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Parte, n.
1 INT | assinamos "in Spiritu Sancto", foi a Constituição Sacrosanctum 2 INT | Rosário, prática que tanto foi recomendada pelos nossos 3 I, 1 | Romano; aliás, somente este foi objeto, em seguimento das 4 I, 5 | período natalício, conforme foi recomposto, parece-nos que 5 I, 6 | romano, com motivada decisão, foi reatado o título antigo " 6 I, 7 | a 2 de fevereiro, à qual foi restituída a denominação 7 I, 10| cotidiana, pelo lugar em que foi colocada, no coração do 8 I, 11| exemplo, o tema Maria-Igreja foi inserido nos textos do Missal 9 I, 17| de Deus com fé; fé, que foi para ela prelúdio e caminho 10 I, 17| ibid.); fé, ainda, que foi para Ela motivo de beatitude 11 I, 17| que creu, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor 12 I, 19| Nos membros daquela Cristo foi plasmado; nas águas desta 13 I, 19| nas águas desta Cristo foi revestido".39~ 14 II, 25| Cristo e dependente d'Ele: foi em vista d'Ele que Deus 15 II, 26| caso da Virgem de Nazaré foi um momento culminante da 16 II, 28| cenáculo), com Maria que foi a Mãe de Jesus e com os 17 II, 30| referências àquela que foi mãe e cooperadora do mesmo 18 II, 35| mais nada, a Virgem Maria foi sempre proposta pela Igreja 19 II, 35| prática; porque a sua ação foi animada pela caridade e 20 II, 35| e porque, em suma, ela foi a primeira e a mais perfeita 21 II, 37| obra dos séculos" como foi designada com justeza a 22 II, 37| mistério da Encarnação, não foi um ato de fechar-se a qualquer 23 II, 37| religiosidade alienante, foi, sim, uma mulher que não 24 III, 42| exercício de piedade, que já foi chamado "o compêndio de 25 III, 45| 45. Foi percebido com maior clareza, 26 III, 45| terminado o exílio terreno, foi assumida em corpo e alma 27 III, 45| alma à pátria celestial.~Foi observado, ademais, que 28 III, 48| o Rosário. Por um lado, foi salientado que o Rosário 29 III, 48| exercício que à Liturgia foi buscar a sua motivação e 30 III, 49| segundo a tradição que foi acolhida e autorizadamente 31 III, 49| mesmo exercício e, como tal, foi adotado pela piedade popular 32 CON, 56| mulher humilde e pobre como foi, a nossa condição.~Acrescentaremos, 33 CON, 57| cf. Gl 2,20; Rm 8,10-11): foi isto o que a Igreja ensinou