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negrito = Texto principal
Cap., N. cinza = comentário
1 INT, 1 | reafirmar, melhor « gritar » Cristo ao mundo como Senhor e Salvador,
2 INT, 1 | contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade
3 INT, 2 | Mãe de Deus no mistério de Cristo e da Igreja. De facto, sobre
4 INT, 2 | episódios da vida de Jesus Cristo. Eles dispõem-se no conjunto
5 INT, 3 | experiência jubilar, a « partir de Cristo »,6 senti a necessidade
6 INT, 3 | contemplação do rosto de Cristo na companhia e na escola
7 INT, 3 | contemplar com Maria o rosto de Cristo. Para dar maior relevo a
8 INT, 7 | ocasiões, nas quais a Mãe de Cristo fez, de algum modo, sentir
9 1 | CAPÍTULO I~CONTEMPLAR CRISTO~COM MARIA~ ~
10 1, 9 | evangélica da transfiguração de Cristo, na qual os três apóstolos
11 1, 9 | Fixar os olhos no rosto de Cristo, reconhecer o seu mistério
12 1, 9 | tarefa de cada discípulo de Cristo; é por conseguinte também
13 1, 10| 10. A contemplação de Cristo tem em Maria o seu modelo
14 1, 10| contemplação do rosto de Cristo, ninguém se dedicou com
15 1, 11| vive com os olhos fixos em Cristo e guarda cada palavra sua: «
16 1 | Recordar Cristo com Maria~
17 1, 13| salvíficos, que culminam no mesmo Cristo. Estes acontecimentos não
18 1, 13| significa abrir-se à graça que Cristo nos obteve com os seus mistérios
19 1, 13| do ofício sacerdotal de Cristo e culto público, é « a meta
20 1, 13| se a Liturgia, acção de Cristo e da Igreja, é acção salvífica
21 1, 13| enquanto meditação sobre Cristo com Maria, é contemplação
22 1 | Aprender Cristo de Maria~
23 1, 14| 14. Cristo é o Mestre por excelência,
24 1, 14| conduz à verdade plena de Cristo (cf. Jo 14, 26; 15, 26;16,
25 1, 14| melhor do que Ela conhece Cristo, ninguém como a Mãe pode
26 1, 14| cumprirem as disposições de Cristo (cf. Jo 2, 5). E podemos
27 1, 14| escola” de Maria para ler Cristo, penetrar nos seus segredos,
28 1 | Configurar-se a Cristo com Maria~
29 1, 15| como ramo na videira que é Cristo (cf. Jo 15, 5), constitui-o
30 1, 15| discípulo conforme à “lógica” de Cristo: « Tende entre vós os mesmos
31 1, 15| sentimentos que havia em Cristo Jesus » (Fil 2, 5). É necessário,
32 1, 15| Apóstolo, « revestir-se de Cristo » (Rom13, 14; Gal 3, 27).~
33 1, 15| companhia de Maria – do rosto de Cristo, este ideal exigente de
34 1, 15| modo natural na vida de Cristo e como que faz-nos “respirar”
35 1, 15| processo de configuração a Cristo no Rosário, confiamo-nos,
36 1, 15| Santa. Aquela que é Mãe de Cristo, pertence Ela mesma à Igreja
37 1, 15| o crescimento humano de Cristo na casa de Nazaré. Isto
38 1, 15| mesma solicitude, até que Cristo esteja formado em nós plenamente (
39 1, 15| totalmente fundada sobre a de Cristo e a esta radicalmente subordinada, «
40 1, 15| imediata dos crentes com Cristo, antes a facilita ».20 É
41 1, 15| processo de configuração a Cristo de cada um de nós: “Toda
42 1, 15| unidos e consagrados a Jesus Cristo. Portanto, a mais perfeita
43 1, 15| mais perfeitamente a Jesus Cristo. Ora, sendo Maria entre
44 1, 15| mais configurada a Jesus Cristo, daí se conclui que de todas
45 1, 15| tanto mais será a Jesus Cristo”. 22 Nunca como no Rosário
46 1, 15| no Rosário o caminho de Cristo e o de Maria aparecem unidos
47 1, 15| profundamente. Maria só vive em Cristo e em função de Cristo! ~
48 1, 15| em Cristo e em função de Cristo! ~
49 1 | Suplicar a Cristo com Maria~
50 1, 16| 16. Cristo convidou a dirigirmo-nos
51 1, 16| d'Ele por parte do mesmo Cristo (cf. 1 Jo 2, 1) e a acção
52 1, 16| Em apoio da oração que Cristo e o Espírito fazem brotar
53 1, 16| centrando-a na pessoa de Cristo manifestada nos seus mistérios”. 24
54 1 | Anunciar Cristo com Maria~
55 1, 17| aprofundamento, no qual o mistério de Cristo é continuamente oferecido
56 1, 17| discípulo segundo o coração de Cristo. De facto, se na recitação
57 1, 17| a sua obra de anúncio de Cristo. A história do Rosário mostra
58 2 | CAPÍTULO II~MISTÉRIOS DE CRISTO~MISTÉRIOS DA MÃE~ ~
59 2, 18| contemplação do rosto de Cristo só podemos introduzir-nos
60 2, 18| contemplação do rosto de Cristo. Paulo VI assim o descreveu: «
61 2, 18| ele louvor incessante a Cristo, objectivo último do anúncio
62 2, 19| tantos mistérios da vida de Cristo, o Rosário, tal como se
63 2, 19| mistérios da vida pública de Cristo entre o Baptismo e a Paixão.
64 2, 19| importantes da pessoa de Cristo, comorevelador definitivo
65 2, 19| pública que o mistério de Cristo se mostra de forma especial
66 2, 19| encarnação e a vida oculta de Cristo (mistérios da alegria),
67 2, 19| profundidade do Coração de Cristo, abismo de alegria e de
68 2, 20| do Pai é recapitular em Cristo todas as coisas (cf. Ef
69 2, 20| de Maria e a presença de Cristo no seu ventre fazem « saltar
70 2, 20| mesmo conteúdo, na pessoa de Cristo, o Verbo feito carne, único
71 2, 21| verdade, todo o mistério de Cristo é luz. Ele é a « luz do
72 2, 21| desta fase da vida de Cristo, considero que se podem
73 2, 21| no Jordão. Aqui, enquanto Cristo desce à água do rio, como
74 2, 21| cf. Jo 2, 1-12), quando Cristo, transformando a água em
75 2, 21| Divindade reluz no rosto de Cristo, enquanto o Pai O acredita
76 2, 21| instituição da Eucaristia, na qual Cristo Se faz alimento com o seu
77 2, 21| modo, todo o caminho de Cristo. A revelação, que no Baptismo
78 2, 21| palavras e os sinais de Cristo durante a vida pública,
79 2, 22| aos mistérios da dor de Cristo. A piedade cristã desde
80 2, 22| abre-se com o Getsémani, onde Cristo vive um momento de particular
81 2, 22| tentada a revoltar-se. Ali Cristo põe-Se no lugar de todas
82 2, 22| raiz e o seu cumprimento em Cristo, Deus que Se rebaixa por
83 2, 23| contemplação do rosto de Cristo não pode deter-se na imagem
84 2, 23| fixar o olhar na glória de Cristo com a Ressurreição e a Ascensão.
85 2, 23| alegria daqueles a quem Cristo Se manifestou – os Apóstolos,
86 2, 23| glória, onde com a Ascensão Cristo Se senta à direita do Pai,
87 2, 23| da sua nova existência em Cristo, uma existência de que o
88 2, 24| gosto de um conhecimento de Cristo que brota continuamente
89 2, 24| Cada passagem da vida de Cristo, como é narrada pelos Evangelistas,
90 2, 24| insiste tanto nos mistérios de Cristo, lembrando que « tudo na
91 2, 24| mistério de Deus, isto é Cristo, no Qual estão escondidos
92 2, 24| Carta aos Efésios: « Que Cristo habite pela fé nos vossos
93 2, 24| compreender o amor de Cristo, que excede toda a ciência,
94 2, 24| profundo e empenhado de Cristo. Digamos que é o caminho
95 2, 24| relação indivisível que liga Cristo à sua Mãe Santíssima: os
96 2, 24| Santíssima: os mistérios de Cristo são também, de certo modo,
97 2 | Mistério de Cristo, “mistério” do homem~
98 2, 25| agora sobre os mistérios de Cristo, não é difícil aprofundar
99 2, 25| vista. Quem contempla a Cristo,percorrendo as etapas da
100 2, 25| luz. Seguindo o caminho de Cristo, no qual o caminho do homem
101 2, 25| Contemplando, enfim, a Cristo e sua Mãe na glória, vê
102 2, 25| corações misericordiosos de Cristo e da sua Mãe. À distância
103 3 | III~« PARA MIM, O VIVER É CRISTO »~ ~
104 3, 26| meditação dos mistérios de Cristo é proposta no Rosário com
105 3, 26| sentimento que as permeia.~Em Cristo, Deus assumiu verdadeiramente
106 3, 26| no diálogo comovente de Cristo com Pedro depois da ressurreição: «
107 3, 26| conformação cada vez mais plena Cristo, verdadeiro “programa” da
108 3, 26| ardor: « Para mim, o viver é Cristo e o morrer é lucro » (Flp
109 3, 26| Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim » (Gal 2,
110 3, 27| o facto de a relação com Cristo se servir também do auxílio
111 3, 27| centra nas palavras « Jesus Cristo, Filho de Deus, Senhor,
112 3, 27| física ao desejo de que Cristo se torne a respiração, a
113 3, 29| momento concreto da vida de Cristo. Na espiritualidade que
114 3, 29| fundamentais da vida de Cristo, o espírito pode facilmente
115 3, 33| de dar realce ao nome de Cristo acrescentando-lhe uma cláusula
116 3, 33| relativamente ao mistério de Cristo. Repetir o nome de Jesus –
117 3, 33| profundamente na vida de Cristo. ~Desta relação muito especial
118 3, 33| muito especial de Maria com Cristo, que faz d'Ela a Mãe de
119 3, 34| contemplação cristã. De facto, Cristo é o caminho que nos conduz
120 3, 34| profunda, animada pelo amor de Cristo e por Maria, a glorificação
121 3, 36| itinerário da oração. Em Cristo, está centrada a vida e
122 3, 36| instância com o próprio Cristo que, apesar de ser Deus,
123 3, 36| fraternidade que a todos nos une em Cristo.~
124 3, 37| contacto vivo com o mistério de Cristo e da sua Mãe Santíssima.~
125 3, 38| dos mistérios da vida de Cristo, para que Ele Se afirme,
126 CON, 40| consiste na contemplação de Cristo, Príncipe da paz e « nossa
127 CON, 40| Quem assimila o mistério de Cristo – e o Rosário visa isto
128 CON, 40| facilitar o encontro com Cristo nos mistérios não pode deixar
129 CON, 40| mostrar também o rosto de Cristo nos irmãos, sobretudo nos
130 CON, 40| poderia seguir os passos de Cristo revelador, nos mistérios
131 CON, 40| diária? E como contemplar a Cristo carregado com a cruz ou
132 CON, 40| fixar os olhos na glória de Cristo ressuscitado e em Maria
133 CON, 40| leva a fixar os olhos em Cristo, torna-nos também construtores
134 CON, 40| sintonia com o convite de Cristo para « orar sempre, sem
135 CON, 42| o itinerário da vida de Cristo, desde a sua concepção até
136 CON, 43| a contemplar o rosto de Cristo na escola de Maria.~Penso