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João Paulo II
Ecclesia in Europa

IntraText - Concordâncias

deus

    Cap.,  N.
1 INT,5 | homens, prescindindo de Deus ou contra Ele. É que, se 2 I,6 | de no meio do trono de Deus (cf. Ap 5, 6): aparece imolado, 3 I,6 | 16), isto é, a Igreja de Deus perseguida, que, embora 4 I,9 | prevalecer uma antropologia sem Deus e sem Cristo. Esta forma 5 I,9 | astuciosamente o lugar de Deus e esquecendo que não é o 6 I,9 | que não é o homem que cria Deus, mas é Deus que cria o homem. 7 I,9 | homem que cria Deus, mas é Deus que cria o homem. O ter 8 I,9 | o homem. O ter esquecido Deus levou a abandonar o homem  », 9 I,9 | saciado, que vive como se Deus não existisse.~Neste horizonte, 10 I,12 | presença do Espírito de Deus que renova a face da terra. 11 I,13 | vivo, santo e agradável a Deus que constitui o verdadeiro 12 I,17 | profundo no próprio Verbo de Deus, constitui um sinal de grande 13 I,18 | na glória dos filhos de Deus  ».32 ~Jesus Cristo nossa 14 I,19 | porque Ele, o Verbo eterno de Deus que está desde sempre no 15 I,19 | próprio mistério do amor de Deus e da comunhão trinitária.33~ 16 I,20 | sentir-se como um dom de Deus para o enriquecimento dos 17 I,20 | como único Mediador entre Deus e os homens e único Redentor 18 I,22 | presente Cristo completo, Deus e homem  ».40 De facto, 19 I,22 | mandamento da caridade, adoram Deus em espírito e verdade (cf. 20 II,23 | reviveu [...], o Filho de Deus  » (Ap 2, 1. 8. 18). É o 21 II,26 | mais capaz de confiar só em Deus. Da sua misericórdia recebemos 22 II,28 | comunhão de todo o povo de Deus na e no amor.50 Por isso, 23 II,28 | manifestação do amor de Deus, fundamento e razão da esperança 24 II,31 | deixar de dar, com a ajuda de Deus, os seus frutos. ~ 25 II,35 | graça, um dom inestimável de Deus à Igreja, valor profético 26 II,35 | escatológico, sinal do amor de Deus por este mundo e ainda do 27 II,35 | indiviso do sacerdote para com Deus e o seu povo.58 Vivido como 28 II,35 | como resposta ao dom de Deus e superação das tentações 29 II,38 | reconhecimento do primado absoluto de Deus, vivido pelos consagrados 30 II,40 | uma profunda nostalgia de Deus, criando assim o contexto 31 II,41 | mundo os valores do Reino de Deus, promessa e garantia duma 32 II,41 | anunciar a misericórdia de Deus àqueles que sofrem a pobreza; 33 II,42 | acolher e transmitir o dom de Deus, seja mediante a maternidade 34 II,43 | à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 27) e enriquecidos 35 III,44 | plano criador e salvador de Deus, o seu projecto detalhado 36 III,44 | revelar e actuar o projecto de Deus, lá encerrado. Abandonado 37 III,44 | esperança. Só o Filho de Deus é capaz de dissipar as trevas 38 III,45 | reconciliar os pecadores com Deus e perpetuar o sacrifício 39 III,48 | primariamente como o Filho de Deus, o Salvador único e necessário 40 III,50 | testemunhem a caridade de Deus a todos os homens  ».88  41 III,51 | constantemente à Palavra de Deus, conservada na Sagrada Escritura, 42 III,52 | sensus fidei do povo de Deus e ajudando a alimentá-lo. ~ ~ 43 III,56 | povo hebreu, chamado por Deus a uma aliança que permanece 44 III,56 | história e que se peça perdão a Deus disso mesmo, promovendo 45 III,57 | confiança no plano salvífico de Deus em relação a todos os seus 46 III,60 | espírito, do invisível, de Deus  » 112 e porque a beleza 47 III,60 | como reflexo do Espírito de Deus, é um cifrado do mistério, 48 III,60 | convite a buscar o rosto de Deus que se tornou visível em 49 IV,66 | própria visão, que revela Deus e o sentido da história, 50 IV,66 | é pedido a ti, Igreja de Deus que vives na Europa, para 51 IV,66 | satisfazer plenamente o anseio de Deus, oculto nas diversas formas 52 IV,68 | palavra que sai da boca de Deus  » (Mt 4, 4).~Uma Igreja 53 IV,69 | Igreja que reza, louva a Deus, reconhece-Lhe o primado 54 IV,69 | culto espiritual agradável a Deus (cf. Rm 12, 1).~O sentido 55 IV,71 | a nossa esperança vem de Deus, por meio de Jesus nosso 56 IV,72 | como relacionamento com Deus e acolhimento dos seus dons, 57 IV,74 | ordenados a prestar culto a Deus, à santificação dos homens 58 IV,75 | humana. Abre para o futuro de Deus; sendo comunhão com Cristo, 59 IV,75 | participação na vida eterna de Deus.126~A Reconciliação~ 60 IV,76 | pessoal do perdão recebido de Deus por cada um de nós é fundamento 61 IV,76 | de quem, vivendo como se Deus não existisse, não tem ninguém 62 IV,76 | necessidade do perdão pessoal de Deus através do ministério do 63 IV,78 | e escutando a Palavra de Deus, formar-se-á aquela liturgia 64 IV,78 | individual. É entre a pessoa e Deus que nasce aquele colóquio 65 IV,79 | da sabedoria do povo de Deus. Tal é, sem dúvida, o santo 66 IV,79 | pessoal, a formação do povo de Deus e a nova evangelização  ».137~ 67 IV,80 | culto espiritual agradável a Deus  » (cf. Rm 12, 1) realiza-se 68 IV,80 | apenas na certeza do poder de Deus e da vitória de Cristo: 69 IV,80 | repleta das consolações de Deus, com as quais somos chamados, 70 V,84 | a experimentar o amor de Deus Pai e de Cristo no Espírito 71 V,84 | em última análise nisto: Deus amou-nos primeiro (cf. 1 72 V,84 | aos crentes a caridade de Deus, tornando-os participantes 73 V,84 | Precisamente porque dada por Deus, a caridade torna-se mandamento 74 V,84 | tornando visível o amor de Deus, que não abandona ninguém. 75 V,85 | e mulheres com o amor de Deus e de Cristo, que vem à procura 76 V,85 | instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género 77 V,86 | particularmente amados por Deus significa reconhecer que 78 V,90 | no desígnio salvífico de Deus. É preciso, de modo particular, 79 V,90 | que derivam da vontade de Deus. Impõe-se redescobrir a 80 V,93 | humanos a luz da palavra de Deus, acompanhada pelo testemunho 81 V,94 | reposição viva da caridade de Deus: de facto, tendes a «  missão 82 V,94 | participação real do amor de Deus pela humanidade e do amor 83 V,94 | lugar onde a vida, dom de Deus, pode ser convenientemente 84 V,96 | missão de colaboradores de Deus na geração e educação de 85 V,97 | acompanhado pela bênção de Deus e que qualquer germe de 86 V,105| mútuo.~Em Jesus, justiça de Deus, nunca te canses de denunciar 87 VI | Ap 21, 2)~ ~A novidade de Deus na história~ 88 VI,106| da novidade realizada por Deus: «  Vi, depois, um novo 89 VI,106| não existia  » (Ap 21, 1). Deus em pessoa o afirma, com 90 VI,106| Ap 21, 5).~A novidade de Deusplenamente compreensível 91 VI,106| desce «  do céu, de junto de Deus, bela como uma esposa que 92 VI,106| possa fazer; é um dom de Deus que se realizará nos últimos 93 VI,106| verbo no presente usado por Deus – «  Eu renovo todas as 94 VI,106| Ap 21, 6). Efectivamente Deusestá agindo para renovar 95 VI,106| Cristo é já a novidade de Deus, que faz nascer a Igreja, 96 VI,107| agora «  o tabernáculo de Deus entre os homens  » (cf. 97 VI,107| Ap 21, 3), em cujo seio Deusactua, renovando a vida 98 VI,116| deixar-se penetrar pela acção de Deus. De facto, a esperança de 99 VI,120| mensagem de esperança que Deus lhe confiou  » e que repete 100 VI,120| Europa: «  “O Senhor, teu Deus, está no meio de ti como 101 VI,120| sólida certeza da Palavra de Deus  ».190~Retomando este convite 102 CON,122| e todavia protegida por Deus. O dragão é «  a antiga 103 CON,122| 9). Venceram-no Cristo, Deus feito homem, com a sua morte 104 CON,125| salvífica e misericordiosa de Deus, à luz da qual lê o seu 105 CON,125| Ensinai-nos a anunciar o Deus vivo;~ajudai-nos a dar testemunho


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