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Paulo VI
Marialis cultus

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maria

                                                       negrito = Texto principal
    Parte, n.                                          cinza = comentário
1 INT | venera com particular amor Maria Santíssima, Mãe de Deus" ( 2 INT | devoção para com a Virgem Maria, inserida, conforme acima 3 INT | lugar singular que coube a Maria em tal plano, corresponde 4 INT | figura de mulher: a Virgem Maria, precisamente, enquanto 5 INT | conhecimento da missão de Maria transmutou-se em veneração 6 INT | a bem-aventurada Virgem Maria ocupa no culto da Igreja. 7 INT, 0(2) | da bem-aventurada Virgem Maria Mãe da Igreja, Prefácio.~ 8 I, 1 | a bem-aventurada Virgem Maria ocupa no culto cristão, 9 I, 1 | expressões de veneração para com Maria; e exige, portanto, ser 10 I, 3 | da Imaculada Conceição de Maria, da preparação radical ( 11 I, 3 | a bem-aventurada Virgem Maria, sobretudo nas férias que 12 I, 3(6) | 18-24: "Jesus nascerá de Maria, desposada com José, filho 13 I, 4 | popular, o culto da Virgem Maria do seu necessário ponto 14 I, 5 | salvação, contempla a Virgem Maria, verdadeira Sede da Sabedoria 15 I, 5 | Sagrada Família, Jesus, Maria e José (Domingo dentro da 16 I, 5 | de Deus e Filho do homem, Maria, sua Mãe, e José, homem 17 I, 5 | reatada solenidade de Santa Maria Mãe de Deus. Esta, colocada 18 I, 5 | celebrar a parte tida por Maria neste mistério de salvação 19 I, 6 | conjuntamente, de Cristo e da Virgem Maria: do Verbo que se torna " 20 I, 6 | Verbo que se torna "filho de Maria" (Mc 6,3) e da Virgem que 21 I, 6 | do Verbo. Relativamente a Maria, por sua vez, é celebrada 22 I, 6 | celebra a gloriosa Assunção de Maria ao céu; festa do seu destino 23 I, 6 | da bem-aventurada Virgem Maria, que ocorre oito dias mais 24 I, 7 | salvíficos", em que a Virgem Maria esteve intimamente associada 25 I, 7 | festas: a da Natividade de Maria (8 de setembro), "que constituiu 26 I, 7 | a "bem-aventurada Virgem Maria... que leva em seu seio 27 I, 8 | Dedicação da Basílica de Santa Maria Maior em Roma); outras originariamente 28 I, 8 | da bem-aventurada Virgem Maria).~ 29 I, 9 | recurso à memória de Santa Maria "in Sabbato": memória antiga 30 I, 10 | da bem-aventurada Virgem Maria. Assim, o vetusto Cânon 31 I, 10 | da gloriosa sempre Virgem Maria, Mãe do Nosso Deus e Senhor, 32 I, 10 | vossos santos: a Virgem Maria Mãe de Deus". Uma tal evocação 33 I, 11 | Conceição sem mácula da Virgem Maria o exórdio da Igreja, também 34 I, 11 | encontra, amiúde e sem esforço, Maria: nos primórdios, como presença 35 I, 11 | à vossa Igreja, unida a Maria na paixão de Cristo, participar 36 I, 11 | traduzir o culto à Virgem Maria, num amor bem concreto e 37 I, 11(23)| da bem-aventurada Virgem Maria, inspirando-nos no seu canto 38 I, 12 | a bem-aventurada Virgem Maria; aumento numérico, este, 39 I, 13 | Dante Alighieri à Virgem Maria;27 depois, nas antífonas 40 I, 13(27)| Horas, Memória de Santa Maria "in Sabbato", Ofício da 41 I, 14 | romana, a memória da Virgem Maria se repete com ritmo freqüente, 42 I, 15 | Litúrgico, considerou a Virgem Maria com uma perspectiva adequada 43 I, 15 | a bem-aventurada Virgem Maria floresceram no âmbito da 44 I, 15 | à bem-aventurada Virgem Maria. E a própria Liturgia, que 45 I | B. A Virgem Maria, modelo da Igreja no exercício 46 I, 16 | doutrina conciliar acerca de Maria e da Igreja, aprofundar 47 I, 16 | relações que se verificam entre Maria e a Liturgia, ou seja: Maria 48 I, 16 | Maria e a Liturgia, ou seja: Maria como exemplar da atitude 49 I, 16 | da bem-aventurada Virgem Maria, neste campo, é conseqüência 50 I, 17 | 17. Maria é a Virgem que sabe ouvir, 51 I, 17 | Agostinho, "a bem-aventurada Maria, acreditando, deu à luz 52 I, 18 | 18. Maria é, além disso, a Virgem 53 I, 18 | oração por excelência de Maria, o cântico dos tempos messiânicos 54 I, 18 | Santo Ireneu, no cântico de Maria convergiu o júbilo de Abraão, 55 I, 18 | voz da Igreja: "exultante, Maria clamava, em lugar da Igreja, 56 I, 18 | Virgem em oração aparece Maria, também, em Caná, onde, 57 I, 18 | passagem biográfica relativa a Maria no-la descreve orante: os 58 I, 18 | mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus, e com os 59 I, 18 | 14). Presença orante de Maria na Igreja nascente, pois, 60 I, 19 | 19. Maria é, depois, a Virgem Mãe, 61 I, 19 | maternidade virginal de Maria. De entre os testemunhos 62 I, 19 | assumiu no seio da Virgem (Maria), coloca-a Ele na fonte 63 I, 19 | 35), que fizeram com que Maria desse à luz o Salvador, 64 I, 19 | Liturgia hispânica: "Aquela (Maria) trouxe no seu seio a Vida; 65 I, 20 | 20. Maria é, enfim, a Virgem oferente. 66 I, 20 | entreviu no coração da Virgem Maria, que leva o Filho a Jerusalém " 67 I, 20 | mancha" (Hb 9,14), e onde Maria esteve de pé, junto à Cruz ( 68 I, 20 | a bem-aventurada Virgem Maria,42 de quem imita a caridade 69 I, 20(42)| e gloriosa Mãe de Deus, Maria, e de todos os santos. (...); 70 I, 21 | exercício do culto divino, Maria é também, evidentemente, 71 I, 21 | fiéis começaram a olhar para Maria, a fim de, como ela, fazerem 72 I, 21 | deles houvesse a alma de Maria, para glorificarem a Deus: " 73 I, 21 | um de vós haja a alma de Maria para bendizer o Senhor; 74 I, 21 | exultar em Deus!". 43~Mas Maria é modelo, sobretudo, daquele 75 I, 21 | Lc 1,38). E o "sim" de Maria é para todos os cristãos 76 I, 22 | multíplices relações que a unem a Maria, em outras tantas atitudes 77 I, 22 | maternidade espiritual de Maria para com todos os membros 78 I, 23 | à bem-aventurada Virgem Maria" (LG 67). Exortação esta, 79 II | eclesial no culto da Virgem Maria 80 II, 25 | piedade para com a Virgem Maria exprimam, de maneira clara, 81 II, 25 | glorificados (SC 104).~Na Virgem Maria, de fato, tudo é relativo 82 II, 25 | essencial referência da Virgem Maria ao divino Salvador (LG 66). 83 II, 25 | expressões do culto à Virgem Maria se um relevo especial 84 II, 25 | mesmo decreto a origem de Maria e da Encarnação da divina 85 II, 25(45)| Immacolato concepimento di Maria Santíssima. Atti e documenti..., 86 II, 26 | a santidade original de Maria, por ele "como que plasmada 87 II, 26 | recobrirá" (Lc 1,35), e "Maria... achou-se que tinha concebido 88 II, 26 | fecunda a virgindade de Maria 48 e a transformou em Palácio 89 II, 26(51)| Jerusalém, Homilia de Sancta Maria Deipara: PG 93,1464: Crisipo 90 II, 26 | caráter sagrado da Virgem Maria, que se torna habitação 91 II, 26(53)| Antiphona "Beata Dei Genetrix Maria": Corpus antiphonalium officcii, 92 II, 26 | no cântico profético de Maria (cf. Lc 1,46-55) um particular 93 II, 28 | representação da Anunciação a Maria, e na abside, e da "Theotocos" 94 II, 28 | igreja exprime o lugar de Maria no mistério da Igreja encerra 95 II, 28 | à bem-aventurada Virgem Maria se abram para perspectivas 96 II, 28 | prontamente qual a missão de Maria no mistério da mesma Igreja 97 II, 28 | porque filhos da Virgem Maria, "para cuja geração e educação ( 98 II, 28 | prolongamento da solicitude de Maria: aquele amor operoso de 99 II, 28 | traduzir-se-á em amor para com Maria, e vice-versa, pois uma 100 II, 28 | superior (do cenáculo), com Maria que foi a Mãe de Jesus e 101 II, 28 | senão quando estiver aí Maria, Mãe do Senhor, com os irmãos 102 II, 28 | à bem-aventurada Virgem Maria torne explícito o seu intrínseco 103 II | antropológica, para o culto à Virgem Maria~ 104 II, 29 | consideração das relações da Virgem Maria com Deus, Pai, Filho e Espírito 105 II, 30 | à bem-aventurada Virgem Maria não pode ser eximido a esta 106 II, 32 | eclesial, no culto à Virgem Maria refletem-se as preocupações 107 II, 32 | à bem-aventurada Virgem Maria se reveste de formas de 108 II, 32 | importância do lugar que Maria ocupa na vida cristã; se 109 II, 32 | da bem-aventurada Virgem Maria que, "ao honrar a Mãe (...) 110 II, 33 | acerca (...) da função de Maria na obra da Salvação" (UR 111 II, 33 | compreensão do lugar de Maria no mistério de Cristo e 112 II, 33 | especificamente da sua (de Maria) função da maternidade espiritual. 113 II, 33 | aqueles que são de Cristo, Maria não os gerou nem poderia 114 II, 34 | enquadrar a imagem da Virgem Maria conforme resulta de certa 115 II, 34 | certa dificuldade em tomar Maria de Nazaré como modelo, porque 116 II, 35 | Antes de mais nada, a Virgem Maria foi sempre proposta pela 117 II, 36 | imagem popular e literária de Maria, e não com a sua imagem 118 II, 36 | contemplarem a figura e a missão de Maria, qual nova Mulher e perfeita 119 II, 37 | derivam com a figura da Virgem Maria, conforme ela está proposta 120 II, 37 | levará a descobrir que Maria pode bem ser tomada como 121 II, 37 | estado virginal por parte de Maria, que no desígnio de Deus 122 II, 37 | com grata surpresa, que Maria de Nazaré, apesar de absolutamente 123 II, 37 | 5153); e reconhecerá em Maria, que é "a primeira entre 124 II, 37 | sociedade; e não lhe aparecerá Maria, ainda, como uma mãe ciosamente 125 II, 38 | obscurecer a figura e a missâo de Maria; de igual modo alguns desvios 126 II, 38 | unilaterais da figura de Maria, que, por insistirem desmesuradamente 127 II, 39 | à bem-aventurada Virgem Maria é glorificar a Deus e levar 128 III, 40 | a bem-aventurada Virgem Maria. Assim, procurarão secundar 129 III, 43 | da bem-aventurada Virgem Maria levou-nos a acompanhar sempre, 130 III, 44 | assentimento religioso da Virgem Maria; e do Evangelho, enfim, 131 III, 44 | decisivo da Anunciação feita a Maria. O Rosário, por conseguinte, 132 III, 45 | Pentecostes, e sobre a Virgem Maria, na altura em que, tendo 133 III, 46 | litânica do "Alegra-te, Maria", torna-se também ele, louvor 134 III, 48 | com a bem-venturada Virgem Maria.~Se em tempos não recuados 135 III, 49 | da bem-aventurada Virgem Maria, segundo a tradição que 136 III, 49 | contemplação, em comunhão com Maria, de uma série de mistérios 137 III, 49 | a súplica eclesial Santa Maria. A série continuada das 138 III, 54 | da bem-aventurada Virgem Maria deve ser considerado uma 139 CON, 56 | a bem-aventurada Virgem Maria é elemento intrínseco do 140 CON, 56 | a singular dignidade de Maria, "Mãe do Filho de Deus e, 141 CON, 56 | fazer-se sua feitura".74 Maria, de fato, é da nossa estirpe, 142 CON, 56 | da bem-aventurada Virgem Maria tem a sua suprema razão 143 CON, 57 | a bem-aventurada Virgem Maria, subordinadamente à piedade 144 CON, 57 | multifacetada missão de Maria, em relação ao Povo de Deus, 145 CON, 57 | humano. ~A materna missão de Maria, pois, impele o Povo de 146 CON, 57 | levantarem "os olhos para Maria, que brilha como modelo 147 CON, 57 | da sua própria plenitude. Maria, a Mulher nova, está ao 148 CON, 57 | a bem-aventurada Virgem Maria contemplada no enquadramento 149 CON, 58 | nossa voz à voz da Virgem Maria, como implora a Liturgia


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