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Parte, Cap.
1 1, 1| de uma parte a outra. A religião, quer a natural quer a sobrenatural, 2 1, 1| mesmo homem; e visto que a religião não é de fato senão uma 3 1, 1| conseguinte, como o objeto da religião é Deus, devemos concluir 4 1, 1| princípio e base de toda a religião, se deve fundar em um sentimento, 5 1, 1| sente em si mesmo, torna-se religião, será esta a resposta dos 6 1, 1| tem-no como princípio de religião.~Nem acaba aí o filosofar, 7 1, 1| modernistas, segundo a qual toda a religião, sob diverso aspecto, é 8 1, 1| pois o gérmen de toda a religião e a razão de tudo o que 9 1, 1| haverá ainda em qualquer religião.~Este mesmo sentimento 10 1, 1| assim a origem de toda a religião, até mesmo da sobrenatural; 11 1, 1| afirmar que a nossa santíssima religião, no homem Jesus Cristo assim 12 1, 1| subvertem e destroem toda a religião!~Ousadamente afirmam os 13 1, 1| sentido, de deixar a própria religião rolar no abismo. Cegos, 14 1, 2| outra do simbolismo, toda religião, não executada sequer a 15 1, 2| experiências em qualquer religião? E não poucos presumem que 16 1, 2| atribuir falsidade a uma religião qualquer? Sem dúvida seria 17 1, 2| jun. 1857): Em matéria de religião, é dever da filosofia não 18 1, 3| seja para harmonizar a religião com a ciência e dissipar 19 1, 3| elas, seja para iluminar a religião e defendê-la; e talvez ainda 20 1, 3| impulsos. O primeiro é dar à religião, alguma coisa de sensível; 21 1, 3| têm dado em uma qualquer religião. É precisamente isto que 22 1, 3| destruindo conjuntamente a religião e a Igreja. São estes os 23 1, 3| crente, não satisfeito com a religião do espírito, se manifeste 24 1, 3| procurando pôr em voga uma religião, que chamam individual. 25 1, 3| procuram esquecer que a religião, conquanto essencialmente 26 1, 3| princípio geral que numa religião viva, tudo deve ser mutável 27 1, 3| atrevimento introduzi-lo na religião católica, como se a mesma 28 1, 5| racionalistas de que não defendem a religião com os livros sacros, nem 29 1, 5| si aquela experiência da religião católica que, para os modernistas, 30 1, 5| tende a demonstrar que na religião, especialmente na católica, 31 1, 5| fim é mister provar que a religião católica, qual hoje existe, 32 1, 5| semente, sempre imanente na religião católica e permanente, devagar 33 1, 5| asseverar e persuadir a religião católica, também por outra 34 1, 5| ciência ou história, e sim de religião e de moral. A ciência e 35 1, 5| desejo e a necessidade de uma religião, não já de uma religião 36 1, 5| religião, não já de uma religião qualquer, mas da católica; 37 1, 5| ainda que esta exigência da religião católica é sustentada pelos 38 1, 5| completa destruição de toda religião!~ 39 1, 7| catolicismo, mas qualquer outra religião. Com isto se explicam os 40 1, 7| ateísmo ou a absoluta falta de religião. Não esperem os modernistas 41 1, 7| filósofo. Se, pois, alguma religião houver, o seu objeto será 42 1, 7| e na destruição de toda religião. Neste caminho os protestantes