Parte, Capítulo, Parágrafo
1 1, 2, 7 | constituída pelo Cardeal Camerlengo da Santa Igreja Romana e
2 1, 2, 11| que for estabelecido pelo Camerlengo da Santa Igreja Romana e
3 1, 2, 11| tornar possível ao Cardeal Camerlengo ouvir o parecer do Colégio
4 1, 2, 13| Comissão, composta pelo Cardeal Camerlengo e pelos Cardeais que desempenhavam
5 1, 3, 14| suas funções. Exceptuamse o Camerlengo da Santa Igreja Romana e
6 1, 3, 15| acharem vagos os cargos de Camerlengo da Santa Igreja de Roma
7 1, 3, 15| abertas na presença do Camerlengo e dos três Cardeais Assistentes,
8 1, 3, 15| Cardeais, se deve ser eleito o Camerlengo. Ficará eleito e passará
9 1, 3, 15| Enquanto não for eleito o Camerlengo, as suas funções serão exercidas
10 1, 3, 17| falecimento do Sumo Pontífice, o Camerlengo da Santa Igreja Romana deve
11 1, 3, 17| autêntica de morte. O Cardeal Camerlengo deve, ainda, aplicar os
12 1, 3, 17| efeito, é atribuição do Camerlengo da Santa Igreja Romana,
13 1, 3, 19| vez, logo que o Cardeal Camerlengo ou o Prefeito da Casa Pontifícia
14 1, 5, 28| um delegado do Cardeal Camerlengo e um delegado do Prefeito
15 1, 5, 30| a autorização ao Cardeal Camerlengo da Santa Igreja Romana,
16 2, 2, 43| a autoridade do Cardeal Camerlengo e com a colaboração externa
17 2, 2, 46| aprovação prévia do Cardeal Camerlengo e dos três Assistentes.~
18 2, 2, 48| eleição, perante o Cardeal Camerlengo ou outro Cardeal por ele
19 2, 3, 51| autoridade e responsabilidade do Camerlengo coadjuvado pela Congregação
20 2, 4, 55| 55. O Cardeal Camerlengo e os três Cardeais Assistentes
21 2, 5, 71| cada escrutínio, ao Cardeal Camerlengo ou a um dos três Cardeais
22 2, 5, 71| final da eleição, o Cardeal Camerlengo da Santa Igreja Romana elabore
23 2, 5, 75| eleitores serão convidados pelo Camerlengo a darem a sua opinião sobre
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