Parte, Capítulo, Parágrafo
1 int, 0, 5| extrema responsabilidade que o eleito deverá, por divina investidura
2 1, 3, 15| dos Cardeais, se deve ser eleito o Camerlengo. Ficará eleito
3 1, 3, 15| eleito o Camerlengo. Ficará eleito e passará ipso facto a usufruir
4 1, 3, 15| Cardeal. Enquanto não for eleito o Camerlengo, as suas funções
5 1, 4, 25| provisionis, até quando for eleito o Pontífice, aquilo que
6 2, 1, 34| Pontífice, canonicamente eleito, não ordene que ele seja
7 2, 2, 48| expressamente pelo novo Pontífice eleito ou pelos seus sucessores,
8 2, 3, 53| por divina disposição, for eleito Romano Pontífice, comprometer-se-á
9 2, 5, 65| para escrever o nome do eleito; assim, a ficha é feita
10 2, 5, 66| segundo Deus, julgo deve ser eleito. Em seguida, depõe a ficha
11 2, 5, 69| abre-a, observa o nome do eleito e passa-a ao segundo Escrutinador
12 2, 5, 69| certificando-se por sua vez do nome do eleito, passa-a ao terceiro, o
13 2, 5, 70| votação, o Papa não foi eleito; se, pelo contrário, resultar
14 2, 6, 86| depois, àquele que for eleito que não se subtraia ao cargo,
15 2, 7, 87| eleitores, pede o consenso do eleito com as seguintes palavras:
16 2, 7, 88| Depois da aceitação, o eleito que tenha já recebido a
17 2, 7, 88| Se, pelo contrário, o eleito não possuir o carácter episcopal,
18 2, 7, 89| Basílica do Vaticano.~Se o eleito ainda não possuir o carácter
19 2, 7, 90| 90. Se o eleito residir fora da Cidade do
20 2, 7, 90| episcopal do Sumo Pontífice eleito que não seja ainda Bispo,
21 2, 7, 91| que o novo Sumo Pontífice eleito tiver dado o consenso à
22 2, 7, 91| de tratar com o Pontífice eleito coisas de momento necessárias.~
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