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Pius PP. XI
Vigilanti cura

IntraText - Concordâncias

(Hapax Legomena)


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1 | 10 2 | 11 3 | 12 4 | 13 5 | 14 6 | 15 7 | 16 8 | 17 9 | 19 10 I | 1930, p. 82). Em agosto de 1934, dirigindo-Nos, numa audiência, 11 III | Pedro e Paulo, no ano de 1936, décimo quinto ano do Nosso 12 | 20 13 | 21 14 | 22 15 | 23 16 | 24 17 | 25 18 | 26 19 | 27 20 | 28 21 | 30 22 | 31 23 | 32 24 | 33 25 | 34 26 | 35 27 | 36 28 | 37 29 | 38 30 | 39 31 | 4 32 | 40 33 | 41 34 | 42 35 | 43 36 | 44 37 | 5 38 | 7 39 | 8 40 | 82 41 | 9 42 I | agouraram; pois não poucos, que aborreciam o cinema por ofender a moral, 43 II | recíproco conhecimento e amor, abraçar a causa da justiça, atrair 44 II | representações do cinema; que se abrem locais para semelhantes 45 I | recentemente, no mês de abril último, recebendo em audiência 46 III | América, a promessa de se absterem dos filmes que ofendem a 47 II | de fazer esforço para a abstração e a dedução que acompanha 48 II | mal, do que o raciocínio abstrato. É, pois, necessário que 49 Elog| santa cruzada, reprimir os abusos das representações cinematográficas.~ 50 I | israelitas e muitos outros aceitaram a vossa iniciativa; uniram-se 51 III | 43. Se os bispos do mundo aceitarem a responsabilidade para 52 III | classifiquem os filmes em forma acessível a todos.~ 53 III | filmes, como indicamos mais acima, já se terá obtido em princípio 54 I | pecado não foi aprovado e aclamado tão abertamente; não mais 55 II | abstração e a dedução que acompanha o raciocínio. Para a leitura 56 II | pelas circunstâncias que o acompanham.~ 57 Elog| 1. Acompanhamos com vigilante solicitude, 58 III | melhores intenções, o que acontece com todas as coisas humanas, 59 II | dramática. Se nos entre-atos se acrescentam danças e variedades, as 60 I | diretrizes suscitaram a adesão pronta e dedicada dos fiéis 61 III | representar uma unidade e ser administrada centralmente.~ 62 III | escritores católicos, esta admirável unidade no sentir, julgar 63 III | mesmo vetando os filmesadmitidos na lista geral pela razão 64 II | particular sobre as crianças e os adolescentes. Justamente na idade, na 65 III | não só nas experiências já adquiridas peIos Estados Unidos, mas 66 II | divertimentos, o cinema adquiriu, nos tempos modernos, uma 67 III | Frutos que advirão da vigilância dos bispos~ 68 III | unidade no sentir, julgar e agir.~ 69 I | A. S., 1930, p. 82). Em agosto de 1934, dirigindo-Nos, 70 I | suficientes sua asserção, agouraram; pois não poucos, que aborreciam 71 | 72 II | inteligência recebe com aIegria e sem esforço, mesmo se 73 III | filmes que produzem, ou que ajudam a produzir, princípios sãos 74 II | torna muito fácil e a música ajunta um novo encanto à ação dramática. 75 III | cinematográfica, pode-se alcançar que essa indústria produza 76 | Além 77 | algumas 78 II | A força da imagem aliada à música~ 79 Elog| o ensejo, há tanto tempo almejado, de externar mais amplamente 80 II | meio de todos os povos de alta cultura ou só meio civilizados; 81 I | consideramos ser um dever de Nosso altíssimo ofício dirigirmo-Nos ao 82 II | todos os homens honestos que amam a dignidade e a saúde moral 83 I | mais íntima união entre ambos.~ 84 III | católicos dos Estados Unidos da América, a promessa de se absterem 85 III | estes erros e ao mesmo tempo amparar quanto possível a autoridade 86 Elog| almejado, de externar mais amplamente Nosso parecer sobre este 87 II | noções preciosas, ministrar amplos conhecimentos sobre a história 88 Elog| tanto mais intensa quanto, angustiados, registrávamos que a arte 89 Elog| fundastes há mais de dois anos e cuja realização confiastes 90 I | seu talante aos processos anteriores. É fácil compreender por 91 Elog| cada obra dos venerandos antístites e de todo o povo cristão; 92 III | práticas:~ 1. compromisso anual dos católicos~ 93 III | obter dos fiéis que façam anualmente, como os católicos dos Estados 94 II | naturais, e que se exibem num aparato tão deslumbrante a se tornarem 95 I | para o homem um meio de se aperfeiçoar pela probidade e virtude; 96 | apesar 97 Elog| guiada e instruída por vós e apoiada pela valiosa cooperação 98 Elog| exige o Nosso ministério apostólico, cada obra dos venerandos 99 III | junho, festa dos santos Apóstolos Pedro e Paulo, no ano de 100 II | belezas do próprio país, apresentar a verdade e a virtude sob 101 I | abertamente; não mais se apresentaram de maneira tão impressionante 102 I | antes; o pecado não foi aprovado e aclamado tão abertamente; 103 I | a Igreja nos faz rezar, "aproveitemos os bens temporais de modo 104 | aquela 105 | aqueles 106 | Aqui 107 III | indústria dos filmes, exortamos ardentemente aos Bispos de todos os países 108 III | Carta Encíclica fazemos ardoroso apelo para que dêem seu 109 I | ciência e da arte, e mesmo das artes da indústria técnica, verdadeiros 110 I | produção de figuras realmente artísticas, de cenas humanas e ao mesmo 111 II | pendurasse ao pescoço a mó que um asno faz girar e que o lançassem 112 II | Aspectos que esclarecem a força dos 113 I | com razões suficientes sua asserção, agouraram; pois não poucos, 114 I | moral. Conforta-Nos muito assinalar o sucesso notável desta 115 I | acordo ratificado por suas assinaturas e promulgado pela imprensa, 116 II | milhões de pessoas diariamente assistem às representações do cinema; 117 I | Decência", obrigando-se a não assistir a representações cinematográficas 118 II | audição, sempre se requer atenção e um esforço mental que, 119 I | virtude; e por isso mesmo deve ater-se aos princípios e preceitos 120 I | Em março de 1930, por um ato livre, feito de comum acordo 121 II | e a virtude sob aspecto atraente, criar e favorecer, entre 122 II | abraçar a causa da justiça, atrair todos à virtude e coadjuvar 123 II | encanto se exerce com um atrativo particular sobre as crianças 124 II | a sedução dos atores e atrizes~ 125 II | cinema falado, este poder atua ainda com maior força, porque 126 I | principalmente nas condições atuais da sociedade, que julgamos 127 II | 26. E, infelizmente, no atual estado de coisas, é geralmente 128 III | interessem pelos filmes que estão atualmente ao alcance do povo cristão.~ 129 II | raciocínio. Para a leitura e audição, sempre se requer atenção 130 I | duração, mas que, sob os auspícios dos Bispos dos Estados Unidos, 131 I | fomento dos instintos maus, à avidez do lucro". (A. A. S., 1930, 132 II | das mais perigosas, que avultam vertiginosamente.~ 133 II | experiência tão bem conhecemos.~ b) em salas semi-obscuras~ 134 II | conhecimentos sobre a história e as belezas do próprio país, apresentar 135 I | também em nome do verdadeiro bem-estar moral e civil dos povos, 136 III | um padre escolhido pelo bispo. Um acordo oportuno ou troca 137 II | 22. As boas representações podem, pelo 138 II | suma e suma importância.~ c) a sedução dos atores e 139 III | destes diversos centros caíssem em erro, embora com as melhores 140 III | desfalecimento também a esta campanha.~ 141 I | Zelo da Sé Apostólica neste campo~ 142 III | Cristo. Aí, como em todos os campos de apostolado, os pastores 143 II | necessário para os que se cansam nas ocupações e cuidados 144 II | princípios éticos, não se cansando de combater tudo que contribui 145 III | Por este motivo, não Nos cansaremos de louvar aqueles que se 146 II | primitiva, desprovida de capacidade ou ao menos do desejo de 147 II | vigoroso, todas as formas do capricho na extravagância. E por 148 II | puro, o respeito devido ao casamento, as íntimas relações do 149 II | estão em geral ao lado das casas, das igrejas e dos grupos 150 II | crianças, cuja integridade e castidade periga nas salas de cinema, 151 I | relativamente fácil provocar certa categoria de pessoas e de classes 152 III | fazer um apelo a todos os catóIicos que de qualquer forma participam 153 III | diretores, autores e atores catóticos~ 154 III | proveito, ligada aos organismos centrais da Ação Católica, que está, 155 III | unidade e ser administrada centralmente.~ 156 I | relativamente fácil provocar certa categoria de pessoas e de 157 III | apostolado, os pastores de almas certamente encontrarão excelentes colaboradores 158 III | diminuída e posta em perigo pela chaga dos maus cinemas, tão prejudiciais.~ 159 II | ótimo; entusiasmo que pode chegar a uma louca e geral concitação, 160 Elog| arte e indústria do cinema chegara, por assim dizer, "em grandes 161 II | diversas classes de uma cidade, entre as raças e entre 162 I | para que os progressos da ciência e da arte, e mesmo das artes 163 I | carta, e desenvolvê-lo mais circunstancialmente, traçando diretrizes que 164 II | alta cultura ou só meio civilizados; que o cinema se tornou 165 III | exercem força-os a dizer clara e abertamente que um divertimento 166 III | requer que o povo conheça claramente quais os filmes permitidos 167 I | impelindo-o à produção de obras clássicas e a criações originais de 168 III | produção de bons filmes, classifique os outros e divulgue o julgamento 169 III | boletins, em que, a miúdo, se classifiquem os filmes em forma acessível 170 III | salas que se tornam bons clientes para a indústria cinematográfica, 171 II | atrair todos à virtude e coadjuvar na constituição nova e mais 172 III | certamente encontrarão excelentes colaboradores nos que militam nas fileiras 173 I | alegria: vimos o vosso povo colaborar em tão boa harmonia com 174 I | O cinema precisa colocar-se a serviço do aperfeiçoamento 175 I | 13. Também os que colocaram seu dinheiro na indústria 176 II | éticos, não se cansando de combater tudo que contribui para 177 I | 14. No começo da vossa cruzada, Veneráveis 178 III | dioceses e por meio de sua comissão diocesana, poderão aplicar 179 II | pais e mães de família, comissões especiais de censura, como 180 III | reforçando-os com outros companheiros de autoridade, ou substituindo 181 II | da honra. É um dever que compete não somente aos Bispos, 182 III | cristã. Empreendam isto com a competência de técnicos e não de meros 183 III | mundo inteiro. Se os membros componentes destes diversos centros 184 III | 40. Compreendemos que a instituição de semelhante 185 III | Compreensão e apoio dos bispos~ 186 III | Estados Unidos, livremente se comprometeram a tomar por si a grave responsabilidade 187 I | virtude dessa promessa, comprometeram-se expressamente a nunca exibir 188 I | Estados Unidos subscreveram os compromissos da "Legião da Decência", 189 III | como penhor da qual Nós vos concedemos, com efusão de nossa alma, 190 II | chegar a uma louca e geral concitação, que pela experiência tão 191 I | e preceitos da moral. E concluíamos, com a aprovação manifesta 192 III | bispos estimulá-los a fazer concordar sua profissão com a consciência 193 II | resultante da sucessão de figuras concretas. No cinema falado, este 194 III | apelo para que dêem seu concurso sem tréguas e sem desfalecimento 195 I | dar ao cinema normas que condigam com tão nobre arte e a moral. 196 I | reconheceram-no quando a esse respeito confessaram sua responsabilidade perante 197 I | perigo iminente as almas confiadas aos vossos cuidados; instituístes 198 Elog| dois anos e cuja realização confiastes de modo especial à "Legião 199 I | tão nobre arte e a moral. Conforta-Nos muito assinalar o sucesso 200 Elog| cristão. Antes de tudo Nos congratulamos convosco por ter esta Legião, 201 I | um grupo de delegados do Congresso Internacional da Imprensa 202 III | solene requer que o povo conheça claramente quais os filmes 203 III | ser formada por pessoas conhecedoras da técnica cinematográfica 204 II | preciosas, ministrar amplos conhecimentos sobre a história e as belezas 205 II | critério da arte e de um conjunto de qualidades naturais, 206 III | de louvar aqueles que se consagraram e se consagrarão ao nobre 207 III | que se consagraram e se consagrarão ao nobre intuito de elevar 208 III | filmes, tomando na devida consideração as diversas condições e 209 I | oferecia uma ocasião propícia, consideramos ser um dever de Nosso altíssimo 210 III | 29. Em que consiste, para o momento presente, 211 I | pessoas de elite - ainda Nos é consolador relembrar - ser necessário 212 Elog| por isto Nos foi sumamente consoladora a notícia de ter já sazonado 213 II | moral, divertimentos que constituem uma ocasião do pecado, especiaImente 214 II | à virtude e coadjuvar na constituição nova e mais justa da sociedade 215 II | substituído pelo prazer continuado, resultante da sucessão 216 II | cansando de combater tudo que contribui para enfraquecer ou extinguir 217 III | católicos e nao-católicos; contribuirão para o progresso desta grande 218 I | incessante e universal deve convencer de vez aos produtores de 219 II | Assim, se é sobremaneira conveniente que vós, Veneráveis Irmãos, 220 II | as íntimas relações do convívio doméstico. Podem mesmo criar 221 | convosco 222 III | Organização e coordenação de salas de cinema~ 223 I | com ardor todas as pessoas cordatas, não só em nome da religião, 224 II | Não há negar que o recreio corporal e espiritual, em suas múItipIas 225 II | especiaImente para a mocidade, corre o perigo de perder sua grandeza 226 I | traçando diretrizes que correspondam às necessidades presentes, 227 III | indústria produza filmes correspondentes completamente a nossos princípios, 228 II | de Nosso Senhor contra os corruptores dos pequenos: "O que escandalizar 229 III | de proteger a pureza dos costumes do povo cristão e a moralidade 230 II | um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora 231 III | a direção desejada.~ 3. criação de juntas nacionais e suas 232 I | produção de obras clássicas e a criações originais de valor pouco 233 II | domínio moral e educativo, criaram, por meio de pessoas probas 234 III | necessário que os bispos criem, em cada país, uma Junta 235 I | a exibição do vício e do crime no cinema, todo homem probo, 236 I | O apoio de cristãos e de outros grupos~ 237 III | verdade e as instituições cristãs. Este compromisso pode ser 238 II | mulheres escolhidos sob o critério da arte e de um conjunto 239 III | diocesana, poderão aplicar critérios mais severos à lista nacional 240 I | Resposta às críticas~ 241 I | mui necessário e urgente cuidar para que os progressos da 242 | cujas 243 II | de todos os povos de alta cultura ou só meio civilizados; 244 I | lembrávamos que a todo custo se devia aplicar ao cinema, 245 III | 34. Dada a importância da matéria, 246 II | entre-atos se acrescentam danças e variedades, as paixões 247 | daquelas 248 II | virtude; revelam a vida debaixo de um falso prisma; ofuscam 249 III | e Paulo, no ano de 1936, décimo quinto ano do Nosso Pontificado. ~~ 250 I | suscitaram a adesão pronta e dedicada dos fiéis que dirigis. E 251 II | esforço para a abstração e a dedução que acompanha o raciocínio. 252 III | ardoroso apelo para que dêem seu concurso sem tréguas 253 I | primeiros a estudar o meio de defender contra o perigo iminente 254 I | as formas recreativas que degeneram em corrupção da arte.~ 255 II | difusão dos seus ideais e deixe de ser um meio de depravação 256 I | em audiência um grupo de delegados do Congresso Internacional 257 Elog| luminosas, os vícios, crimes e delitos.~ 258 III | do conhecimento geral, na dependência imediata dos Bispos. Esta 259 II | deixe de ser um meio de depravação e de desmoralização.~ 260 II | podem levar a um entusiasmo depravado, como também a um ardor 261 I | dirigindo-Nos, numa audiência, a uma deputação da Federação Internacional 262 I | que ele não injuriasse e desacreditasse a moral cristã, ou simplesmente 263 II | espirituais, estão freqüentemente descontroladas. Não é necessário ir longe 264 | desde 265 I | filmes com enredos que não desdizem nem da probidade humana 266 III | obtido em princípio a direção desejada.~ 3. criação de juntas nacionais 267 III | 36. Seria para desejar que se pudesse formar uma 268 I | compreender por que alguns desejavam voltar às produções equívocas 269 II | capacidade ou ao menos do desejo de fazer esforço para a 270 I | de novo, nesta carta, e desenvolvê-lo mais circunstancialmente, 271 II | está em formação, quando se desenvolvem as noções e os sentimentos 272 II | por causa de seu vigoroso desenvolvimento exerce grande influência 273 III | concurso sem tréguas e sem desfalecimento também a esta campanha.~ 274 I | educação, são muitas vezes desgraçadamente subordinados ao fomento 275 II | se exibem num aparato tão deslumbrante a se tornarem às vezes uma 276 II | meio de depravação e de desmoralização.~ 277 I | que excitam as paixões e despertam os instintos inferiores, 278 III | não poucos sacrifícios e despesas. Mas a importância do cinema 279 II | uma alma rude e primitiva, desprovida de capacidade ou ao menos 280 | dessas 281 | deste 282 II | enfraquecem o ideal da perfeição; destroem o amor puro, o respeito 283 III | que um divertimento impuro destrói as fibras morais de uma 284 I | e de educação, e não de destruição e de ruína para as almas.~ 285 II | são ocasiões de pecado; desviam a mocidade do caminho da 286 I | entanto, apesar desta prudente determinação tomada espontaneamente, 287 I | contrário. Pois esta Legião deu forte impulso aos esforços 288 I | lembrávamos que a todo custo se devia aplicar ao cinema, para 289 III | revisão dos filmes, tomando na devida consideração as diversas 290 III | Roma, junto a S. Pedro, dia 29 de junho, festa dos santos 291 | diante 292 II | registrar que milhões de pessoas diariamente assistem às representações 293 I | espetáculo tomou em nossos dias, e sua influência tão intensa, 294 II | consciência cristã, sirva à difusão dos seus ideais e deixe 295 II | homens honestos que amam a dignidade e a saúde moral da família, 296 II | da vida, mas ele deve ser digno e por isto são e moral; 297 III | técnicos e não de meros diletantes, para evitar prejuízo de 298 III | fim os bispos reclamarão a diligente cooperação dos pais e das 299 III | força a estes votos que dimanam do Nosso coração paternal, 300 III | sagrado ministério está diminuída e posta em perigo pela chaga 301 III | por meio de sua comissão diocesana, poderão aplicar critérios 302 III | Bispos, nas suas respectivas dioceses e por meio de sua comissão 303 III | terá obtido em princípio a direção desejada.~ 3. criação de 304 III | mentes dos espectadores e dirigi-los positivamente para todas 305 III | poderosa e universal pode ser dirigida utilmente para um fim muito 306 III | devem ser estas pessoas dirigidas por um padre escolhido pelo 307 I | verdadeiros dons de Deus, sejam dirigidos de taI modo à glória de 308 I | 82). Em agosto de 1934, dirigindo-Nos, numa audiência, a uma deputação 309 I | de Nosso altíssimo ofício dirigirmo-Nos ao Episcopado e outros membros 310 I | e dedicada dos fiéis que dirigis. E milhões de católicos 311 III | de homens respeitáveis e discípulos de Jesus Cristo. Aí, como 312 I | da Igreja Católica, mas distintos protestantes e ilustres 313 I | Bispos dos Estados Unidos, as diversões honestas do povo em quaIquer 314 III | confiado, mesmo quando se diverte. O ministério sagrado que 315 III | inploramos o auxílio da graça divina, como penhor da qual Nós 316 I | 4 . Já na encíclica "Divini illius magistri", lamentamos " 317 I | tais poderosos meios de divulgação, que podem ser, quando inspirados 318 III | classifique os outros e divulgue o julgamento ao clero e 319 I | cruzada, Veneráveis Irmãos, dizia-se que estes esforços seriam 320 Elog| que fundastes há mais de dois anos e cuja realização confiastes 321 I | e regulamentar o grande dom da arte. ~Toda a arte nobre 322 II | íntimas relações do convívio doméstico. Podem mesmo criar preconceitos 323 II | influência do cinema no domínio moral e educativo, criaram, 324 I | indústria técnica, verdadeiros dons de Deus, sejam dirigidos 325 III | nos princípios morais da doutrina católica; devem ser estas 326 II | ajunta um novo encanto à ação dramática. Se nos entre-atos se acrescentam 327 III | sobre o cinema, do que não duvidamos, pois conhecemos seu zelo 328 II | cinema no domínio moral e educativo, criaram, por meio de pessoas 329 I | Bispos do orbe católico. Com efeito, é mui necessário e urgente 330 III | países poderão tornar mais eficaz e harmoniosa a obra de revisão 331 II | coisas que instrui mais eficazmente no bem e no mal, do que 332 III | essa despesa e trabalho. A eficiência poderosa de nossas escolas, 333 III | ser obtido de modo mais eficz por meio da Igreja paroquial 334 III | Nós vos concedemos, com efusão de nossa alma, a vós, Veneráveis 335 II | do cinema provém de que eIe fala por meio da imagem, 336 I | se torne cada vez mais um elemento precioso de instrução e 337 II | instrumento de educação e de elevação moral.~ 338 III | internacional, que é o cinema, com a elevada intenção de promover o melhor 339 III | utilmente para um fim muito elevado, como seia o aperfeiçoamento 340 II | por isto são e moral; deve elevar-se ao nível de fator positivo 341 I | manifesta daquelas pessoas de elite - ainda Nos é consolador 342 Elog| Saudação e Bênção Apostólica.~~Elogio da "Legião da decência"~ 343 III | exigências da consciência cristã. Empreendam isto com a competência de 344 II | necessário ir longe para encontrar essas salas; estão em geral 345 III | pastores de almas certamente encontrarão excelentes colaboradores 346 III | prejuízo de dinheiro e de energia.~ 347 I | santa, fundada para reanimar enfim os ideais da honestidade 348 II | falso prisma; ofuscam e enfraquecem o ideal da perfeição; destroem 349 II | tudo que contribui para enfraquecer ou extinguir no povo o sentimento 350 II | geralmente sabido o mal enorme que os maus filmes produzem 351 I | inferiores e que proibistes. Enquanto a produção de figuras realmente 352 I | que se exibiram filmes com enredos que não desdizem nem da 353 Elog| 2. Isso Nos oferece o ensejo, há tanto tempo almejado, 354 II | poderosa forma de diversão e de ensino, para fazer prevalecer como 355 I | 8. No entanto, apesar desta prudente determinação 356 II | à ação dramática. Se nos entre-atos se acrescentam danças e 357 II | momentos de repouso, se entrega a prazeres que ferem o pudor, 358 I | moral e civil dos povos, de envidar todos os esforços, de usar 359 I | ofício dirigirmo-Nos ao Episcopado e outros membros do Clero, 360 I | desejavam voltar às produções equívocas que excitam as paixões inferiores 361 II | necessário que o cinema, erguendo-se ao nível da consciência 362 III | diversos centros caíssem em erro, embora com as melhores 363 III | pastoral, de reparar estes erros e ao mesmo tempo amparar 364 II | corruptores dos pequenos: "O que escandalizar um destes pequeninos que 365 II | Aspectos que esclarecem a força dos filmes:~ a) 366 III | devem esforçar-se para esclarecer os industriais do cinema, 367 II | que o cinema não seja uma escola de corrupção, mas que se 368 II | das igrejas e dos grupos escolares, levando assim o cinema 369 III | pessoas dirigidas por um padre escolhido pelo bispo. Um acordo oportuno 370 II | representadas por homens e mulheres escolhidos sob o critério da arte e 371 III | mundo inteiro, porém, devem esforçar-se para esclarecer os industriais 372 III | os pastores de almas se esforçarão por obter dos fiéis que 373 II | mães de família, comissões especiais de censura, como também 374 II | na ruína de tantas almas especialmente de moços e de crianças, 375 I | grande importância que esta espécie de espetáculo tomou em nossos 376 III | a cooperação de todos os espíritos bem formados, católicos 377 II | mentais, e mesmo forças espirituais, estão freqüentemente descontroladas. 378 II | que o recreio corporal e espiritual, em suas múItipIas manifestações 379 I | prudente determinação tomada espontaneamente, os responsáveis e os fabricantes 380 | esse 381 II | importância máxima, por ter-se estendido a todas as nações. Não é 382 I | cristã. Muito Ionge de vós esteve a idéia de prejudicar a 383 III | possível a autoridade e estima dos referidos centros, reforçando-os 384 III | idéias. Será dever dos bispos estimulá-los a fazer concordar sua profissão 385 III | A estruturação das juntas nacionais~ 386 I | fostes vós os primeiros a estudar o meio de defender contra 387 I | modo a não perder os bens eternos". Ora, facilmente todos 388 II | cristão e a seus princípios éticos, não se cansando de combater 389 I | Decência", parece ter sucedido exatamente o contrário. Pois esta Legião 390 III | almas certamente encontrarão excelentes colaboradores nos que militam 391 II | variedades, as paixões recebem excitações das mais perigosas, que 392 I | impressionável e facilmente excitado da mocidade.~ 393 III | morais. O número de católicos executores ou diretores, autores e 394 II | vós, Veneráveis Irmãos, exerçais uma vigilância especial 395 III | O ministério sagrado que exercem força-os a dizer clara e 396 II | qualidades naturais, e que se exibem num aparato tão deslumbrante 397 I | quase nulo e prosseguindo a exibição do vício e do crime no cinema, 398 II | a força dos filmes:~ a) exibidos para grandes grupos~ 399 I | comprometeram-se expressamente a nunca exibir um filme que rebaixasse 400 I | espetáculos, desde que se exibiram filmes com enredos que não 401 III | moralidade da nação inteira, exigem terminantemente essa despesa 402 III | organizar salas de cinemas existentes na paróquia e nas associações 403 III | à indústria dos filmes, exortamos ardentemente aos Bispos 404 I | o gravíssimo problema e exortávamos com ardor todas as pessoas 405 II | geral concitação, que pela experiência tão bem conhecemos.~ b) 406 III | oportunamente não só nas experiências já adquiridas peIos Estados 407 I | as ruínas, às quais são expostas as formas recreativas que 408 I | promessa, comprometeram-se expressamente a nunca exibir um filme 409 I | Cinema, realizado em Roma, expúnhamos de novo o gravíssimo problema 410 I | à salvação das almas, à extensão do reino de Jesus Cristo 411 Elog| tanto tempo almejado, de externar mais amplamente Nosso parecer 412 II | contribui para enfraquecer ou extinguir no povo o sentimento da 413 II | as formas do capricho na extravagância. E por isso seu encanto 414 I | espontaneamente, os responsáveis e os fabricantes de filmes não puderam ou 415 III | por obter dos fiéis que façam anualmente, como os católicos 416 II | em meia-escuridão e cujas faculdades mentais, e mesmo forças 417 II | cinema provém de que eIe fala por meio da imagem, que 418 II | figuras concretas. No cinema falado, este poder atua ainda com 419 II | são tanto mais graves por falar uma representação de cinema 420 I | maneira tão impressionante falsas normas de vida ao espírito 421 II | revelam a vida debaixo de um falso prisma; ofuscam e enfraquecem 422 II | raças e entre as várias famílias, o recíproco conhecimento 423 III | Periodicamente os bispos farão bem em relembrar à indústria 424 II | posição preponderante.~ De fato, geralmente a serviço do 425 II | deve elevar-se ao nível de fator positivo de nobres sentimentos. 426 II | porque a interpretação dos fatos se torna muito fácil e a 427 III | procedendo, terão a seu favor a aprovação e a cooperação 428 II | aspecto atraente, criar e favorecer, entre as diversas classes 429 III | quais nesta Carta Encíclica fazemos ardoroso apelo para que 430 III | os industriais do cinema, fazendo-os compreender que uma força 431 III | foi de acordo com a sua e suas idéias. Será dever 432 I | audiência, a uma deputação da Federação Internacional do Trabalho 433 I | 1930, por um ato livre, feito de comum acordo ratificado 434 I | forte impulso aos esforços feitos para elevar cada vez mais 435 III | filmes morais seria radical e felizmente resolvido, se fosse possíveI 436 II | se entrega a prazeres que ferem o pudor, a honra, a moral, 437 I | moral dos espectadores, que ferisse a lei natural e humana ou 438 III | Pedro, dia 29 de junho, festa dos santos Apóstolos Pedro 439 III | divertimento impuro destrói as fibras morais de uma nação. O que 440 I | mais das vezes obrigado a ficar longe destes espetáculos.~ 441 III | colaboradores nos que militam nas fileiras da Ação Católica, aos quais 442 III | principalmente por motivos de ordem financeira, e como, de outro lado, 443 III | técnica cinematográfica e bem firmes nos princípios morais da 444 II | Influência do Cinema e Fiscalização~ 445 I | desgraçadamente subordinados ao fomento dos instintos maus, à avidez 446 III | ministério sagrado que exercem força-os a dizer clara e abertamente 447 II | faculdades mentais, e mesmo forças espirituais, estão freqüentemente 448 II | qual o senso moral está em formação, quando se desenvolvem as 449 III | 41. A junta deve ser formada por pessoas conhecedoras 450 III | de todos os espíritos bem formados, católicos e nao-católicos; 451 I | de filmes não puderam ou formalmente não quiseram submeter-se 452 III | para desejar que se pudesse formar uma lista para o mundo inteiro, 453 III | filmes, que serão depois fornecidos não só às salas católicas, 454 I | contrário. Pois esta Legião deu forte impulso aos esforços feitos 455 III | felizmente resolvido, se fosse possíveI obter uma produção 456 I | situação, Veneráveis Irmãos, fostes vós os primeiros a estudar 457 III | mas a todo o público que freqüenta o cinema. Vós, em particular, 458 I | futuro a moralidade dos freqüentadores do cinema. Em virtude dessa 459 I | ofender a moral, recomeçaram a freqüentar estes espetáculos, desde 460 I | Frustrados estes esforços~ 461 III | elevar a cinematografia à função de educação humana e às 462 III | juntas nacionais e suas funções:~ 463 Elog| providente iniciativa, que fundastes há mais de dois anos e cuja 464 II | girar e que o lançassem no fundo do mar". ( Mt 18,6 ). É 465 I | compromisso soIene de proteger no futuro a moralidade dos freqüentadores 466 III | católicas, de maneira a garantir a essas salas filmes selecionados. 467 III | nacional feita com normas mais gerais, conforme as condições da 468 II | pescoço a mó que um asno faz girar e que o lançassem no fundo 469 I | dirigidos de taI modo à glória de Deus, à salvação das 470 II | filmes produzem na alma. Por glorificarem o vício e as paixões, são 471 III | inploramos o auxílio da graça divina, como penhor da qual 472 II | corre o perigo de perder sua grandeza e seu poder.~ 473 III | comprometeram a tomar por si a grave responsabilidade que têm 474 I | 9. Nesta gravíssima situação, Veneráveis Irmãos, 475 I | Roma, expúnhamos de novo o gravíssimo problema e exortávamos com 476 I | recebendo em audiência um grupo de delegados do Congresso 477 Elog| convosco por ter esta Legião, guiada e instruída por vós e apoiada 478 I | esforço intelectual, trabalho, habilidade e também uma despesa grande, 479 | haja 480 I | povo colaborar em tão boa harmonia com os bispos na execução 481 III | poderão tornar mais eficaz e harmoniosa a obra de revisão dos filmes, 482 II | amplos conhecimentos sobre a história e as belezas do próprio 483 II | 18. Não há hoje um meio mais poderoso para 484 II | católicos e a todos os homens honestos que amam a dignidade e a 485 III | devem somente ocupar as horas vagas de lazer, mas podem 486 III | aperfeiçoamento individual e social da humanidade. E não é só questão de evitar 487 I | inferiores, latentes no coração humano.~ 488 I | I - O cinema e a moral cristã~ 489 II | adolescentes. Justamente na idade, na qual o senso moral está 490 I | Muito Ionge de vós esteve a idéia de prejudicar a indústria 491 III | acordo com a sua fé e suas idéias. Será dever dos bispos estimulá-los 492 III | ramos da sociedade, sábios e ignorantes, ao povo e governos, o juízo 493 II | geral ao lado das casas, das igrejas e dos grupos escolares, 494 III | deveres e responsabilidades. Igualmente podem usar da imprensa católica, 495 II | II. Influência do Cinema e 496 III | III. Meios de Vigilância e Censura~ 497 I | Já na encíclica "Divini illius magistri", lamentamos "que 498 III | por sua força magnífica, ilustrar as mentes dos espectadores 499 I | distintos protestantes e ilustres israelitas e muitos outros 500 Elog| ponto de mostrar a todos, em imagens luminosas, os vícios, crimes


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