10-livro | longo-volun
negrito = Texto principal
Capítulo,Parágrafo cinza = comentário
501 Intro,1 | 1. Ao longo destes últimos anos houve
502 1,11 | difusão não poderiam ter lugar, se não existisse uma demanda.
503 Intro,7 | repreensíveis em todos os lugares muitas vezes graças a estes
504 3,25 | às manipulações e saberão lutar contra os hábitos meramente
505 1,9 | anônimo destinado a uma má utilização com a intenção
506 3,25 | sociedade.~ Os programas de maior valor serão, no contexto
507 2,20 | representam os critérios morais da maioria e que se esquecem de que
508 3,24 | programas será fonte de malentendidos prejudiciais para a juventude.
509 3,24 | amor e à ternura que saibam manifestar em sua vida matrimonial;
510 3,25 | também capazes de resistir às manipulações e saberão lutar contra os
511 3,27 | civis. Torna-se urgente manter um diálogo continuado entre
512 3,23 | necessárias que ponham um dique à maré de pornografia e de exaltação
513 1,9 | corpo humano em sua natureza masculina e feminina, violação que
514 3,24 | saibam manifestar em sua vida matrimonial; assim como a sua disponibilidade
515 | mediante
516 1,18 | pornografia e da violência é o menosprezo dos demais, ao considerá-los
517 1,13 | por certas enfermidades mentais.~
518 2,20 | especialmente a dos jovens e a das mentes impressionáveis, para obter
519 3,25 | lutar contra os hábitos meramente passivos na escuta e visão
520 | mesma
521 1,9 | pelo mesmo, mas as linhas mestras da questão aparecem claras,
522 1,9(5) | Report), Ricerche Mursia, Milão (Itália), 1978; 2) Fiinal
523 1,16 | aparecerá como um fator capaz de minar a vida familiar em sua totalidade.~
524 2,20 | vezes propostos por grupos minoritários que não representam os critérios
525 Intro,4(3)| Inter mirifica, 2 a.~
526 3,30 | animá-los e sustentá-los em sua missão ali onde seja possível e
527 Intro,6 | começou, com a comunicação moderna, a corromper os valores
528 3,32 | JOHN P. FOLEY~Presidente~ Mons. PIERFRANCO PASTORE~Secretário~~
529 2,20 | privada e da decência pública mostra claramente que a liberdade
530 Intro,5 | próprias telecomunicações, mostram freqüentemente comportamentos
531 1,14 | pode criar dependência e move à busca de material cada
532 | muito
533 3,24 | Convidam-se os pais para que multipliquem seus esforços em ordem a
534 3,26 | jovens contribuirão a pôr muros ao avanço da pornografia
535 1,9(5) | Longford Report), Ricerche Mursia, Milão (Itália), 1978; 2)
536 Intro,7 | unidade e de compreensão mútua e veículos de uma visão
537 Intro,6 | corromper os valores morais das nações em desenvolvimento.~
538 3,32 | advertência de São Paulo: "Nao te deixes vencer pelo mal,
539 3,26 | suas responsabilidades, naquilo que reclama capacidade de
540 1,9(5) | Pornography, Rutledge Hill Press, Nashville (EE.UU.) 1986; 3) ISPES (
541 3,23 | façam conhecer as medidas necessárias que ponham um dique à maré
542 Intro,8 | para aplicar o remédio necessário.~~
543 Intro,2 | radical e, por conseguinte, a necessidade de uma solidariedade que
544 3,24 | os jovens do nosso tempo necessitam da educação que lhes permita
545 1,11 | promoção de um comércio nefasto.~
546 Intro,7 | publicações que podem ler. E se negam a que os valores morais
547 3,28 | assinalamos alguns dos efeitos negativos da pornografia e da violência.
548 3,23 | comunicadores estão implicados neste negócio nocivo. São muitos os comunicadores
549 3,24 | dos pais é determinante nesta matéria. A passividade ou
550 | nestes
551 2,19 | individual a todo custo. Um nihilismo moral da desesperação se
552 | Ninguém
553 3,28 | pornográfico, deve-se atuar a nível regional, continental e
554 3,23 | implicados neste negócio nocivo. São muitos os comunicadores
555 1,11 | difusão destes produtos nocivos deve ser considerada como
556 1,12 | chegarem a considerá-la normal, aceitável e digna de ser
557 | nossa
558 Intro,2 | João Paulo II, "a primeira nota positiva consiste em que
559 Intro,6 | adquiriram uma amplitude nova e passaram a constituir
560 2,20 | 20. Um certo número de causas mais imediatas
561 3,31 | recentes tomadas de posição de numerosos bispos sobre a pornografia
562 3,29 | em consequência disso, da objetiva verdade moral, incluída
563 1,9 | humana e o corpo humano a um objeto anônimo destinado a uma
564 1,18 | demais, ao considerá-los como objetos em vez de pessoas. A pornografia
565 3,28 | autoridade civil deve sentir-se obrigada a empreender uma rápida
566 3,24 | quando se está educando, "se obtém mais com uma explicação
567 1,9(5) | 1978; 2) Fiinal Report of the Attorney General's Commission
568 3,21 | comunicação social é uma ofensa aos indivíduos e à sociedade
569 1,9 | de maneira profundamente ofensiva e amiúde passional. Os especialistas
570 3,31 | católicas de comunicação podem oferecer valiosa assistência aos
571 3,29 | violência generalizada tendem a ofuscar a imagem divina em cada
572 1,9(5) | Attorney General's Commission on Pornography, Rutledge Hill
573 3,29 | gratificação individual imediata se opõe fundamentalmente à realização
574 3,24 | multipliquem seus esforços em ordem a uma completa formação
575 2,20 | sociedades, faz parte do crime organizado.~ - Falsos argumentos libertários.
576 3,23 | inspirados no bem comum e orientados para o desenvolvimento integral
577 1,9(5) | sulla Pornografia (título original: Pornography: The Longford
578 | outro
579 | outros
580 3,32 | 7 de maio de 1989~~JOHN P. FOLEY~Presidente~ Mons.
581 Intro,6 | confinado ao ambito dos países ricos, começou, com a comunicação
582 Intro,2 | como afirmou recentemente o Papa João Paulo II, "a primeira
583 3,27 | comunicações sociais estejam a par das exigências reais e dos
584 1,14 | leve ('soft core') pode paralizar progressivamente a sensibilidade,
585 2,19 | dos meios de comunicação parece ser a propagação de uma
586 3,29 | do clero e na catequese paroquial de jovens e adultos. Tanto
587 1,11 | pornografia é o pecado. A participação voluntária na produção e
588 1,13 | pornografia e violência sádica tem particulares implicações para as pessoas
589 Intro,6 | adquiriram uma amplitude nova e passaram a constituir um sério problema
590 1,9 | profundamente ofensiva e amiúde passional. Os especialistas às vezes
591 3,24 | determinante nesta matéria. A passividade ou auto-indulgência diante
592 3,25 | contra os hábitos meramente passivos na escuta e visão destes
593 Intro,8 | tratar-se-á de indicar os passos necessários que devem dar
594 3,32 | Presidente~ Mons. PIERFRANCO PASTORE~Secretário~~
595 3,32 | suas preocupações e aos pastores da Igreja, para convidar
596 1,17 | e perigosas, tais como a pedofilia, os seqüestros e assassinatos.~
597 Intro,1 | profundas na maneira de pensar e de agir das pessoas. Os
598 Intro,1 | revolução mundial no modo de perceber os valores morais, seguida
599 1,13 | próprio comportamento. Acabam perdendo o respeito para com os demais,
600 1,16 | mais do que uma expressão perdurável do amor no matrimônio, a
601 1,17 | agressões sexuais graves e perigosas, tais como a pedofilia,
602 Intro,6 | Este problema, que antes permanecia confinado ao ambito dos
603 3,29 | institutos seculares, na formação permanente do clero e na catequese
604 3,29 | moral sexual. Numa época de permissividade e confusão moral, requer-se
605 3,24 | necessitam da educação que lhes permita discernir os programas e
606 3,23 | contexto da televisão, que permite que as imagens entrem nos
607 3,30 | suas organizações, com suas perspectivas e experiências próprias,
608 1,12 | comunicações sociais pode resultar perturbadora para elas, uma vez que são
609 1,14 | excitante ('hard core') e perverso. A probabilidade de adotar
610 1,10 | depreciam a sexualidade, pervertem as relações humanas, exploram
611 3,23 | distinguem por suas qualidades pessoais e profissionais. Tratam
612 3,25 | importância da integridade moral pessoal.~
613 1,14 | de torná-los moralmente e pessoalmente indiferentes aos direitos
614 3,32 | FOLEY~Presidente~ Mons. PIERFRANCO PASTORE~Secretário~~
615 1,17 | 17. No pior dos casos, a pornografia
616 Intro,2 | que a assuma e traduza no plano moral". (2) As comunicações
617 1,9(5) | Entre eles pode-se citar: 1) Il Rapporto Longford
618 1,11 | esta produção e difusão não poderiam ter lugar, se não existisse
619 3,23 | 23 . Pofissionais da comunicação. Seria desleal
620 | pois
621 1,9(5) | ISPES (Istituto di Studi Politici, Economici e Sociali), I
622 3,23 | medidas necessárias que ponham um dique à maré de pornografia
623 3,32 | pelo bem" (Rm 12, 21).~ Pontifício Conselho para as Comunicações
624 3,27 | individual e coletivamente seu ponto-de-vista diante dos produtores, interesses
625 | porém
626 2,20 | violentas. Esta indústria pornográfica é às vezes tão lucrativa
627 2,20 | obter proveito de produções pornográficas e violentas. Esta indústria
628 3,28 | distribuição de material pornográfico, deve-se atuar a nível regional,
629 3,23 | a produção de programas pornográficos e violentos que envilecem
630 3,31 | incluídas recentes tomadas de posição de numerosos bispos sobre
631 Intro,2 | Paulo II, "a primeira nota positiva consiste em que muitos homens
632 3,26 | se souberem responder, positivamente, às iniciativas de seus
633 Intro,2 | Algumas destas mudanças foram positivas. Hoje, como afirmou recentemente
634 2,20 | violência nos "media", ou sem possibilidades de contribuir para a solução
635 3,24 | virtude da castidade e na prática da autodisciplina. Uma vida
636 3,24 | qual os pais sejam fiéis praticantes e totalmente entregues um
637 3,32 | reflexão, de caráter ético e prático, cada vez mais ampla sobre
638 2,20 | a pornografia, mesmo ao preço da saúde moral dos jovens
639 1,11 | destes produtos não só se prejudicam a si mesmos, mas também
640 3,24 | será fonte de malentendidos prejudiciais para a juventude. Deve-se
641 Intro,7 | expressado uma compreensível preocupação a respeito dos filmes, videocassetes
642 2,20 | ausência de leis cuidadosamente preparadas ou a sua não aplicação,
643 3,32 | 32. O presente documento é endereçado às
644 3,32 | maio de 1989~~JOHN P. FOLEY~Presidente~ Mons. PIERFRANCO PASTORE~
645 1,9(5) | Pornography, Rutledge Hill Press, Nashville (EE.UU.) 1986;
646 Intro,4 | Concílio Vaticano II - "prestam grandes serviços ao gênero
647 3,28 | emanar criteriosas medidas preventivas onde a questão comece a
648 1,9 | audio-visuais, do direito à privacidade do corpo humano em sua natureza
649 Intro,8 | eclesiásticas, as organizações privadas e religiosas, para aplicar
650 1,14 | hard core') e perverso. A probabilidade de adotar comportamentos
651 2,20 | a si mesmos estranhos à problemática da pornografia e da violência
652 3,27 | ponto-de-vista diante dos produtores, interesses comerciais e
653 3,28 | quando este material se produz, expõe e distribui sem restrições
654 3,29 | que a Igreja seja uma voz profética e muitas vezes um sinal
655 1,9 | intensa exercida de maneira profundamente ofensiva e amiúde passional.
656 Intro,1 | morais, seguida de mudanças profundas na maneira de pensar e de
657 1,14 | soft core') pode paralizar progressivamente a sensibilidade, afogando
658 3,24 | com uma explicação do que proibindo", (6)~
659 1,11 | também contribuem para a promoção de um comércio nefasto.~
660 3,28 | de comunicação. Devem-se promulgar leis sadias, devem-se clarificar
661 2,20 | argumentos são às vezes propostos por grupos minoritários
662 3,23 | comunicação e corrompem a própria sociedade.~ Recomenda-se
663 1,13 | risco de introduzí-lo no seu próprio comportamento. Acabam perdendo
664 3,23 | autodisciplina, no seio dos próprios meios, é a primeira e mais
665 1,14 | medida em que este processo prossegue.~
666 3,28 | lei têm o dever sagrado de proteger o bem comum, especialmente
667 3,21 | livre de informação deve ser protegido. Ao mesmo tempo, deve-se
668 1,13 | pode haver uma vinculação psicológica entre a pornografia e a
669 3,22 | público em geral, autoridades públicas e Igreja e grupos religiosos.~
670 3,23 | comunicação social e de publicidade, inspirados no bem comum
671 Intro,5 | e videocassetes, espaços publicitários e as próprias telecomunicações,
672 3,30 | Por último, uma atitude de pura restrição ou de censura
673 | qual
674 3,23 | que se distinguem por suas qualidades pessoais e profissionais.
675 Intro,6 | pecado. Durante o último quarto de século adquiriram uma
676 Intro,5 | sexualidade permissiva que quase chegam ao umbral da pornografia
677 3,24 | discutir com os filhos as questões de interesse, numa atmosfera
678 1,9 | 9. A experiência quotidiana confirma os estudos realizados
679 Intro,2 | de uma interdependência radical e, por conseguinte, a necessidade
680 3,25 | no uso da televisão, do rádio e dos outros meios de comunicação
681 3,28 | obrigada a empreender uma rápida ação diante do problema,
682 3,27 | estejam a par das exigências reais e dos interesses dos usuários.~
683 1,12 | claramente a fantasia da realidade.~ Num estágio mais avançado,
684 Intro,6 | da violência são velhas realidades da condição humana que evidenciam
685 3,21 | urgente que exige respostas realistas por parte das pessoas e
686 3,29 | opõe fundamentalmente à realização plena e integral da pessoa
687 1,9 | quotidiana confirma os estudos realizados no mundo inteiro acerca
688 Intro,2 | positivas. Hoje, como afirmou recentemente o Papa João Paulo II, "a
689 3,31 | sobre os "media", incluídas recentes tomadas de posição de numerosos
690 1,15 | família, que exigem confiança recíproca e atitudes e intenções de
691 3,26 | responsabilidades, naquilo que reclama capacidade de decisão moral,
692 3,23 | corrompem a própria sociedade.~ Recomenda-se vivamente aos comunicadores
693 3,23 | entretenimentos familiares.~ Recomendamos com insistência a estes
694 1,9 | e feminina, violação que reduz a pessoa humana e o corpo
695 3,22 | 22. Far-se-á referência a sete setores com especiais
696 3,29 | moral, incluída a verdade referente à moral sexual. Numa época
697 Intro,1 | medida em que introduzem e refletem novas atitudes e estilos
698 3,32 | Igreja, para convidar a uma reflexão, de caráter ético e prático,
699 3,28 | clarificar as ambíguas e devem-se reforçar as leis que já existem.~
700 1,17 | como agente de incitação e reforço, um cúmplice indireto, em
701 Intro,7 | responsáveis familiares de muitas regiões do mundo têm expressado
702 3,28 | pornográfico, deve-se atuar a nível regional, continental e internacional
703 3,28 | distribui sem restrições nem regulamentos.~ A autoridade civil deve
704 Intro,2(2)| Encíclica Sollicitudo rei socialis, 26.~
705 3,25 | as escolas saibam pôr em relevo o respeito à pessoa humana,
706 Intro,7 | da vida, da família, da religião e da moralidade - segundo
707 2,20 | de membros da comunidade religiosa, que se consideram erroneamente
708 Intro,8 | religiosas, para aplicar o remédio necessário.~~
709 Intro,7 | destruídos por produções repreensíveis em todos os lugares muitas
710 2,20 | grupos minoritários que não representam os critérios morais da maioria
711 3,27 | entre os comunicadores e os representantes do público, a fim de que
712 3,29 | permissividade e confusão moral, requer-se que a Igreja seja uma voz
713 3,25 | serão também capazes de resistir às manipulações e saberão
714 Intro,7 | uma interpretação que não respeita a auténtica dignidade nem
715 3,26 | nos "media" se souberem responder, positivamente, às iniciativas
716 3,29 | vida familiar e a inserção responsável na vida social exigem a
717 3,28 | justiça são chamados a dar uma resposta ao problema da pornografia
718 3,30 | último, uma atitude de pura restrição ou de censura por parte
719 3,28 | produz, expõe e distribui sem restrições nem regulamentos.~ A autoridade
720 3,30 | diante destes meios não resulta nem suficiente nem apropriada.
721 1,12 | comunicações sociais pode resultar perturbadora para elas,
722 Intro,5 | comunicação social. Livros e revistas, cinema e teatro, televisão
723 Intro,1 | destes últimos anos houve uma revolução mundial no modo de perceber
724 1,9(5) | Pornography: The Longford Report), Ricerche Mursia, Milão (Itália),
725 Intro,6 | confinado ao ambito dos países ricos, começou, com a comunicação
726 1,13 | material assim, correm o risco de introduzí-lo no seu próprio
727 3,32 | mas vence o mal pelo bem" (Rm 12, 21).~ Pontifício Conselho
728 1,9(5) | sulla Pornografia in Italia, Roma (Itália), 1986 e 1988.~
729 1,9(5) | Commission on Pornography, Rutledge Hill Press, Nashville (EE.
730 1,9(5) | of the Attorney General's Commission on Pornography,
731 3,25 | resistir às manipulações e saberão lutar contra os hábitos
732 3,24 | educação em favor de uma sadia atitude frente à sexualidade
733 3,28 | Devem-se promulgar leis sadias, devem-se clarificar as
734 3,25 | para garantir a unidade e o sadio desenvolvimento da família
735 3,28 | agentes da lei têm o dever sagrado de proteger o bem comum,
736 3,21 | Ao mesmo tempo, deve-se salvaguardar o direito dos indivíduos,
737 | salvo
738 1,15 | amadurecimento das relações humanas sãs e adultas, especialmente
739 2,19 | permissiva, baseada na busca da satisfação individual a todo custo.
740 2,20 | pornografia, mesmo ao preço da saúde moral dos jovens e do direito
741 3,32 | Mons. PIERFRANCO PASTORE~Secretário~~
742 3,29 | religiosos e institutos seculares, na formação permanente
743 Intro,6 | Durante o último quarto de século adquiriram uma amplitude
744 Intro,1 | perceber os valores morais, seguida de mudanças profundas na
745 3,32 | e para animar a todos a seguir a advertência de São Paulo: "
746 Intro,7 | religião e da moralidade - segundo uma interpretação que não
747 3,23 | como a autodisciplina, no seio dos próprios meios, é a
748 3,29 | da Igreja, bem como nos seminários, (8) nos programas de formação
749 1,14 | paralizar progressivamente a sensibilidade, afogando gradativamente
750 3,28 | A autoridade civil deve sentir-se obrigada a empreender uma
751 1,17 | tais como a pedofilia, os seqüestros e assassinatos.~
752 | será
753 | serem
754 | Seria
755 3,23 | anima um grande desejo de serviço ao bem comum. Merecem nossa
756 Intro,4 | Vaticano II - "prestam grandes serviços ao gênero humano", o é igualmente
757 3,22 | 22. Far-se-á referência a sete setores com especiais deveres
758 1,17 | cúmplice indireto, em agressões sexuais graves e perigosas, tais
759 3,29 | verdade referente à moral sexual. Numa época de permissividade
760 3,29 | profética e muitas vezes um sinal de contradição.~ A assim
761 3,31 | consideração e deveriam ser mais sistematicamente aplicadas.~
762 | só
763 | sob
764 1,12 | pessoas impressionáveis, sobretudo os jovens, ao ponto de chegarem
765 1,9(5) | Studi Politici, Economici e Sociali), I e II Rapporto sulla
766 Intro,2(2)| Encíclica Sollicitudo rei socialis, 26.~
767 2,20 | lucrativa que ela, em algumas sociedades, faz parte do crime organizado.~ -
768 1,14 | chamada pornografia leve ('soft core') pode paralizar progressivamente
769 Intro,2 | conseguinte, a necessidade de uma solidariedade que a assuma e traduza no
770 Intro,2(2)| Encíclica Sollicitudo rei socialis, 26.~
771 2,20 | possibilidades de contribuir para a solução do problema.~~
772 3,26 | violência nos "media" se souberem responder, positivamente,
773 3,23 | se encontram muitas vezes sozinhas e sem vigilância. O autocontrole
774 1,9(5) | 1986; 3) ISPES (Istituto di Studi Politici, Economici e Sociali),
775 3,25 | visão destes meios.~ Deve-se sublinhar a importância de que as
776 3,31 | critérios morais claros e substanciais, os críticos católicos e
777 2,20 | indústria das comunicações sucumbiram tragicamente à tentação
778 3,30 | destes meios não resulta nem suficiente nem apropriada. A Igreja
779 3,23 | comunicação. Seria desleal sugerir que todos os meios e todos
780 3,24 | crianças e dos jovens. Isso supõe uma educação em favor de
781 1,18 | pornografia e a violência suprimem a ternura e a compaixão
782 3,30 | responsabilidades. Deve animá-los e sustentá-los em sua missão ali onde seja
783 | Tanto
784 | tão
785 3,27 | incluídos os jovens - têm a tarefa de expressar individual
786 | te
787 Intro,5 | Livros e revistas, cinema e teatro, televisão e videocassetes,
788 1,9 | violação, por meio do uso de técnicas audio-visuais, do direito
789 Intro,5 | publicitários e as próprias telecomunicações, mostram freqüentemente
790 1,13 | 13. Tem-se dito que pode haver uma
791 3,29 | a violência generalizada tendem a ofuscar a imagem divina
792 | tenha
793 2,20 | sucumbiram tragicamente à tentação de explorar a debilidade
794 1,15 | insalubres preocupações nos terrenos da imaginação e do comportamento.
795 3,28 | pornografia e da violência. Cabe tirar também a conclusão de que
796 1,9(5) | Longford sulla Pornografia (título original: Pornography: The
797 | tiveram
798 2,20 | exige, conforme alguns, uma tolerância para com a pornografia,
799 3,28 | insidioso tráfico. Os que já tomaram iniciativas deste tipo merecem
800 1,14 | indivíduos até ao ponto de torná-los moralmente e pessoalmente
801 3,27 | comerciais e autoridades civis. Torna-se urgente manter um diálogo
802 Intro,6 | morais, as comunicações tornaram a pornografia e a violência
803 Intro,6 | evidenciam a componente mais torpe da natureza humana decaída
804 1,16 | minar a vida familiar em sua totalidade.~
805 3,24 | sejam fiéis praticantes e totalmente entregues um ao outro e
806 3,29 | religiosos e religiosas que trabalham na pastoral e na educação
807 Intro,2 | solidariedade que a assuma e traduza no plano moral". (2) As
808 3,28 | com êxito este insidioso tráfico. Os que já tomaram iniciativas
809 2,20 | comunicações sucumbiram tragicamente à tentação de explorar a
810 Intro,1 | papel neste processo de transformação individual e social, na
811 1,9 | meios de comunicação social transmitem. (5) Entende-se por pornografia,
812 Intro,2 | tempo em um mundo dividido e trastornado por conflitos de todo tipo,
813 Intro,8 | 8. Trata-se de ilustrar neste documento
814 3,23 | pessoais e profissionais. Tratam de assumir sua responsabilidade
815 Intro,8 | se apresenta. Por último, tratar-se-á de indicar os passos necessários
816 3,29 | matrimônio e a vida familiar e trazem graves danos aos indivíduos
817 2,20 | mais imediatas contribuem ulteriormente para a escalada da pornografia
818 Intro,1 | 1. Ao longo destes últimos anos houve uma revolução
819 Intro,5 | permissiva que quase chegam ao umbral da pornografia e que são
820 3,28(7) | o Conselho da Europa e a UNESCO, entre outras organizações,
821 2,19 | acaba fazendo do prazer a única felicidade acessível à pessoa
822 3,23 | a estes comunicadores a unirem-se para a elaboração e aplicação
823 3,28 | tenha chegado a ser uma urgência angustiante.~
824 1,9 | anônimo destinado a uma má utilização com a intenção de obter
825 Intro,4 | igualmente que "podem ser utilizados contra os desígnios do Criador
826 1,9(5) | Hill Press, Nashville (EE.UU.) 1986; 3) ISPES (Istituto
827 Intro,2 | conflitos de todo tipo, vai crescendo a convicção de
828 3,31 | comunicação podem oferecer valiosa assistência aos profissionais
829 1,13 | conteúdo e expressão. Os que vêem, escutam ou lêem um material
830 Intro,7 | e de compreensão mútua e veículos de uma visão deformada da
831 Intro,6 | exaltação da violência são velhas realidades da condição humana
832 3,32 | deixes vencer pelo mal, mas vence o mal pelo bem" (Rm 12,
833 3,32 | São Paulo: "Nao te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal
834 Intro,7 | filhos estão em condições de ver, bem como gravações que
835 3,23 | muitas vezes sozinhas e sem vigilância. O autocontrole é sempre
836 Intro,3 | sempre, estão-se dando novas violações da dignidade humana e dos
837 1,13 | pornografia já é abertamente violenta em seu conteúdo e expressão.
838 2,20 | produções pornográficas e violentas. Esta indústria pornográfica
839 3,24 | pessoa como filha de Deus, na virtude da castidade e na prática
840 1,10 | vulneráveis e expostos a serem vítimas. A pornografia e a violência
841 3,23 | sociedade.~ Recomenda-se vivamente aos comunicadores para que,
842 1,11 | o pecado. A participação voluntária na produção e na difusão
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