Parte
1 Int | Gloriosae Dominae", as congregações marianas, perpetuamente
2 Int | diretores e membros das mesmas congregações, mas declarar que confirmamos
3 Int | próprios enriquecemos as ditas congregações por tantos e tão grandes
4 I | EFICÁCIA E ATUALIDADE~ DAS CONGREGAÇÕES MARIANAS~
5 I | quem recorda a história das congregações marianas, terá de confessar
6 I | da vida de cada dia nas congregações marianas, conclui-se abundantemente
7 II | E DEFINE A POSIÇÃO~ DAS CONGREGAÇÕES MARIANAS~
8 II | particular louvor as hostes das congregações marianas, as quais, logo
9 II | silêncio as associacões que as congregações marianas fundaram ou consolidaram
10 II | gratuitas abertas pelas congregações para os meninos e adultos
11 II | praticada por numerosas congregações, sobretudo pelas chamadas
12 II | deve tributar o louvor às congregações marianas de terem sempre,
13 II | nações foram fundados por congregações de Maria, os quais, sucedendo-lhes
14 II | instrumentos de apostolado sejam as congregações marianas, não só em virtude
15 II | íntima constituição das congregações, facilmente verificará que
16 II | se opõe o fato de que as congregações, fundadas pela Companhia
17 II | contrário, uma vez que as congregações marianas tomaram como lema,
18 II | religiosas, pois que das congregações marianas saíram dez fundadores
19 II | patriarcas de novas ordens ou congregações Religiosas. ~
20 II | claramente se conclui que as congregações marianas, como as suas regras
21 II | 14. Sendo isso assim, às congregações marianas, quer se considerem
22 II | características peculiares das congregações marianas obstam a que se
23 III | NOTAS ESSENCIAIS A ~TODAS AS CONGREGAÇÕES MARIANAS~
24 III | 17. I. As congregações marianas, devidamente agregadas
25 III | 19. III. As congregações marianas, que plenamente
26 III(58)| Telegram. ao Conv. das congregações marianas da Itália, 12 de
27 III | recomendadas a todas as congregações, como sumário e documento
28 III | 21. V. Todas as congregações marianas dependem da hierarquia
29 III | sobre absolutamente todas as congregações que estão no território
30 III | externo;~2) tem poder sobre as congregações constituídas fora dos recintos
31 III | 1) é o diretor nato das congregações paroquiais, as quais, portanto,
32 III | freguesia;~2) goza, em todas as congregações que exercem obras de apostolado
33 III(62)| 1; Estatutos Gerais das congregações marianas, 31 de Ag. de 1885,
34 III | 24. VIII. Essas congregações devem chamar-se marianas,
35 III(71)| 1946; Telegr. aos Conv. das congregações marianas da Itália, l2 de
36 III | por conseguinte, dever das congregações marianas formar de tal modo
37 III(75)| 1945; Telegr, ao Conv. das congregações marianas da Itália, 12 de
38 III | Entre os fins primários das congregações,76 há de contar-se o apostolado
39 III | inovar as normas próprias das congregações referentes aos métodos dessa
40 III | 28. XII. Por último, as congregações marianas devem ser consideradas
41 III | católica. Além disso, como as congregações devem, sob a orientação
42 III(81)| 368; Telegr. aos Conv. das congregações marianas da Itália, 12 de
43 III(82)| XII, Telegr. ao Conv. das congregações marianas da Itália, 12 de
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