
66 2,20 | intimidade, assim como a um ambiente de pública decência. Alguns,
67 3,28 | devem-se clarificar as ambíguas e devem-se reforçar as leis
68 Intro,6 | permanecia confinado ao ambito dos países ricos, começou,
69 2,19 | e da violência sádica no ámbito dos meios de comunicação
70 3,28 | conclusão de que se questiona e ameaça o bem comum especialmente
71 1,9 | profundamente ofensiva e amiúde passional. Os especialistas
72 3,32 | e prático, cada vez mais ampla sobre o problema da pornografia
73 Intro,6 | de século adquiriram uma amplitude nova e passaram a constituir
74 3,28 | chegado a ser uma urgência angustiante.~
75 3,23 | fidelidade as normas morais e os anima um grande desejo de serviço
76 3,30 | responsabilidades. Deve animá-los e sustentá-los em sua missão
77 3,32 | meios de comunicação, e para animar a todos a seguir a advertência
78 1,9 | corpo humano a um objeto anônimo destinado a uma má utilização
79 | antes
80 1,9 | linhas mestras da questão aparecem claras, límpidas e inquietantes.~
81 1,16 | matrimônio, a pornografia aparecerá como um fator capaz de minar
82 2,20 | dos jovens.~ - Confusão e apatia por parte de muitos, inclusive
83 3,31 | ser mais sistematicamente aplicadas.~
84 3,23 | assumir sua responsabilidade aplicando com fidelidade as normas
85 Intro,8 | privadas e religiosas, para aplicar o remédio necessário.~~
86 3,28 | tipo merecem todo o nosso apoio e estímulo. (7)~ As leis
87 Intro,7(4)| Exortação apostólica Familiaris consortio, 76;
88 1,9 | pode ser entendida como a apresentação destinada a excitar os instintos
89 3,30 | resulta nem suficiente nem apropriada. A Igreja deve, pelo contrário,
90 | aqueles
91 | Aqui
92 1,17 | pedofilia, os seqüestros e assassinatos.~
93 3,28 | vulneráveis da comunidade.~ Já assinalamos alguns dos efeitos negativos
94 Intro,8 | sobre a sociedade bem como assinalar as causas principais do
95 Intro,2 | uma solidariedade que a assuma e traduza no plano moral". (2)
96 3,23 | profissionais. Tratam de assumir sua responsabilidade aplicando
97 3,26 | seus pais e educadores e assumirem suas responsabilidades,
98 | até
99 3,29 | merecem uma assistência e atenção especiais.~ Por estes motivos,
100 1,9 | os indivíduos e os grupos atingidos pelo mesmo, mas as linhas
101 3,24 | questões de interesse, numa atmosfera amável e afetuosa. Convém
102 1,9 | humanos fundamentais para atos contrários à dignidade da
103 1,9(5) | 2) Fiinal Report of the Attorney General's Commission on
104 3,28(7) | outras organizações, estão atuando neste sentido.~
105 1,9 | meio do uso de técnicas audio-visuais, do direito à privacidade
106 3,29 | uso dos "media" escritos e audiovisuais.~
107 2,20 | equiparar-se à libertinagem.~ - A ausência de leis cuidadosamente preparadas
108 Intro,7 | interpretação que não respeita a auténtica dignidade nem o destino
109 1,16 | familiar da sexualidade humana autêntica. Na medida em que se considere
110 3,24 | dos pais no que concerne à autenticidade de seu amor e à ternura
111 3,24 | matéria. A passividade ou auto-indulgência diante de certos programas
112 3,23 | sozinhas e sem vigilância. O autocontrole é sempre o melhor controle,
113 3,31 | 31. Avaliando conscientemente as produções
114 1,12 | realidade.~ Num estágio mais avançado, a violência sádica nestes
115 3,26 | contribuirão a pôr muros ao avanço da pornografia e da violência
116 2,19 | 19. Um dos motivos básicos da difusão da pornografia
117 2,20 | Entre estas cabe citar:~ - O benefício econômico. A pornografia
118 3,31 | de posição de numerosos bispos sobre a pornografia e a
119 1,18 | indiferença, quando não à brutalidade.~~
120 3,23 | de defesa contra os que buscam proveito mediante a produção
121 3,29 | individual e social. Neste campo os pais merecem uma assistência
122 1,16 | aparecerá como um fator capaz de minar a vida familiar
123 3,25 | modo os jovens serão também capazes de resistir às manipulações
124 1,17 | 17. No pior dos casos, a pornografia pode atuar
125 3,29 | permanente do clero e na catequese paroquial de jovens e adultos.
126 3,29(8) | Congregação para a Educação Catolica, Orientações para a formação
127 1,10 | violência, ou a salvo da erosão causada pelos que atuam sob sua
128 3,28(7) | A CEE (Comunidade Economica Européia),
129 1,9 | negativas da pornografia e das cenas de violência que os meios
130 3,30 | de pura restrição ou de censura por parte da Igreja diante
131 1,13 | a violência sádica. Uma certa pornografia já é abertamente
132 1,13 | as pessoas afetadas por certas enfermidades mentais.~
133 3,24 | auto-indulgência diante de certos programas será fonte de
134 3,28 | ou onde ainda não tenha chegado a ser uma urgência angustiante.~
135 Intro,5 | sexualidade permissiva que quase chegam ao umbral da pornografia
136 1,12 | sobretudo os jovens, ao ponto de chegarem a considerá-la normal, aceitável
137 3,27 | fazer ouvir sua voz. Os cidadãos - incluídos os jovens -
138 Intro,5 | social. Livros e revistas, cinema e teatro, televisão e videocassetes,
139 3,28 | regulamentos.~ A autoridade civil deve sentir-se obrigada
140 1,9 | mestras da questão aparecem claras, límpidas e inquietantes.~
141 3,28 | promulgar leis sadias, devem-se clarificar as ambíguas e devem-se reforçar
142 3,29 | ensinamento constante e claro da fé e, em consequência
143 3,31 | função de critérios morais claros e substanciais, os críticos
144 3,29 | na formação permanente do clero e na catequese paroquial
145 3,25 | Educadores. Os principais colaboradores dos pais, na formação moral
146 3,29 | possível, a Igreja é chamada a colaborar com outras Igrejas cristãs,
147 3,27 | de expressar individual e coletivamente seu ponto-de-vista diante
148 3,21 | indivíduos e à sociedade e coloca um problema urgente que
149 3,28 | onde a questão comece a colocar-se ou onde ainda não tenha
150 2,20 | afirmam que o melhor meio para combater a pornografia consiste em
151 3,29 | pastoral e na educação deveriam começar eles mesmos por dar o exemplo
152 3,28 | preventivas onde a questão comece a colocar-se ou onde ainda
153 Intro,6 | ambito dos países ricos, começou, com a comunicação moderna,
154 3,27 | dos produtores, interesses comerciais e autoridades civis. Torna-se
155 1,11 | contribuem para a promoção de um comércio nefasto.~
156 1,9(5) | of the Attorney General's Commission on Pornography, Rutledge
157 1,18 | violência suprimem a ternura e a compaixão para deixar seu espaço à
158 3,24 | esforços em ordem a uma completa formação moral das crianças
159 Intro,6 | humana que evidenciam a componente mais torpe da natureza humana
160 Intro,7 | instrumentos de unidade e de compreensão mútua e veículos de uma
161 Intro,7 | mundo têm expressado uma compreensível preocupação a respeito dos
162 Intro,7 | 7. Os meios de comunicaç*ao social podem ao mesmo
163 3,29 | outras Igrejas cristãs, comunidades e grupos religiosos, a fim
164 Intro,4 | estes meios - como afirma o Concílio Vaticano II - "prestam grandes
165 3,28 | violência. Cabe tirar também a conclusão de que se questiona e ameaça
166 1,9 | intenção de obter gratificação concupiscente. A violência, neste contexto,
167 1,12 | sádica nestes meios pode condicionar as pessoas impressionáveis,
168 Intro,7 | que seus filhos estão em condições de ver, bem como gravações
169 1,15 | e na família, que exigem confiança recíproca e atitudes e intenções
170 Intro,6 | problema, que antes permanecia confinado ao ambito dos países ricos,
171 1,9 | A experiência quotidiana confirma os estudos realizados no
172 Intro,2 | dividido e trastornado por conflitos de todo tipo, vai crescendo
173 | conforme
174 3,29(8) | Cf. Congregação para a Educação Catolica,
175 3,23 | através destes meios, façam conhecer as medidas necessárias que
176 Intro,2 | homens e mulheres têm plena consciência de sua dignidade e da de
177 3,31 | 31. Avaliando conscientemente as produções e publicações,
178 3,30 | contínuo com os comunicadores conscientes de suas responsabilidades.
179 Intro,2 | interdependência radical e, por conseguinte, a necessidade de uma solidariedade
180 3,29 | constante e claro da fé e, em consequência disso, da objetiva verdade
181 1,12 | ao ponto de chegarem a considerá-la normal, aceitável e digna
182 1,18 | menosprezo dos demais, ao considerá-los como objetos em vez de pessoas.
183 3,31 | violência, devem ser tomadas em consideração e deveriam ser mais sistematicamente
184 1,11 | produtos nocivos deve ser considerada como um sério mal moral.
185 2,20 | comunidade religiosa, que se consideram erroneamente a si mesmos
186 1,10 | 10. Ninguém pode considerar-se imune aos efeitos degradantes
187 1,16 | autêntica. Na medida em que se considere a sexualidade como uma busca
188 Intro,7(4)| Exortação apostólica Familiaris consortio, 76; cf. Mensagem de João
189 3,29 | consiste no ensinamento constante e claro da fé e, em consequência
190 Intro,6 | amplitude nova e passaram a constituir um sério problema social.
191 3,24 | ao outro e a seus filhos, constituirá a escola ideal de formação
192 1,13 | abertamente violenta em seu conteúdo e expressão. Os que vêem,
193 3,28 | atuar a nível regional, continental e internacional para controlar
194 3,27 | urgente manter um diálogo continuado entre os comunicadores e
195 Intro,1 | comunicação social tiveram e continuam a ter importante papel neste
196 3,30 | empenhar-se num diálogo contínuo com os comunicadores conscientes
197 3,29 | muitas vezes um sinal de contradição.~ A assim chamada "ética"
198 3,30 | apropriada. A Igreja deve, pelo contrário, empenhar-se num diálogo
199 1,9 | humanos fundamentais para atos contrários à dignidade da pessoa, e
200 Intro,2 | comunicações sociais têm contribuído muito para que aconteçam
201 2,20 | ou sem possibilidades de contribuir para a solução do problema.~~
202 3,26 | 26. Jovens. Os jovens contribuirão a pôr muros ao avanço da
203 3,28 | continental e internacional para controlar com êxito este insidioso
204 3,23 | autocontrole é sempre o melhor controle, assim como a autodisciplina,
205 3,24 | atmosfera amável e afetuosa. Convém não esquecer que, quando
206 3,30 | um papel decisivo em tais conversações.~
207 Intro,4 | os desígnios do Criador e convertidos em instrumentos do mal". (3)~
208 Intro,2 | todo tipo, vai crescendo a convicção de uma interdependência
209 3,24 | 24. Pais. Convidam-se os pais para que multipliquem
210 3,32 | pastores da Igreja, para convidar a uma reflexão, de caráter
211 1,13 | lêem um material assim, correm o risco de introduzí-lo
212 2,20 | esquecem de que a cada direito corresponde uma responsabilidade. O
213 3,23 | os meios de comunicação e corrompem a própria sociedade.~ Recomenda-se
214 Intro,6 | a comunicação moderna, a corromper os valores morais das nações
215 Intro,6 | problema social. Enquanto cresce a confusão a respeito das
216 Intro,2 | conflitos de todo tipo, vai crescendo a convicção de uma interdependência
217 Intro,5 | alarmantes destes anos tem sido a crescente difusão da pornografia e
218 1,14 | comportamentos anti-sociais crescerá à medida em que este processo
219 3,23 | especialmente os que se dedicam à criação de sadios entretenimentos
220 Intro,4 | utilizados contra os desígnios do Criador e convertidos em instrumentos
221 1,14 | pornografia - como a droga - pode criar dependência e move à busca
222 2,20 | sociedades, faz parte do crime organizado.~ - Falsos argumentos
223 Intro,3 | humana e dos valores e ideais cristãos. Aqui também as comunicações
224 3,29 | colaborar com outras Igrejas cristãs, comunidades e grupos religiosos,
225 3,28 | onde existe, e a emanar criteriosas medidas preventivas onde
226 3,25 | jovens para uma atitude crítica e para uma capacidade de
227 3,31 | claros e substanciais, os críticos católicos e as organizações
228 2,20 | libertinagem.~ - A ausência de leis cuidadosamente preparadas ou a sua não
229 1,17 | incitação e reforço, um cúmplice indireto, em agressões sexuais
230 2,19 | satisfação individual a todo custo. Um nihilismo moral da desesperação
231 3,28 | as leis que já existem.~ Dadas as implicações que apresenta
232 Intro,3 | abusos de sempre, estão-se dando novas violações da dignidade
233 3,29 | familiar e trazem graves danos aos indivíduos e à sociedade.~
234 2,20 | à tentação de explorar a debilidade humana, especialmente a
235 Intro,6 | torpe da natureza humana decaída pelo pecado. Durante o último
236 3,26 | que reclama capacidade de decisão moral, assim como na escolha
237 3,30 | chamados a exercer um papel decisivo em tais conversações.~
238 3,23 | especialmente os que se dedicam à criação de sadios entretenimentos
239 3,23 | desejável das linhas de defesa contra os que buscam proveito
240 Intro,7 | e veículos de uma visão deformada da vida, da família, da
241 1,10 | considerar-se imune aos efeitos degradantes da pornografia e da violência,
242 1,18 | ternura e a compaixão para deixar seu espaço à indiferença,
243 3,32 | advertência de São Paulo: "Nao te deixes vencer pelo mal, mas vence
244 1,11 | lugar, se não existisse uma demanda. Assim pois, os que fazem
245 1,14 | como a droga - pode criar dependência e move à busca de material
246 1,10 | pornografia e a violência sádica depreciam a sexualidade, pervertem
247 1,9 | dignidade da pessoa, e que descreve a força física intensa exercida
248 3,23 | morais e os anima um grande desejo de serviço ao bem comum.
249 2,19 | custo. Um nihilismo moral da desesperação se ajunta a isso, que acaba
250 Intro,4 | ser utilizados contra os desígnios do Criador e convertidos
251 3,23 | Pofissionais da comunicação. Seria desleal sugerir que todos os meios
252 1,9 | entendida como a apresentação destinada a excitar os instintos humanos
253 1,9 | humano a um objeto anônimo destinado a uma má utilização com
254 Intro,7 | auténtica dignidade nem o destino da pessoa humana -. (4)
255 1,10 | mulheres e as crianças -, destroem o matrimônio e a vida familiar,
256 Intro,7 | inculcados no lar sejam destruídos por produções repreensíveis
257 3,24 | comunicação. O exemplo dos pais é determinante nesta matéria. A passividade
258 3,28 | os agentes da lei têm o dever sagrado de proteger o bem
259 3,22 | sete setores com especiais deveres na matéria: profissionais
260 3,29 | formação para a comunicação deveria fazer parte dos programas
261 1,9(5) | 1986; 3) ISPES (Istituto di Studi Politici, Economici
262 3,28 | pornografia e da violência sádica difundidas pelos meios de comunicação.
263 1,12 | considerá-la normal, aceitável e digna de ser imitada.~
264 3,23 | necessárias que ponham um dique à maré de pornografia e
265 1,14 | pessoalmente indiferentes aos direitos e à dignidade dos demais.~
266 3,24 | educação que lhes permita discernir os programas e amadurecer
267 3,24 | a sua disponibilidade a discutir com os filhos as questões
268 3,24 | matrimonial; assim como a sua disponibilidade a discutir com os filhos
269 3,23 | os comunicadores que se distinguem por suas qualidades pessoais
270 1,12 | vez que são incapazes de distinguir claramente a fantasia da
271 3,28 | material se produz, expõe e distribui sem restrições nem regulamentos.~
272 3,28 | que apresenta a produção e distribuição de material pornográfico,
273 1,13 | 13. Tem-se dito que pode haver uma vinculação
274 3,26 | como na escolha de suas diversões.~
275 Intro,2 | mesmo tempo em um mundo dividido e trastornado por conflitos
276 3,29 | tendem a ofuscar a imagem divina em cada pessoa humana, debilitam
277 3,31 | orientações já existentes em documentos da Igreja sobre os "media",
278 1,14 | A pornografia - como a droga - pode criar dependência
279 | Durante
280 Intro,8 | as autoridades civis e eclesiásticas, as organizações privadas
281 3,28(7) | A CEE (Comunidade Economica Européia), o Conselho da
282 1,9(5) | Istituto di Studi Politici, Economici e Sociali), I e II Rapporto
283 2,20 | cabe citar:~ - O benefício econômico. A pornografia é uma indústria
284 3,24 | esquecer que, quando se está educando, "se obtém mais com uma
285 3,29 | e em outras iniciativas educativas da Igreja, bem como nos
286 3,25 | valor serão, no contexto educativo, aqueles que formem os jovens
287 1,9(5) | Rutledge Hill Press, Nashville (EE.UU.) 1986; 3) ISPES (Istituto
288 Intro,7 | podem ao mesmo tempo ser eficazes instrumentos de unidade
289 | ela
290 3,23 | comunicadores a unirem-se para a elaboração e aplicação de códigos éticos
291 | elas
292 3,28 | problema, ali onde existe, e a emanar criteriosas medidas preventivas
293 | Embora
294 3,29 | mensagem. Deve igualmente empenhar as suas instituições e pessoas
295 3,30 | Igreja deve, pelo contrário, empenhar-se num diálogo contínuo com
296 3,28 | deve sentir-se obrigada a empreender uma rápida ação diante do
297 3,28 | pública. Os legisladores, os encarregados da administração do Estado
298 Intro,2(2)| Encíclica Sollicitudo rei socialis,
299 3,23 | ali onde as crianças se encontram muitas vezes sozinhas e
300 3,32 | O presente documento é endereçado às famílias que exprimiram
301 1,13 | pessoas afetadas por certas enfermidades mentais.~
302 Intro,6 | um sério problema social. Enquanto cresce a confusão a respeito
303 3,29 | responsabilidade da Igreja consiste no ensinamento constante e claro da fé
304 3,29 | grupos religiosos, a fim de ensinar e promover esta mensagem.
305 1,9 | comunicação social transmitem. (5) Entende-se por pornografia, neste contexto,
306 1,9 | neste contexto, pode ser entendida como a apresentação destinada
307 3,24 | praticantes e totalmente entregues um ao outro e a seus filhos,
308 3,23 | que permite que as imagens entrem nos lares, ali onde as crianças
309 3,23 | dedicam à criação de sadios entretenimentos familiares.~ Recomendamos
310 3,23 | pornográficos e violentos que envilecem os meios de comunicação
311 3,29 | referente à moral sexual. Numa época de permissividade e confusão
312 3,24 | autodisciplina. Uma vida familiar equilibrada, na qual os pais sejam fiéis
313 2,20 | que a liberdade não pode equiparar-se à libertinagem.~ - A ausência
314 1,10 | violência, ou a salvo da erosão causada pelos que atuam
315 2,20 | contribuem ulteriormente para a escalada da pornografia e da violência
316 3,24 | seus filhos, constituirá a escola ideal de formação para os
317 3,26 | decisão moral, assim como na escolha de suas diversões.~
318 3,29 | discernimento no uso dos "media" escritos e audiovisuais.~
319 3,25 | hábitos meramente passivos na escuta e visão destes meios.~ Deve-se
320 1,13 | expressão. Os que vêem, escutam ou lêem um material assim,
321 3,24 | para que multipliquem seus esforços em ordem a uma completa
322 1,18 | compaixão para deixar seu espaço à indiferença, quando não
323 Intro,5 | televisão e videocassetes, espaços publicitários e as próprias
324 3,24 | a juventude. Deve-se dar especial importância - para o bem
325 1,9 | ofensiva e amiúde passional. Os especialistas às vezes não estão de acordo
326 2,20 | morais da maioria e que se esquecem de que a cada direito corresponde
327 3,24 | amável e afetuosa. Convém não esquecer que, quando se está educando, "
328 3,21 | e à proteção dos valores essenciais da vida.~
329 3,24 | esquecer que, quando se está educando, "se obtém mais
330 3,28 | encarregados da administração do Estado e da justiça são chamados
331 1,12 | fantasia da realidade.~ Num estágio mais avançado, a violência
332 Intro,3 | lado dos abusos de sempre, estão-se dando novas violações da
333 3,27 | nas comunicações sociais estejam a par das exigências reais
334 Intro,1 | refletem novas atitudes e estilos de vida. (1)~
335 2,20 | erroneamente a si mesmos estranhos à problemática da pornografia
336 1,9 | experiência quotidiana confirma os estudos realizados no mundo inteiro
337 3,29 | contradição.~ A assim chamada "ética" da gratificação individual
338 3,32 | uma reflexão, de caráter ético e prático, cada vez mais
339 3,28(7) | Européia), o Conselho da Europa e a UNESCO, entre outras
340 3,28(7) | CEE (Comunidade Economica Européia), o Conselho da Europa e
341 Intro,6 | realidades da condição humana que evidenciam a componente mais torpe
342 1,11 | 11. É evidente que um dos efeitos da pornografia
343 1,14 | de material cada vez mais excitante ('hard core') e perverso.
344 1,9 | apresentação destinada a excitar os instintos humanos fundamentais
345 3,30 | próprias, são chamados a exercer um papel decisivo em tais
346 1,9 | descreve a força física intensa exercida de maneira profundamente
347 3,27 | sociais estejam a par das exigências reais e dos interesses dos
348 3,28 | diante do problema, ali onde existe, e a emanar criteriosas
349 3,28 | reforçar as leis que já existem.~ Dadas as implicações que
350 3,31 | fato, as orientações já existentes em documentos da Igreja
351 1,11 | poderiam ter lugar, se não existisse uma demanda. Assim pois,
352 3,28 | internacional para controlar com êxito este insidioso tráfico.
353 Intro,7(4)| Exortação apostólica Familiaris consortio,
354 1,9 | 9. A experiência quotidiana confirma os estudos
355 3,30 | com suas perspectivas e experiências próprias, são chamados a
356 3,24 | se obtém mais com uma explicação do que proibindo", (6)~
357 1,15 | atitudes e intenções de explícita integridade moral.~
358 1,10 | pervertem as relações humanas, exploram os indivíduos -especialmente
359 2,20 | tragicamente à tentação de explorar a debilidade humana, especialmente
360 3,28 | este material se produz, expõe e distribui sem restrições
361 1,12 | 12. Uma freqüente exposição das crianças à violência
362 1,10 | especialmente vulneráveis e expostos a serem vítimas. A pornografia
363 Intro,7 | muitas regiões do mundo têm expressado uma compreensível preocupação
364 3,27 | jovens - têm a tarefa de expressar individual e coletivamente
365 3,32 | endereçado às famílias que exprimiram largamente suas preocupações
366 3,23 | também através destes meios, façam conhecer as medidas necessárias
367 2,20 | do crime organizado.~ - Falsos argumentos libertários.
368 3,25 | humana, o valor da vida famíliar e a importância da integridade
369 Intro,7(4)| Exortação apostólica Familiaris consortio, 76; cf. Mensagem
370 1,12 | distinguir claramente a fantasia da realidade.~ Num estágio
371 3,22 | 22. Far-se-á referência a sete setores
372 3,31 | comunicação e às famílias. De fato, as orientações já existentes
373 1,16 | pornografia aparecerá como um fator capaz de minar a vida familiar
374 3,24 | Isso supõe uma educação em favor de uma sadia atitude frente
375 1,15 | 15. A pornografia favorece insalubres preocupações
376 2,20 | em algumas sociedades, faz parte do crime organizado.~ -
377 2,19 | ajunta a isso, que acaba fazendo do prazer a única felicidade
378 3,29 | ensinamento constante e claro da fé e, em consequência disso,
379 2,19 | fazendo do prazer a única felicidade acessível à pessoa humana.~
380 1,9 | sua natureza masculina e feminina, violação que reduz a pessoa
381 1,9 | acordo sobre o impacto deste fenômeno e sobre o modo em que afeta
382 Intro,5 | 5. Um dos fenômenos alarmantes destes anos tem
383 1,10 | anti-sociais e debilitam a fibra moral da sociedade.~
384 3,23 | responsabilidade aplicando com fidelidade as normas morais e os anima
385 3,24 | equilibrada, na qual os pais sejam fiéis praticantes e totalmente
386 1,9(5) | Milão (Itália), 1978; 2) Fiinal Report of the Attorney General'
387 3,24 | dignidade da pessoa como filha de Deus, na virtude da castidade
388 Intro,7 | preocupação a respeito dos filmes, videocassetes e programas
389 1,9 | e que descreve a força física intensa exercida de maneira
390 3,32 | de maio de 1989~~JOHN P. FOLEY~Presidente~ Mons. PIERFRANCO
391 3,24 | de certos programas será fonte de malentendidos prejudiciais
392 Intro,2 | Algumas destas mudanças foram positivas. Hoje, como afirmou
393 1,9 | pessoa, e que descreve a força física intensa exercida
394 3,29 | instituições e pessoas em uma ação formativa sobre o uso dos meios da
395 3,25 | contexto educativo, aqueles que formem os jovens para uma atitude
396 1,16 | sexualidade como uma busca frenética do prazer individual, mais
397 3,24 | favor de uma sadia atitude frente à sexualidade humana, baseada
398 1,12 | 12. Uma freqüente exposição das crianças à
399 Intro,5 | telecomunicações, mostram freqüentemente comportamentos violentos
400 3,31 | produções e publicações, em função de critérios morais claros
401 3,29 | individual imediata se opõe fundamentalmente à realização plena e integral
402 3,29(8) | Orientações para a formação dos futuros sacerdotes acerca dos instrumentos
403 1,9(5) | Fiinal Report of the Attorney General's Commission on Pornography,
404 Intro,5 | difusão da pornografia e a generalização da violência nos meios de
405 3,29 | pornografia e a violência generalizada tendem a ofuscar a imagem
406 Intro,4 | prestam grandes serviços ao gênero humano", o é igualmente
407 Intro,7 | os lugares muitas vezes graças a estes meios.~
408 1,14 | sensibilidade, afogando gradativamente o sentido moral dos indivíduos
409 Intro,4 | Concílio Vaticano II - "prestam grandes serviços ao gênero humano",
410 Intro,7 | condições de ver, bem como gravações que podem ouvir e publicações
411 3,25 | saberão lutar contra os hábitos meramente passivos na escuta
412 1,14 | cada vez mais excitante ('hard core') e perverso. A probabilidade
413 | haver
414 1,9(5) | on Pornography, Rutledge Hill Press, Nashville (EE.UU.)
415 3,23 | desenvolvimento integral do homem. Estes códigos se fazem
416 Intro,2 | positiva consiste em que muitos homens e mulheres têm plena consciência
417 | houve
418 1,9 | destinada a excitar os instintos humanos fundamentais para atos contrários
419 1,9(5) | Politici, Economici e Sociali), I e II Rapporto sulla Pornografia
420 Intro,3 | dignidade humana e dos valores e ideais cristãos. Aqui também as
421 3,24 | filhos, constituirá a escola ideal de formação para os sadios
422 3,29 | chamada a colaborar com outras Igrejas cristãs, comunidades e grupos
423 1,9(5) | Entre eles pode-se citar: 1) Il Rapporto Longford sulla
424 Intro,8 | 8. Trata-se de ilustrar neste documento os efeitos
425 3,29 | generalizada tendem a ofuscar a imagem divina em cada pessoa humana,
426 3,23 | televisão, que permite que as imagens entrem nos lares, ali onde
427 1,15 | preocupações nos terrenos da imaginação e do comportamento. Pode
428 3,29 | gratificação individual imediata se opõe fundamentalmente
429 2,20 | certo número de causas mais imediatas contribuem ulteriormente
430 1,12 | aceitável e digna de ser imitada.~
431 1,9 | estão de acordo sobre o impacto deste fenômeno e sobre o
432 3,23 | todos os comunicadores estão implicados neste negócio nocivo. São
433 Intro,1 | tiveram e continuam a ter importante papel neste processo de
434 1,10 | Ninguém pode considerar-se imune aos efeitos degradantes
435 1,9(5) | Rapporto sulla Pornografia in Italia, Roma (Itália), 1986
436 Intro,5 | pornografia e que são moralmente inaceitáveis.~
437 1,12 | para elas, uma vez que são incapazes de distinguir claramente
438 1,17 | pode atuar como agente de incitação e reforço, um cúmplice indireto,
439 3,29 | objetiva verdade moral, incluída a verdade referente à moral
440 3,31 | Igreja sobre os "media", incluídas recentes tomadas de posição
441 3,27 | ouvir sua voz. Os cidadãos - incluídos os jovens - têm a tarefa
442 Intro,7 | a que os valores morais inculcados no lar sejam destruídos
443 3,25 | educativos devem promover e inculcar os valores éticos e sociais,
444 Intro,8 | Por último, tratar-se-á de indicar os passos necessários que
445 1,18 | para deixar seu espaço à indiferença, quando não à brutalidade.~~
446 1,14 | moralmente e pessoalmente indiferentes aos direitos e à dignidade
447 1,17 | incitação e reforço, um cúmplice indireto, em agressões sexuais graves
448 Intro,8 | pornografia e da violência sobre o indivíduo e sobre a sociedade bem
449 1,10 | pelos que atuam sob sua influência. As crianças e os jovens
450 3,21 | ao intercambio livre de informação deve ser protegido. Ao mesmo
451 1,9 | aparecem claras, límpidas e inquietantes.~
452 1,15 | A pornografia favorece insalubres preocupações nos terrenos
453 3,29 | para a vida familiar e a inserção responsável na vida social
454 3,28 | controlar com êxito este insidioso tráfico. Os que já tomaram
455 3,23 | familiares.~ Recomendamos com insistência a estes comunicadores a
456 3,23 | social e de publicidade, inspirados no bem comum e orientados
457 1,10 | matrimônio e a vida familiar, inspiram atitudes anti-sociais e
458 1,9 | apresentação destinada a excitar os instintos humanos fundamentais para
459 3,29 | igualmente empenhar as suas instituições e pessoas em uma ação formativa
460 3,29 | formação dos religiosos e institutos seculares, na formação permanente
461 Intro,1(1)| Instrução pastoral Communio et Progressio,
462 1,9 | estudos realizados no mundo inteiro acerca das consequências
463 1,9 | uma má utilização com a intenção de obter gratificação concupiscente.
464 1,15 | confiança recíproca e atitudes e intenções de explícita integridade
465 1,9 | descreve a força física intensa exercida de maneira profundamente
466 Intro,4(3)| Inter mirifica, 2 a.~
467 3,21 | liberdade de expressão e ao intercambio livre de informação deve
468 Intro,2 | crescendo a convicção de uma interdependência radical e, por conseguinte,
469 3,24 | os filhos as questões de interesse, numa atmosfera amável e
470 1,15 | e do comportamento. Pode interferir no desenvolvimento moral
471 3,28 | regional, continental e internacional para controlar com êxito
472 Intro,7 | moralidade - segundo uma interpretação que não respeita a auténtica
473 2,20 | dos jovens e do direito à intimidade, assim como a um ambiente
474 Intro | INTRODUÇÃO~~
475 Intro,1 | social, na medida em que introduzem e refletem novas atitudes
476 1,13 | assim, correm o risco de introduzí-lo no seu próprio comportamento.
477 1,13 | demais, como filhos de Deus e irmãos da mesma família humana.
478 1,9(5) | Nashville (EE.UU.) 1986; 3) ISPES (Istituto di Studi Politici,
479 1,9(5) | EE.UU.) 1986; 3) ISPES (Istituto di Studi Politici, Economici
480 1,9(5) | Rapporto sulla Pornografia in Italia, Roma (Itália), 1986 e 1988.~
481 3,32 | Vaticano, 7 de maio de 1989~~JOHN P. FOLEY~Presidente~ Mons.
482 Intro,7(4)| de João Paulo II para a Jornada Mundial das Comunicações
483 3,28 | administração do Estado e da justiça são chamados a dar uma resposta
484 Intro,3 | têm sido negativas. Ao lado dos abusos de sempre, estão-se
485 Intro,7 | valores morais inculcados no lar sejam destruídos por produções
486 3,23 | que as imagens entrem nos lares, ali onde as crianças se
487 3,32 | famílias que exprimiram largamente suas preocupações e aos
488 1,13 | Os que vêem, escutam ou lêem um material assim, correm
489 2,20 | pornografia consiste em legalizá-la. Estes argumentos são às
490 3,28 | Autoridade pública. Os legisladores, os encarregados da administração
491 3,21 | pessoas e dos grupos. O legítimo direito à liberdade de expressão
492 3,28 | As leis e os agentes da lei têm o dever sagrado de proteger
493 Intro,7 | e publicações que podem ler. E se negam a que os valores
494 1,14 | Também a chamada pornografia leve ('soft core') pode paralizar
495 | lhes
496 2,20 | organizado.~ - Falsos argumentos libertários. A liberdade de expressão
497 2,20 | não pode equiparar-se à libertinagem.~ - A ausência de leis cuidadosamente
498 1,9 | questão aparecem claras, límpidas e inquietantes.~
499 3,21 | expressão e ao intercambio livre de informação deve ser protegido.
500 Intro,5 | meios de comunicação social. Livros e revistas, cinema e teatro,
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