Capítulo, Parágrafo
1 I,3 | no latifúndio, dar vida a empresas capazes de crescimento autônomo,
2 I,3 | desenvolvimento das suas empresas e com as exigências da vida
3 I,4 | preços, favoráveis às grandes empresas agro-industriais e aos cultivadores
4 I (9)| exportações agrícolas e grandes empresas e das suas consequências
5 I,5 | casos, a difusão das grandes empresas agrícolas, a realização
6 I,5 | dependência das grandes empresas ou a emigrar. Estes povos,
7 I,6 | élite fundiária e as grandes empresas empenhadas na exploração
8 I,10 | voltam a sua atenção para as empresas de grandes dimensões;~–
9 I,10 | própria sobrevivência das suas empresas.~
10 I,12 | rendimento das pequenas empresas. Quando o rendimento das
11 I,12 | rendimento das pequenas empresas se reduz, tornam-se difíceis
12 II,5 | obra de proprietários ou de empresas nacionais e internacionais,
13 II,7 | nas médias e nas grandes empresas »;(38)~c) a nível de políticas
14 III,1 | agrária que dê origem a empresas familiares contribui sensivelmente
15 III,3 | tecnologias adaptadas às empresas, a exigência de estas últimas
16 III,4 | procura de crédito pelas novas empresas nascidas da reforma. Devem
17 III,4 | formas de associação das empresas nascidas da reforma, que
18 III,7 | início e desenvolvimento das empresas agrícolas originadas pela
19 III,7 | re-distribuição da terra.~Estas empresas têm de enfrentar, muitas
20 III,7 | dos casos a dimensão das empresas não permite um emprego profícuo
21 III,7 | campos. É difícil para estas empresas poder dispor dos principais
22 III,7 | as dificuldades que tais empresas encontram na comercialização
23 III,7 | vantagem competitiva às empresas associadas e pode conduzir
24 III,7 | precioso para permitir às empresas, particulares ou cooperativas,
25 III,7 | fortalecimento das novas empresas e para a luta contra a pobreza.~
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