Índice | Palavras: Alfabética - Freqüência - Invertidas - Tamanho - Estatísticas | Ajuda | Biblioteca IntraText
Alfabética    [«  »]
cristãos 4
cristãs 6
cristianismo 3
cristo 136
cristológica 7
cristológico 3
cristológico-mariana 1
Freqüência    [«  »]
257 que
146 é
137 rosário
136 cristo
135 com
128 na
121 no
Ioannes Paulus PP. II
Rosarium Virginis Mariae

IntraText - Concordâncias

cristo

                                                    negrito = Texto principal
    Cap.,  N.                                       cinza = comentário
1 INT, 1 | reafirmar, melhor « gritar » Cristo ao mundo como Senhor e Salvador, 2 INT, 1 | contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade 3 INT, 2 | Mãe de Deus no mistério de Cristo e da Igreja. De facto, sobre 4 INT, 2 | episódios da vida de Jesus Cristo. Eles dispõem-se no conjunto 5 INT, 3 | experiência jubilar, a « partir de Cristo »,6 senti a necessidade 6 INT, 3 | contemplação do rosto de Cristo na companhia e na escola 7 INT, 3 | contemplar com Maria o rosto de Cristo. Para dar maior relevo a 8 INT, 7 | ocasiões, nas quais a Mãe de Cristo fez, de algum modo, sentir 9 1 | CAPÍTULO I~CONTEMPLAR CRISTO~COM MARIA~ ~ 10 1, 9 | evangélica da transfiguração de Cristo, na qual os três apóstolos 11 1, 9 | Fixar os olhos no rosto de Cristo, reconhecer o seu mistério 12 1, 9 | tarefa de cada discípulo de Cristo; é por conseguinte também 13 1, 10| 10. A contemplação de Cristo tem em Maria o seu modelo 14 1, 10| contemplação do rosto de Cristo, ninguém se dedicou com 15 1, 11| vive com os olhos fixos em Cristo e guarda cada palavra sua: « 16 1 | Recordar Cristo com Maria~ 17 1, 13| salvíficos, que culminam no mesmo Cristo. Estes acontecimentos não 18 1, 13| significa abrir-se à graça que Cristo nos obteve com os seus mistérios 19 1, 13| do ofício sacerdotal de Cristo e culto público, é « a meta 20 1, 13| se a Liturgia, acção de Cristo e da Igreja, é acção salvífica 21 1, 13| enquanto meditação sobre Cristo com Maria, é contemplação 22 1 | Aprender Cristo de Maria~ 23 1, 14| 14. Cristo é o Mestre por excelência, 24 1, 14| conduz à verdade plena de Cristo (cf. Jo 14, 26; 15, 26;16, 25 1, 14| melhor do que Ela conhece Cristo, ninguém como a Mãe pode 26 1, 14| cumprirem as disposições de Cristo (cf. Jo 2, 5). E podemos 27 1, 14| escola” de Maria para ler Cristo, penetrar nos seus segredos, 28 1 | Configurar-se a Cristo com Maria~ 29 1, 15| como ramo na videira que é Cristo (cf. Jo 15, 5), constitui-o 30 1, 15| discípulo conforme à “lógica” de Cristo: « Tende entre vós os mesmos 31 1, 15| sentimentos que havia em Cristo Jesus » (Fil 2, 5). É necessário, 32 1, 15| Apóstolo, « revestir-se de Cristo » (Rom13, 14; Gal 3, 27).~ 33 1, 15| companhia de Maria – do rosto de Cristo, este ideal exigente de 34 1, 15| modo natural na vida de Cristo e como que faz-nos “respirar” 35 1, 15| processo de configuração a Cristo no Rosário, confiamo-nos, 36 1, 15| Santa. Aquela que é Mãe de Cristo, pertence Ela mesma à Igreja 37 1, 15| o crescimento humano de Cristo na casa de Nazaré. Isto 38 1, 15| mesma solicitude, até que Cristo esteja formado em nós plenamente ( 39 1, 15| totalmente fundada sobre a de Cristo e a esta radicalmente subordinada, « 40 1, 15| imediata dos crentes com Cristo, antes a facilita ».20 É 41 1, 15| processo de configuração a Cristo de cada um de nós: “Toda 42 1, 15| unidos e consagrados a Jesus Cristo. Portanto, a mais perfeita 43 1, 15| mais perfeitamente a Jesus Cristo. Ora, sendo Maria entre 44 1, 15| mais configurada a Jesus Cristo, daí se conclui que de todas 45 1, 15| tanto mais será a Jesus Cristo”. 22 Nunca como no Rosário 46 1, 15| no Rosário o caminho de Cristo e o de Maria aparecem unidos 47 1, 15| profundamente. Mariavive em Cristo e em função de Cristo! ~ 48 1, 15| em Cristo e em função de Cristo! ~ 49 1 | Suplicar a Cristo com Maria~ 50 1, 16| 16. Cristo convidou a dirigirmo-nos 51 1, 16| d'Ele por parte do mesmo Cristo (cf. 1 Jo 2, 1) e a acção 52 1, 16| Em apoio da oração que Cristo e o Espírito fazem brotar 53 1, 16| centrando-a na pessoa de Cristo manifestada nos seus mistérios”. 24 54 1 | Anunciar Cristo com Maria~ 55 1, 17| aprofundamento, no qual o mistério de Cristo é continuamente oferecido 56 1, 17| discípulo segundo o coração de Cristo. De facto, se na recitação 57 1, 17| a sua obra de anúncio de Cristo. A história do Rosário mostra 58 2 | CAPÍTULO II~MISTÉRIOS DE CRISTO~MISTÉRIOS DA MÃE~ ~ 59 2, 18| contemplação do rosto de Cristopodemos introduzir-nos 60 2, 18| contemplação do rosto de Cristo. Paulo VI assim o descreveu: « 61 2, 18| ele louvor incessante a Cristo, objectivo último do anúncio 62 2, 19| tantos mistérios da vida de Cristo, o Rosário, tal como se 63 2, 19| mistérios da vida pública de Cristo entre o Baptismo e a Paixão. 64 2, 19| importantes da pessoa de Cristo, comorevelador definitivo 65 2, 19| pública que o mistério de Cristo se mostra de forma especial 66 2, 19| encarnação e a vida oculta de Cristo (mistérios da alegria), 67 2, 19| profundidade do Coração de Cristo, abismo de alegria e de 68 2, 20| do Pai é recapitular em Cristo todas as coisas (cf. Ef 69 2, 20| de Maria e a presença de Cristo no seu ventre fazem « saltar 70 2, 20| mesmo conteúdo, na pessoa de Cristo, o Verbo feito carne, único 71 2, 21| verdade, todo o mistério de Cristo é luz. Ele é a « luz do 72 2, 21| desta fase da vida de Cristo, considero que se podem 73 2, 21| no Jordão. Aqui, enquanto Cristo desce à água do rio, como 74 2, 21| cf. Jo 2, 1-12), quando Cristo, transformando a água em 75 2, 21| Divindade reluz no rosto de Cristo, enquanto o Pai O acredita 76 2, 21| instituição da Eucaristia, na qual Cristo Se faz alimento com o seu 77 2, 21| modo, todo o caminho de Cristo. A revelação, que no Baptismo 78 2, 21| palavras e os sinais de Cristo durante a vida pública, 79 2, 22| aos mistérios da dor de Cristo. A piedade cristã desde 80 2, 22| abre-se com o Getsémani, onde Cristo vive um momento de particular 81 2, 22| tentada a revoltar-se. Ali Cristo põe-Se no lugar de todas 82 2, 22| raiz e o seu cumprimento em Cristo, Deus que Se rebaixa por 83 2, 23| contemplação do rosto de Cristo não pode deter-se na imagem 84 2, 23| fixar o olhar na glória de Cristo com a Ressurreição e a Ascensão. 85 2, 23| alegria daqueles a quem Cristo Se manifestou – os Apóstolos, 86 2, 23| glória, onde com a Ascensão Cristo Se senta à direita do Pai, 87 2, 23| da sua nova existência em Cristo, uma existência de que o 88 2, 24| gosto de um conhecimento de Cristo que brota continuamente 89 2, 24| Cada passagem da vida de Cristo, como é narrada pelos Evangelistas, 90 2, 24| insiste tanto nos mistérios de Cristo, lembrando que « tudo na 91 2, 24| mistério de Deus, isto é Cristo, no Qual estão escondidos 92 2, 24| Carta aos Efésios: « Que Cristo habite pela nos vossos 93 2, 24| compreender o amor de Cristo, que excede toda a ciência, 94 2, 24| profundo e empenhado de Cristo. Digamos que é o caminho 95 2, 24| relação indivisível que liga Cristo à sua Mãe Santíssima: os 96 2, 24| Santíssima: os mistérios de Cristo são também, de certo modo, 97 2 | Mistério de Cristo, “mistério” do homem~ 98 2, 25| agora sobre os mistérios de Cristo, não é difícil aprofundar 99 2, 25| vista. Quem contempla a Cristo,percorrendo as etapas da 100 2, 25| luz. Seguindo o caminho de Cristo, no qual o caminho do homem 101 2, 25| Contemplando, enfim, a Cristo e sua Mãe na glória, 102 2, 25| corações misericordiosos de Cristo e da sua Mãe. À distância 103 3 | III~« PARA MIM, O VIVER É CRISTO »~ ~ 104 3, 26| meditação dos mistérios de Cristo é proposta no Rosário com 105 3, 26| sentimento que as permeia.~Em Cristo, Deus assumiu verdadeiramente 106 3, 26| no diálogo comovente de Cristo com Pedro depois da ressurreição: « 107 3, 26| conformação cada vez mais plena Cristo, verdadeiroprograma” da 108 3, 26| ardor: « Para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro » (Flp 109 3, 26| Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim » (Gal 2, 110 3, 27| o facto de a relação com Cristo se servir também do auxílio 111 3, 27| centra nas palavras « Jesus Cristo, Filho de Deus, Senhor, 112 3, 27| física ao desejo de que Cristo se torne a respiração, a 113 3, 29| momento concreto da vida de Cristo. Na espiritualidade que 114 3, 29| fundamentais da vida de Cristo, o espírito pode facilmente 115 3, 33| de dar realce ao nome de Cristo acrescentando-lhe uma cláusula 116 3, 33| relativamente ao mistério de Cristo. Repetir o nome de Jesus – 117 3, 33| profundamente na vida de Cristo. ~Desta relação muito especial 118 3, 33| muito especial de Maria com Cristo, que faz d'Ela a Mãe de 119 3, 34| contemplação cristã. De facto, Cristo é o caminho que nos conduz 120 3, 34| profunda, animada pelo amor de Cristo e por Maria, a glorificação 121 3, 36| itinerário da oração. Em Cristo, está centrada a vida e 122 3, 36| instância com o próprio Cristo que, apesar de ser Deus, 123 3, 36| fraternidade que a todos nos une em Cristo.~ 124 3, 37| contacto vivo com o mistério de Cristo e da sua Mãe Santíssima.~ 125 3, 38| dos mistérios da vida de Cristo, para que Ele Se afirme, 126 CON, 40| consiste na contemplação de Cristo, Príncipe da paz e « nossa 127 CON, 40| Quem assimila o mistério de Cristo – e o Rosário visa isto 128 CON, 40| facilitar o encontro com Cristo nos mistérios não pode deixar 129 CON, 40| mostrar também o rosto de Cristo nos irmãos, sobretudo nos 130 CON, 40| poderia seguir os passos de Cristo revelador, nos mistérios 131 CON, 40| diária? E como contemplar a Cristo carregado com a cruz ou 132 CON, 40| fixar os olhos na glória de Cristo ressuscitado e em Maria 133 CON, 40| leva a fixar os olhos em Cristo, torna-nos também construtores 134 CON, 40| sintonia com o convite de Cristo para « orar sempre, sem 135 CON, 42| o itinerário da vida de Cristo, desde a sua concepção até 136 CON, 43| a contemplar o rosto de Cristo na escola de Maria.~Penso


IntraText® (V89) Copyright 1996-2007 EuloTech SRL