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Pius PP. X
Pascendi dominici gregis

IntraText - Concordâncias


   Parte,  Cap.
1 INT | o desvelo o depósito da transmitida aos Santos, 2 INT | mesmas raízes que são a e suas fibras mais vitais, 3 1, 1 | não devem ser movidos à senão exclusivamente pela 4 1, 1 | devemos concluir que a , princípio e base de toda 5 1, 1 | modernistas dão o nome de e tem-no como princípio 6 1, 1 | não encontram unicamente a ; mas, com a fé e na mesma 7 1, 1 | unicamente a fé; mas, com a e na mesma fé, do modo como 8 1, 1 | mas, com a fé e na mesma , do modo como a entendem, 9 1, 1 | tempo objeto e causa da , essa revelação é de Deus 10 1, 1 | modernistas, resultam a e a revelação, deve atender-se 11 1, 1 | falam, não se apresenta à como que nu e isolado; mas, 12 1, 1 | ordinárias da história. A , pois, atraída pelo Incognoscível 13 1, 1 | resultante de que, tendo a subtraído ao fenômeno os 14 1, 1 | Cristo foi transfigurado pela ; logo, convém despojá-la 15 1, 1 | mesma foi desfigurada pela , em virtude do terceiro 16 1, 1 | também a sua parte no ato de . Vejamos como.~Naquele sentimento, 17 1, 1 | religioso deve pensar à sua . – Sobrevindo, pois, a inteligência 18 1, 1 | considerar-se como essenciais à , pois que a revelação, para 19 1, 1 | de dar razão da própria . De sorte que essas fórmulas 20 1, 1 | intermediárias entre o crente e a sua ; com relação à fé, são expressões 21 1, 1 | a sua fé; com relação à , são expressões inadequadas 22 1, 1 | ficar adaptadas tanto à quanto ao crente. Pelo que, 23 1, 2 | reconheça por objeto da a realidade divina, contudo 24 1, 2 | modernistas estabelecem entre a e a ciência; notando-se 25 1, 2 | objeto de outra. Porquanto a unicamente se ocupa de uma 26 1, 2 | realidade dos fenômenos, onde a por maneira alguma penetra; 27 1, 2 | maneira alguma penetra; a , pelo contrário, ocupa-se 28 1, 2 | poderá haver conflito entre a e a ciência; porque, se 29 1, 2 | coisas que também pertencem à , como a vida humana de Cristo, 30 1, 2 | todavia, enquanto viveram pela e, no modo já indicado, 31 1, 2 | ciência agnóstica o negará e a o afirmará; e nem assim 32 1, 2 | de Cristo a reviver pela e na fé.~De muito se enganaria 33 1, 2 | Cristo a reviver pela fé e na .~De muito se enganaria quem, 34 1, 2 | a crer que a ciência e a são independentes uma da 35 1, 2 | não é assim por parte da , que não por um só, mas 36 1, 2 | que Deus só é objeto da , isto entretanto não se 37 1, 2 | harmonizar de tal sorte a com a ciência, que aquela 38 1, 2 | de todo independente da ; esta, ao contrário, embora 39 1, 2 | mútua separação entre a e a ciência. É por isto 40 1, 2 | ciência em nada depende da , quando tratam de filosofia, 41 1, 2 | Finalmente, professando que a há de sujeitar-se à ciência, 42 1, 3 | alcançar é a conciliação da com a ciência, ficando porém 43 1, 3 | primazia da ciência sobre a . Neste assunto o teólogo 44 1, 3 | filósofo que o princípio da é imanente; acrescenta o 45 1, 3 | que as representações da são puramente simbólicas; 46 1, 3 | crente afirma que o objeto da é Deus em si mesmo; conclui 47 1, 3 | vida de Cristo, segundo a , é divina; logo também a 48 1, 3 | da origem e natureza da . Mas, como são muito os 49 1, 3 | instituídos para nutrirem a . Mas esta proposição é condenada 50 1, 3 | instituídos para nutrirem a , seja anátema".~Já alguma 51 1, 3 | ou por escrito a própria . Nota-se aqui certa semelhança 52 1, 3 | comunicar a outrem a própria ; outra na coletividade, 53 1, 3 | coletividade, depois que a se tornou comum a muitos, 54 1, 3 | serviram para a ciência e a . Tratava-se então de objetos, 55 1, 3 | do objeto se disse que a e a ciência são mutuamente 56 1, 3 | da Igreja. Assim como a deve subordinar-se à ciência, 57 1, 3 | concluir toda esta matéria da e seus diversos frutos, 58 1, 3 | livros sagrados e até mesmo a , se não forem coisas mortas, 59 1, 3 | se efetua. E começam pela . Dizem que a forma primitiva 60 1, 3 | que a forma primitiva da foi rudimentar e indistintamente 61 1, 3 | para explicar a origem da , explicam também o seu progresso. 62 1, 3 | algo de misterioso, que a atribuía à divindade, seja 63 1, 3 | vencer os obstáculos da , derrotar os adversários, 64 1, 3 | vez mais nos arcanos da . Deixando de parte outros 65 1, 3 | aquilo de divino que a a princípio lhe atribuía, 66 1, 3 | palavras: A doutrina da por Deus revelada, não é 67 1, 3 | conhecimentos, mesmo relativamente à ; ao contrário, isto a auxilia 68 1, 4 | transfiguração das coisas pela , e o outro que Nos pareceu 69 1, 4 | deve ser relegado para a , como de sua exclusiva competência. 70 1, 4 | história, o que é divino para a . É este o motivo da distinção 71 1, 4 | história e um Cristo da , e uma Igreja da história 72 1, 4 | história e uma Igreja da , entre Sacramentos da história 73 1, 4 | história e Sacramentos da , e assim por diante. Em 74 1, 4 | ser tido como elevado pela , por transfiguração, acima 75 1, 4 | os acréscimos feitos pela , e restituí-los à mesma 76 1, 4 | e restituí-los à mesma e à história da fé;~Assim 77 1, 4 | mesma fé e à história da ;~Assim se deve proceder, 78 1, 4 | e eliminam, relegando à , tudo o que, a juízo seu 79 1, 4 | real e transportam para a todas as alegorias que se 80 1, 4 | outra parte à história da , ou noutros termos, à história 81 1, 4 | contrapõem à história da a história real, enquanto 82 1, 4 | existiu, mas pertence à ; um que viveu em determinado 83 1, 4 | nas piedosas meditações da ; tal, por exemplo, é o Cristo 84 1, 4 | destinados à história da e os distribui de idade 85 1, 4 | nascida da evolução da e correspondente à mesma. 86 1, 5 | os modernistas, é base da . Há dois caminhos a seguir: 87 1, 5 | pode também ser disposto à pelos subjetivos. Para este 88 1, 7 | erros, que a respeito da têm sido até hoje levantados, 89 1, 7 | fazem entre as ciência e a , não leva a outro resultado. 90 1, 7 | realidade do cognoscível, e o da na realidade do incognoscível. 91 2 | da falsa filosofia com a que surgiu o seu sistema, 92 2 | palavras à profissão de : Creio firmemente e professo 93 3, III| procuram conciliar com a , e fazê-la servir, como 94 3, III| dizem, em proveito da mesma . O nome e a boa reputação 95 3, III| benignidade, ou por demasiada no autor; e este último 96 3, VI | merecedores de piedosa crença, com puramente humana, em vista 97 CON | Cristo, autor e consumidor da ; que vos assista com o seu


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