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| Pius PP. X Pascendi dominici gregis IntraText - Concordâncias (Hapax Legomena) |
negrito = Texto principal
Parte, Cap. cinza = comentário
1505 1, 1 | devem ser atribuídos a um movimento do coração, que se chama
1506 1, 1 | significação e devem ser mudadas. Ora, sendo assim mutável
1507 1, 7 | ser sentimento, nem lhe mudarão a natureza, sempre sujeita
1508 | muita
1509 3, III| livro, deixando entretanto muitíssimos outros serem publicados
1510 1, 2 | opinião que sustentam, da mútua separação entre a fé e a
1511 1, 3 | que a fé e a ciência são mutuamente estranhas, também o Estado
1512 2 | progresso (Motu-proprio. "Ut mysticam",14/03/1891). Em vista disto,
1513 3, II | doravante extensivas a todas as nações as disposições emanadas
1514 3, V | congressos de sacerdotes. Se nalgum caso o permitirem, será
1515 | naqueles
1516 1, 4 | preestabeleceram certos tipos de narrações ou alocuções que servem
1517 1, 3 | consciências individuais, nascem as transformações e os progressos.
1518 1, 4 | desenrolar; porquanto, o que pode nascer em um dia, não cresce senão
1519 1, 1 | nível das outras, pois não nasceu senão pelo processo de imanência
1520 1, 4 | vital dos livros sacros, nascida da evolução da fé e correspondente
1521 1, 1 | fundar em um sentimento, nascido da necessidade da divindade.~
1522 INT | Pastor foi em todo o tempo necessária à Igreja Católica; porquanto,
1523 1, 7 | Isso, porém, foi de todo necessário, tanto para que não continuem
1524 1, 2 | haverá luta entre as duas. Nega-o o filósofo como filósofo,
1525 1, 2 | racional; e se esta for negada por alguém, como pelos racionalistas,
1526 1, 2 | modernistas de fato não negam, ao contrário, concedem,
1527 1, 4 | da ciência; se alguém o negar leva a pecha de ignorante;
1528 1, 2 | céu, a ciência agnóstica o negará e a fé o afirmará; e nem
1529 1, 2 | direito, pois, os modernistas negarão a verdade a uma experiência
1530 2 | vida cristã, que nos manda negarmos a nós mesmos para podermos
1531 1, 1 | constitui senão a parte negativa; a positiva acha-se toda
1532 1, 3 | duas maneiras: primeiro negativamente, eliminando todo o elemento
1533 3 | pedimos e suplicamos que em negócio de tal monta nada, de modo
1534 | nessa
1535 3, VII| Santa Sé a respeito do que nestas mesmas Letras se prescreve
1536 INT | quadro, e mostrar-lhes o nexo com que formam entre si
1537 2 | autoridade do segundo Concílio de Nicéia, que condenou «aqueles que
1538 1, 1 | excetuada; está no mesmo nível das outras, pois não nasceu
1539 3, VI | de Leão XIII (Instr. S.C. NN. EE. EE. 27/01/1902): «Nas
1540 3, V | XIII recomendou (Carta Enc. Nobilissima Gallorum 10/02/1884): «Seja
1541 2 | escritor se serve de diversos nomes, para enganar os incautos,
1542 1, 3 | por escrito a própria fé. Nota-se aqui certa semelhança com
1543 1, 7 | adiantaram eles, como já o notamos, que destruíram não só o
1544 1, 2 | entre a fé e a ciência; notando-se que neste nome de ciência
1545 1, 4 | estas duas histórias; e, note-se bem, contrapõem à história
1546 1, 2 | esta realidade não se acha noutra parte senão na alma do crente,
1547 3, I | argúcia, ou foram omissas noutras; se disseram coisas que
1548 1, 1 | apresenta à fé como que nu e isolado; mas, ao contrário,
1549 3, II | ela for concedida, será nula. Tornem-se doravante extensivas
1550 3, VI | periódicos destinados a nutrir a piedade, nem com expressões
1551 1, 6 | não falta entre eles quem, obedecendo muito de boa mente aos acenos
1552 3, II | eclesiástico, ou negando obediência a quem quer que se ache
1553 1, 2 | Se, entretanto, alguém objetar que no mundo visível há
1554 1, 5 | dois caminhos a seguir: um objetivo e o outro subjetivo. O primeiro
1555 1, 3 | fé. Tratava-se então de objetos, aqui de fins. Assim pois,
1556 2 | Igreja, se não com suas obras, de certo com o espírito
1557 INT | acuse de descuido de nossa obrigação, a benignidade de que, na
1558 3, IV | determinado Censor. Será este obrigado à revisão de todas as folhas
1559 1, 2 | transformam em cauda a cabeça e obrigam a rainha a servir à escrava (
1560 1, 3 | vez, sobre a autoridade, obrigando-a a capitular e pactuar. Admitido
1561 2 | palavras, de chamá-la amiga do obscurantismo, sustentáculo da ignorância,
1562 2 | misteres mais humildes e obscuros, a fim de serem tanto mais
1563 3, I | coisa que nem sempre se observa), tirando luzes da verdadeira
1564 1, 7 | mais sólida e mais fina observação do que aquela de que se
1565 1, 3 | na doutrina da evolução, observamos que, embora as necessidades
1566 3, IV | mandamos a mais rigorosa observância do que se prescreve no artigo
1567 1, 3 | ver de um modo luminoso, observando-lhes as conseqüências. E para
1568 3, I | Bispos que para o futuro se observe. Tornamos extensiva a mesma
1569 1, 6 | filosofia, entre os sistemas já obsoletos, seja ensinada aos moços
1570 1, 1 | ainda mais, agarrando-se obstinadamente, mas em vão, a fórmulas
1571 2 | preferência os chamam ignorantes e obstinados. Se a erudição e o acerto
1572 1, 1 | tradições, apegam-se a doutrinas ocas, fúteis, incertas, reprovadas
1573 1, 5 | Escrituras, afirmam-no, ocorrem muitos erros em matéria
1574 INT | para sentir e recear, se ocultam no próprio seio da Igreja,
1575 1, 3 | repreensões e condenações, ocultando audácia inaudita com o véu
1576 1, 1 | visíveis, seja que ele se ache oculto na subconsciência do homem,
1577 1, 2 | Porquanto a fé unicamente se ocupa de uma coisa, que a ciência
1578 1, 3 | se acha ela só no mundo a ocupá-lo; ocupam-no também outras
1579 2 | a esses homens soberbos, ocupá-los nos misteres mais humildes
1580 1, 2 | penetra; a fé, pelo contrário, ocupa-se da realidade divina, que
1581 1, 3 | só no mundo a ocupá-lo; ocupam-no também outras sociedades,
1582 1, 3 | autoridade os maltrate, não a odeiam; sabem que assim está cumprindo
1583 2 | católicos torna-se ainda mais odioso, porque eles ao mesmo tempo
1584 2 | Igreja; na realidade, porém, ofendem gravemente a Deus e à Igreja,
1585 1, 3 | extensão de matéria nos oferece o que os modernistas afirmam
1586 3, I | excessiva argúcia, ou foram omissas noutras; se disseram coisas
1587 3, IV | prudente juízo do Bispo, poderá omitir-se a menção do Censor. Nunca
1588 3, III| ampla faculdade, e até o oneramos com este dever. Desejamos
1589 1, 3 | fazem-na consistir em que Deus, operando no homem, está mais intimamente
1590 INT | enganar o ânimo alheio, uma operosidade incansável, uma assídua
1591 2 | três principalmente se opõem aos seus esforços: o método
1592 1, 2 | ciência, que aquela não se oponha à idéia geral que a ciência
1593 CON | da civilização. A fim de opormos um novo desmentido a tais
1594 3, V | por escrito, e na época oportuna, não poderá comparecer sacerdote
1595 INT | novidades de palavras e as oposições de uma ciência enganadora.
1596 1, 2 | livro, quer pela transmissão oral de uns a outros. Esta comunicação
1597 3, VII| autoridade do Ordinário. Ordenamos a mesma coisa aos Superiores
1598 2 | resolutamente do número dos ordinandos. Neste ponto, quisera Deus
1599 1, 1 | ter de comum com as leis ordinárias da história. A fé, pois,
1600 1, 5 | isto é, o executor e o organizador mandado por Deus. Depois
1601 1, 1 | esses homens que inchados de orgulhosa ciência, deliram a ponto
1602 2 | algum deles for de natural orgulhoso, riscai-o resolutamente
1603 3, VI | fiéis e falasse de nova orientação da vida cristã, de novas
1604 1, 3 | todos os homens; porque se originava da própria natureza e vida
1605 2 | tanto das causas donde se originou e porque se tem desenvolvido.
1606 1, 2 | por qualquer Concílio), ostentam certo desprezo das doutrinas
1607 2 | de que se cevar e com que ostentar as suas manifestações.~Efetivamente,
1608 2 | número de moços, que davam ótimas esperanças de poderem um
1609 INT | qualquer incauto; e sendo ousados como os que mais o são,
1610 2 | que condenou «aqueles que ousam..., à maneira de perversos
1611 1, 3 | que se lhes não prestem ouvidos, porque isto será causa
1612 1, 1 | haverá. Fica-se pasmo em se ouvindo afirmações tão audaciosas
1613 1, 2 | celestes, não proveito dos ouvintes, mas para dar mostras do
1614 1, 7 | a ninguém causará pasmo ouvir-Nos defini-lo, afirmando ser
1615 1, 3 | desses assuntos, já não ouvirá com pasmo a afirmação deste
1616 2 | em prática, incessante e pacientemente. Dentre os obstáculos, três
1617 1, 3 | obrigando-a a capitular e pactuar. Admitido isto, não é de
1618 2 | mesmo por qualquer deíloquo Padre e Mestre da Igreja, foram
1619 1, 2 | racionalistas a interpretação das páginas celestes, não proveito dos
1620 3, IV | designados pelo Mestre do Sagrado Palácio Apostólico, depois de consultar
1621 2 | partido; acolhem e batem palmas aos seus livros, eriçados
1622 INT | fazem promiscuamente o papel ora de racionalistas, ora
1623 1, 1 | estragado pelo tempo. O paralelo é de um dos mestres do modernismo.
1624 3, V | menção alguma de tudo o que pareça modernismo, presbiterianismo
1625 1, 4 | preconceitos filosóficos e assim pareçam, como eles dizem, completamente
1626 1, 5 | parte daqueles livros que, parecendo a alguém difícil de praticar
1627 INT | como tudo foi debalde; pareceram por momento curvar a fronte,
1628 1, 2 | página, outras se vêem que pareceriam ditadas por um racionalista.
1629 3, VI | em perniciosas novidades, parecesse escarnecer da piedade dos
1630 1, 4 | pela fé, e o outro que Nos pareceu poder denominar da desfiguração.
1631 3, VI | firmeza? Para o alcançarmos, pareceu-Nos bem estender a todas as
1632 1, 7 | dos modernistas tenhamos parecido a alguém, Veneráveis Irmãos,
1633 1, 2 | Ep. ad Magistros theol., Paris, julho de 1223).~Estas coisas
1634 1, 4 | negação de Deus por ponto de partida, e nem se arvoraram a si
1635 2 | louvores os que seguem o seu partido; acolhem e batem palmas
1636 1, 4 | concluirmos, a priori, e partindo de certos princípios que
1637 1, 3 | é, pois, a Igreja? É um parto da consciência coletiva,
1638 1, 4 | audácia com que, qualquer parvoíce que algum deles diga, é
1639 1, 3 | ver-se como os modernistas pasmam por serem admoestados ou
1640 INT | Igreja; não poderá porém, pasmar com razão quem quer que,
1641 INT | um puro e simples homem.~Pasmem, embora homens de tal casta,
1642 1, 4 | matérias. Feito este catálogo, passa-o ao crítico. Este, pois,
1643 1, 3 | deveres. Foi erro das eras passadas pensar-se que a autoridade
1644 3, II | inscreveram. Se, em tempos passados, isto tiver sido concedido
1645 1, 2 | subtraídas ao mundo sensível e passaram a ser matéria do divino.
1646 2 | com o fito, ou de não passarem por ignorantes, ou de serem
1647 1, 4 | modo que o que é humano passe para a história, o que
1648 1, 4 | difunde o contágio. Mas passemos ao apologista.~
1649 1, 6 | ativas devem antepor-se às passivas, e que convém promover o
1650 INT | esta providência do Supremo Pastor foi em todo o tempo necessária
1651 1, 2 | outrossim a exegese teológica e pastoral da exegese científica histórica.
1652 1, 6 | está exposto fica mais que patente a mania de inovação que
1653 1, 3 | mais oportuno ao bem da pátria.~Querer, sob qualquer pretexto,
1654 Ben | Bênção~Aos Patriarcas, Primazes, Arcebispos,~Bispos
1655 3, I | Leão XIII, Enc.Aeterni Patris).~O que importa saber, antes
1656 2 | contra as admoestações de São Paulo, se empenha em saber mais
1657 Ben | Bispos e outros Ordinários em paz e comunhão com a Sé Apostólica~
1658 1, 3 | Postas as coisas neste pé, para que servirá a autoridade
1659 1, 4 | se alguém o negar leva a pecha de ignorante; se, porém,
1660 3 | pedimos e de vós esperamos, pedimo-lo também e esperamo-lo dos
1661 3, IV | religiosas, sem primeiro pedir secretamente o parecer ao
1662 1, 2 | sentindo horror de pisar nas pegadas de Lutero (cf. Prop. 29
1663 3, III| E já que nos caiu sob a pena este assunto, atendam os
1664 INT | contragosto, servimo-nos de penas públicas.~Mas vós bem sabeis,
1665 1, 3 | permanência vital, estão todas pendentes do primeiro crente, que
1666 1, 6 | amoldar-se a elas, para penetrá-las no seu espírito. Em moral
1667 CON | as heresias. E Nós, como penhor da Nossa afeição e como
1668 1, 2 | Fazem-no, porém, de caso pensado; isto é, baseados na opinião
1669 1, 4 | disse: Desvairaram em seus pensamentos...gabando-se de sábios,
1670 1, 3 | Foi erro das eras passadas pensar-se que a autoridade da Igreja
1671 1, 1 | sentimento religioso. Nem se pense que a católica é excetuada;
1672 1, 1 | pensamento, exprime o que pensou com proposições secundárias,
1673 1, 4 | livros, especialmente o Pentateuco e os três primeiros Evangelhos,
1674 1, 1 | circunstâncias, não pode de per si pertencer ao âmbito da
1675 INT | mais nocivos quanto menos percebidos.~Aludimos, Veneráveis Irmãos,
1676 2 | Infelizmente lamentamos a perda de grande número de moços,
1677 1, 1 | motivo cessar essa adaptação, perdem sua primitiva significação
1678 3, I | leve, e, coisa indigna, perdido o esplendor de sua primitiva
1679 3, I | mesma sorte serão alvo de perenes louvores e encarecimentos
1680 1, 1 | elevado a conhecimento e perfeição, que supere as forças da
1681 1, 5 | ou de uma história mais perfeita. Demais, continuam a dizer,
1682 1, 1 | Se alguém, contudo lhes perguntar de que modo essa necessidade
1683 1, 3 | imanência e permanência vital. Perguntar-lhes-emos, pois, que é feito da inspiração?~
1684 1, 7 | imanência divina. Pois, se perguntarmos: essa imanência distingue
1685 3, IV | se encontrar alguma coisa perigosa, fará corrigi-la quanto
1686 3, III| Qualquer livro, jornal ou periódico desse gênero não poderá
1687 1, 3 | também porque precisam de permanecer no seio da Igreja, para
1688 1, 5 | imanente na religião católica e permanente, devagar e a passo com a
1689 3, II | ora em diante não mais se permita. Ponham os Bispos que formam
1690 3, VI | sagradas Relíquias. Não permitam que se ventilem tais questões
1691 1, 3 | a pouco se formou; não o permite a lei da imanência, que
1692 3, IV | Se for favorável, o Bispo permitirá a impressão com a palavra
1693 3, V | em diante os Bispos não permitirão mais os congressos de sacerdotes.
1694 3, V | sacerdotes. Se nalgum caso o permitirem, será sob condição de não
1695 3, VI | linguagem que, inspirando-se em perniciosas novidades, parecesse escarnecer
1696 3, VI | mestres de impiedade que perpetuam os perniciosos efeitos produzidos
1697 1, 2 | com razoável respeito, não perscrutar os profundos dos mistérios
1698 1, 5 | obstáculos, os inimigos, as perseguições, os combates, bem como a
1699 3, III| dos maus, com suavidade perseverante cumpram todos o que lhes
1700 1, 3 | prudência, tanto porque estão persuadidos de que a autoridade deve
1701 1, 1 | algum fenômeno que, embora pertença ao campo da ciência ou da
1702 1, 4 | fato, nunca existiu, mas pertence à fé; um que viveu em determinado
1703 1, 1 | circunstâncias, não pode de per si pertencer ao âmbito da consciência;
1704 1, 7 | comum nos ensina que toda a perturbação ou preocupação do espírito,
1705 3, VI | fiéis. Se, por ocasião de perturbações civis ou por outro motivo,
1706 INT | nunca faltaram homens de perverso dizer (At 20,30), vaníloquos
1707 2 | que ousam..., à maneira de perversos hereges, desprezar as tradições
1708 1, 1 | ciência, deliram a ponto de perverter o conceito de verdade e
1709 2 | trabalho, que deveras causa pesar ver consumirem-se em prejuízo
1710 2 | fim de privá-la de todo o peso e autoridade. Porém, nós,
1711 2 | insensivelmente cadeiras de pestilência. Inculcam as suas doutrinas,
1712 3, V | não fazerem propostas nem petições que envolvam usurpação de
1713 3, VI | juízos a emitir acerca das pias tradições, tenha-se sempre
1714 1, 1 | elabora-o todo, a modo de um pintor que ilumina e reanima os
1715 1, 2 | não sentindo horror de pisar nas pegadas de Lutero (cf.
1716 1, 4 | história. O crítico, seguindo a pista do historiador, divide todos
1717 2 | enaltecem, e, postos na ínfima plana, tenham menor campo a prejudicar.
1718 1, 3 | consciência de Cristo, como a planta na semente. Ora, como os
1719 1, 3 | desconhecidas experiências em plena harmonia com as exigências
1720 CON | confiamos, pedimos de coração a plenitude das luzes celestiais, afim
1721 1, 3 | meios humanos (Enc. "Qui pluribus", 9 de nov. de 1846). acerca
1722 1, 6 | volte à antiga humildade e pobreza e querem-no também de acordo
1723 2 | davam ótimas esperanças de poderem um dia prestar relevantes
1724 INT | reerguê-la com maior altivez. Poderíamos talvez ainda deixar isto
1725 2 | negarmos a nós mesmos para podermos seguir a Cristo, e se não
1726 1, 4 | em que viveu, acham que podia ter feito e dito.~Assim
1727 1, 4 | que se contém nela e se põe em oposição com a doutrina
1728 1, 1 | dogma. A origem do dogma põem-na eles, pois, naquelas primitivas
1729 2 | que lhes poderão servir, e põem-nos em prática, incessante e
1730 1, 3 | semelhança com a inspiração poética; e neste sentido um deles
1731 1, 3 | trabalho em esquadrinhar e polir a fórmula primitiva, não
1732 1, 6 | eclesiástica nas questões políticas e sociais, de tal sorte
1733 1, 4 | manifesto a quem refletir com ponderação. Os três primeiros cânones
1734 INT | de tal casta, que Nós os ponhamos no número dos inimigos da
1735 CON | no quinto ano do Nosso Pontificado.~ ~PIO PP. X~ ~ ~
1736 3, III| se tiverem o título de pontifícios, seja o caso deferido à
1737 1, 3 | consciência pública quis um regime popular. Mas a consciência do homem,
1738 2 | desfazer as piedosas tradições populares. Mostram desdenhar as sagradas
1739 1, 3 | religiosa externa, procurando pôr em voga uma religião, que
1740 1, 2 | porque estes não querem pôr-se nas condições morais que
1741 1, 2 | princípios, em que se poderiam porventura fundar para atribuir falsidade
1742 1, 2 | intuição do coração, que pôs o homem em contato imediato
1743 2 | respeitarem nisto qualquer posição, nem mesmo a suprema autoridade.
1744 2 | gloriam de ser os únicos que possuem o saber, e dizem desvanecidos
1745 1, 1 | progresso, chegar finalmente a possuir toda a verdade e todo o
1746 INT | inimigos da Igreja, blasonam, postergando todo o comedimento, de reformadores
1747 1, 4 | considerar-se historicamente posterior a ela.~Que faz então o historiador?
1748 3, I | doutrinas apuradas nos séculos posteriores, ou mesmo alguma coisa inadmissível,
1749 1, 3 | das sua doutrinas.~A este postulado da imanência ainda outro
1750 1, 5 | rigorosamente requerida (postulata) pelo perfeito desenvolvimento
1751 | pouca
1752 1, 6 | homens; mania esta que não poupa absolutamente nada ao catolicismo.
1753 INT | de sorte que coisa alguma poupam da verdade católica, nenhuma
1754 INT | santo na obra de Cristo, sem pouparem sequer a mesma pessoa do
1755 CON | Nosso Pontificado.~ ~PIO PP. X~ ~ ~
1756 2 | poderão servir, e põem-nos em prática, incessante e pacientemente.
1757 1, 5 | como qualquer um deles faz praticamente semelhante apologética.
1758 1, 5 | parecendo a alguém difícil de praticar ou incrível de crer, com
1759 3, VI | livros sem as determinadas precauções, e com a prévia declaração
1760 3, IV | Imprimatur, que deverá ser precedida do Nihil obstat e do nome
1761 1, 4 | preceito de que o fato é precedido da necessidade, e a narração,
1762 3, IV | da referida Constituição, precisar de licença para ser publicado.
1763 1, 3 | também não lhes faltaram precursores, esses de quem o nosso predecessor
1764 1, 4 | Dir-se-ia, na verdade, que se preestabeleceram certos tipos de narrações
1765 1, 2 | católicos e sacerdotes que, como preferimos crer, têm horror a tão monstruosas
1766 1, 5 | render ao Infinito maior preito de homenagens, do que afirmando
1767 2 | plana, tenham menor campo a prejudicar. Além disto, por vós mesmos
1768 1, 7 | pouco, Veneráveis Irmãos, à prejudicialíssima doutrina do agnosticismo.
1769 3, I | que não será sem graves prejuízos que especialmente em matérias
1770 1, 7 | que toda a perturbação ou preocupação do espírito, longe de ajudar,
1771 1, 3 | ainda tenham a utilidade de preparar um futuro dogma. Do culto
1772 1, 4 | contrário, horrorizados. Desta prepotente imposição dos extraviados,
1773 3, V | o que pareça modernismo, presbiterianismo ou laicismo. A essas reuniões
1774 1, 2 | dominar, mas servir, não prescrever o que se deve crer, mas
1775 INT | indagarmos as causas dos erros e prescrevermos os remédios para debelar-lhes
1776 3, VI | terá valor o argumento de prescrição ou de presunção fundada,
1777 3, VI | com a prévia declaração prescrita por Urbano VIII; e apesar
1778 3, VI | escolhidos pela normas já prescritas para os Censores dos livros.
1779 3, VI | em dia determinado, em presença do Bispo; e as coisas tratadas
1780 3, VII| um ano da publicação das presentes Letras, e em seguida, depois
1781 3, VI | quando houver mister pela preservação do clero e da mocidade. –
1782 1, 3 | menos algumas delas, fazem pressão sobre a consciência coletiva;
1783 1, 3 | modernistas afirmam da Igreja. Pressupõem que ela é fruto de uma dupla
1784 1, 1 | remotas são elas. Destes dois pressupostos, os modernistas deduzem
1785 1, 3 | espírito, e que as honras prestadas à autoridade espiritual
1786 1, 3 | Lamentam apenas que se lhes não prestem ouvidos, porque isto será
1787 1, 2 | qualquer religião? E não poucos presumem que de fato já se as tenha
1788 3, VI | argumento de prescrição ou de presunção fundada, quando o culto
1789 1, 4 | João, o qual Evangelho, pretendem-no os modernistas, do princípio
1790 1, 6 | finalmente dizer a respeito das pretensões do modernista como reformador.
1791 1, 1 | quê divino, sem nenhum ato prévio da inteligência, como o
1792 Ben | Bênção~Aos Patriarcas, Primazes, Arcebispos,~Bispos e outros
1793 1, 3 | porém sempre incólume a primazia da ciência sobre a fé. Neste
1794 1, 1 | põem-na eles, pois, naquelas primitivas fórmulas simples que, debaixo
1795 1, 3 | tradição, e assim desligada do primitivo princípio vital, já não
1796 1, 1 | atribuída a uma necessidade; os primórdios, porém, falando mais especialmente
1797 1, 3 | definitivamente foi tido por Deus.~O principal estímulo de evolução para
1798 1, 4 | pois, para concluirmos, a priori, e partindo de certos princípios
1799 2 | eficácia da Tradição, a fim de privá-la de todo o peso e autoridade.
1800 3, III| ponham dúvida os Bispos em privá-los do título de livreiros católicos;
1801 3, IV | autorização do Ordinário». Será privado desta licença quem, depois
1802 1, 1 | de natureza extremamente privilegiada, como outro não houve nem
1803 3, VI | afirma não passa as raias da probabilidade ou quando se baseia em opiniões
1804 1, 7 | fenômeno de consciência proceda do homem enquanto homem.
1805 3, II | no dever da consciência, procedei nesta matéria com prudência,
1806 1, 4 | filosofia e as suas deduções procedem por bom raciocínio dos seus
1807 1 | SISTEMA E SUA DIVISÃO~E para procedermos com ordem em tão abstrusa
1808 1, 2 | claras, tendo-se em vista o procedimento dos modernistas, de todo
1809 INT | do êrro já não devem ser procurados entre inimigos declarados;
1810 1, 3 | sociedade religiosa externa, procurando pôr em voga uma religião,
1811 1, 2 | ao filósofo. Se, porém, procurarmos saber que fundamento tem
1812 3 | XIII, de feliz memória, procurou energicamente levantar
1813 1, 3 | contas, não é mais do que um produto das consciências individuais,
1814 1, 4 | assentimento dos pusilânimes produz-se uma certa corrupção de atmosfera,
1815 3, III| proviria menor mal do que o que produzem as más leituras; antes,
1816 1, 7 | Ora, o incognoscível é produzido pela completa desproporção
1817 3, VI | perpetuam os perniciosos efeitos produzidos por essa mesma difusão,
1818 1, 2 | o sentimento religioso e produzir a experiência. Por esta
1819 3, II | parecerem dar preferência aos profanos. Neste ponto, Veneráveis
1820 1, 2 | por falsidade da fórmula proferida pela inteligência. Ora,
1821 2 | Concílio de Constantinopla: «Professamos, portanto, conservar e defender
1822 1, 2 | a liberdade. Finalmente, professando que a fé há de sujeitar-se
1823 2 | de fé: Creio firmemente e professo as tradições apostólicas
1824 3, II | escolha dos diretores e professores tanto dos seminários quanto
1825 1, 2 | respeito, não perscrutar os profundos dos mistérios de Deus, mas
1826 1, 3 | natureza e vida do homem. Progrediu por evolução vital; quer
1827 1, 3 | combatem, sendo uma delas progressiva e outra conservadora. A
1828 1, 5 | por Cristo, ou melhor, é o progressivo desenvolvimento da semente
1829 1, 3 | Cresça, pois, e com ardor progrida a compreensão, a ciência,
1830 3, IV | acontecendo, advirtam-nos e proíbam-nos de escrever. Com toda a
1831 3, VI | verdadeiro, mas apenas não proíbe que se lhe dê crédito, uma
1832 3, III| restringir ao clero essa proibição; e ainda mesmo neste caso
1833 3, IV | Officiorum, a saber: «É proibido aos sacerdotes seculares
1834 3, III| de ler e conservar livros proibidos, não se acham por esse mesmo
1835 1, 7 | Veneráveis Irmãos, demasiadamente prolixos. Isso, porém, foi de todo
1836 1, 1 | sobrenatural. Segue-se daqui a promíscua significação que dão aos
1837 INT | astúcias: porquanto, fazem promiscuamente o papel ora de racionalistas,
1838 1, 3 | contrário, isto a auxilia e promove. Neste sentido é que o Concílio
1839 3, I | teológico. Veneráveis Irmãos, promovei com toda a solicitude o
1840 1, 6 | às passivas, e que convém promover o exercício daquelas de
1841 CON | da verdade católica, será promovida toda a sorte de ciências
1842 1, 2 | religiosa abundantemente se propaga entre os povos: não só entre
1843 1, 3 | segundo é a necessidade de propagá-la, coisa esta que se não poderia
1844 3, VI | novos erros se dilatam e se propagam, e dar aviso disto ao Bispo,
1845 1, 5 | disfarçado, publicamente propalam que também em matéria dogmática
1846 3 | modo que lhes convinha, e propalaram que os atos do mesmo eram
1847 1, 5 | apologética. O fim que se propõe é de conduzir o homem que
1848 1, 5 | verdade de comparação e proporção, quer com o ambiente em
1849 1, 7 | esta intensidade tornará proporcionalmente mais firme a persuasão da
1850 3 | dia, foi tomando maiores proporções.~É por isto, Veneráveis
1851 1, 1 | exprime o que pensou com proposições secundárias, se forem finalmente
1852 1, 3 | por Deus revelada, não é proposta à inteligência humana para
1853 3, V | Santa Sé, de não fazerem propostas nem petições que envolvam
1854 1, 7 | ação de um objeto, que é proposto pela inteligência ou pelos
1855 1, 1 | porém, ao que parece, é propriamente constituído pelas fórmulas
1856 1, 7 | Certo é que se alguém se propusesse juntar, por assim dizer,
1857 1, 3 | mais solenemente ainda a proscreve o Concílio Vaticano I por
1858 3, III| procurai energicamente proscrevê-los, condenando-os mesmo solenemente,
1859 3, III| a ler livros ou jornais proscritos pelos Ordinários locais,
1860 1, 3 | sentido é que o Concílio prossegue dizendo: Cresça, pois, e
1861 1, 3 | entanto a mão e o pensamento prosseguem o seu trabalho com ousadia
1862 CON | conceder todo o auxílio e proteção a uma nova Instituição,
1863 1, 5 | palavras de Santo Agostinho protestamos que, uma vez admitida em
1864 1, 3 | poderá agir de tal sorte que, protestando o seu profundo respeito
1865 1, 2 | viver para os modernistas é prova de verdade; e a razão disto
1866 1, 3 | divina. Pelo mesmo processo provam que as Escrituras e os dogmas
1867 1, 5 | Para este fim é mister provar que a religião católica,
1868 3, VI | particulares se tiverem provas certas de que são falsas
1869 2 | quer por temor, quer mais provavelmente por um e outra, o certo
1870 3, V | Bispo, não será santo, nem proveitoso nem merecedor de respeito».~
1871 INT | enganadora. E, na verdade, esta providência do Supremo Pastor foi em
1872 3, III| Compete, outrossim, aos Bispos providenciar para que os livros dos modernistas
1873 3, IV | infectos de modernismo, tomem providências os Bispos para que tal não
1874 3, VI | para que de comum acordo se providencie para a extinção do mal logo
1875 3, VI | prudência, rapidez e eficácia providenciem quando houver mister pela
1876 3, IV | secretamente o parecer ao Superior provincial, ou, se se tratar de Roma,
1877 1, 4 | com os meios de que se proviram os modernistas! Isto é,
1878 3, III| católicas, pois daí não lhes proviria menor mal do que o que produzem
1879 1, 4 | 22); mas ao mesmo tempo provocam a indignação, quando acusam
1880 2 | Não há duvidar que a causa próxima e imediata é a aberração
1881 1, 2 | opinião dos protestantes e dos pseudo-místicos.~Eis como eles o declaram:
1882 1, 4 | homem, seja natural, como a psicologia no-la apresenta, seja conforme
1883 1, 5 | indagações históricas e psicológicas.~Por isso, esses apologetas
1884 1, 5 | vital, que obriga todo sábio psicólogo e historiador a admitir
1885 3, IV | precisar de licença para ser publicado. O Censor dará o seu parecer
1886 2 | nome ou sob o de outrem; publicam livros, jornais, periódicos.~
1887 3, IV | que algum de seus súditos publique alguma coisa, sem a prévia
1888 1, 3 | por serem admoestados ou punidos. O que se lhes imputou como
1889 1, 4 | incauto assentimento dos pusilânimes produz-se uma certa corrupção
1890 2 | À grei dos modernistas quadram estas palavras que muito
1891 1, 1 | o seu número, nem a sua qualidade; segue-se, porém, que o
1892 | quantos
1893 2 | Teremos sempre a profissão do quarto Concílio de Constantinopla: «
1894 1, 3 | evolução poderão ser refreadas; quebradas, porém, nunca. Traçado este
1895 INT | católico.~Há, pois, mister quebrar o silêncio, que ora seria
1896 CON | mais insignes no saber. Queira Deus secundar os Nossos
1897 1, 2 | nunca poderá se furtar, queira-o ou não, às leis, às vistas,
1898 1, 2 | forem por isto repreendidos, queixam-se de que se lhes tolhe a liberdade.
1899 1, 6 | antiga humildade e pobreza e querem-no também de acordo no pensamento
1900 3, III| encaminharem ao modernismo.~Querendo, Veneráveis Irmãos, dar-vos
1901 1, 3 | por meios humanos (Enc. "Qui pluribus", 9 de nov. de
1902 1, 2 | despertar o sentimento religioso quiçá entorpecido, e restaurar
1903 1, 4 | outras razões deste mesmo quilate. Dir-se-ia, na verdade,
1904 CON | de setembro de 1907, no quinto ano do Nosso Pontificado.~ ~
1905 1, 3 | civil a consciência pública quis um regime popular. Mas a
1906 1, 7 | deverão ser. Por isso, também quisemos servir-nos de uma forma
1907 2 | ordinandos. Neste ponto, quisera Deus que se tivesse sempre
1908 2 | Romanos Pio IV e Pio IX quiseram que se acrescentassem estas
1909 1, 2 | considerá-lo como crente, se quisermos conhecer de que modo, no
1910 1, 2 | este motivo, se ainda se quisesse saber se Cristo fez verdadeiros
1911 1, 3 | e a Igreja. São estes os raciocínios dos modernistas que, por
1912 1, 2 | pareceriam ditadas por um racionalista. Escrevendo, pois, história,
1913 1, 3 | por certo em si mesma e racionalmente, mas segundo as circunstâncias
1914 1, 1 | pois, mister lançar algum raio de luz sobre aquele sentimento,
1915 INT | Além de que, não sobre as ramagens e os brotos, mas sobre as
1916 INT | vigorosa aplicação a todo o ramo de estudos e, o mais das
1917 1, 2 | e discursos parecem, não raro, sustentar ora uma ora outra
1918 1, 4 | conhecimentos filosóficos. É isto um rasgo de finíssima astúcia; para
1919 1, 3 | doutrinal, quando forem ratificadas pelo magistério público
1920 1, 3 | esta que se não poderia realizar sem uma certa forma sensível
1921 1, 5 | vida do reino de Deus, a realizar-se em breve, sendo ele o seu
1922 1, 4 | determinar o modo pelo qual se realizaram as leis da evolução. Concluído
1923 1, 3 | Esse mesmo progresso se realizou de duas maneiras: primeiro
1924 1, 1 | um pintor que ilumina e reanima os traços de um quadro estragado
1925 1, 4 | cronológica.~Feito isto, reaparece o filósofo e obriga o historiador
1926 INT | com audácia sacrílega, rebaixam à craveira de um puro e
1927 INT | confiada, de apascentar o rebanho do Senhor, entre os principais
1928 3, II | olhos os ânimos soberbos e rebeldes! A ninguém doravante se
1929 1, 3 | na semente. Ora, como os rebentos vivem a vida da semente,
1930 1, 5 | nele mesmo e nos íntimos recantos de sua natureza e de sua
1931 INT | que é muito para sentir e recear, se ocultam no próprio seio
1932 1, 3 | bem-aventurado Pedro, mas da Igreja recebeu como sucessor de Pedro,
1933 3, IV | licença quem, depois de ter recebido advertência, continuar a
1934 3, III| Bispos, pondo de parte todo o receio, repelindo a prudência da
1935 1, 3 | ortodoxos do que certos exegetas recentes, que em parte restringem
1936 1, 5 | verdadeiro católico deverá rechaçar, eles muito se lisonjeiam
1937 1, 3 | que não é só dentro do seu recinto que a Igreja tem com quem
1938 3, V | diocese, sem as cartas de recomendação do próprio Bispo. Lembrem-se
1939 3, VI | mesmo com as Relíquias. –Recomendamos por fim ao Conselho de Vigilância,
1940 3, VI | fundada, quando o culto for recomendável pela sua antigüidade, conforme
1941 3, V | gravíssimas palavras, Leão XIII recomendou (Carta Enc. Nobilissima
1942 INT | por algum tempo esperamos reconduzi-los a melhores sentimentos e,
1943 1, 2 | observar que, embora o filósofo reconheça por objeto da fé a realidade
1944 1, 1 | e que por conseguinte só reconheçam e exaltem o sentimento e
1945 2 | entendimento. As remotas, reconhecemo-las duas: o amor de novidades
1946 1, 2 | sentimento religioso deve reconhecer-se uma espécie de intuição
1947 3, VI | que primeiro tenha sido reconhecida pelo Bispo. Só terá valor
1948 2 | atemoriza, procuram descartá-lo, recorrendo ao silêncio. Este modo de
1949 2 | as suas mercadorias. Que recursos deixam eles de empregar
1950 1, 2 | porque irredutivelmente se recusa a acomodar os seus dogmas
1951 1, 7 | forma quase didática, e nem recusamos os vocábulos bárbaros, que
1952 3, III| modernistas. Se eles a isto se recusarem, não ponham dúvida os Bispos
1953 INT | a mesma pessoa do divino Redentor que, com audácia sacrílega,
1954 1, 3 | que, como já dissemos, ao redor da mesma se vão formando
1955 1, 1 | com relação ao crente, reduzem-se a meros instrumentos.~Não
1956 1, 1 | humana fica inteiramente reduzida à consideração dos fenômenos,
1957 INT | curvar a fronte, para depois reerguê-la com maior altivez. Poderíamos
1958 3, IV | os artigos XLI e XLII da referida Constituição, precisar de
1959 1, 3 | destinadas a despertar as referidas idéias, assim também o são
1960 1, 5 | apologetas, ao passo que com os referidos argumentos procuram asseverar
1961 3, V | Já nos referimos acima aos congressos, reuniões
1962 1, 4 | apenas aquilo que eles, referindo-se ao tempo em que viveu, acham
1963 1, 4 | se faz manifesto a quem refletir com ponderação. Os três
1964 1, 7 | contrário, confirmarão e reforçarão o sentimento, pois que este,
1965 1, 6 | aos nossos tempos. Para a reforma da teologia, querem que
1966 1, 6 | segundo os seus princípios ser reformado?~
1967 INT | postergando todo o comedimento, de reformadores da mesma Igreja; e cerrando
1968 1, 6 | dogmas, que tiverem sido reformados e estiverem ao alcance da
1969 1, 3 | da evolução poderão ser refreadas; quebradas, porém, nunca.
1970 2 | erudição e o acerto de quem os refuta os atemoriza, procuram descartá-lo,
1971 2 | a confusão das idéias e refutar os sofismas. É, pois, da
1972 2 | por vós mesmos ou pelos reitores dos seminários, procurai
1973 1, 2 | maometano? Com que direito reivindicarão experiências verdadeiras
1974 1, 3 | de uma autoridade que a reja, e cujo mister seja dirigir
1975 1, 5 | crédito ao que quiser, e rejeitará o que não lhe agradar. Mas
1976 1, 5 | católicos que, conquanto rejeitem a doutrina da imanência
1977 2 | causas morais às que se relacionam com a inteligência, surge
1978 1, 3 | pode deixar de tratar e de relacionar-se. Convém, pois, determinar
1979 1, 1 | preciso primeiro indagar que relações há entre as fórmulas religiosas
1980 3, VI | que essas tradições sejam relatadas nos livros sem as determinadas
1981 3, VI | fato e por isto se chama relativo, inclui sempre implicitamente
1982 1, 4 | causas humanas deve ser relegado para a fé, como de sua exclusiva
1983 1, 4 | pela joeira, e eliminam, relegando à fé, tudo o que, a juízo
1984 2 | de poderem um dia prestar relevantes serviços à Igreja, atualmente
1985 1, 7 | demente ou pelo menos de um rematado imprudente o admitir, sem
1986 3, III| tal dever pelo fato de Nos remeter um ou outro livro, deixando
1987 2 | erro, usam de dois meios: removem primeiro os obstáculos,
1988 1, 1 | terceiro cânon; logo, se devem remover dela as falas, as ações,
1989 3, II | tiver de posse, cumpre ser removido.~Faça-se o mesmo com aqueles
1990 1, 5 | declarar que se não pode render ao Infinito maior preito
1991 1, 6 | regime eclesiástico deve ser renovado em todos os sentidos, mas
1992 3, I | Predecessor e, se há mister, renovamos, confirmamos e mandamos
1993 2 | mais absurdas. Por orgulho repelem toda a sujeição, e afirmam
1994 1, 1 | senão para os fenômenos, repelido de uma vez, Deus e tudo
1995 3, III| de parte todo o receio, repelindo a prudência da carne, desdenhando
1996 2 | natureza, os direitos, ora repetindo livremente contra ele as
1997 CON | valer-se disto, para de novo repisarem a velha acusação, com que
1998 1, 2 | eclesiásticos; e se forem por isto repreendidos, queixam-se de que se lhes
1999 1, 4 | Escrituras de ter alguma coisa de repreensível que, ao contrário, quanto
2000 1 | notar que cada modernista representa e quase compendia em si
2001 1, 2 | esta fórmula, além do valor representativo, atribuem certa eficácia
2002 1, 3 | ora dominante, retroceda.~Reprimindo e enclausurando com violência,
2003 1, 1 | ocas, fúteis, incertas, reprovadas pela Igreja, com as quais
2004 3, IV | prudentes, que ao aprovar ou reprovar uma doutrina tomem um meio