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João Paulo II
Ecclesia in Europa

IntraText - Concordâncias

igreja

    Cap.,  N.
1 INT,1 | 1. A Igreja na Europa, animada por sentimentos 2 INT,1 | Jesus Cristo, vivo na sua Igreja, fonte de esperança para 3 INT,1 | para Cristo e para a sua Igreja  ».3 Tendo-nos deixado em 4 INT,2 | finalidade analisar a situação da Igreja na Europa e oferecer indicações 5 INT,2 | que «  é tarefa urgente da Igreja oferecer de novo aos homens 6 INT,3 | as tarefas que esperam a Igreja: daí surgiram «  orientações 7 INT,4 | figura de Jesus, vivo na sua Igreja, revelador do Deus-Amor 8 INT,5 | com o pedido de oferecer à Igreja peregrina na Europa um documento 9 I,6 | tribulação e crise para a Igreja como era a época do autor 10 I,6 | cf. Ap 1, 16), isto é, a Igreja de Deus perseguida, que, 11 I,6 | presente e activo na sua Igreja em oração. Ele é, enfim, «  12 I,6 | da missão e da acção da Igreja ao longo da história humana; 13 I | sinais de esperança para a Igreja na Europa~ ~O ofuscamento 14 I,11 | de futuro. Menos ainda a Igreja, que vive na expectativa 15 I,11 | recuperação da liberdade da Igreja no Leste europeu, com as 16 I,11 | abertas; a concentração da Igreja na sua missão espiritual 17 I,13 | Atestam-nos a vitalidade da Igreja; apresentam-se como luz 18 I,13 | apresentam-se como luz para a Igreja e a humanidade, porque, 19 I,13 | linfa de unidade para a Igreja  ».22~Mais radicalmente 20 I,14 | oficialmente santos pela Igreja, mas também dos que, com 21 I,14 | aos inumeráveis filhos da Igreja que, ao longo da história 22 I,16 | modo não se cruzariam com a Igreja; frequentemente apoiam o 23 I,16 | vitalidade e alegria na Igreja  ».27~O caminho ecuménico~ 24 I,17 | grande esperança para a Igreja actual: o crescimento da 25 I,18 | veemente, a certeza de que a Igreja tem para oferecer à Europa 26 I,18 | passados vinte séculos, a Igreja apresenta-se no início do 27 I,18 | inteiro, é Cristo; «  e a Igreja é o canal pelo qual passa 28 I,18 | esperança sempre nova da Igreja e da humanidade; Vós sois 29 I,19 | constitucional  » da Europa, a Igreja coerentemente deseja respeitar 30 I,20 | Assembleia Sinodal, com toda a Igreja convido os meus irmãos e 31 I,20 | do homem. Segundo a da Igreja, de facto, «  não há debaixo 32 I,21 | eternidade. É missão de cada Igreja particular da Europa ter 33 I,21 | eterno.~Jesus Cristo vivo na Igreja~ 34 I,22 | presente, vive e actua na sua Igreja: Ele está na Igreja e a 35 I,22 | sua Igreja: Ele está na Igreja e a Igreja está n'Ele (cf. 36 I,22 | Ele está na Igreja e a Igreja está n'Ele (cf. Jo 15, 1ss.; 37 I,22(40) | 1967), 547; Catecismo da Igreja Católica, 1374.~ 38 I,22 | outras acções litúrgicas da Igreja, que esta celebra em seu 39 I,22(44) | 7; Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 50; Paulo 40 I,22(44) | 1967), 547; Catecismo da Igreja Católica, 1373-1374.~ 41 II | DA ESPERANÇA CONFIADO À IGREJA DO NOVO MILÉNIO~«  Desperta 42 II,23 | próprio Jesus que fala à sua Igreja. A sua mensagem é dirigida 43 II,23 | nova evangelização  ». A Igreja deve submeter-se constantemente 44 II,25 | 25. O interesse que a Igreja nutre pela Europa nasce 45 II,25 | dos séculos, de facto, a Igreja manteve laços muito estreitos 46 II,25 | inalienáveis.46 Deste modo a Igreja, enquanto depositária do 47 II,25 | europeia.~Consciente disso, a Igreja actual sente, com renovada 48 II,25 | realizar um verdadeiro rosto de Igreja~ 49 II,26 | 26. Que a Igreja inteira da Europa sinta 50 II,26 | conhecem Jesus Cristo e a sua Igreja nem são baptizados, o secularismo 51 II,27 | ondas impetuosas, é pedido à Igreja da Europa que cultive a 52 II,27 | a sua missão, fazendo da Igreja uma corrente de vida nova 53 II,27 | Maria, figura e modelo da Igreja na e na santidade,49  54 II,27(49) | Propositio 15, 1; Catecismo da Igreja Católica, 773; João Paulo 55 II,29 | Para que a comunhão da Igreja possa ser vivida mais plenamente, 56 II,29 | ordem à edificação da única Igreja.~De facto, com o crescimento 57 II,29 | amorosa dos pastores, a Igreja inteira poderá apresentar 58 II,30 | na diversidade brilhe na Igreja como dom do Espírito Santo, 59 II,31 | Espírito suscita em cada Igreja, educando as comunidades 60 II,31 | principais preocupações da Igreja, sobretudo nesta Europa 61 II | II. A Igreja inteira enviada em missão~ 62 II,35 | dom inestimável de Deus à Igreja, valor profético para o 63 II,35 | Considerado em toda a Igreja como conveniente ao sacerdócio,59  64 II,35 | exigido como obrigação pela Igreja Latina,60 sumamente respeitado 65 II,35 | como bem precioso para a Igreja. Uma revisão da disciplina 66 II,35 | esperança requer também que, na Igreja, se tenha a peito apresentar 67 II,36(65) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 29.~ 68 II,38 | dom do Espírito Santo à Igreja e pela Igreja, torna-se 69 II,38 | Espírito Santo à Igreja e pela Igreja, torna-se sinal de esperança 70 II,39 | passagem obrigatória numa Igreja que deseje anunciar, celebrar 71 II,40 | explicar aos fiéis a da Igreja sobre a natureza e a dignidade 72 II,40 | e totalmente dedicada à Igreja.70 ~Na certeza de que o 73 II,41 | porque, «  por meio deles, a Igreja de Cristo torna-se presente 74 II,41 | pleno direito na missão da Igreja no mundo, os fiéis-leigos 75 II,42 | 42. A Igreja está ciente do contributo 76 II,42 | testemunhos do passado, a Igreja exprime a sua confiança 77 II,42 | É neste contexto que a Igreja espera das mulheres o contributo 78 II,43 | necessário, a começar pela Igreja, que seja promovida a dignidade 79 II,43 | mulher na vida e missão da Igreja, como foi sublinhado no 80 II,43 | dedicação à vida familiar.76~A Igreja não deixa de levantar a 81 III,44 | João e, através dele, à Igreja inteira. João é convidado 82 III,45 | da esperança, entregue à Igreja e por ela assimilado, precisa 83 III,45 | Esta é a vocação própria da Igreja em todos os tempos e lugares. 84 III,45 | Esta é também a missão da Igreja hoje na Europa. «  Evangelizar 85 III,45 | graça e a vocação própria da Igreja, a sua mais profunda identidade. 86 III,45 | gloriosa Ressurreição  ».77~Igreja na Europa, a «  nova evangelização  » 87 III,46 | primeira evangelização. ~A Igreja não pode subtrair-se ao 88 III,48 | Por isso, a pregação da Igreja, em todas as suas formas, 89 III,48 | que vive e actua na sua Igreja. Para que a esperança seja 90 III,49 | maiores apostas que esperam a Igreja que está na Europa, neste 91 III,50 | comunhão entre os membros da Igreja Católica e com os outros 92 III,51 | há-de ser o Catecismo da Igreja Católica. ~De modo particular, 93 III,51 | interpretada pela Tradição da Igreja, uma catequese orgânica 94 III,52 | próprios, vive da da Igreja e está ao serviço da sua 95 III,52 | Evangelho da esperança, a Igreja na Europa com apreço 96 III,53 | profunda unidade e comunhão na Igreja. Cada uma das Igrejas particulares 97 III,56 | viva dos laços que unem a Igreja ao povo hebreu e do papel 98 III,56 | responsabilidade que os filhos da Igreja possam ter tido na origem 99 III,57 | disso é compreensível que a Igreja, quando pede às instituições 100 III,58 | na sociedade da Europa, a Igreja, através dos seus instrumentos 101 III,59 | àqueles que andam longe da Igreja. Aos fiéis empenhados no 102 III,60 | valorização dos bens culturais da Igreja. De facto, podem constituir 103 III,60 | da arte.111 Com efeito, a Igreja tem necessidade da arte, 104 III,61 | 61. Encorajo, depois, a Igreja na Europa a prestar crescente 105 III,62 | verdadeira esperança da Igreja e do mundo, sinal eloquente 106 III,63 | de comunicação social, a Igreja na Europa não pode deixar 107 III,64 | torna-se assim expressão duma Igreja plasmada pelo Evangelho 108 III,64 | foi esta a consciência da Igreja na Europa: multidões sem 109 III,64 | missionário deve animar a Igreja na Europa actual. A diminuição 110 III,64 | não deve impedir qualquer Igreja particular de assumir as 111 III,64 | assumir as exigências da Igreja universal. Cada uma procurará 112 III,65 | tinha bem erguido à vista da Igreja e do mundo o livro do Evangelho. 113 III,65 | que espera hoje e sempre a Igreja no nosso continente.~Igreja 114 III,65 | Igreja no nosso continente.~Igreja na Europa, entra no novo 115 III,65 | a ser um tesouro para a Igreja e para cada cristão: no 116 III,65 | no-lo oferece através da sua Igreja (cf. Ap 10, 8). Comamo-lo ( 117 IV,66 | assembleia dominical.~A Igreja, que acolhe esta revelação, 118 IV,66 | Também é pedido a ti, Igreja de Deus que vives na Europa, 119 IV,67 | a esboçar o rosto de uma Igreja que, acreditando, anuncia, 120 IV,68 | pão, é necessário que a Igreja possa testemunhar de forma 121 IV,68 | de Deus  » (Mt 4, 4).~Uma Igreja que celebra~ 122 IV,69 | imediato, a tarefa que espera a Igreja na Europa é simultaneamente 123 IV,69 | esperança. ~Por isso, a ti, Igreja que vives na Europa, dirijo 124 IV,69 | premente convite: uma Igreja que reza, louva a Deus, 125 IV,70 | urgente que se reavive na Igreja o autêntico sentido da liturgia. 126 IV,70 | santificação, celebração da da Igreja, meio de transmissão da 127 IV,70 | ensinamentos dos Padres da Igreja, uma fonte viva de autêntica 128 IV,71 | inconsistente. A liturgia da Igreja não tem como objectivo aplacar 129 IV,71 | nós o Corpo de Cristo, a Igreja.~A liturgia deve ser vivida 130 IV,72 | autêntica vida espiritual, a Igreja na Europa poderá verdadeiramente 131 IV,73 | sentido das celebrações da Igreja e ainda uma adequada instrução 132 IV,74 | enquanto actos de Cristo e da Igreja, ordenados a prestar culto 133 IV,74 | acordo com as indicações da Igreja.122~A Eucaristia~ 134 IV,75 | dom supremo de Cristo à Igreja, torna sacramentalmente 135 IV,75 | o tesouro espiritual da Igreja, isto é, o próprio Cristo, 136 IV,75 | vida cristã  »,124 bebe a Igreja, na sua peregrinação, achando 137 IV,75(124) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 11.~ 138 IV,76 | Reconciliação seja revitalizado na Igreja da Europa. Há que reafirmar, 139 IV,78 | conservando viva a tradição da Igreja latina, sejam promovidas 140 IV,79 | harmonia com a liturgia da Igreja e em conexão com os sacramentos. ~ 141 V,83 | lidas como a descrição duma Igreja que, além de anunciar e 142 V,83 | esperança, é pedido também à Igreja na Europa que percorra a 143 V,84 | vivamente  ».140~Por isso, à Igreja na Europa actual põe-se 144 V,84 | coração de cada discípulo e da Igreja inteira (cf. 2 Cor 5, 14). 145 V,85 | 85. É vocação da Igreja, enquanto «  sinal credível – 146 V,85 | o género humano  »,142 a Igreja confirma-se como tal quando 147 V,85 | a vida social. Quando a Igreja serve a caridade, simultaneamente 148 V,85(142) | II, Const. dogm. sobre a Igreja Lumen gentium, 1.~ 149 V,86 | 86. Pede-se, à Igreja inteira, para dar novamente 150 V,87 | dos fluxos migratórios. À Igreja, pede-se que continue a 151 V,87 | centralidade do homem, a Igreja não desistirá de procurar 152 V,90 | 90. A Igreja na Europa, em todas as suas 153 V,90 | Neste contexto, pede-se à Igreja que anuncie com renovado 154 V,90 | também a sua dignidade de «  igreja doméstica  » e a sua participação 155 V,90 | participação na missão da Igreja e na vida da sociedade.~ 156 V,90(148) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 157 V,91 | solicitude por parte da Igreja, uma ajuda àqueles que se 158 V,91 | singularmente ou associadas, na Igreja e na sociedade, e diligenciar 159 V,92 | Na sua obra educadora, a Igreja estenderá a sua solicitude 160 V,93 | 93. Finalmente, a Igreja é chamada a atender, com 161 V,93 | inúmeras famílias desfeitas, a Igreja sente-se chamada, não a 162 V,93 | a prática sacramental, a Igreja pretende mostrar-lhes toda 163 V,94 | amor de Cristo Senhor pela Igreja, sua esposa  ».151~Vós sois 164 V,95(156) | II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 165 V,97(161) | Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 166 V,98 | inspiração a doutrina social da Igreja. De facto, através dela, 167 V,98 | De facto, através dela, a Igreja coloca ao continente europeu 168 V,99 | 99. A doutrina social da Igreja, pela sua ligação intrínseca 169 V,100 | interpela a capacidade da Igreja para acolher toda a pessoa, 170 V,103 | 103. A Igreja, por sua vez, é chamada 171 V,103 | do Evangelho exige que a Igreja, defendendo a causa dos 172 V,104 | proponho-o de novo a ti, Igreja de Cristo que vives na Europa. 173 V,105 | 105. Igreja da Europa, acolhe todos 174 V,105 | e a medida do amor. E Igreja das bem-aventuranças, continuamente 175 V,105 | valores do Reino futuro, serás Igreja da caridade, darás o teu 176 VI,106 | directamente ao mistério da Igreja. É uma imagem que fala duma 177 VI,106 | de Deus, que faz nascer a Igreja, anima a sua existência, 178 VI,107 | pelo sopro do Espírito. A Igreja é para o mundo sinal e instrumento 179 VI,114(180)| II, Const. past. sobre a Igreja no mundo contemporâneo Gaudium 180 VI,115 | morais e espirituais  ».182~A Igreja ao serviço da nova Europa~ 181 VI,116 | Igrejas particulares, a Igreja Católica pode dar um contributo 182 VI,116 | aberta ao mundo. É que, da Igreja Católica, deriva um modelo 183 VI,117 | com os poderes públicos, a Igreja não pede um regresso a formas 184 VI,117 | e sociedade política, a Igreja Católica está convencida 185 VI,119 | que seja precisamente a Igreja de Cristo um factor de desunião 186 VI,120 | de vida.~Por isso, «  a Igreja sente o dever de renovar 187 VI,120 | lhe advém do seu Senhor, a Igreja repete à Europa de hoje: 188 CON,122 | existência histórica da Igreja é ilustrada por «  sinais  », 189 CON,122 | Ap 12, 5). Mas é também a Igreja, povo da nova Aliança, à 190 CON,123 | é a certeza que anima a Igreja no seu caminho, pois, na 191 CON,123 | tornando-Se deste modo Mãe da Igreja. Através do vínculo que 192 CON,123 | vínculo que une Maria à Igreja e a Igreja a Maria, esclarece-se 193 CON,123 | que une Maria à Igreja e a Igreja a Maria, esclarece-se melhor 194 CON,123 | Maria, de facto, presente na Igreja como Mãe do Redentor, participa 195 CON,123 | 1), pode dizer-se que a Igreja alcançou já na Virgem Santíssima 196 CON,124 | 124. Por isso, toda a Igreja tem os olhos postos em Maria. 197 CON,124 | entre os povos europeus.~Igreja na Europa, continua, pois, 198 CON,125 | vemos Maria como figura da Igreja, que, alimentada pela esperança, 199 CON,125 | entreguemos-Lhe o futuro da Igreja na Europa e o de todas as 200 CON,125 | velai por nós!~Velai pela Igreja na Europa:~que ela seja 201 CON,125 | amemos!~Ele é a esperança da Igreja,~da Europa e da humanidade.~ 202 CON,125 | connosco, entre nós, na sua Igreja.~Convosco dizemos:~«  Vem,


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