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Cap., N.
1 INT,1 | na sua Igreja, fonte de esperança para a Europa.~Trata-se 2 INT,1 | perguntar a razão da vossa esperança » (3, 14-15).1~Este anúncio 3 INT,1 | e um « sinal de genuína esperança para todos os que levantam 4 INT,1 | indefectível da verdadeira esperança. ~ 5 INT,2 | aprofundamento do tema da esperança constituía o objectivo principal 6 INT,2 | agora sob a perspectiva da esperança, o mesmo desafio. Tratava-se, 7 INT,2 | proclamar este anúncio de esperança a uma Europa que parecia 8 INT,4 | evidenciando um forte pendor para a esperança. Embora aceitando as análises 9 INT,4 | cada vez mais sentida de esperança, que torne possível dar 10 INT,5 | à Europa o Evangelho da esperança, terei como guia o livro 11 I | CAPÍTULO I~JESUS CRISTO É NOSSA ESPERANÇA~« Não temas! Eu sou o Primeiro 12 I,6 | na visão é uma palavra de esperança: « Não temas! Eu sou o 13 I | I. Desafios e sinais de esperança para a Igreja na Europa~ ~ 14 I | Europa~ ~O ofuscamento da esperança~ 15 I,7 | provadas por um ofuscamento da esperança. De facto, os nossos dias, 16 I,7 | desorientados, incertos, sem esperança; e não poucos cristãos partilham 17 I,9 | 9. Na raiz da crise da esperança, está a tentativa de fazer 18 I,9 | sinais da diminuição da esperança manifestam-se às vezes através 19 I,9 | nostalgia irreprimível da esperança~ 20 I,10 | homem não pode viver sem esperança: a sua vida perderia o sentido, 21 I,10 | satisfazer esta exigência de esperança com realidades efémeras 22 I,10 | efémeras e frágeis. E assim a esperança, confinada num âmbito intramundano 23 I,10 | sinais de enfraquecimento da esperança, que às vezes se manifestam 24 I,10 | de violência.20~Sinais de esperança~ 25 I,12 | faltam sinais indicadores de esperança: neles, mesmo entre as contradições 26 I,12 | registamos os sinais de esperança oferecidos pela consideração 27 I,13 | esquecido, o grande sinal de esperança constituído por tantas testemunhas 28 I,13 | igualmente como sinal de esperança no caminho ecuménico, na 29 I,13 | suprema do Evangelho da esperança. « De facto, os mártires 30 I,13 | prontos a dar a razão da esperança que está neles (cf. 1 Pd 31 I,13 | celebram o “Evangelho da esperança”, porque a oferta da sua 32 I,13 | eles servem o “Evangelho da esperança”, porque, com o seu martírio, 33 I,17 | e reconfortante sinal de esperança constituído pelos progressos 34 I,17 | constitui um sinal de grande esperança para a Igreja actual: o 35 I | Cristo, fonte de toda a esperança~ ~Confessar a nossa fé~ 36 I,18 | em Jesus Cristo, fonte da esperança que não desilude,30 um dom 37 I,18 | Act 4, 12). A fonte da esperança, para a Europa e para o 38 I,18 | uma jubilosa confissão de esperança: Vós, ó Senhor, ressuscitado 39 I,18 | ressuscitado e vivo, sois a esperança sempre nova da Igreja e 40 I,18 | sois a única e verdadeira esperança do homem e da história; 41 I,18 | história; Vós sois entre nós “a esperança da glória” (Col 1, 27) já 42 I,18 | Jesus Cristo nossa esperança~ 43 I,19 | Jesus Cristo é a nossa esperança, porque Ele, o Verbo eterno 44 I,19 | Jesus Cristo é a nossa esperança, porque Ele revela o mistério 45 I,19 | é prenúncio de autêntica esperança para o continente. Muitos 46 I,21 | crentes, Jesus Cristo é a esperança da humanidade, porque dá 47 I,21 | Europa saibam devolver à esperança a sua fundamental componente 48 I,21 | De facto, a verdadeira esperança cristã é teologal e escatológica, 49 I,22 | poderão reencontrar a única esperança que lhes dá plenitude de 50 II | CAPÍTULO II~O EVANGELHO DA ESPERANÇA CONFIADO À IGREJA DO NOVO 51 II,23 | presença, tornam-se fonte de esperança para a humanidade.~A acção 52 II,26 | longe de extinguirem a nossa esperança, tornam-na mais humilde 53 II,27 | humanidade como sinal de esperança para todos.~Num contexto 54 II,28 | Deus, fundamento e razão da esperança que não desilude (cf. Rm 55 II,29 | assim contribuir para dar esperança e consolação quer àqueles 56 II,30 | 30. O Evangelho da esperança é também estímulo e apelo 57 II,30 | de todos, animado por uma esperança autêntica e simultaneamente 58 II,33 | 33. Servir o Evangelho da esperança com uma caridade que evangeliza 59 II,34 | e servir o Evangelho da esperança. Graças ao sacramento da 60 II,34 | sinal de contradição e de esperança para uma sociedade que sofre 61 II,35 | sacerdotal, sinal de uma esperança deposta totalmente no Senhor. 62 II,35 | serviço do Evangelho da esperança requer também que, na Igreja, 63 II,36 | serviço do Evangelho da esperança.~O testemunho dos consagrados~ 64 II,38 | oferecer ao Evangelho da esperança tem como ponto de partida 65 II,38 | Igreja, torna-se sinal de esperança na medida em que testemunha 66 II,39 | plenitude, acende-se neles uma esperança que os impele a deixarem 67 II,39 | e servir o Evangelho da esperança.69~ 68 II,41 | serviço do Evangelho da esperança, porque, « por meio deles, 69 II,41 | mundo, como sinal e fonte de esperança e de amor ».72 Participantes 70 II,41 | promessa e garantia duma esperança que não desilude. ~A Europa 71 II,42 | serviço do Evangelho da esperança. A história da comunidade 72 II,42 | hoje pelo crescimento da esperança a todos os níveis. Há aspectos 73 II,42 | vivificante duma nova onda de esperança. ~ 74 III | ANUNCIAR O EVANGELHO DA ESPERANÇA~« Toma o livro aberto (...) 75 III,44 | vicissitudes: a vida fica sem esperança. Só o Filho de Deus é capaz 76 III,45 | 45. O Evangelho da esperança, entregue à Igreja e por 77 III,45 | nosso tempo, sedentos duma esperança que não desiluda. A ti, 78 III,45 | ti, foi dado o dom desta esperança para que, por tua vez, a 79 III,45 | Jesus, que é o Evangelho da esperança, seja por conseguinte o 80 III,47 | em levar o Evangelho da esperança àqueles que estão longe 81 III,48 | anunciar o Evangelho da esperança, é necessária uma sólida 82 III,48 | na sua Igreja. Para que a esperança seja autêntica e inabalável, 83 III,48 | irradiar » alegria, amor e esperança ao seu redor, para que muitos, 84 III,49 | evangelização, capaz de devolver a esperança. Precisa-se de testemunhos 85 III,50 | anúncio do Evangelho da esperança supõe que haja o cuidado 86 III,52 | anunciar o Evangelho da esperança, a Igreja na Europa vê com 87 III,53 | anúncio do Evangelho da esperança será mais forte e eficaz, 88 III,53 | Jesus Cristo, única fonte de esperança para todos na Europa. ~Unidos 89 III,54 | cada vez mais luminoso de esperança e de conforto para toda 90 III,55 | anúncio do Evangelho da esperança, que se procure instaurar 91 III,62 | tantos jovens, verdadeira esperança da Igreja e do mundo, sinal 92 III,64 | inquietante carência de esperança. A obra de evangelização 93 III,64 | é animada por verdadeira esperança cristã, quando se abre para 94 III,64 | plasmada pelo Evangelho da esperança, que se renova e rejuvenesce 95 III,65 | 10). Ficaremos cheios de esperança e capazes de comunicá-la 96 IV | CELEBRAR O EVANGELHO DA ESPERANÇA~« Ao que está sentado sobre 97 IV,66 | 66. O Evangelho da esperança, anúncio da verdade que 98 IV,66 | encontro com Ele mesmo, esperança verdadeira e única capaz 99 IV,69 | fontes de liberdade e de nova esperança. ~Por isso, a ti, Igreja 100 IV,71 | eclesiais proclamam que a nossa esperança vem de Deus, por meio de 101 IV,71 | futura, meta última da nossa esperança. De facto, como ensina o 102 IV,72 | verdadeiramente alimentar a sua esperança e oferecê-la a quem a perdeu.~ 103 IV,75 | achando lá a fonte de toda a esperança. De facto, a Eucaristia « 104 IV,75 | lançando uma semente de activa esperança na dedicação diária de cada 105 IV,76 | fundamental na recuperação da esperança o sacramento da Reconciliação: « 106 IV,76 | fundamento essencial de esperança para o nosso futuro ».127 107 IV,80 | a vida é animada por uma esperança inabalável, porque assente 108 IV,81 | celebração do Evangelho da esperança é o dia do Senhor.~No contexto 109 IV,82 | vida sem fim, que reaviva a esperança e anima a caminhar. Por 110 IV,82 | sem a dimensão da festa, a esperança não encontraria uma casa 111 V | V~SERVIR O EVANGELHO DA ESPERANÇA~« Conheço as tuas obras, 112 V,83 | Para servir o Evangelho da esperança, é pedido também à Igreja 113 V,84 | originária donde nasce a esperança. « O homem não pode viver 114 V | na sociedade~Devolver a esperança aos pobres~ 115 V,86 | inteira, para dar novamente esperança aos pobres. Acolhê-los e 116 V,87 | comunidade solidária na esperança, não se deixando sujeitar 117 V,89 | caso, servir o Evangelho da esperança significa empenhar-se de 118 V,93 | situações matrimoniais onde a esperança facilmente sucumbe. Em particular, « 119 V,94 | para servir o Evangelho da esperança, é necessário reservar uma 120 V,94 | relativamente ao mesmo Evangelho da esperança. Por isso, com confiança 121 V,94 | credíveis do Evangelho da esperança! É que vós sois « Gaudium 122 V,94 | et spes »,154 alegria e esperança.~Servir o Evangelho da vida~ 123 V,95 | manifestação clara de falta de esperança, é sinal daquela « cultura 124 V,100| serviço ao Evangelho da esperança, conta-se o fenómeno crescente 125 V,104| serviço ao Evangelho da esperança. Agora proponho-o de novo 126 VI | CAPÍTULO VI~O EVANGELHO DA ESPERANÇA PARA UMA EUROPA NOVA~« 127 VI,106| 106. O Evangelho da esperança, que ressoa no Apocalipse, 128 VI,108| projecto comum e dar razões de esperança aos seus cidadãos.~O novo 129 VI,112| exacerbados que, obscurecendo a esperança dos homens e dos povos do 130 VI,116| acção de Deus. De facto, a esperança de construir um mundo mais 131 VI,117| Evangelho vivido sob o signo da esperança. Nesta perspectiva, é necessária 132 VI,118| verdadeiras testemunhas de esperança. Neste âmbito, há que continuar 133 VI,120| com vigor a mensagem de esperança que Deus lhe confiou » 134 VI,120| 3, 17). O seu convite à esperança não se fundamenta numa ideologia 135 VI,120| Retomando este convite à esperança, repito também hoje a ti, 136 VI,121| que é Jesus, encontrarás a esperança sólida e duradoura por que 137 VI,121| duradoura por que anseias. É uma esperança fundada na vitória de Cristo 138 VI,121| estar certa! O Evangelho da esperança não desilude! Nas vicissitudes 139 CON | Súplica a Maria, Mãe da esperança~ 140 CON,125| Igreja, que, alimentada pela esperança, reconhece a acção salvífica 141 CON,125| crescer em nós a virtude da esperança.~A Ela, Mãe da esperança 142 CON,125| esperança.~A Ela, Mãe da esperança e da consolação, dirijamos 143 CON,125| continente:~Maria, Mãe da esperança,~caminhai connosco!~Ensinai-nos 144 CON,125| novo,~mostrai-Vos Mãe da esperança e velai por nós!~Velai pela 145 CON,125| e servir~o Evangelho da esperança~para a paz e a alegria de 146 CON,125| continente.~Velai pelos jovens,~esperança do futuro:~que eles respondam 147 CON,125| sigamos e amemos!~Ele é a esperança da Igreja,~da Europa e da 148 CON,125| Jesus » (Ap 22, 20)!~Que a esperança da glória,~por Ele infundida