102-demon | demor-inter | intim-repre | reque-zonas
negrito = Texto principal
Capítulo, Parágrafo cinza = comentário
1 | 102
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3 | 110
4 | 134
5 | 138
6 | 149
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8 | 157
9 II (37) | Carta Enc. Rerum novarum, 1891, n. 30.~
10 II (39) | Enc. Quadragesimo anno, 1931, n. 49.~
11 II (19) | Radio-mensagem de Pentecostes, 1941, Pio XII, tratando do direito
12 II (34) | Radio-mensagem, 1 de Setembro de 1944, n. 13; Conc. Ecum. Vat.
13 Prem (3)| cidades de Rio de Janeiro (1955), Medellin, La Iglesia en
14 II (19) | Enc. Mater et magistra, 1961, n. 69. Na Radio-mensagem
15 II (18) | pastoral Gaudium et spes, 1965, n. 69.~
16 II (28) | Enc. Populorum progressio, 1967, n. 23.~
17 Prem (3)| Latina a la luz del Concilio (1968), Puebla, La evangelización
18 II (30) | Apost. Octogesima adveniens, 1971, n. 21. Pelo contrário,
19 II (33) | Brasil, a 7 de Julho de 1980; em Cuzco, no Perú, a 3
20 Prem (3)| Asunción, 12 de Junho de 1983; Obispos del Sur Andino,
21 I (7) | Development Series », Rome 1984.~
22 I (10) | Jean-Paul II, Cité du Vatican 1993, p. 22.~
23 Conclu | Roma, 23 de Novembro de 1997~Solenidade de Jesus Cristo,
24 | 26
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43 | 59
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45 | 62
46 | 65
47 II (42) | Gaudium et spes, cit., n. 69b.~
48 | 71
49 II (22) | Gaudium et spes, cit., n. 71b.~
50 | 75
51 Prem (3)| consequências do Decreto n. 1.775 de 8 de Janeiro de 1996,
52 I,6 | um clima de terror para abafar os protestos dos trabalhadores,
53 I,14 | ao risco de aluviões, o abaixamento das faldas freáticas, a
54 I,2 | ponto de muitos deles terem abandonado a actividade agrícola. Tudo
55 II,6 | povos, o grito dos pobres abandonados, e, sobretudo, a voz de
56 Conclu | de todos os cristãos que abandonam os caminhos errados, as
57 I,3 | vender os seus direitos e abandonar a actividade agrícola.~Uma
58 I (5) | dominantes e das classes abastadas;~b) a constituição de reservas
59 III,5 | transportes públicos, no abastecimento de água potável.~Nas áreas
60 Conclu | íntima de Deus e chamá-lo: « Abba, Pai! » (Gal 4,6).~Roma,
61 III,7 | associadas e pode conduzir à abertura de novos mercados para os
62 Prem (3)| paz social, Itaici, 24 de Abril de 1996.~
63 II,2 | qualquer forma de posse absoluta e arbitrária exclusivamente
64 I,9 | Acontece deste modo uma absorção de pequenas propriedades
65 I,5 | indígenas corram o risco, tão absurdo quanto concreto, de serem
66 II (29) | justificação, e constitui um abuso diante de Deus e dos homens »,
67 III,5 | acessibilidade, a disponibilidade, a aceitabilidade e a conveniência dos serviços
68 I,11 | agricultores são constrangidos a aceitar o preço que lhes é oferecido,
69 III,5 | para aumentar nos campos a acessibilidade, a disponibilidade, a aceitabilidade
70 III,1 | produtos alimentares a preços acessíveis.~A experiência concreta
71 II (45) | conta aquilo que foi dito acima a respeito do carácter subjectivo
72 Conclu | 2000. Este extraordinário acontecimento eclesial deve impelir todos
73 II (41) | cheguem a ser realidade de acordo com as condições ambientais »,
74 I,9 | pequenas propriedades que acresce o número dos sem terra e
75 II,5 | bens, a doutrina social acrescenta a condenação das formas
76 II,2 | casas e mais casas, e que acrescentais campos e campos », grita
77 I (14) | World Food Summit Plan of Action, Rome 1996; Pont. Cons.
78 I (15) | Environment, FAO Policies and Actions, Rome 1992.~
79 III,3 | os recursos naturais. É actualmente riquíssima a série de casos
80 II (45) | É dever do Estado « actuar contra o desemprego, que
81 I,12 | subtracção das economias acumuladas no sector agrícola. Estas
82 III,3 | o emprego de tecnologias adaptadas às empresas, a exigência
83 III,10 | de que tais modelos sejam adaptados às necessidades e aos problemas
84 II,7 | reforma agrária um instrumento adequado para difundir a propriedade
85 II,8 | de rendimentos familiares adequados, a continuidade da família
86 III,1 | soluções. O retardamento e adiamento da reforma agrária tiram
87 III,4 | reforma, que têm o fim de administrar em comum os serviços produtivos,
88 I,4 | que as políticas agrárias administraram a exportação dos produtos
89 I,8 | frágil ordem das instituições administrativas, como os cadastros, de muitos
90 I,4 | Para alguns produtos foram adoptadas políticas de controle dos
91 III,8 | reforma devem ser definidos e adoptados com a participação e a cooperação
92 I,2 | detrimento da agricultura.~Adoptaram, por consequência, políticas
93 II,4 | livremente destes bens, tendo adquirido a propriedade deles.(21)~
94 II,5 | pisando todos os direitos adquiridos e, não raramente, até os
95 I,11 | capacidades pessoais e para adquirirem a consciência da sua dignidade
96 II (30) | Carta Apost. Octogesima adveniens, 1971, n. 21. Pelo contrário,
97 I,13 | pressões que têm em mira afastá-los das suas terras, têm de
98 II,5 | os seres humanos porque afecta os mais fracos e as gerações
99 I,2 | agrícolas que deriva disso afectou gravemente os pequenos produtores,
100 II,4 | seu serviço, e, portanto, afirma-se a si mesmo, se está em condições
101 II (19) | direito aos bens materiais, afirmava que « Cada homem, como ser
102 II,9 | destinado a evoluir. Se se agisse de modo a garantir somente
103 Apres | reformas apropriadas no domínio agrário em ordem a iniciar uma fase
104 I,8 | cadastros, de muitos Países agrava frequentemente as dificuldades
105 I,2 | levaram muitas vezes ao agravamento dos termos de câmbio da
106 III,1 | que tendem a perpetuar-se, agravando-se.~De fronte a esta realidade,
107 I (14) | Need: An Atlas of Food and Agriculture, Rome 1995, p. 16; World
108 I,4 | favoráveis às grandes empresas agro-industriais e aos cultivadores de produtos
109 II,2 | energia estas injustiças. « Ai de vós, os que ajuntais
110 | aí
111 II,4 | S. Tomás de Aquino,(27) ajuda na avaliação de algumas
112 III,8 | a reforma agrária deve ajudar as comunidade indígenas
113 Conclu | das directivas da Igreja ajudarão concretamente toda a humanidade
114 II,2 | injustiças. « Ai de vós, os que ajuntais casas e mais casas, e que
115 III,1 | ocupação das terras é um sinal alarmante que exige a actuação, a
116 Apres | reforma agrária », propõe-se alertar, aos mais diferentes níveis,
117 | algo
118 | algum
119 Prem (3)| Honduras, Mensaje sobre algunos temas de interés nacional,
120 II,3 | cinquenta anos, as propriedades alienadas voltarão às antigas famílias.~
121 I,5 | valores e o factor que une e alimenta a sua identidade, perderam
122 I,12 | que lhes dão origem e os alimentam são fonte de graves obstáculos
123 III,7 | tecnologias necessárias para aliviar o trabalho dos campos. É
124 I,6 | transporte, alimentação e alojamento. O mesmo clima se tem instaurado
125 II,8 | pode oferecer um contributo altamente positivo não só ao desenvolvimento
126 I,13 | população, por isso, são muito altas, enquanto os problemas da
127 I,2 | formas de intervenção que, alterando o mecanismo distributivo
128 III,6 | de aumentar as ocasiões alternativas de ocupação.(51)~
129 II,5 | desobediência pecaminosa é altíssimo. Com efeito, ela causa uma
130 I,14 | elevada exposição ao risco de aluviões, o abaixamento das faldas
131 II (30) | criando assim para o dia de amanhã um ambiente global que poderá
132 II,4 | burocratização dos vários âmbitos de vida da sociedade, ao
133 I,4 | de capital e permitiram amortizar, em tempos relativamente
134 II,11 | vários níveis escolares, uma ampla bagagem de conhecimentos
135 I (14) | FAO, Dimensions of Need: An Atlas of Food and Agriculture,
136 II,5 | destinação universal dos bens, analisa as modalidades de exercício
137 I (9) | Para uma análise destas políticas que apoiam
138 I,11 | próprios direitos e deveres.~Analogamente, a escassez e a baixa qualidade
139 Prem (3)| de 1983; Obispos del Sur Andino, La tierra, don de Dios -
140 II (39) | Carta Enc. Quadragesimo anno, 1931, n. 49.~
141 III,6 | sistema educativo tende a antepor a formação dos rapazes à
142 II,3 | propriedades alienadas voltarão às antigas famílias.~A segunda liberdade
143 II,2 | terra é de Deus, insiste o Antigo Testamento, e Deus deu-a
144 II,3 | jubilar, devem voltar aos antigos proprietários. Campos e
145 Conclu | eram verdadeiras formas de antitestemunho e de escândalo ».(53)~Enfrentando
146 II,5 | degradação ambiental.~Isto deve aparecer como o sinal da desobediência
147 II,6 | dramático, a este propósito, o apelo que João Paulo II lançou
148 Apres | da terra, situação que se aplica à maior parte dos continentes.~
149 II,2 | Miquéias: « Cobiçam as terras e apoderam-se delas, cobiçam as casas
150 II,4 | terra, a doutrina social apoia também o direito natural
151 II,5 | internacionais, às vezes apoiadas por organismos do Estado,
152 I (9) | análise destas políticas que apoiam exportações agrícolas e
153 III,8 | e os seus interesses; a apoiar as suas aspirações pela
154 I,12 | maioria da população. Podemos apontar pelo menos cinco:~a) as
155 II (21) | o seu trabalho, o homem apossa-se de pequenas porções das
156 Prem (3)| Fevereiro de 1988; Vicariato Apostólico de Darien, Panama, Tierra
157 Prem | paz, pode-se facilmente apreender através da leitura das numerosíssimas
158 Prem | devem orientar.~O documento apresenta em forma sintética:~– uma
159 III,4 | conceder. Aos beneficiários apresenta-se, portanto, a única alternativa
160 Apres | APRESENTAÇÃO~O presente documento, «
161 Conclu | destino de tantos povos fica aprisionado num presente cada vez mais
162 Conclu | Pai.(55)~O conhecimento aprofundado e a prática coerente das
163 II (21) | espaço. De tudo isso ele se apropria, para aí assentar o seu ?
164 II (21) | seu ?banco' de trabalho. E apropria-se disso mediante o trabalho
165 I,6 | outras terras, ou para se apropriar das terras ocupadas pelos
166 I,14 | actividades mineiras ou ao aproveitamento das madeiras, mas não são
167 II,4 | elaborada por S. Tomás de Aquino,(27) ajuda na avaliação
168 III,4 | serviços produtivos, de aquirir colectivamente os factores
169 II,2 | forma de posse absoluta e arbitrária exclusivamente para vantagem
170 II (39) | autoridade pública não pode usar arbitrariamente o seu direito de determinar
171 I (5) | muitas vezes com métodos arbitrários e exclusivamente em favor
172 III,3 | representam uma terceira área de intervenção, decisiva
173 I,6 | extremos, pagam-se grupos armados para destruir os bens e
174 I,1 | pequeníssimos proprietários, de arrendatários e de colonos cultiva a superfície
175 II (27) | Theologiae, II-II, q. 66 art. 7.~
176 III,7 | agricultura, as actividades artesanais e também o consumo. Uma
177 II,7 | instrumentos próprios da empresa artesanal e agro-familiar, das acções
178 II,2 | de colher frutos de uma árvore durante os primeiros quatro
179 II,6 | redistribuição são somente um dos aspectos, e não o mais complexo,
180 III,8 | interesses; a apoiar as suas aspirações pela justiça social e a
181 III,7 | estão em condições de poder aspirar à atribuição da terra, na
182 II,4 | trabalharam, sem que tenha sido assegurado o seu direito de receber
183 II,5 | parte.(29)~Os privilégios assegurados pelo latifúndio são causa
184 II (47) | união dos homens para se assegurarem os direitos que lhes cabem,
185 III,1 | uma reforma agrícola, que assegure uma diversa repartição da
186 III,3 | adopção de mecanismos que assegurem uma apropriada colocação
187 II (41) | configuração e funcionamento se assemelha à duma comunidade de pessoas,
188 II (21) | ele se apropria, para aí assentar o seu ?banco' de trabalho.
189 I,1 | representa para a nossa reflexão, assinala-se que, nas áreas que foram
190 I,13 | das suas terras, têm de assistir à dissolução das suas instituições
191 II,10 | trabalhadores a constituir associações, que tenham como fim a defesa
192 III,3 | afrontarem o mercado de forma associada, a única capaz de lhes conferir
193 III,7 | competitiva às empresas associadas e pode conduzir à abertura
194 I,4 | agricultores, quando não estão associados, o acesso ao crédito de
195 I,11 | de serviços sociais~17. Assume grande relevo o desinteresse
196 II,8 | mercado do trabalho externo assumindo trabalho assalariado.~A
197 II,1 | refere-se à atitude que devem assumir em relação à terra e a todas
198 I,3 | suficientemente de dotar aszonas de reforma das infra-estruturas
199 II,4 | caridade. Por isso... deve-se atender sempre a esta destinação
200 II (33) | 24 de Março de 1990; em Aterro do Bacanga - São Luís, no
201 I,3 | alguns casos estas reformas atingiram os objectivos previstos.
202 II,1 | fundamental — refere-se à atitude que devem assumir em relação
203 III,5 | determinantes da mudança de atitudes e comportamentos, necessária
204 I (14) | Dimensions of Need: An Atlas of Food and Agriculture,
205 I,13 | instabilidade e conflitos que atrasam o desenvolvimento democrático.
206 I,7 | Tais são as carências e os atrasos a nível legislativo quanto
207 Prem (2)| utiliza tecnologias agrícolas atrazadas.~
208 II,1 | primeira tarefa que Deus lhes atribui — trata-se, evidentemente,
209 II,1 | Babilônia esta prerrogativa era atribuída a alguns. No texto bíblico,
210 I,9 | dificuldades, por causa do papel atribuído à terra como instrumento
211 I,3 | Os insucessos podem ser atribuídos, em parte, a uma interpretação
212 I,1 | sua família. Quando esta aumentava, não lhe era possível aumentar
213 I,8 | para o cultivador caso ele aumente a extensão da sua propriedade
214 III,10 | do preço da terra, e tais aumentos tornam menos conveniente
215 Conclu | solidariedade permanecerem ausentes e invisíveis, as portas
216 I,4 | destinados em grande parte ao auto-consumo e, por isso, expõe a família
217 III,2 | da vida e a capacidade de auto-promoção das pessoas, e, portanto,
218 I (10) | Justice et Paix, Les peuples autochtones dans l'enseignement de Jean-Paul
219 II,4 | absolutamente necessária à autonomia pessoal e familiar, e devem
220 I,3 | empresas capazes de crescimento autônomo, impedir a expulsão da terra
221 II (39) | A autoridade pública não pode usar arbitrariamente
222 II,3 | doutrina social. Documentos autorizados e significativos ilustram
223 II,1 | peixes do mar e sobre as aves do céu e sobre todos os
224 II (33) | Março de 1990; em Aterro do Bacanga - São Luís, no Brasil, a
225 II,11 | níveis escolares, uma ampla bagagem de conhecimentos e de capacidades
226 I,11 | Analogamente, a escassez e a baixa qualidade dos serviços sanitários
227 II (21) | para aí assentar o seu ?banco' de trabalho. E apropria-se
228 I (5) | agricultores;~e) a imposição de barreiras à importação, para proteger
229 I,4 | um processo de acumulação baseado sobre o investimento em
230 I,2 | em via de desenvolvimento basearam-se prevalentemente na convicção,
231 II,3 | de conflitos que minam as bases da convivência civil e provocam
232 II,3 | Lv 25,23). A motivação básica, portanto, é o senhorio
233 II,9 | um contributo não menos basilar à protecção dos recursos
234 Conclu | nos impulsione a dizer: « Basta! » aos muitos pecados individuais
235 II,4 | que os bens criados devem bastar a todos, com equidade, sob
236 II,1 | na sua natureza de dom e bênção, e de não a transformar,
237 III,5 | agricultores e seus familiares, mas beneficia toda a população, criando
238 II,1 | atribuída a alguns. No texto bíblico, pelo contrário, o domínio
239 I,1 | uma distribuição de tipo bipolar. Um número exíguo de grandes
240 II,2 | nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem
241 Prem (3)| de 8 de Janeiro de 1996, Brasília, 29 de Fevereiro de 1996;
242 I,4 | em tempos relativamente breves, os investimentos fixos,
243 II,4 | concentração do poder, à burocratização dos vários âmbitos de vida
244 I,14 | terra são obrigados, na sua busca de novas terras, a ocupar
245 II,1 | seu ser imagem de Deus: cabe a todos, não só a alguns,
246 II (47) | assegurarem os direitos que lhes cabem, nascida das exigências
247 I,8 | administrativas, como os cadastros, de muitos Países agrava
248 I,8 | destituídos porque esta terra cai, por lei, nas mãos daqueles
249 II,2 | e espigas esquecidos ou caídos no chão, porque pertencem
250 II (45) | tornar-se uma verdadeira calamidade social », ibid., n. 18.
251 Conclu | ilumina o nosso difícil caminho a luz de Cristo, imagem
252 Prem (3)| sobre la situación de los campesinos y indígenas, San José, 2
253 I,3 | terra das grandes massas camponesas e a sua emigração para os
254 II,3 | para vos dar o país de Canaan, para ser o vosso Deus » (
255 I,3 | latifúndio, dar vida a empresas capazes de crescimento autônomo,
256 II,4 | incondicionado mas, ao contrário, é caracterizado por vínculos bem precisos.~
257 III (52)| sem-terra que frequentemente caracterizam as zonas dominadas pelo
258 Conclu | Cristo, Rei do Universo~Roger Card. Etchegaray~Presidente do
259 I,13 | Não depende apenas das carestias, mas também das escolhas
260 II,4 | justiça, inseparável da caridade. Por isso... deve-se atender
261 III,1 | na sua vária e complexa casuística, mesmo quando provocada
262 Prem (3)| documentos que o Episcopado Católico, sobretudo da América Latina,
263 II (35) | do prejuízo considerável causado aos interesses do país »,
264 Prem | coisas è muitas vezes uma das causas mais importantes de situações
265 II,2 | pobres e os camponeses a ceder os seus terrenos familiares.
266 II,2 | 23-25); o convite a não ceifar até às extremidades do campo
267 Prem | qualificante da preparação e da celebração do Jubileu ».(1)~Nesta perspectiva,
268 Conclu | olhar de todos para um dos cenários mais sombrios e dolorosos
269 III,1 | importante objectivo sobre o qual centrar a atenção, porque se trata
270 Conclu | espiritual que encontra o seu centro de inspiração no Grande
271 III,2 | de reforma agrária deve certamente prever objectivos a curto
272 II,6 | é cristão continuar com certas situações claramente injustas.
273 II,1 | do mar e sobre as aves do céu e sobre todos os seres vivos
274 Conclu | na vida íntima de Deus e chamá-lo: « Abba, Pai! » (Gal 4,6).~
275 Conclu | gozar da salvação a que é chamada pela graça de Deus e a dirigir
276 III,10 | exige que as organizações chamadas a promover o comércio internacional
277 Conclu | dramáticas e intoleráveis! Chamando a atenção para o significado
278 II,2 | esquecidos ou caídos no chão, porque pertencem aos pobres (
279 II (45) | sempre um mal e, quando chega a atingir determinadas dimensões,
280 II,4 | história e a experiência, chega-se à concentração do poder,
281 Prem | intérprete das solicitações chegadas de inúmeras Igrejas locais,
282 I (5) | das grandes propriedades, chegando, em alguns casos, a proibir
283 II (41) | preocupar-se por que uma e outra cheguem a ser realidade de acordo
284 I (14) | desenvolvimento solidário, Cidade do Vaticano 1996; FAO, Dimensions
285 II,11 | de capacidades técnicas e científicas.~
286 I,12 | Podemos apontar pelo menos cinco:~a) as distorções no mercado
287 I,14 | degradação do ambiente, num círculo vicioso, quando os pequenos
288 II,4 | necessário por si mesmo, deve ser circunscrito dentro dos limites de uma
289 II,4 | humanos, sempre e em qualquer circunstância, o gozo dos bens da terra,
290 I (10) | enseignement de Jean-Paul II, Cité du Vatican 1993, p. 22.~
291 II,4 | condições das liberdades civis ».(22)~Sem o reconhecimento
292 Prem (3)| Episcopal de Guatemala, El clamor por la tierra, Guatemala
293 II,6 | continuar com certas situações claramente injustas. É necessário pôr
294 II,2 | dividida entre todas as tribos, clãs e famílias. E o homem não
295 II,6 | responsáveis dos povos, a vós, classe no poder, que às vezes mantendes
296 I (5) | grupos dominantes e das classes abastadas;~b) a constituição
297 I,7 | algumas situações que se podem classificar como verdadeiros nós estruturais.
298 III,4 | empréstimos para os pequenos clientes impede os Institutos de
299 Prem (3)| Episcopal de Pastoral da CNBB sobre as consequências do
300 II (30) | gerações e, ao mesmo tempo, co-artífice do futuro daqueles que virão
301 Conclu | sombrios e dolorosos da co-responsabilidade, mesmo de tantos cristãos,
302 II,2 | Prescreve o Decálogo: « Não cobiçarás a casa do teu próximo, nem
303 I,6 | salários que muitas vezes não cobrem as despesas de transporte,
304 III,2 | agrária é, enfim, a plena coerência com ela das políticas nacionais
305 Conclu | aprofundado e a prática coerente das directivas da Igreja
306 III,9 | dos casos, este empenho coincide com o desenvolvimento de
307 II,6 | claro que quem mais deve colaborar para isto é quem tem mais
308 III,4 | serviços produtivos, de aquirir colectivamente os factores de produção,
309 II,3 | nas relações individuais e colectivas, provocados por semelhante
310 I,6 | para destruir os bens e as colheitas, para tirar poder aos líderes
311 III,3 | assegurem uma apropriada colocação dos recursos de modo a evitar
312 II,1 | pela criação.~O homem é colocado no jardim para o cultivar
313 I,1 | foram sujeitas ao domínio colonial, a concentração da terra
314 I,1 | proprietários, de arrendatários e de colonos cultiva a superfície restante
315 III,1 | realizações tais que se coloquem fora de qualquer controle.
316 I,7 | de desenvolvimento podem combater eficazmente o actual processo
317 Apres | Papa João Paulo II, para comemorar Jesus Cristo como o Unico
318 III,4 | factores de produção, de comercializar unitariamente os produtos,
319 III,10 | organizações chamadas a promover o comércio internacional prestem uma
320 | comigo
321 III,10 | envolve directamente a competência e a responsabilidade de
322 I (5) | importação, para proteger da competição internacional os produtos
323 III,7 | uma importante vantagem competitiva às empresas associadas e
324 III,3 | representa o necessário complemento das actividades de investigação
325 III,7 | as necessidades, uma mais completa utilização das máquinas,
326 III,1 | Esta última, na sua vária e complexa casuística, mesmo quando
327 II,4 | avaliação de algumas situações complexas de grande relevo ético-social,
328 I,11 | as consequências que isto comporta para a vida das pessoas.~
329 I,9 | de consistência limitada comportam para os institutos de crédito.(11)~
330 III,5 | da mudança de atitudes e comportamentos, necessária para poder enfrentar,
331 III,7 | da reforma, a mudança da composição da sua produção e, particularmente,
332 II,2 | desta visão da propriedade, compreende-se a severidade do juizo moral
333 II,4 | descontentamento social, a comprimir e sufocar « as fundamentais
334 II (41) | do homem e da família um conceito humano e cristão, não se
335 III,9 | avaliação dos programas concernentes à população, no desenvolvimento
336 III,7 | cooperativos que se proponham a concessão de empréstimos às famílias
337 Prem (3)| América Latina a la luz del Concilio (1968), Puebla, La evangelización
338 Conclu | CONCLUSÃO~60. A Igreja está-se preparando
339 I,3 | duas realidades, enfim, concorreram para desestabilizar sensivelmente
340 III,3 | riquíssima a série de casos concretos a demonstrarem que o aumento
341 II,5 | como espaço cultivável e condena o latifúndio como intrinsecamente
342 II,8 | empresa agro-familiar~38. Condenando quer o latifúndio, porque
343 II,2 | particularmente os Profetas a condenar com energia estas injustiças. «
344 III,3 | solo, em geral fortemente condicionadas pelas características do
345 II (30) | degradação do ambiente material conduz, substancialmente, à degradação
346 III,10 | produções para a exportação, conduza os Países em via de desenvolvimento
347 II,5 | distribuição dos bens da terra, conduzem, em geral, à destruição
348 III,7 | de poder de mercado que conferem uma importante vantagem
349 II,4 | sobre os bens exteriores conferema cada um a extensão absolutamente
350 Prem (3)| 28 de Agosto de 1995. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
351 III,3 | associada, a única capaz de lhes conferir um efectivo poder de mercado
352 III,6 | leis privilegiam o homem ao conferir-lhe o direito de propriedade
353 II,1 | exprimem a tarefa que Deus lhes confia: « Sede fecundos e multiplicai-vos,
354 II (41) | considerar ideal a empresa cuja configuração e funcionamento se assemelha
355 II,4 | consequências da actual desordem confirmam a exigência, para toda a
356 Prem | e dolorosas.~Pretendemos confirmar o valor destes testemunhos
357 I,1 | experiência de todos os dias confirme a influência negativa do
358 I,5 | sancionado pela lei está em conflito com o direito ao uso do
359 III,8 | sociais que elas julgarem conformes à sua organização social
360 I,2 | da produção agrícola em confronto com a industrial.~A queda
361 II,11 | Quanto mais o agricultor conhecer a capacidade produtiva da
362 I,3 | corrupção, servilismo político e conluio que levou a conceder extensões
363 I (14) | Action, Rome 1996; Pont. Cons. Cor Unum, A fome no mundo.
364 I,13 | todas as inteligências e consciências.~A acumulação dos problemas
365 II,8 | social da Igreja, embora consciente de que « não é possível
366 II (30) | quadro humano que o homem não consegue dominar, criando assim para
367 I,8 | informações de que dispõem, conseguem obter o reconhecimento do
368 III,2 | tal reforma só podem ser conseguidos se forem correctamente implantados
369 III,3 | e eficaz, porque permite conseguir três objectivos essenciais:
370 I (10) | esta problemática, veja-se: Conseil Pontifical Justice et Paix,
371 I (12) | substancial unanimidade de consensos acerca do impacto fortemente
372 I,4 | de formação agrícola não consentem a estes agricultores, que
373 I,4 | impostos progressivos ou consentindo de qualquer maneira uma
374 II,8 | empresa deveria ser tal que consentisse a obtenção de rendimentos
375 III,5 | produzido localmente e por uma consequente contenção do fenómeno do
376 I,12 | parte da terra, é inferior. Consequentemente, reduz-se assim a produção
377 II,9 | garantir somente a sua simples conservação, correr-se-ia o risco de
378 III (52)| motiva os camponeses a conservarem a capacidade produtiva do
379 II,4 | e familiar, e devem ser consideradas como um prolongamento da
380 I,3 | é derivada de não se ter considerado a história e as tradições
381 III,6 | dos rapazes à das moças.~Considerando esta realidade, é essencial
382 II (35) | populações, do prejuízo considerável causado aos interesses do
383 II (35) | cultivadas com aqueles que consigam torná-las mais produtivas »,
384 | consigo
385 I,3 | de que a reforma agrária consiste essencialmente na simples
386 I,9 | custos que o financiamento de consistência limitada comportam para
387 I,1 | consequência a formação e a consolidação de grandes propriedades
388 II,4 | proprietário, por isso, deve ser constantemente sabedor da hipoteca social
389 II,10 | direito dos trabalhadores a constituir associações, que tenham
390 III (52)| evitar a pobreza extrema e o constituir-se massas de pessoas sem-terra
391 I,11 | que os agricultores são constrangidos a aceitar o preço que lhes
392 I,4 | e acumular dívidas que a constringem a perder a propriedade da
393 II,5 | entre o homem e o ambiente construídos durante séculos e provocam
394 Prem | solicitude explícita de construir a sociedade sob o sinal
395 II (47) | trabalho, permanece um factor construtivo de ordem social e de solidariedade,
396 III,9 | importantes do que os direitos dos consumidores, especialmente no que diz
397 III,10 | trabalho que os produtos consumidos localmente, é prejudicado
398 II (45) | trabalho locais, tendo em conta aquilo que foi dito acima
399 II,4 | terra, com tudo o que ela contém, para o uso de todos os
400 III,5 | infra-estruturas públicos~50. Contemporaneamente à realização de serviços
401 II,2 | grita Isaías (5,8). E o seu contemporâneo Miquéias: « Cobiçam as terras
402 III,5 | localmente e por uma consequente contenção do fenómeno do despovoamento.~
403 II,4 | nenhum outro direito de conteúdo econômico;(19) dever-se-á
404 II (24) | contrário, sempre o entendeu no contexto mais vasto do direito comum
405 Conclu | produzindo, em numerosos contextos, um desconcertante vazio
406 Apres | aplica à maior parte dos continentes.~O Pontifício Conselho,
407 I,5 | registrou-se uma intensa e contínua expansão das várias formas
408 II,4 | sociedade humana, de se chamar continuamente a atenção para os princípios
409 II,6 | é humano, não é cristão continuar com certas situações claramente
410 I,13 | indígenas, submetidos a contínuas pressões que têm em mira
411 II,6 | servem para impedir que ela continue a ser exercida, em vastas
412 Prem | Não ficam isentos desta contradição as próprias economias desenvolvidas,
413 II,5 | apropriação indevida da terra, contrários aos princípios da destinação
414 II,5 | da Igreja, o latifúndio contrasta nitidamente com o princípio
415 I,13 | mais graves se tornam os contrastes sociais, a violência e a
416 II,10 | equilíbrio nas relações de poder contratual entre os trabalhadores e
417 III,1 | origem a empresas familiares contribui sensivelmente para o fortalecimento
418 II (39) | particular com excessivas contribuições », Pio XI, Carta Enc. Quadragesimo
419 III,7 | casos a comercialização é controlada por poucos comerciantes
420 I,6 | formas de violência não controladas.~A élite fundiária e as
421 I,2 | populações urbanas baseadas no controlo dos preços dos produtos
422 I,3 | dos erros principais foi convencer-se de que a reforma agrária
423 III,3 | informados da sua existência e convencidos da sua eficácia.~A actividade
424 III,5 | disponibilidade, a aceitabilidade e a conveniência dos serviços públicos e
425 I,2 | basearam-se prevalentemente na convicção, muitas vezes não justificada,
426 Prem | Santo Padre João Paulo II convida toda a Igreja a « sublinhar
427 II,2 | anos (cf. Lv 19,23-25); o convite a não ceifar até às extremidades
428 II (45) | trabalho mediante « uma coordenação justa e racional, no quadro
429 III,8 | do projecto sistemático e coordenado de acções que os governos
430 I (14) | Rome 1996; Pont. Cons. Cor Unum, A fome no mundo. Um
431 Conclu | propriedade, impelido pelo seu coração de Pai.(55)~O conhecimento
432 Apres | urgentemente e de forma corajosa e evangélica, uma palavra
433 I,5 | acontecer que os indígenas corram o risco, tão absurdo quanto
434 I (11) | Sobre a estreita correlação que existe na maior parte
435 III,3 | introduzidos na prática corrente somente se os produtores
436 II,9 | sua simples conservação, correr-se-ia o risco de a ligar ao passado
437 I,3 | deplorável série de formas de corrupção, servilismo político e conluio
438 Prem (3)| Conferencia Episcopal de Costa Rica, Madre Tierra. Carta
439 II (42) | em parte satisfeita pelos costumes e tradições próprias da
440 Prem (3)| pela terra e pela vida a CPT e a reforma agrária hoje,
441 III,1 | reforma agrária tiram toda a credibilidade às suas acções de denúncia
442 I,12 | indirectos, medidas fiscais e créditos privilegiados. Tais vantagens
443 II,5 | agrícola para satisfazer a crescente procura de alimentos pela
444 I,13 | um fenômeno de dimensões crescentes. Não depende apenas das
445 II,8 | produzida, uma tal empresa cria novas oportunidades de trabalho
446 II,4 | de tal modo que os bens criados devem bastar a todos, com
447 Conclu | concretamente toda a humanidade a criar as condições para gozar
448 II,1 | relação à terra e a todas as criaturas. « Sujeitar » e « dominar »
449 I,6 | executores e aos mandatários dos crimes é garantida por deficiências
450 I,13 | sociais, a violência e a criminalidade.~Os povos indígenas, submetidos
451 Prem (3)| Fevereiro de 1996; Exigências Cristãs para a paz social, Itaici,
452 Prem (3)| promoción humana, cultura cristiana (1992): Conferencia Episcopal
453 I,2 | Uma avaliação crítica das opções de política econômica~
454 II,1 | domínio do rei sábio, que cuida do bem-estar de todos os
455 II,1 | A mensagem bíblica~O cuidado da criação~22. A primeira
456 II,1 | O homem e a mulher devem cuidar da criação, para que esta
457 II (33) | Discurso aos Índios do México, Cuilapan - Oaxaca, 29 de Janeiro
458 | cuja
459 | cujas
460 | cujos
461 II (35) | terras insuficientemente cultivadas com aqueles que consigam
462 I,8 | aumentar os riscos para o cultivador caso ele aumente a extensão
463 II,6 | terrenos não suficientemente cultivados, ela justifica, com uma
464 I,13 | mesmo se ricos de terrenos cultiváveis e de recursos naturais,
465 I,6 | vezes, são directamente cúmplices destas violências. A impunidade
466 I,6 | Violência e cumplicidade~12. A história de muitas
467 I (14) | João Paulo II, Discurso à Cúpula mundial sobre a Alimentação,
468 II (33) | a 7 de Julho de 1980; em Cuzco, no Perú, a 3 de Fevereiro
469 Conclu | nas relações sociais.~62. Dá-nos força e ilumina o nosso
470 II,5 | princípio que « a terra foi dada a todos e não apenas aos
471 II,10 | propriedade particular da terra. Dadas as relações que o ligam
472 II,10 | trabalhadores e os seus dadores de trabalho e para garantir,
473 I (10) | Les peuples autochtones dans l'enseignement de Jean-Paul
474 I,12 | e as políticas que lhes dão origem e os alimentam são
475 II,2 | todos os seus filhos.~25. Daqui derivam consequências precisas.
476 Prem (3)| Vicariato Apostólico de Darien, Panama, Tierra de todos,
477 III,1 | uma reforma agrária que dê origem a empresas familiares
478 I,4 | prosseguir a redução do débito internacional através da
479 II,2 | muitos modos. Prescreve o Decálogo: « Não cobiçarás a casa
480 I,5 | fronteira agrícola foram decididas, planificadas e implementadas
481 Prem | a « sublinhar com maior decisão a opção preferencial...
482 II,11 | O factor cada vez mais decisivo em vista do acesso aos bens
483 I (14) | Novembro de 1996; FAO, Rome Declaration on World Food Security and
484 I (4) | organização da agricultura está em declínio apenas nos países onde se
485 I,14 | frágeis, como as terras em declive e a desgastar o patrimônio
486 Prem (3)| sobre as consequências do Decreto n. 1.775 de 8 de Janeiro
487 II,6 | relevante da população se dedica ao trabalho dos campos e
488 Prem (3)| sobretudo da América Latina, tem dedicado aos problemas da agricultura
489 I,4 | estes agricultores, que se dedicam por necessidade a uma agricultura
490 II (24) | A tradição cristã nunca defendeu tal direito como algo absoluto
491 I,6 | dos crimes é garantida por deficiências na administração da justiça
492 III,10 | consideração no momento em que definem as suas estratégias de intervenção.~
493 III,8 | programas de reforma devem ser definidos e adoptados com a participação
494 II,2 | terras não se poderão vender definitivamente, porque a terra é minha
495 Conclu | um sinal preocupante de degeneração espiritual e moral não só
496 II,3 | no ano sabático, deve ser deixada a repousar por um ano.~Particularmente
497 II (19) | materiais da terra, sendo embora deixado à vontade humana e às formas
498 II,3 | Igreja~27. Na perspectiva delineada pela Sagrada Escritura,
499 I,13 | atrasam o desenvolvimento democrático. Tudo isto penaliza a agricultura
500 III,3 | série de casos concretos a demonstrarem que o aumento de produtividade
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